Abc 6 da contabilidade

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ABC Da Contabilidade - Vol 6 - Por Heretiano Henrique Pereira

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Abc 6 da contabilidade

  1. 1. ABC-6 da Contabilidade 1
  2. 2. 2 ABC-6 da Contabilidade Da esq.p/dir. Hémili e Heretiano Da esq.p/dir. Heriely, Hémili e Hemilana Escritor Heretiano e Edriano do Vale
  3. 3. ABC-6 da Contabilidade 3Evento do lançamento dos livros ABC 4 e 5 Da esq.p/dir. Hemilana, Teodomiro, Heriely, Heretiano, Glenio e Rosélia “A humanidade é conseqüência da plenitude do absoluto” Heretiano H. Pereira
  4. 4. 4 ABC-6 da Contabilidade AGRADECIMENTOSAgradeço a Deus a oportunidade que me proporciona,para meu entendimento e que eu possa transmitirconhecimentos para sociedade, notadamente paraestudantes e profissionais, em seus desempenhos gerenciaisde administração. Evento do lançamento do livro ABC 3 Da esq.p/dir. Antonio Almeida, Marisa, Heretiano e Reinaldo
  5. 5. ABC-6 da Contabilidade 5 HOMENAGENS“As minhas mais sinceras homenagens a todos aqueles queparticipam da CULTURA AFRO, do país e do mundo, porpertencerem a mesma árvore da humanidade, em suaplenitude Filosófica.” Evento do lançamento do livro ABC 2 Faculdade UNIUOL - Profº Marilson, João Pessoa - Paraíba
  6. 6. 6 ABC-6 da Contabilidade HOMENAGENS IN MEMÓRIAN“Aos nossos irmãos Indígenas, povo que passaram pelatransição, mas que contribuíram de forma contundente,para formação desta Nação brasileira.” Evento do lançamento dos livros ABC 4 e 5 Da esq.p/dir. Antonio Almeida, Heretiano e Marcos Carvalho
  7. 7. ABC-6 da Contabilidade 7 PREFÁCIO Esta obra é uma valiosa colaboração para aperfeiçoar o estudo ecompreensão da contabilidade geral e gerencial, além de nos fornecerindicadores econômicos, políticos e sociais de nosso estado nação. O trabalho inicia-se com a importância da contabilidade para classeempresarial, passando por diversos tipos de empresas, mostrando pesquisasde mercado, situação financeira e econômica, além de modelos diversos emapas. O autor usa uma linguagem clara, muito acessível e já atualizada pelalei 11.638/2007 e medida provisória 449/2008. Recomendo este livro a todos, ressalto aqui a especialização, experiênciae competência do contabilista Heretiano Henrique Pereira, que elaborou estaobra com muita dedicação e que certamente será de grande proveito paraestudantes de contabilidade, empresários, contadores, economistas egraduados das áreas afins. Glênio Gonçalves Dantas Contador
  8. 8. 8 ABC-6 da Contabilidade INTRODUÇÃO Estamos apresentados modelo de processo do desempenho de umcontexto operacional, para que as entidades privadas e públicas , procuremdesenvolver, uma série de planilhas, adaptando métodos econômico-financeiros, que deveriam serem informados para a sociedade, adequandoconceitos de análises. Portanto, a metodologia que estamos informando éResultado de Pesquisas no âmbito empresarial, para entendimentos dosusuários da Contabilidade, e partindo desses princípios, transmitimosinformações e dados para melhor compreensão, através de tópicosconsiderado de relevância para seu aprendizado, demonstrado de formaprática. .Assim sendo, esperamos que tenha contribuído de maneiracontextualizada para seu desempenho profissional, adequando-se ao seuconhecimento. Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da esq.p/dir. Milson, Cremilda, Mônica e Darcy
  9. 9. ABC-6 da Contabilidade 9 SUMÁRIOCAPÍTULO I.....................................................................................................14 1.1.Comentário empresarial 1.2.Impostos e Contribuições 1.3. Método de Organização 1.4.Apropriação – Encargo fiscal 1.5. Formação de empresa 1.6. Débito fiscal 1.7. Fatos Contábeis 1.8. Depreciação 1.9. Contas de Resultados – ativos 1.10. Estoques 1.11 ROI-Retorno operacional do investimento 1.12 Retorno do Capital 1.13 Valorização da cota de Capital 1.14 Análise do Custo de Produção 1.15 Cronometragens dos dias 1.16 Análise de Resultados 1.17 Contexto Operacional I 1.18 Contexto Operacional II 1.19 Análise Custo de Produção 1.20 Calculo do lucro cessante 1.21 Distribuição dos Lucros CessantesCAPÍTULO II....................................................................................................29 2.1. Custo de Produção - método absorção 2.2. Lançamento Contábil – Transferências 2.3. Desempenho Industrial – mão-de-obra
