Abc 8 da contabilidade

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Abc 8 da contabilidade

  1. 1. 1
  2. 2. “ O conhecimento, é resultado do, “aprendizado.” Heretiano H. Pereira2
  3. 3. Apresentação Inicialmente gostaria de agradecer suasatenções, por ter adquirido nossos escritos, e que deagora em diante você passa a entender odesempenho de alguns tópicos na área econômicofinanceiro do estado nação, terminologias estasbaseadas no direito. Portanto, apresentamos variasfases de desempenho de ordem administrativa, paraque seja demonstrada eficácia dos fatos públicos. 3
  4. 4. Introdução Caro leitor, mais uma vez agradecemos suasatenções, mediante nossos escritos, que de agora emdiante passaremos a comentar sobre Gestão Pública,que se traduz de interesse de todos que procuram deuma forma ou de outra, entender tantosdesencontros de gerenciamento, muito embora, hojejá existem acompanhamentos por alguns órgãos, paramanter o nível de eficiência para informação junto àsociedade, principalmente para aqueles que não têmalcance nas informações, que para o homem comumé complexa ao seu entendimento. Portanto,esperamos que com esses informes você possaentender o desenrolar das perguntas aos gestores eseus desempenhos, durante o exercício que sedesenrola no andar da carruagem pública. 4
  5. 5. Agradecimentos Nós não poderíamos deixar de agradecerprimeiramente a “Deus”, para que eu possa conduzirlúcido de mente e alma, transmitir informes derelevâncias para sociedade como um todo, nodesenrolar dos comentários sobre gerenciamentosadministrativo e financeiro. Portanto, esperamos quetenha contribuído de forma transparente para seuaprendizado. 5
  6. 6. Dedicação: Aos filhos:“Hémili, Hemilana, e Heriely.”6
  7. 7. In Memória “Patenteamos as lembranças dasprofessoras Ester Ribeiro da Silva e SeverinaMendes Viana (In memoria), pessoas que nosdeixaram tantas lembranças nos ensinamentos.” 7
  8. 8. SUMÁRIOIntrodução................................................. 4Capitulo I......................................................14Gestão Pública: ....................................................1401.Qual o Produto Interno Bruto?02.Em quanto importa a arrecadação do estado?03.Qual o % da arrecadação sobre o PIB?04. Qual o valor do Orçamento do exercício?05. Qual o valor da folha Bruta de pagamento?06.Quantas secretarias existem no estado?07. Qual a Secretaria que mais gasta (custo)?08.Qual o nº de funcionários do estado?09. Qual o número de professores no estado?10Qual o número de professores ativos e inativos?11Qual a taxa de endividamento do estado?12Qual o nível de Investimento sobre a arrecadação?13Quantas escolas existem no estado?14Qual o número do alunado no estado?15Qual a taxa de alunos que compromete apopulação?16Qual a evolução do alunado sobre o exercícioanterior? 8
  9. 9. 17Qual o saldo de empréstimos Internos?18Qual o saldo de empréstimos Externos?19Qual o saldo de valores a receber a curto prazo?20Qual o saldo de valores a Receber a longo prazo?21Quanto se gasta de combustíveis no ano ?22Qual a frota de veículos no estado?23Quanto se gastou com merenda escolar?24Quantos municípios existem no estado?25Qual o município que mais arrecada?26Qual o município do Rank ?27Por que o estado não incrementa a arrecadação?Capitulo II.............................................................1628 Tópicos de Gerenciamento:01 .Das empresas02. PIB – Produto Interno Bruto03 .Análise do Produto Interno Bruto04. Balança Comercial05.População06 .População Economicamente Ativa07 .Nº de funcionários08 .Folha Bruta de Pagamento09 .Arrecadação10. Comprometimento da Folha11. Valores a Receber a Curto Prazo 9
  10. 10. 12. Valores a Receber a Longo Prazo13.Das Dividas14.Dividas Ativas15. Procuradoria Estadual e Municipal16. Endividamento17.Balanço Geral18.Das Conciliações01.Impostos e Encargos a Recuperar02.Estoque de Mercadorias03.Despesas Antecipadas04.Provisão de Férias05.Venda de Ativo Imobilizado06.DRE- Demonstração de Resultado do Exercício07.Sugestão p/elaboração da DRE08.Outros esclarecimentos09.Estrutura da ContabilidadeModelo de Relatório Gerencial1.Balanço Patrimonial2.Ativo Permanente3.Passivo Circulante4.Financiamentos Bancários5.Demonstração de Resultado6.Venda de Mercadorias x Custo das Vendas7.Venda de Serviços x Custo dos serviços8.Lucratividade Operacional Bruta9.Lucro Liquido 10
  11. 11. 10ANÁLISE de liquidezConclusão TécnicaPNB – Produto Nacional BrutoModelo -Orçamento familiarModelo de RelatórioModelo de Defesa FiscalHomenagens:Ao Mestre com CarinhoProf. Dr. Antônio Lopes de SáCapitulo III..............................................................22Modelo de relatório Administrativo 1:Contrato de prestação de serviçosLivro DiárioRecibo de ReembolsoHonorários do contadorDesconto IndevidoFolha Bruta de PagamentoComunicação a Previdência SocialRelatório FinanceiroFalta de Cópia de chequesFluxo de caixaFuncionário da EntidadeEntidade FilantrópicaCódigo de acesso 11
  12. 12. Capitulo iV ................................................50Modelo de relatório FinanceiroReceita BrutaDa TributaçãoReceita LiquidaCusto dos ServiçosCusto ComplementarIndicadores para cálculosMão-de-obraConclusãoExatoria estadual de Cabedelo-ParaíbaDos Esclarecimentos:Introdução a Auditoria:Empresa 1Empresa 2Empresa 3Empresa 4Empresa 5Empresa 6Empresa 7Empresa 8Empresa 9Empresa 10Empresa 11 12
  13. 13. Empresa 12Capitulo V..........................................................55Conciliações:Contas Patrimoniais – Ativo/PassivoConta BancosContas ClientesContas FornecedoresContas de Resultados – Ativo/PassivoPequenas e médias Empresas:Relatório MensalResultado IResultado IIMovimento de MercadoriasExemplo para custoMédia aritméticoNº de PessoalValor Patrimonial da empresaEmpresas derivadas do trigoContabilidade nas empresasRegistro fiscal x contabilidade 13
