Análise e Planejamento Financeiro

8.649 visualizações

Publicada em

Módulo 1/2

1 comentário
3 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
8.649
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
56
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
133
Comentários
1
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Análise e Planejamento Financeiro

  1. 1. AN ÁLISE E PLANEJAMENTO FINANCEIRO
  2. 2. As empresas passam por muitas dificuldades tanto em termos gerenciais quanto financeiros. Os profissionais preparados para assessorar e prestar informações são os administradores financeiros que podem ser pessoas que obteram o grau de Bacharel em Ciências Contábeis e Administração de Empresas
  3. 3. <ul><li>Os problemas que os empresários enfrentam poderiam ser sanados com uma boa consultoria da sua parte e é para isso que você está aqui. </li></ul><ul><li>Seja bem vindo!!! </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Sou o Professor Haroldo Sacramento. Contador, especialista em Contabilidade Financeira, Consultor e Instrutor do Sebrae na área de Associativismo, Serviços Financeiros e Contábeis e estou aqui para </li></ul><ul><li>assessorá-lo nesta sua nova empreitada. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Para ficar mais visível a tela,clique no ícone do lado direito para a tela maximizar.Coloque seu nome completo nos comentários e toda dúvida que você tiver é só postar por meio dos comentários que responderei até o final do curso Aproveite!! </li></ul>
  6. 6. O que é uma empresa? <ul><li>A definição empresarial mais fundamental é a de sua missão, que começa hoje com as respostas para as seguintes questões: </li></ul><ul><li>“ Quem são os nossos clientes? Qual é o valor que </li></ul><ul><li>atribuem aos nossos bens e serviços? Quais são </li></ul><ul><li>as outras ofertas concorrentes de valor que eles </li></ul><ul><li>estão recebendo? Estamos retendo ou perdendo </li></ul><ul><li>clientes? O que podemos fazer?” </li></ul><ul><li>Nessa nova perspectiva,importam muitas outras considerações além </li></ul><ul><li>dos custos. </li></ul>
  7. 7. O que é Contabilidade? <ul><li>É o processo de identificar, mensurar e comunicar informações econômicas para permitir julgamentos e decisões fundamentais para os usuários da informação. </li></ul>
  8. 8. <ul><li> CONTABILIDADE: </li></ul><ul><li>OBJETO: </li></ul><ul><li>Patrimônio </li></ul><ul><li>OBJETIVOS: </li></ul><ul><li>Produzir informações ao processo de tomada de decisões segundo seguintes características: </li></ul><ul><li>Compreensibilidade; </li></ul><ul><li>Tempestividade; </li></ul><ul><li>Confiabilidade; </li></ul><ul><li>comparabilidade. </li></ul>
  9. 9. PROCESSO CONTÁBIL <ul><li>COLETA DE DADOS; </li></ul><ul><li>REGISTRO DOS DADOS E PROCESSAMENTO; </li></ul><ul><li>PRODUÇÃO DE RELATÓRIOS FINANCEIROS; </li></ul><ul><li>COMUNICAÇÃO. </li></ul>Fonte: Pereira, Fragoso, Ribeiro Filho (2004)
  10. 10. Contabilidade: objetivo <ul><li>Pessoal, é importante entender qual o objetivo de estudar Contabilidade então entenda o conceito abaixo: </li></ul><ul><li>“ Fornecer aos administradores das empresas a informação que eles precisam para atingir seus objetivos, de modo eficaz e eficiente.” </li></ul>
  11. 11. Que pessoas utilizarão estas informações? <ul><li>Bem, os usuários destas informações podem ser: </li></ul><ul><li>Investidores; </li></ul><ul><li>Governo; </li></ul><ul><li>Funcionários; </li></ul><ul><li>Fornecedores; </li></ul><ul><li>Comunidade; </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Investidores: </li></ul><ul><li>As pessoas interessadas na aquisição de capitais necessitam conhecer a empresa para poder adquirir ações e participarem dos futuros resultados da empresa objeto. Para isso precisam de informações econômicas e financeiras e quem pode fornecer é a Contabilidade . </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Governo: </li></ul><ul><li>O governo para conhecer a empresa necessita das informações enviadas pela Contabilidade, dados como vendas , aquisição de patrimônio, gastos, dívidas são informadas por meio eletrônico à base de dados das receitas, municipal, estadual e federal. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Funcionários: </li></ul><ul><li>Essa hora você deve está se perguntando: Funcionário??? Para que os colaboradores precisam conhecer as informações contábeis da empresa? É aí que você pode estar enganado. Todos os funcionários têm interesse em saber se a empresa vem pagando os encargos sociais, se está em dia com a previdência social, e um dos maiores interesses: Como está a situação da empresa que eu venho me dedicando? Ela está bem no mercado? Ela vem obtendo lucros? Será possível uma participação de empregados nos lucros?Respostas a estas perguntas estão na contabilidade da empresa. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Pare um pouco agora e tente refletir quais são os interesses dos Fornecedores e da Comunidade na obtenção das informações contábeis. Poste algum omentário sobre a importância da Contabilidade no contexto atual. </li></ul><ul><li>Fornecedores: ?????????????????????????????? </li></ul><ul><li>Comunidade : ??????????????????????????????? </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Bem, os Fornecedores precisam fornecer algo para a empresa. Este algo é o Estoque (Bem de venda da empresa), para isso ele fornece um crédito e todo crédito deve ser avaliado. A empresa tem condições de pagá-lo? A empresa tem um patrimôniointeressante?Estas informações devem ser obtidas na Contabilidade da Empresa. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>A Comunidade , podemos exemplificar com o interesse na Contabilidade Pública. Conhecer os gastos governamentais, o que vem sendo feito com a receita dos impostos pagos, para onde estão indo os recursos. E porque não falar dos interesses na contabilidade empresarial? A comunidade quer conhecer a empresa que chegou na cidade e mudou todo o contexto econômico e social. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Responda agora nos comentários. </li></ul><ul><li>Você, por que se interessa na Contabilidade das empresas? </li></ul>
  19. 19. Princípios <ul><li>Vamos falar agora de Princípios Contábeis </li></ul><ul><li>Para atender aos seus usuários, esse tipo de contabilidade, também chamada de financeira, precisou padronizar- se ao redor de determinados princípios gerais amplamente conhecidos, que seriam as bases da preparação dos demonstrativos contábeis de qualquer empresa, de forma que qualquer investidor sempre pudesse adequadamente interpretá-los e compará-los. </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Nilton Cano Martin </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>(art.Da Contabilidade à Controladoria: A Evolução Necessária) </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  20. 20. Falando nisso… <ul><li>Os princípios também são objetos do Exame de Suficiência. Mas o que é este exame? O próximo slide trata da obrigatoriedade </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Com a aprovação da Lei n.º 12.249/10, que alterou alguns dispositivos do Decreto-Lei n.º 9.295/46, a Contabilidade entrou,  enfim, na era da modernização. A lei trouxe, além do reconhecimento da profissão perante a sociedade, a obrigatoriedade do Exame de Suficiência para o exercício da atividade contábil no Brasil. Antiga aspiração do Sistema CFC/CRCs, a reformulação da Lei de Regência e a obrigatoriedade do Exame de Suficiência são frutos de um processo de discussões que envolveram o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), os 27 Regionais de Contabilidade (CRCs) e a participação direta dos contabilistas, por meio de audiências públicas. Finalmente a classe contábil brasileira foi contemplada com a vitória mais importante dos últimos tempos. A consequência imediata dessas mudanças será a formação de profissionais com uma base mais sólida. O esforço para o aprimoramento não termina, no entanto, com a aprovação no Exame de Suficiência. O Sistema Contábil Brasileiro está voltado para a necessidade da qualificação e tem desenvolvido um projeto de educação continuada dos mais avançados do País. O Exame de suficiência não se trata, apenas, de uma prova para medir conhecimentos e legitimar um registro profissional. Agora é dada a ele, a dimensão de sua importância. Trata-se de um instrumento fundamental para estimular a modernização das instituições de ensino e dos currículos dos cursos de Ciências Contábeis e de Técnico em Contabilidade. Pois, com o investimento na formação dos novos profissionais, o Conselho Federal de Contabilidade continuará avançando como categoria e se adequando às demandas em tempo de economia globalizada e revolução tecnológica. </li></ul><ul><li>Fonte: Conselho Federal de Contabilidade </li></ul>