  10. 10. 10 ABC-6 da Contabilidade 2.4. Relatório Industrial 2.5. Estatística População Brasileira 2.6. Diagnóstico – Custo das mercadorias 2.7. Comparação de Resultado 2.8. Empresa x Encargos Fiscais 2.9. Comportamento Patrimonial 2.10. Posição Fiscal – União 2.11. Falências de empresas no Brasil 2.12 Descrição sobre contas do ativo Patrimonial 2.13 Custo reposição 2.14 Fatos Contábeis FraudadosCAPÍTULO III...................................................................................................40 3.1 Descrição sobre contas do passivo patrimonial 3.2 Quadro societário 3.3 Apropriação ou classificação. 3.4.Exercício de Avaliação- ABC-4 3.5 Exercício de Avaliação-ABC-5 3.6.Exercício de Avaliação-ABC-5 3.7Exercício de Avaliação-ABC-5 3.8 Exercício de Avaliação-Débito e Crédito 3.9. Estoques nas Empresas 3.10. Lucro nas Empresas 3.11.. Inventario de Estoques 3.12 Exemplos 3.14.. Custo Departamental 3.15. Modelo de Relatório FinanceiroCAPÍTULO IV...................................................................................................51 4.1.. Entidade Filantrópica 4.2. Entidades Filantrópicas – Demonstração.Resultados 4.3. Análises Gerenciais
  11. 11. ABC-6 da Contabilidade 11 4.4. Paço Municipal – análise do quadro de pessoal 4.5.. Análise do quadro de pessoal efetivo 4.6.. Análise do quadro de pessoal contratado 4.7.. Análise da mão-de-obra 4.8. Análise da mão-de-obra comparativa 4.9. Demonstrações Financeiras/2007 4.10. Transferências de Recursos 4.11. Balanço Orçamentário – Receitas 4.12. Balanço Orçamentário – Despesas 4.13. Exercício com respostas 4.14. Exercício com respostas 4.15. Instituição de Ensino 4.16. Resultados Operacionais 4.16. Desempenho de contas 4.17. Análises dos estoques-2007/2006 4.18. Análise comparativa de estoque. 4.19. Instituição de ensino privado 4.20. Cálculo hora aula do professor 4.21. Planejamento x Controle 4.22. Depreciação acelerada 4.23. Definição de origens e aplicações de recursos 4.24. EmpreendedorCAPÍTULO V....................................................................................................69 5.1. Incentivo Fiscal 5.2. Planejamento 5.3. Modelo de demonstração de resultado 5.4. Relatório Financeiro 5.5. Custo de Produção 5.6. Fluxo de caixa 5.7. Extracaixa 5.8 Marcas e Patentes
  12. 12. 12 ABC-6 da Contabilidade 5.9. Rescisões contratuais 5.10. Provisão FGTS. 5.11. Imobilizado pequeno valor 5.12. Provisão 13 salário 5.13. Provisão de férias 5.14. Provisão para comissãoCAPÍTULO VI...................................................................................................76 6.1. Impostos a Recuperar 6.2. Analise de Impostos 6.3. Variação cambial passivo 6.4. Variação cambial ativo 6.5. Estabilização Econômica 6.6. Reserva de Equalização 6.7. Resultados transitórios 6.8. Tipos de Tributação 6.9. Erros em Terminologias 6.10 Antiga Correção Monetária DL-1598/77 6.11 Período Inflacionário 6.12 Formulas Contábeis 6.13 Férias – faltas injustificadas 6.14 Custo Integrado 6.15 Movimento de debito e credito 6.16 Método da soma dos dígitos dos anos 6.17 Equivalência Patrimonial 6.18 Modelo de Balanço Patrimonial 6.19 Modelo de Demonstração de Resultado 6.20 Prazos médios x Rotações 6.21 Necessidade de capital de giro 6.22 Margem de giro e Rentabilidade 6.23 Exemplo de geração de caixa 6.24 Análise de balanço 6.25 Rentabilidade x TRI