  14. 14. Capitulo I Gestão Pública Literalmente, falar de gestão pública, é DireitoConstitucional, de acordo com nossa CF/88. Portanto,vale comentar que os nossos gestores públicosprecisam reciclar conhecimentos, principalmentequando entramos no mérito do segmento econômicofinanceiros do estado nação. Entretanto nós nãopoderíamos de enfatizar alguns tópicos, comoprincípio básico para um bom desempenho de Gestãopública. E, partindo desses princípios, sugerimos queos mesmos pelo menos informe para a sociedadealguns itens, com entendimento de todos aqueles quetêm interesse de conhecimentos, como exemplo: 01. Qual o PIB- Produto Interno Bruto? 02. Em quanto importa a Arrecadação do estado? 03. Qual a % da Arrecadação sobre o PIB 04.Qual o valor do Orçamento sobre o PIB? 05. Qual o valor da folha bruta de pagamento? 06. Quantas Secretarias existem? 07. Qual a secretaria que mais gasta ? 08. Qual o nº de funcionários? 14
  15. 15. 09.Qual o nº de professores?10 Qual o número de prof. ativos e inativos?11 Qual a taxa de endividamento12 Qual o nível de Investimento s/arrecadação?13 Quantas escolas existem no estado?14 Qual o nº de alunados ?15Taxa do alunado em comp. com a população16(%) Taxa de evolução do alunado17 Qual o saldo de empréstimos Interno?18 Qual o saldo de empréstimos Externo?19 Qual o valor do saldo a receber a curto prazo?20 Qual o valor de saldo a receber a longo prazo?21Quanto gasta de combustíveis no exercício?22 Qual a frota de veículos do estado?23 Quanto se gastou com a merenda escolar?24 Quantos municípios existem no estado?25 Quais os municípios que mais arrecada?26 Qual o município do Rank ?27Por que o est.,incrementa a arrecadação? 15
  16. 16. Capitulo II Tópicos para Gerenciamentos01.Das Empresas – O gestor público, para quefaça um bom gerenciamento, é de fundamentalimportância que trabalhe com dados sócioeconômico financeiro, mensurando resultados,para que com isso possa tomar decisõesadministrativas. Portanto, se faz necessário queexista uma planilha baseado nessas informações,principalmente mostrando a quantidade deempresas que existe no estado ou município,distinguindo por atividade econômica, comoindústria, comércio e serviços etc., e se é decapital aberto, capital fechado, limitada, nomeempresarial e outras mais.Entretanto, esses relatórios devem serelaborados mensalmente para conhecimento dogestor.02.Produto Interno Bruto – O gestor público deveexigir mensalmente de seus auxiliares, relatóriosinformando os resultados econômicos produzidospor indústria, comércio e serviços, etc., do estado 16
  17. 17. ou do município, mesmo existindo expressivaquantidade, no caso do estado da Paraíba, quecongrega 223 (duzentos e vinte e três).03 Análises do Produto Bruto Interno – Baseadono levantamento dos dados econômicosfinanceiros, os técnicos devem observar qual oitem de mais relevância, onde é de fundamentalimportância, analisar o segmento econômico detodas as empresas, inserindo Av% para identificarqual a taxa que corresponde seu desempenho.04.Balança Comercial – Mensalmente se deveelaborar relatório comentando o desempenhoeconômico financeiro do estado e município,levando em consideração as (+) Exportações e (-)Importações, processando os resultados, edefinindo se há Superávit ou Déficit., lembrarque quando a exportação é maior que aimportação, apresenta saldo positivo, e quando oinverso, apresenta saldo negativo.05. População – O governo deve está informadoa respeito de sua população, acompanhando a (+)natalidade e (-) mortalidade, inclusive definirseus respectivos indicadores, por outro lado, 17
  18. 18. lembramos ao leitor, que mensalmente seprojetar novos cálculos, até porque essesresultados é base para transferências de Recursospara os estados e municípios.06. População Economicamente Ativa- Estaindica as pessoas que estão trabalhando comotambém as que estão a procurar de trabalho,geralmente este índice nos estados e municípiossão elevados. Mas é de fundamental importânciaque o gestor tome conhecimento de seudesempenho.07.Nº de Funcionários – Mensalmente deve serinformado ao gestor público se governador ouprefeito, qual o seu quadro funcional, na área doExecutivo, Legislativo e Judiciário. Além do maisé de grande valia, a quantidade de funcionáriospor secretaria. Nunca deixar de elaborar suaanálise, transformando em indicador para melhorinterpretação.08.Folha Bruta de Pagamento – Esta deve serelaborada de acordo com cada segmento ouatividade para melhores análises dos resultados.No entanto, é de fundamental importância que 18
  19. 19. seja indicado por secretaria, para se saber qual ogasto (custo) per capito. Isso produz informaçõespara um bom desempenho. Entretanto, essesrelatórios devem inserir indicadores para melhorinterpretação.09.Arrecadação- O gestor público deve cobrar dodepartamento de tributação, através de relatório,o que foi contabilizado durante todo mês,baseado no balancete, informando seusrespectivos resultados, inclusive fazendo cálculoscomparativos do mês atual sobre o anterior,traduzido em indicadores para melhorinterpretação. Além do mais se deve fazer análisecomparativa com o PIB- Produto Interno Bruto, ecalcular qual o valor per capito.10. Comprometimento da Folha- Calcular qual ocomprometimento da folha bruta de pagamentocom a arrecadação, traduzido em indicador, alémdo mais é interessante que seja feito a suarelação com o PIB- Produto Interno Bruto.11.Valores a Receber a Curto Prazo – Os gestoresdevem manter o acompanhamento dessesRecursos de forma dinâmica, baseado em 19