  22. 22. Voltando aos princípios... <ul><li>Princípios de Contabilidade (Resol. CFC 750/93): </li></ul><ul><li>Entidade; </li></ul><ul><li>Continuidade; </li></ul><ul><li>Oportunidade; </li></ul><ul><li>Registro pelo valor original; </li></ul><ul><li>Atualização monetária; </li></ul><ul><li>Competência; </li></ul><ul><li>Prudência </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Nos próximos slides veremos um a um, leia com atenção as definições. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Entidade </li></ul><ul><li>A Contabilidade deve ter plena distinção e separação entre pessoa física e pessoa jurídica . Enfim, o patrimônio da empresa jamais se confunde com o dos seus sócios. A contabilidade da empresa registra somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios. Não se misturam transações de uma empresa com as de outra, mesmo que ambas sejam do mesmo grupo empresarial, é respeitada a individualidade . </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Segundo a resolução do CFC o artigo 4º prerroga que o princípio da entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por conseqüência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição. O parágrafo único diz que o PATRIMÔNIO pertence à ENTIDADE, mas a recíproca não é verdadeira. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova ENTIDADE, mas numa unidade de natureza econômico contábil </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Continuidade </li></ul><ul><li>Tal princípio diz que a empresa deve ser avaliada e escriturada na suposição de que a entidade nunca será extinta. As Demonstrações Contábeis não podem ser desvinculadas dos períodos anteriores e subseqüentes, a vida da empresa é continuada going concern, até circunstância esclarecedora em contrário. Seus Ativos devem ser avaliados de acordo com a potencialidade que têm em gerar benefícios futuros para a empresa, na continuidade de suas operações, e não pelo valor que se poderia obter se fossem vendidos no estado em que se encontram. </li></ul><ul><li>Caso ocorra situação desfavorável a entidade poderá ser investigada pelo conselho de contabilidade, podendo conseqüentemente ser encerrada, terminando suas atividades empresariais. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Obs.: No Brasil, as punições sobre erros e fraudes contábeis se concentram nos administradores e contadores (incluído aqui também os auditores externos). Os contadores, além das sanções profissionais previstas nas normas do CFC - Conselho Federal de Contabilidade , poderão se haver ainda com punições previstas nos Códigos Penal ( Código Penal ), Civil ( Código Civil ) e legislação tributária do Imposto de Renda. O Banco Central do Brasil é quem tem o poder de encerrar atividades das instituições financeiras que causem crimes contra o Sistema Financeiro Nacional . </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Oportunidade </li></ul><ul><li>Refere-se ao momento em que devem ser registradas as variações patrimoniais . Devem ser feitas imediatamente e de forma integral, independentemente das causas que as originaram, contemplando os aspectos físicos e monetários. A integridade dos registros é de fundamental importância para a análise dos elementos patrimoniais , pois todos os fatos contábeis devem ser registrados, incluindo os das filiais, sucursais e demais dependências de uma mesma entidade. Caso seja tratado um fato futuro, o registro deve ser feito caso exista como provar o seu valor. São os casos de provisões como o de férias , 13º salário , contingências etc. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Registro pelo Valor Original </li></ul><ul><li>Determina que os registros contábeis sejam feitos no momento em que o fato ocorra (tempestividade) e pelo seu valor completo (integralidade). Portanto, este Princípio determina que o registro seja feito no momento da transferência de propriedade, através da emissão da Nota Fiscal (oportunidade), e pelo seu valor total (totalidade). </li></ul><ul><li>Os elementos patrimoniais devem ser registrados pela contabilidade por seus valores originais, expressos em moeda corrente do país </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Assim, os registros da contabilidade são efetuados com embasamento no valor de aquisição do bem ou pelo custo de fabricação (vide contabilidade de custos ), incluindo-se, ainda, todos os gastos que foram necessários para colocar o bem em condições de gerar benefícios presentes ou futuros para a empresa; caso ela efetue transações em moeda estrangeira, os valores correspondentes devem ser convertidos à moeda nacional. Exemplo: o contador Sr. Manoel deve registrar os fatos contábeis de encerramento da empresa X, na data de sua ocorrência, de maneira íntegra e tempestiva, para que seus usuários, com base nessas informações, também registrem esses fatos nas suas empresas em geral. </li></ul>