  13. 13. ABC-6 da Contabilidade 13CAPÍTULO VII...................................................................................................91 6.26 S.A. Sociedade Anônima 6.27 Contabilidade Instrumento Social 6.28 Custo de Produção ou Fabricação 6.29 Estoque da Divida de Contribuintes 6.30 Cadastro Nacional 6.31 Comprometimento da receita 6.32 Receita da União 6.33 Classificações da população 6.34 Limite da despesa total com pessoal 6.35 Planejamento x Controle – 1 – 1/2 6.36 Planejamento x Controle – 2 – 1/2 6.37 Planejamento x Controle – 3 – 1/1 6.38 Planejamento x Controle – 4 – 1/2CAPÍTULO VIII...............................................................................................105 6.39 LC -nº. 101/00 de 04 de maio de 2000CAPITULO IX................................................................................................... 158 6.40. Lei 6.404/76 ou 11.638/07 6.41. Ciência x Metodologia 6.42. Estrutura da Contabilidade – Lei 6.404/76 6.43. DOAR – Lei 6.404/76 6.44. DFC-Atividades Operacionais – Método Direto 6.45. DFC-Atividades Operacionais – Método Indireto 6.46. DFC-Ativos Operacionais. 6.47. DFC- Atividades de Investimentos 6.48. DFC- Atividades Financeiras 6.49. R e s u m o – Lei 11.638/07 6.50. Fluxo de Caixa Proveniente dasCAPÍTULO X...................................................................................................167Conclusão
  14. 14. 14 ABC-6 da Contabilidade Capítulo I COMENTÁRIO EMPRESARIAL O trabalho desenvolvido é baseado em pesquisas empresarial, e estudoscientíficos, produzindo informações através de dados e métodos que devem seraplicados nas Células Sociais (empresa). Portanto, esperamos que tenha contribuídopara seu aprendizado de forma transparente nos resultados que estamosapresentando, de acordo com elaboração de planilhas para seus entendimentos. Toda metodologia, que estamos transmitidos é fruto de experiênciaprofissional, com embasamento legal, e caso venha surgirem dúvidas, queirampor gentileza entrar em contato com o autor para que seja dado esclarecimentosa respeito da matéria., assim sendo, contamos com suas atenções! IMPOSTOS E CONTRIBUÍÇÕES Desde o inicio da sociedade, que existe o método de cobrança de impostos,através dos exatores, que são pessoas nomeadas pelo governo para arrecadaçãode recursos, onde o qual servirá de lastro para o desenvolvimento da sociedade.O Estado deixaria de existir se não houvesse arrecadação de tributos, que é emfunção da comercialização das vendas de produtos, mercadorias e serviços.Portanto, quem contribui para formação desses recursos é a sociedade, quefica sobre a responsabilidade dos empresários, que terão a obrigatoriedade derepassar ao Estado de direito, que é composto pelo governo federal, estadual emunicipal, ou seja, UNIÃO, ESTADO e MUNICIPIO. MÉTODO DE ORGANIZAÇÃO Organograma – A empresa para que seja organizada, é de fundamentalimportância que procure alaborar seu organograma, onde com isso
  15. 15. ABC-6 da Contabilidade 15proporcionará desempenho para um gerenciamento empresarial. Esteorganograma fornecerá base para elaboração da folha de pagamento comsuas divisões, ou departamentos, contudo, irá produzir margem paraestruturação na formação do Plano de Contas Contábil. APROPRIAÇÃO ENCARGO FISCAL Durante alguns períodos passados, surgiram informações para que asempresas igualassem seus créditos com os débitos fiscais, e que váriasempresas optaram por esses sistemas introduzidos por advogados, taismétodos do nosso ponto de vista não apresentava respaldo legal, contrariandotodo desempenho tributário do Estado. E, partindo desse princípio asentidades deixaram de contribuir com os tributos para atendimento dalegislação, e com isso, muitas das vezes provocou dificuldades financeiras paraempresa, porque além dos autos de infração levantados pelas ExatoriasEstaduais, por apropriações indébitas, os valores triplicavam em função demultas e atualizações monetárias. Baseado nestas operações, sócios econtadores poderiam responder criminalmente perante a legislação brasileira. - Caso a empresa utilizasse a metodologia fiscal, deixava o Estado semliquidez, porque não havia recolhimentos de tributos em função dacomercialização. As empresas de modo geral que participaram dessasoperações, perderam na justiça em todas as instâncias, onde foramsentenciadas a recolherem os respectivos tributos. Quanto a contabilização dos autos, deveriam ser contabilizados a débitode resultado do ativo em multas fiscais e crédito na obrigatoriedade, ou seja,no passivo, e quando na elaboração do lucro real, ou fiscal, seria adicionado orespectivo valor, para definição do tributo. FORMAÇÃO DE EMPRESA Para se elaborar a constituição de uma empresa, na formação jurídicaé necessário que antes de tudo se faça pesquisa de mercado, com relação ao produto