  20. 20. previsão de recebimento, que servirá paraatender pagamentos.12.Valores a Receber a longo Prazo – Levar emconsideração os mesmo critérios para processoda entrada de recursos que servirá para quitaçãode dívidas da entidade.13. Das Dividas – Analisar o balancetemensalmente com seus respectivos saldo, nuncadeixar de informar através de relatórios aspendências de maior valor, principalmentequando se trata de fornecedores nacionais ouestrangeiros, e providenciar sua liquidação.14.Divida Ativa – Fazer levantamento, qual onúmero de contribuintes que estão registradosnesse departamento, de preferência utilizarmeios para que se possa resolver as pendência.15. Procuradoria Estadual ou Municipal – Oscontribuintes que estão registrados neste órgão,e baseado na legislação, serão executados,receberá o documento identificado de Citação,onde este comunica penhora de bens, onde casonão seja resolvido à pendência, haverá arresto, 20
  21. 21. para procedimento de Leilão Público, para queseja adquiridos Recursos para liquidação dadivida.16. Endividamento - Quanto na emissão derelatório mensal, nunca deixar de calcular a taxade endividamento, esta operação significa queexiste maior obrigação do que direito,produzindo falta de eficiência no gerenciamentoda entidade. Esse cálculo deve ser informadoatravés de valor e indicador, para melhorinterpretação.17. Balanço Geral – Quando no término doexercício, o departamento de Contabilidade,elabora a referida peça, baseado em padrõesestabelecidos pelas legislações Públicas, lei4.320/64, além de acompanhar vários anexos.Por outro lado, esclarecemos que qualquercidadão lhe é concedido o direito de saber todosos procedimentos de sua confecção. Portanto,para que receba os relatórios é de fundamentalimportância que apresente requerimentodirecionado ao gestor para que possa autorizarsua entrega, entretanto, lembramos aos nossos 21
  22. 22. leitores que a solicitação é respaldada pela CF/88, Art. 5º, portanto é direito constitucional. 18.Das Conciliações – As Entidades de modo geral devem proceder suas conciliações, onde muitas vezes encontramos enganos e erros de apropriações, em conta patrimonial e resultado de ativo e passivo. Nunca deixar de elaborar a memória de cálculos, para sua comprovação. Capitulo III Modelo de Relatório Administrativo 1 Recebemos desta Entidade suas DemonstraçõesFinanceiras/2009 (Balanço), e analisando,constatamos alguns enganos ou erros nasapropriações dos fatos contábeis, onde para seuentendimento passamos a comentar, como segue: 1. Impostos e Encargos a Recuperar – A contadoria deixou de levar em consideração a reversão desta conta, quando na liquidação da obrigação, considerado em passivo circulante ou longo prazo, fato que deveria ter acontecido em exercícios anteriores, onde até a presente data 22
  23. 23. está apresentado um saldo de R$ 48.134,49 ( quarenta e oito mil, cento e trinta e quatro reais e quarenta e nove centavos). Portanto, sugerimos que seja apropriado mensalmente em contas de resultados do ativo, eliminando-se tal valor, onde com isso reduzirá o superávit do próximo exercício.2. Estoque de Mercadorias – Observar se houve movimento nesta conta, e procurar saber aonde foi alocado o referido custo, item que deverá ter sido inventariado, utilizando fórmulas tradicionais, além de observa o método de custo.3. Despesas Antecipadas – De um exercício para outro, está apresentando crescimento, atingindo um valor expressivo na ordem de R$ 166.780,33 (cento e sessenta e seis mil, setecentos e oitenta reais e trinta e três centavos), item que deveria sofrer rateio mensal nas contas de resultados do ativo, sendo que a falta do reconhecimentos produz aumento de superávit da Entidade.4. Provisão de Férias - A contadoria deixou de levar em consideração o registro do fato, baseado no 23
  24. 24. regime de competência, onde deveria ter sido atribuído um indicador de 11,12% (onze virgula doze por cento) sobre a folha bruta de pagamento, já embutido 1/3, este item está de acordo com a legislação, e sua ausência produz aumento de superávit ou lucro. Portanto, sugerimos que não deixe de registrar tal fato, para ajuste nos resultados e contas patrimoniais, muito embora altere a taxa de endividamento.5. Venda de Ativo Imobilizado – Este item não poderia apresentar saldo pela sua operação de venda (receita). Entretanto, o que deveria ter sido feito era a apuração econômico, distinguindo se houve ganho ou perda de capital, inclusive elaborar os lançamentos de baixa do bem, com suas respectivas depreciações, a falta dessas apropriações, provoca aumento de superávit.6. Demonstração de Resultado do Exercício/2009 .- Nesta terceira peça, em hipótese alguma poderia apresentar a nomenclatura de Balanço Patrimonial, até porque estamos falando de resultados. 24
  25. 25. 7. Sugestão para elaboração da DRE - Seria muito interessante que fosse levado em consideração o custo direto da mão de obra, redutora da Receita operacional, para que pudéssemos acompanhar o comprometimento com a receita, facilitando o cálculo para definir o indicador.8. Outros esclarecimentos – Sendo entidade isenta, gostaria que entendesse que a matéria se trata de sugestão para melhoramento da apresentação das Demonstrações Financeiras (Balanço), mesmo existindo parecer de auditoria independente, encontramos uma série de enganos e erros. Portanto, este é nosso relatório a título de contribuição, para que seja apreciado por este órgão regional. Por outro lado, esperamos que seja acusado o recebimento deste relatório através do endereço: heretianopereira@hotmail.com Portanto, ficamos a sua disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais, se assim necessitar, 25