  31. 31. <ul><li>=== Atualização Monetária === </li></ul><ul><li>Princípio Revogado Pela Res. CFC 1.282/10 </li></ul><ul><li>Refere-se ao ajuste dos valores dos componentes patrimoniais, devido à perda do poder aquisitivo num ambiente inflacionário . Portanto, a atualização monetária não representa uma avaliação e sim apenas um ajuste dos valores originais, mediante aplicação de indicadores oficiais, que reflitam a variação do poder aquisitivo da moeda. Serve também para homogeneizar as diversas contas das mais variadas espécies. </li></ul>
  32. 32. <ul><li>No Brasil, com o advento do Plano Real (1994), que vetou a &quot;correção monetária de balanços&quot; houve a mudança da denominação do Princípio. A antiga era &quot;Princípio da Correção Monetária&quot;. Também o art. 185 da Lei 6.404/76 já havia sido revogado pela Lei n.º 7.730/89 . </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Mas apesar da falta de base legal, hoje em dia no Brasil existe uma tensão no meio contábil, entre os órgãos reguladores (CFC e CVM ) e a classe, por causa da resolução que admite a correção monetária apenas se a inflação passar de um determinado patamar: se a inflação superar 100% (em 3 anos) haveria a atualização. Na verdade, essa resolução atende ao padrão internacional. Sucede entretanto, que mesmo uma inflação baixa vai distorcer o real valor do patrimônio em poucos anos. </li></ul>
  34. 34. <ul><li>A posição é antiga da classe contábil brasileira, mas é contestada ao não observar o padrão internacional. Porém, no âmbito da Contabilidade gerencial e na análise de balanços em moeda constante, essa informação poderá continuar a ser processada e fornecida aos gestores internos, que podem decidir por comunicar seus resultados ao mercado, se a acharem relevantes . </li></ul>
  35. 35. <ul><li>Competência </li></ul><ul><li>&quot; As despesas e receitas devem ser contabilizadas como tais, no momento de sua ocorrência, independentemente de seu pagamento ou recebimento&quot;. Este princípio está ligado ao registro de todas as receitas e despesas de acordo com o fato gerador, no período de competência, independente de terem sido recebidas as receitas ou pagas as despesas. Assim, é fácil observar que o princípio da competência não está relacionado com recebimentos ou pagamentos, mas com o reconhecimento das receitas auferidas e das despesas incorridas em determinado período. </li></ul>
  36. 36. <ul><li>A receita é considerada realizada: </li></ul><ul><ul><li>no momento em que há a transferência do bem ou serviço para terceiros, efetuando estes o pagamento ou assumindo o compromisso firme de fazê-lo no futuro (exemplo: venda a prazo ); </li></ul></ul><ul><ul><li>quando ocorrer a extinção de uma exigibilidade sem o desaparecimento concomitante de um bem ou direito (exemplo: perdão de dívidas ou de juros devidos); </li></ul></ul><ul><ul><li>pelo aumento natural dos bens ou direitos (exemplo: juros de aplicações financeiras ); </li></ul></ul><ul><ul><li>no recebimento efetivo de doações e subvenções . </li></ul></ul>
  37. 37. <ul><li>A despesa é considerada incorrida quando: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>ocorrer o consumo de um bem ou direito (exemplo: desgaste de máquinas); </li></ul></ul><ul><ul><li>ocorrer o surgimento de uma obrigação (exigibilidade) sem o correspondente aumento dos bens ou direitos (exemplo: contingências trabalhistas); </li></ul></ul><ul><ul><li>deixar de existir o correspondente valor do bem ou direito pela sua transferência de propriedade para um terceiro (exemplo: a baixa de mercadorias do estoque quando da efetivação da venda). </li></ul></ul>
  38. 38. <ul><li>Prudência </li></ul><ul><li>O princípio da prudência especifica que ante duas alternativas, igualmente válidas, para a quantificação da variação patrimonial, será adotado o menor valor para os bens ou direitos e o maior valor para as obrigações ou exigibilidades. Assim, quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos outros princípios fundamentais de contabilidade será escolhido a opção que diminui ou aumentar menos valor do Patrimônio Líquido . </li></ul><ul><li>Baseia-se na premissa de &quot;nunca antecipar Lucros e sempre prever possíveis Prejuízos . </li></ul>