  16. 16. 16 ABC-6 da Contabilidadeque vai ser comercializado (objetivo), além do mais é de fundamental importânciaque seja analisado com cautela o lugar onde vai ser instalado a empresa. E, partindodesse princípio, é necessário que o grupo de pessoas que irá compor o quadrosocietário tenha conhecimento do que será necessário para fazer sua formação;primeiramente procurar um profissional da área, deixando o processamento sobresua responsabilidade, onde o qual solicitará o que se segue: 1. Contador ou equivalente 2. Contrato de Constituição da empresa 3. Recursos monetários ou bens para integralização de capital. 4. CPF 5. RG 6. Comprovante de residência 7. Nome da empresa 8. Nome de fantasia da empresa 9. Registro na Junta Comercial do Estado (comércio/industria) 10. Registro na Receita Federal do Brasil 11. Registro no Cartório de Títulos e Documentos (Serviços) 12. Paço Municipal (Alvará) 13. Certidão de Bombeiros (Extintores) 14. Registro na Exatoria Estadual 15. Escrituração do Imóvel (Patrimônio) 16. Contrato de Locação (Aluguel) 17 Contrato do Contador (Alocação de Serviços) 18. Certidões Criminais dos Sócios Quando a empresa estiver toda formada legalmente, aí se deve procederao desempenho da fase operacional, ou seja, passa a comercializar com a clientela. Produtos, mercadorias ou serviços. Contudo, o contribuinte nunca deveesquecer de que o maior sócio é o Estado de Direito, denominado de União,Estado e Município, em sua participação na captação de recursos através dosencargos fiscais, e que podemos admitir que seja sócios majoritários em todo
  17. 17. ABC-6 da Contabilidade 17aspecto legal. O contribuinte nunca deve deixar de recolher os impostos,porque muitas das vezes a empresa entra em falência extrajudicial ou judicialpor omissão de responsabilidade, prejudicando a célula social. Por outro lado, o empresário, deve mensurar todos os seus resultados,tanto positivos quanto negativos, ou seja, observar seu desempenho deequilíbrio econômico financeiro, assim sendo, a empresa terá sempre vida longano cenário empresarial. - Os empresários de forma geral, não devem deixar que o processamentodo desenvolvimento da empresa, fique unicamente a critério do contador,sempre deve o acompanhar exigindo explicações através de relatório, tantona área patrimonial quanto de resultados (ativo e passivo), nunca deixar deobservar suas taxas de lucratividades, como também, manteracompanhamento nos estoques, que são investimentos do capital, o qualtrará seu retorno através da comercialização. Portanto, se faz necessário amensuração, tanto de contas patrimoniais quanto de resultados. A empresa, de acordo com a legislação deve elaborar suasDemonstrações Financeiras ( Balanço), peça de fundamental importânciajurídica, para quaisquer decisão, tanto extrajudicial ou judicial, junto aos seussócios ou acionistas. Assim sendo, esperamos que tenha contribuído, de formadinâmica para seu entendimento. Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da dir.p/esq. Patrocínio, Fatú, Heretiano e J. Marques