  26. 26. Estrutura da Contabilidade Passamos a informar a formação estrutural dacontabilidade, baseado em tópicos para seu melhorentendimento, onde este serve para quaisquersegmentos empresariais. Assim sendo, esperamosque faça bom aproveitamento no seu aprendizado: 1. Ativo 1.1. (+) Ativo Patrimonial 1.2. (-) Ativo Resultados 2. Passivo 2.1. (-) Passivo Patrimonial 2.2. (+) Passivo Resultados 26
  27. 27. Modelo de Relatório GerencialÀLojas Paraíba de Móveis Ltda.A/C Senhor João SantosNestaSenhor gerente, Ao analisarmos o contexto de sua empresa naárea operacional, como também o desempenhoeconômico financeiro, concluímos o que sesegue; e nosso ponto de vista é o seguinte:1. Balanço Patrimonial – Ativo Circulante: A conta Estoque encontra-se em desacordo com os registros internos, podendo trazer sérios reflexos fiscais perante a Exatoria Estadual. 2.Ativo Permanente- Imobilizado: Encontramos a conta Obras Civis, com valor relevante, que poderá sofrer reflexo junto a Previdência Social, principalmente sobre a mão-de-obra utilizada na sua construção. 27
  28. 28. 3 Passivo Circulante – Fornecedores: É necessário que exista a composição, para ser analisada pela Exatoria Estadual, onde caso haja a falta desse item poderá trazer reflexos fiscais relevantes.4 Financiamentos Bancários – Tendo em vista um valor expressivo, não poderiam ser considerados em Curto Prazo, portanto, apresentando erro de apropriação e embaraçando a análise de liquidez.5 Demonstração de Resultados – Os resultados apresentados poderão trazer sérios reflexos fiscais perante o Fisco Estadual, principalmente pela falta de lucratividade na área comercial. O rétido deveria ser de pelo menos 32% (trinta e dois por cento).6 Vendas de Mercadorias x Custo das Vendas – Apresentou cálculos desordenados, refletindo na lucratividade, onde também poderá trazer reflexos fiscais em função do estoque. 28
  29. 29. 7 Vendas de Serviços x Custo dos Serviços – A contadoria deixou de reconhecer os custos dos serviços, embaraçando a lucratividade bruta. Pressupõe-se que tenha havido apropriação nas despesas operacionais, onde dificulta cálculos de lucratividade.8 Lucratividade Operacional Bruta: A taxa do LOB atingiu 43,72% (quarenta e três vírgula, setenta e dois por cento), de forma errada, porque foi considerado no seu computo geral.9 Lucro Liquido – Apresentou um rédito final de apenas 9,19% ( nove vírgula dezenove por cento), onde consideramos normal.10 Análise de liquidez – Analisamos a eficiência patrimonial, e chegamos à seguinte conclusão de liquidez: a) liquidez seca 0,97%; b) liquidez corrente 1,90% (um vírgula, noventa por cento); c) liquidez geral 0,91% (zero vírgula noventa e um por cento); d) em relação aos resultados ficaram configurados as seguintes taxas: LOB 43,72% (quarenta e três, vírgula, setenta e dois por cento); LOL 12,10% (doze 29
  30. 30. vírgula, dez por cento), e LL 9,20% (nove vírgula vinte por cento).Conclusão Técnica – Após análise do desempenho,concluímos que a empresa demonstra eficiência emsua comercialização, até porque existe um grau delucratividade relevante em todo seu contexto deatividade econômico financeiro. PNB- Produto Nacional Bruto A economia é um dos fatores básico de cada nação, e para que se tenham informações exatas é necessário que haja relevantes controles internos em diversos segmentos. Portanto, sugerimos ao governo que procure informar para sociedade o PNB, este envolve a mensuração de tudo que envolve valores sociais, econômicos e financeiros, assim sendo, há possibilidade de como calcularmos toda movimentação nacional e internacional, apenas tomamos como base a equação PNB- Produto Nacional Bruto, além do mais, seria de grande relevância que fossemos informado o que foi a vista e a prazo, essas 30
  31. 31. informações daria maior transparência a economia para conhecimento da sociedade. Modelo de Orçamento familiar Componentes R$ Av %(+) Resultado Passivo: 3.990,00 100,00(+) Receita Bruta 3.990,00 100,00Ordenados/salários 3.012,45 75,50Comissão 598,50 15,00Aluguel 229,42 5,75Outras 149,63 3,75(+) Investimento: 478,80 12,00Poupança 199,50 5,00Móveis/Imóveis 199,50 5,00Ações/capital 79,80 2,00(-) Obrigações 319,20 8,00(-) Resultado Ativo: 3.152,10 79,00(-) Gastos: 3.152,10 79,00Supermercado 1.197,00 30,00Casa própria 199,50 5,00Aluguel 1.197,00 30,00 31
  32. 32. Farmácia 199,50 5,00Vestuário 279,30 7,00Custo Financeiro 79,80 2,00(+/-) Superávit/Déficit 39,90 1,00 Modelo de Defesa FiscalACoord. de Julgamentos de Proc. Fiscais.João Pessoa – Paraíba Ref.: Defesa Fiscal/2008 Lojas Paraibana de Calçados Ltda, legalmenteconstituída, com o segmento econômico de calçados,registrada no CNPJ sob o nº 00.000.000/000-00 einscrição estadual nº 00.000.000-0, estabelecida ÀRua Pastor José da Silva, s/n, nesta cidade de BAYEUX-PB. Vem requerer deste Colégio que seja tornadoimprocedente a notificação de nº 0101/08, emitidaatravés dos exatores, no dia 12 de dezembro docorrente exercício, onde foi aplicada uma cobrançaindevida. E, para seu melhor entendimento, deixamosalguns esclarecimentos, que ora configuramos comoseguem: 32
  33. 33. 1. Da cobrança – Considerada improcedente, o valor de R$ 121.230,00 (cento e vinte e hum mil, duzentos e trinta reais), tendo em vista não apresentar respaldo legal, de acordo com o Diagnóstico apresentado ao Contribuinte, como Diferença Tributária, que o consideramos pratica indevida perante o contribuinte.2. Das Compras – O Contribuinte quando na operação de compras, pagou antecipadamente a título de Substituição Tributária, mercadorias no valor de R$ 75.320,00 (setenta e cinco mil, trezentos e vinte reais), já embutido o respectivo tributo. Portanto, não há cabimento de cobrança sobre essas mercadorias e produtos, que formaria bitributação.3. Das Vendas – O Contribuinte, durante todo o exercício de 2006, apenas praticou vendas na ordem de R$ 55.000,00 (cinquenta e sete mil reais), onde teve como Custo das Vendas, um valor de R$ 37.500,00 (trinta e sete mil, e quinhentos reais), produzindo um LOB de R$ 13.900,00 (treze mil, e novecentos reais), e nunca obteve lucro de R$ 143.991,00 ( cento e quarenta 33