  39. 39. <ul><li>Nos próximos slides você terá exercícios para resolver, escolha dois e poste as respostas. </li></ul>
  40. 40. 1) Determinada empresa apresentou, em 31.12.2009, os saldos das contas abaixo relacionadas. Após a elaboração da Demonstração do Resultado do Exercício e do Balanço Patrimonial, a empresa encontrará um: A) Ativo Circulante no valor de R$ 7.300,00 B) Lucro Líquido no valor de R$ 1.230.00 C) Patrimônio Líquido no valor de R$ 5.550,00 D) Passivo Circulante no valor de R$ 4.800,00 Bancos Conta Movimento R$ 1.150,00 Capital Social R$ 3.850,00 Custo com Mercadorias Vendidas R$ 650,00 Despesas com Aluguéis R$ 1.600,00 Despesas com Salários R$ 1.620,00 Duplicatas a Pagar R$ 3.000,00 Duplicatas a Receber R$ 2.500,00 Imóveis em Uso R$ 2.350,00 Impostos a Pagar R$ 2.450,00 Reservas R$ 1.120,00 Máquinas e Equipamentos R$ 2.000,00 Mercadorias para Revenda R$ 1.100,00 Receitas de Aplicações Financeiras R$ 2.450,00 Receitas de Vendas R$ 2.000,00 Títulos a Receber R$ 1.900,00
  41. 41. <ul><ul><ul><ul><li>2) Analise o Balanço Patrimonial abaixo : </li></ul></ul></ul></ul>Os percentuais de Capital Próprio e de Terceiros são, respectivamente: ATIVO Ativo Circulante R$ 5.000,00 Caixa R$ 1.500,00 Bancos Conta Movimento R$ 2.000,00 Duplicatas a Receber R$ 1.500,00 Ativo N ão Circulante R$ 5.000,00 Veículos R$ 5.000,00 Ativo Total R$ 10.000,00 PASSIVO Passivo Circulante R$ 6.700,00 Fornecedores R$ 2.700,00 Empréstimos a Pagar R$ 4.000,00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social R$ 3.300,00 Passivo Total R$ 10.000,00 A) 33,00% e 67,00% B) 49,25% e 203,03% C) 106,06% e 52,24% D) 197,00% e 67,00%
  42. 42. <ul><li>3) Determinada empresa possuía, em sua carteira de clientes, três duplicatas a receber – Cliente A: R$ 15.000,00; Cliente B: R$ 20.000,00; Cliente C: R$ 25.000,00. O saldo da Conta Duplicatas a Receber é de R$ 60.000,00. No dia 02 de janeiro de 2009, todas as duplicatas foram descontadas junto a um banco. Após o lançamento contábil do desconto das duplicatas junto ao banco, os saldos das contas Duplicatas a Receber e Duplicatas Descontadas ficaram assim representados, respectivamente: </li></ul>A)Credor em R$ 60.000,00 e devedor em R$ 60.000,00 B)Devedor em R$ 60.000,00 e credor em R$ 60.000,00 C) Devedor em R$ 60.000,00 e saldo zero D)Saldo zero e credor em R$ 60.000,00
  43. 43. 4)No mês de setembro de 2009, uma empresa comprou a prazo material de expediente, no valor de R$ 30.000,00. Os pagamentos das faturas ocorreram em 30 de outubro, 30 de novembro e 30 dezembro de 2009. O material utilizado em dezembro de 2009 totalizou R$ 10.000,00. O valor a ser apropriado como Despesas será de: A) R$ 30.000,00, em setembro de 2009 B) R$ 10.000,00, em outubro de 2009 C) R$ 20.000,00, em novembro de 2009 D) R$ 10.000,00, em dezembro de 2009
  44. 44. <ul><li>Hoje o contador precisa ter um diferencial competitivo: ele deve conhecer a fundo a empresa que assessora. Seus pontos fracos, fortes. Deve ser o profissional que faz a assessoria fiscal, óbveo, haja vista que as declarações e impostos se não geradas nas datas corretas incorreram em prejuizos financeiros . </li></ul>
  45. 45. <ul><li>Mas deve ser mais que isso, deve ser o profissional que fornece as informações fiscais e também as informações gerenciais. O que você como vem fazendo para que isso aconteça? </li></ul>
  46. 46. <ul><li>Para ser um profissional que agrega valor à empresa (um profissional completo) você deverá conhecer diversos tipos de abordagens: </li></ul><ul><li>Fiscal : Qual é a situação fiscal? </li></ul><ul><li>Legal: O que é exigido por lei? Há alguma regulamentação específica para este setor? </li></ul><ul><li>Ético: O que é correto? Esta é uma apresentação justa? </li></ul>
  47. 47. <ul><li>Econômico: Que efeito exercerá este procedimento contábil sobre a economia? Que efeito exercerá este procedimento contábil sobre os acionistas? O procedimento permite a divulgação completa dos fatos? Que efeito exercerá sobre outros grupos de interesse? </li></ul><ul><li>Comportamental : Por que a administração deseja fazer esta escolha? </li></ul><ul><li>Estrutural : Há alguma regra específica relativamente a esta situação? O que estão fazendo os outros que operam neste setor? </li></ul><ul><li>Alexandre Assaf Neto A CONTABILIDADE TRADICIONAL E A CONTABILIDADE BASEADA EM VALOR </li></ul>
  48. 48. <ul><li>No próximo módulo vocês estudarão as Demonstrações Contábeis e o Planejamento Financeiro. Até lá!!! </li></ul>

×