  34. 34. e três mil, novecentos e noventa e hum reais), que consideramos como manipulação de números para fechamento de resultados.4. Das Planilhas – O Contribuinte, procurou da melhor maneira possível, e dentro dos padrões legais, levantando seus Dados Econômicos Financeiros, de forma analítica de acordo com anexos, que faz parte do bojo deste processo, para justificar que todo o trabalho elaborado pelo Exator, vai de encontro ao arrepio da lei. Portanto, esperamos que da melhor maneira possível, seja analisado todos os anexos para melhor entendimento e elaboração de novos cálculos com procedimentos, sem formar Prejuízo ao citado Contribuinte. 34
  35. 35. Homenagens: Ao Mestre com Carinho Profº Dr. Antônio Lopes de Sá Ao dileto e inesquecível Mestre ProfessorDoutor Antônio Lopes de Sá (in memória) nãopoderia em hipótese alguma, deixar de patentearsua bandeira em meus escritos, mesmo sendointrodutórios. Entretanto, se fazem necessário,distinguir a humildade que se apresentava,predominante até a alguns dias, em sua trajetóriade vida.!!! 35
  36. 36. Modelo de Relatório de Administração-2 Levamos ao seu conhecimento algunstópicos, que foram considerados relevantes e quenão entendemos o por quê ?, do nãoatendimento dos itens, que ora configuramos,como seguem:1. Contrato de Prestação de serviços – Houve a elaboração de um contrato para prestação de serviços, entre o contador e a entidade, fato que não existiu o reconhecimento dentro dos padrões legais, exigidos pela legislação. Passando-se assim onze anos, com prestação de serviços exclusivo para entidade, onde esta atropelou todos os itens legais.2. Livro Diário – A entidade nunca concedeu Recursos monetários para proceder o registro do Diário, junto ao cartório de Títulos e Documentos, para que tenha legalidade junto a legislação civil. Portanto, sem esses procedimentos as Demonstrações Financeiras, são consideradas sem efeito legal, ou seja, considerado registro branco. 36
  37. 37. 3. Recibo de Reembolso – Existe registrado nas demonstrações financeiras, pagamento de reembolso de combustíveis, que consideramos ilegais, por não haver a comprovação dos referidos custo. Por outro lado, caso haja auditoria será expurgado das Demonstrações, e exigido devolução de tais recursos.4. Honorários do Contador – Mensalmente existe a emissão de cheque para o referido pagamento, no entanto, se considera que o respectivo valor é de direito do contador, porém apresenta fraude leonistica porque não é verdade, sendo que parte é pago a outra pessoa a pedido dos diretores, considerado ilegal.5. Desconto Indevido – A entidade efetuou desconto dos honorários, sem que tenha havido autorização do contador, fato que não apresenta respaldo legal, e além do mais não existe contrato reconhecido junto aos órgãos civis, como Cartório de Títulos e Documentos. 37
  38. 38. 6. Folha Bruta de Pagamento – Esta é processada em um departamento fora da entidade, e que muitas das vezes apresenta vários enganos., e que se traduz como responsabilidade do contador.7. Comunicado a Previdência Social – O contador fará comunicado ao órgão, informando que não tem responsabilidade sobre o processamento na elaboração do citado documento.8. Relatório Financeiro – O presente relatório sofreu alteração indevidamente, onde está escrito associados, ficou configurada outra terminologia. Portanto, lembramos que esta alteração, não poderia ser inserida, por se tratar de peça jurídica que requer formalidade legal.9. Falta da cópia de Cheque – A tesouraria durante todo exercício, deixou de emitir o referido comprovante, dificultando muitas das vezes o acompanhamento dos pagamentos, onde fomos forçados a levar em consideração os extratos bancários, para o procedimento de regime de caixa, excluindo-se assim o extra Caixa. 38
  39. 39. 10. Fluxo de Caixa – Toda movimentação de entradas e saídas de recursos, foram transitadas pelo caixa, por falta de emissão de cópia de cheque. Observar que se o valor não for sacado, não existirá contabilização.11. Funcionário da Entidade – O senhor fulano de tal, funcionário legalmente registrado, durante vários exercícios, sacou recursos por meio de cheques em seu nome, produzindo ganho de capital. Operações que possivelmente poderá sofrer reflexo fiscal, se existir auditoria em sua Declaração de Imposto de Renda - PF, através da Receita Federal. E, que seguramente o órgão glosará da tributação. Portanto, essas operações não devem ser realizadas, porque não apresenta embasamento legal, ou seja, não há documento de recebimento de recursos para a entidade, comprovante este que não foi emitido, sendo de responsabilidade do gestor da referida entidade.12. Entidade Filantrópica - A entidade não se enquadra como filantrópica, tendo em vista não existir documento que comprove legalidade, junto ao governo federal. E, de acordo com 39
  40. 40. pesquisas, as entidades poderão ser tributadas normalmente.13. Plano de Contas – Este elaborado dentro dos padrões exigidos pela legislação, em sua aplicabilidade cientifica e técnica.14. Código de Acesso – Durante vários exercícios a entidade emitiu comprovante de receita, sem atualizar a codificação, de acordo com o plano de contas, dificultando assim, tais apropriações junto às contabilizações de documentos. Portanto, este é nosso relatório, salvo outras interpretações. Modelo de Relatório de Financeiro Analisamos o contexto operacional de suaempresa na área de resultados e tributos,referente ao exercício financeiro de 2009,baseado na Declaração do Imposto de RendaPessoa Jurídica, e destacamos tópicos para seugerenciamento dos fatos administrativos, que oraconfiguramos: 40
  41. 41. 1. Receita Bruta – Durante o exercício 2009 houve faturamento na ordem de R$ 285.386,00 (duzentos e oitenta e cinco mil, trezentos e oitenta e seis reais), apresentando, assim uma receita média de R$ 23.782,00 ( vinte e três mil, setecentos e oitenta e dois reais).2. Da Tributação – Levantamos todos os dados na área fiscal, e constatamos um encargo na ordem de R$ 46.574,00 (quarenta e seis mil, quinhentos e setenta e quatro reais), girando em torno de uma taxa de 16,32% (dezesseis vírgula trinta e dois por cento), sobre a receita bruta, envolvendo assim, as esferas da União e Município.3. Receita Liquida – A Receita Bruta menos os impostos apresentaram um valor na ordem de R$ 238.812,00 (duzentos e trinta e oito mil, oitocentos e doze reais), que corresponde a uma taxa de 83,69% (oitenta e três vírgula, sessenta e nove por cento), em relação a receita bruta.4. Custo dos Serviços- Deixamos de inserir os respectivos valores, tendo, em vista a falta de 41
  42. 42. material para que pudéssemos levam em consideração os respectivos valores, que envolvem salários e encargos sociais de um modo geral, distinguindo o regime de competência.5. Custo Complementar – Deixamos de levar em consideração os respectivos valores tendo em vista não existir controles internos eficientes para definição dos resultados do ativo.6. Indicadores para cálculos – Calculamos sobre a Receita Bruta, os seguintes coeficientes sobre os tributos: imposto de renda 4,80% ;Contribuição Social 2,88%; PIS 0,65%; COFINS 3,00% e ISS 5,00%. Portanto, esses foram os fatores de cálculos s/a receita bruta.7. Mão-de-obra – É de fundamental importância que seja calculado qual a taxa que compromete a receita bruta realizada durante cada mês.8. Conclusão – A empresa de um modo geral deve manter cuidados em seus resultados, acompanhando para seu gerenciamento através de relatórios comentados, para que se 42
  43. 43. traduzam algumas decisões administrativas. Portanto, baseado, apenas sobre algumas informações base para seu entendimento e gerenciamentos dos negócios, ficamos a sua disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais que possam surgir. Portanto, este é nosso relatório, salvo outras interpretações. Exatoria Estadual de Cabedelo- PB Capitação de Recursos Expressão em milhar R$ Ano 2009* Ano 2008 Ano 2007 376 346 332(*) Projetado – fonte: Coletoria Estadual de Cabedelo-PB Dos Esclarecimentos: De acordo com dados econômicos Financeiros, sobre a cidade de Cabedelo, vale distinguir que a arrecadação no ano de 2008 sobre 2007, apresentou crescimento na ordem de aproximadamente 4,22% (quatro vírgula, vinte e dois por cento), entretanto, no ano de 2009 sobre 2007, baseado em previsão, o crescimento 43
  44. 44. poderá ficar em torno de 13,59% (treze vírgulas,cinquenta, e nove por centos). Por outro lado,lembramos aos nossos leitores que esses valoressão rateados para os 223 (duzentos e vinte etrês), municípios do estado da Paraíba. Portanto,Cabedelo se destaca em terceiro lugar no Rank dearrecadação estadual. Assim sendo, esclarecemosque na cidade não existem empresas de capitalaberto, e de acordo com as últimas informações,da RFB, ainda continua com 12 (doze) empresasde capital fechado, são essas que elevam acapitação de Recursos do município. Introdução a Auditoria:Empresa 1 – Geralmente quando existemempresários inescrupulosos, que procuramobterem ganho de capital de forma fácil, sematender a legislação do estado nação, essesprocedimentos provoca atropelos de ordemfiscal e criminal, porque quando no levantamentode dados Econômicos financeiros, através deauditoria, se detecta tais operações. Observeuma fraude que utiliza o chamado cx-2, vamosaos passos: A empresa durante o mês sócomercializou a importância de R$ 50.000,00 ( 44
  45. 45. cinquenta, mil reais), no entanto, capitou recursos na ordem de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), logo está praticando Investimento previsto na ordem de aproximadamente R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais). Por outro lado, o empreendedor estava registrando fatos contra a Ordem Tributária e Econômica Financeiro, porque de acordo com o levantamento se distingue valor expressivo que não condiz com a empresa. E, somente essas operações são descobertas quando no processo de auditoria, processado pelo governo estadual ou federal. Entretanto, aí é que se chega à conclusão de que a empresa é gerenciada por fraudadores. Contudo a fiscalização, após os seus levantamentos através de autos, comunica os fatos aos órgãos competentes dos governos, para tomada de decisões dentro do Direito. Onde com essas atitudes provoca a derrubada do chamado Castelo da corrupção, de forma ativo e passivo, e que todos responderão processo de ordem criminal.Empresa 2- Venda processada pelo cx-2, geralmenteem sua totalidade de empresários que não portacontroles internos eficientes, e de forma expressiva 45
  46. 46. mistura todos os recursos em uma única contabancária, isso muitas das vezes é de praxe, quequando a fiscalização detecta essas operações, glosade imediato da tributação, aplicando a cobrança dotributo, multa que vária de 100% (cem por cento) a200% (duzentos por cento). Portanto, essas operaçõeslevam muitas das vezes o empresário ao processoextrafalimentar, em função dos valores que sãoexpressivos . Portanto, sugerimos ao contribuinte quenão procure esta prática, tendo em vista sériosatropelos, inclusive de ordem criminal.Empresa 3 – Esta é uma indústria de calçados, ondesua comercialização é produzida no mercado interno,mas seus administradores praticam parte de suaprodução com cx-2. Observe quando na compra dematéria prima, uma boa parte não acompanhadocumento fiscal, e outra sim. No entanto, tudo isso éjogado na produção, isso significa que o produtoacabado foi produzido com o mínimo de matériaprima, onde essas operações definem a fraude, fácilde identificar até pelos leigos em administração econtabilidade, mas tudo isso têm um preço alto,porque quando no levantamento de dadoseconômicos financeiros, pelos exatores do estado,encontram esses desvios de recursos, pratica que irá 46
  47. 47. custar um preço que não vale apena, em função dosautos de infração, e, além do mais o governo glosa detoda tributação e multa que atinge 200% (duzentospor cento). Portanto, acreditamos que todas essasoperações não vale apena para o empresariado, que acada dia pensa no ganho de capital de forma fácil.Empresa 4 – Esta faz um mega Investimento naconstrução civil, mas suas vendas não comportamtais operações, além do mais, não existia solicitaçãode empréstimos junto ao Sistema Financeiro. Suasoperações contabilizadas tanto na área patrimonialquanto de resultado, não condiz com a exatidão dosfatos. E quando na fiscalização para levantamento dedados econômicos financeiros, se chega a conclusãode que a empresa comportava um cx-2 muitorelevante, e baseado nas informações praticadaspelos exatores, se chegou a conclusão de que aempresa portava simplesmente operaçõesfraudulentas. Fatos que foram comunicado aosórgãos competentes do governo.Empresa 5 – Empreendedor comercial, que porta ohábito de obter ganho de capital de forma fácil,geralmente gosta de efetuar suas operações sem oacompanhamento fiscal, nas compras para formação 47
  48. 48. de seu estoque, utilizando com consistência ochamado cx-2, onde com essas operações produz umexcelente lote econômico em seu estabelecimento, ecomeça suas vendas, tanto de ordem oficial quantopor utilização do por fora,(pf), conhecido como cx-2.Portanto, quando na visita dos exatores do estado,seu estoque é levantado de forma analítica, fazendocomparativo com o teórico, quantitativo equalificativo de forma legal. Somente assim, é queproduzem nesses levantamentos grandes variações. E,que de forma legal, a empresa poderá em muitas dasvezes entrar em falência, por não suportar os valorescobrados pelo governo, isso tanto na área estadualquanto federal. Portanto, procurem evitar esses tiposde operações, para que seu sucesso empresarial sedestaque no cenário nacional.Empresa 6 – O empreendedor que consiste com ohábito de obter ganho de capital de forma prática,em suas operações comerciais, geralmente, em algumdia poderá sofrer sérios reflexos fiscais, e que muitasdas vezes se conclui como empresa de ordem falida,tendo em vista a Ingerência praticada sobre suaresponsabilidade, além do mais respondecriminalmente pelos atos praticados, de forma legal. 48
  49. 49. Assim, sendo, esperamos que de uma forma ou deoutra, não tente burlar o FISCO, tanto, federal,estadual e ou municipal, porque as multas sãopesadas, baseado em nossa legislação Tributária.Empresa 7 – Pagamento c/emissão de cheque,quando na elaboração da emissão do cheque, estedeve ser nominativo e cruzado, para evitar uma sériede atropelos de ordem administrativa.Empresa 8- Emissão de documento fiscal (NF),empresa que atuam na área de fraude, geralmentequando na emissão de nota fiscal procura calçar suasvias, definindo dois valores, onde a primeira via existeo valor correto e as segundas vias, valores geralmentesem a menor expressãoEmpresa 9- Quando for realizar compras, se faznecessário que seja feito COTAÇÃO, entre pelo menostrês fornecedores, para que seja avaliado seu preço, eobservar valores de mercado, onde se deve opinarpelo menor, mas que tenha qualidade.Empresa 10 – Quando você for realizar compras depreferência consulte o SINTEGRA, para checar se a 49
  50. 50. empresa está ativa para que seja evitandoirregularidades de ordem tributária.Empresa 11- Almoços com gerentes ou gestores,quando na realização deste, geralmente pessoasinescrupulosas, pedem para alterar o preço deprodutos e serviços no documento fiscal, ondesignifica fraude realizada para obtenção de ganho decapital de forma fácil.Empresa 12- As empresas que primam pela seriedadeem suas operações econômicas financeiras,geralmente, procedem as auditorias em suasoperações que envolvem um fluxo de diversos tiposde papéis, que serão contabilizados, para que sejaevitados atropelos de ordem criminal. Capitulo IV Conciliações: Contas Patrimoniais- As empresas de modo geraldevem manter metodologia de análises de contaspatrimoniais, tanto de ativo quanto de passivo.Portanto, a falta desses cotejos, produz prejuízo paraentidade, onde muitas das vezes os erros são 50
  51. 51. causados propositadamente, e para que possamoscorrigir essas variações, é necessário que haja suasrespectivas análises, estas baseadas em documentoscomprobatórios para exame dos fatos.Conta Banco – Ativo – Esta deve ser confrontada como extrato bancário para que seja evitando erros ouenganos, onde muitas das vezes afeta os resultados,tanto de ativo quanto de passivo. Por outro lado, nãodeixe de elaborar suas conciliações, é de grande valiapara o acompanhamento, tanto patrimonial quantode resultados.Contas - Fornecedores – Passivo – Esta deve recebertratamento de análises de forma expressiva, sendoque seu saldo não deve apresentar saldo devedor,muitas das vezes as contabilizações está embutido osencargos financeiros, fato que não poderia ocorrer,prejudicando a posição de seu saldo. Portanto, sedevem excluir dos pagamentos os custos financeirose transferir para outro item de resultado do ativo.Contas de Resultados – Ativo/Passivo – As pessoasencarregadas de analisar o desempenho dosresultados tanto de ativo quanto de passivo, devemproceder a cálculos para observar se houve 51
  52. 52. crescimento ou queda durante cada mês, e procurarinformar suas variações. Pequenas e médias EmpresasRelatório Mensal – Durante um bom tempo, fizemospesquisa de mercado a respeito de serviços prestadospor profissionais da contabilidade para oscontribuintes tanto pessoas jurídicas quanto físicas, econstatamos que, quando se trata de pequenasempresas, praticamente ninguém recebe nenhumrelatório comentado sobre suas operações,principalmente para se observar seu desempenhoeconômico financeiro, inclusive baseado no fluxo decaixa com a escrita fiscal. Portanto, para sua melhorcompreensão configuramos alguns tópicos de seuinteresse para o desempenho do gerenciamento. 52
  53. 53. Resultado I Milhar $ Componentes Atual.$ Ant.$ Ah%1.Venda2.Impostos e taxas3.Receita liquida4.Custo das vendas5.Lucro Bruto 6.% taxa do lucro Resultado II Milhar $ Componentes Atual.$ Ant.$ Ah%Despesas Operacionais 1. Administrador 2. Salários 3. Encargos Sociais 4.Energia/luz 5.Telefone 5. Aluguel 6. Custo financeiro 7. Outros 8. Lucro Liquido 9. Tx. lucratividade 53
  54. 54. Movimento de Mercadorias Milhar $ Componentes Atual.$ Ant.$ Ah%(+) Estoque Inicial(+) Compras(-) Estoque Final(=) Custo das Vendas(*) Mensalmente se deve calcular o estoque Exemplo para custo Médio aritmético Nº de Pessoal Componentes Atual.$ Ant.$ Ah Exercícios ------ 2009 2008 %Administração 50 45 +11,11Comercial 20 25 -12,50Vendas 35 29 +20,68 Total 105 99 6,06 54
  55. 55. Valor Patrimonial da Empresa Componentes Atual$ Ant$ Ah Exercícios ------ 2009 2008 %Bens e Direitos 300.000 200.000 +50,00Obrigações 200.000 150.000 +33,33(R$) Liquidez 100,00 50,00 +100,00 Capitulo V Empresa derivada do trigo As panificadoras de modo geral, além decomercializar com produtos derivados do trigo,comercializam com mercadorias de vários segmentos,para atender sua clientela. Portanto, haverá comoregistro dois tipos de estoque, como explicamos: 1-matéria prima, material secundário, embalagens 2-mercadorias para revendas, sendo que deverão sercalculados dois tipos de custos, um denominado deCPV- Custo dos produtos vendidos, baseado nosprodutos e outro CMV- Custo das mercadoriasvendidas, da mesma forma se deve definir a Receita;uma é venda de produtos e outra de revenda demercadorias, não se deve em hipótese alguma 55
  56. 56. informar os dados através unicamente de uma conta,porque embaraça as analises de resultados.Quanto às demais contas patrimoniais e deresultados, tanto de ativo quanto de passivo, nãosofrerão alterações. Por outro lado, lembramos quequando na elaboração da DRE- Demonstração deResultado do Exercício, as características deidentidade nos resultados devem permanecer, ondecom isso produzirá condições para análises eficientes,e que logo em seguida deverá ser traduzido emindicadores, para sua melhor compreensão. Contabilidade nas empresas As empresas de modo geral, quando no registrodos fatos contábeis, forma três peças que sãodenominadas de Balancete, Razão e Diário, estaúltima, quando no término do exercício, deveacompanhar o Balanço Patrimonial de ativo e passivo,além da DRE- Demonstração de Resultado doExercício, que devem ser assinados pelo sócio gerentee contador legalmente registrado, sendo que logo emseguida registrar na Junta Comercial do Estado,porém quando se tratar de empresa prestadora deserviços, este será registrado no Cartório de Títulos e 56
  57. 57. Documentos, para que produza seus efeitos legais.Portanto nenhuma entidade deverá fazer registroisoladamente, porque se assim o proceder, serádefinido como fraude, podendo o contribuinteresponder criminalmente (Código Penal), pelasinformações econômicas financeiras da entidade. Registro Fiscal x Contabilidade As empresas quando elaboram seus Registros deEntradas, Saídas de mercadorias, e Apuração deTributos, de forma analítica e de ordem cronológica,devem informar as operações para a contabilidade,onde a mesma procederá aos registros dos fatoscontábeis, na sua conclusão, além do mais devem serconfrontado com os registros fiscais. Portanto, nãodevem apresentar variações de valores. 57
  58. 58. Conclusão A matéria apresentada para seu aprendizado,quando na elaboração de qualquer relatóriogerencial, ou formação de DemonstraçõesFinanceiras, se trata de informações legais, baseadoem trabalhos desenvolvidos durante alguns exercíciossobre minha responsabilidade. No entanto, porquestão de ética, mudamos nomes das empresas comseus respectivos valores, onde apenas salvamos alinguagem expressa de modo simplista, para seumelhor entendimento. 58
  59. 59. Esclarecimentos: Cientifico e Técnicos Declaramos a classe empresarial, que ostópicos comentado, é fruto de mais de quarentaanos de pesquisas, estudos e experiências comempresas de grande e médio porte, além deentidades filantrópicas, onde serve comoaprendizado, para evitar o cx-2, que muitas dasvezes produziam reflexo fiscal de formarelevante. Portanto, esperamos que essasoperações não sejam praticadas em nossocontexto empresarial. 59
  60. 60. Do autor Heretiano Henrique Pereira, filho nato destacidade de Cabedelo, Paraíba, Escritor, pesquisador eContabilista, onde se destacam em suas pesquisas, anível cientifico e Técnico, para lhes proporcionarmaior desenvoltura em seu relevante aprendizado,principalmente em matéria na elaboração derelatórios administrativos e gerenciais, que comcerteza produzirá grande desempenho para suaformação de seu conhecimento intelectual. 60
  61. 61. ENDEREÇAMENTO: E-mail: heretianopereira@hotmail.com www.heretianopereira.blogspot.comEnd.: Rua Ver.Pedro Américo da Silva, 56 CEP: 58.310-000- Centro-Cabedelo - PB 61

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