  18. 18. 18 ABC-6 da Contabilidade DÉBITO FISCAL É de fundamental importância, que a empresa não registre o fatocontábil, baseado no saldo de apuração do tributo, porque não reduz alucratividade adequadamente como manda a legislação, e essereconhecimento de registro afeta a conta de estoque e resultados do ativo,que consideramos fraudes. FATOS CONTÁBEIS Os fatos contábeis devem ser registrados corretamente para evitarsituações que vão de encontro com a legislação, reconhecido como fraude.Para seu melhor entendimento passamos a produzir alguns registrosfraudados, como segue: 1. Registro do fato em conta de despesa, considerado diretamente naconta de apuração do Resultado das Demonstrações financeiras. 2. Registro de obras em andamento, sem que exista a atividade,considerado desvio de recursos, para atender necessidades de interesse próprio. 3. Registro aumentando a depreciação para se apropriar de redução deencargos fiscais, como imposto de renda e contribuição social, produzido deforma fraudulenta. 4. Registro na conta de capital, sem respaldo legal, apresentando fraude,sendo descoberto quando na exigência da apresentação do contrato e aditivos. 5. Registro em nome de cliente, sem existir a operação decomercialização, tendo como contrapartida a venda à prazo, considerado defraude perante a legislação. 6. Registro no aumento de receita, sem existência da operação venda,
  19. 19. ABC-6 da Contabilidade 19apenas para aumentar contas patrimoniais e resultados do passivo, e queesse método é comum para adquirir recursos junto ao sistema financeiro. 7. Registro de devolução de produtos diretamente na conta de custodas vendas, para encobrir a devolução junto a administração. DEPRECIAÇÃO O registro da depreciação deve ser efetuado de acordo com a alocação dobem (ativo fixo), em relação a divisão ou departamento. Quando se trata deindústria, os bens que se encontram na área fabril produzem depreciaçãodiretamente no custo de produção, e que deve ser reconhecido, baseado no regimede competência, embora, muitas das vezes exista exclusão de cálculo para venda. Toda essa forma de reconhecimento do fato contábil, se processa aosdemais departamentos, onde seus valores serão mensurados mensalmentedentro dos resultados do ativo, muito embora, tal registro seja facultativopela legislação, porém achamos de fundamental importância talreconhecimento. Quando a empresa vende um bem do ativo fixo, é de fundamentalimportância proceder a sua baixa, apurando assim o resultado da operação,provocando margem para se obter lucratividade ou perda (prejuízo), tudoapós apuração do resultado econômico, através do processo contábil. E, se a empresa tiver contabilidade plena, deve-se proceder a seuslançamentos, ajustando as contas patrimoniais do ativo permanente, no casoimobilizado corpóreos. CONTAS DE RESULTADOS – ATIVO DESCONTO – Esta deve ser registrada no Resultado do ativo em deduçãode receita, de acordo com o que estabelece a legislação e de acordo com o
  20. 20. 20 ABC-6 da Contabilidadedicionário Aurélio, quer dizer: ato ou efeito de descontar; abatimento; cont.operação bancária de aquisição antecipada de títulos cambiais ou de legitimocomércio mediante um prêmio ou juro. ABATIMENTO – Esta deve ser considerada na conta de resultado doativo, em deduções de vendas e que está de acordo com legislação, eobservando o dicionário Aurélio quer dizer ação ou efeito de abater-se oudiminuição de preço. Portanto, ambas as terminologias, convergem para umsó sentido. ESTOQUES Produtos Acabados – Para que exista o produto é necessário que hajaprodução, e esse processo se desenvolve através de mão-de-obra: matériaprima,:material secundário: material de embalagens: luz e força: depreciaçãoe outros, assim sendo, forma o produto acabado, onde todo esse desempenhodar-se o nome de Custo de Produção, quando na sua conclusão, através daconta de resultado do ativo. Portanto, deve-se transferir o produto produzidopara Estoque de Produtos Acabados, ou Produtos Elaborados no ativocirculante, que fica disponibilizado para clientela. Matéria Prima – É necessário que seja calculado a quantidade de materiala ser utilizado na produção, como também, sempre observar quando noprocesso fabril, qual a variação apresentada, deve-se fazer de tudo para suprimiro desperdiço Por outro lado, é de fundamental que seja calculado mensalmentea necessidade da referida matéria que será utilizada na produção. Matéria Secundária - Os fundamentos para utilização do referido item, corresponde ao mesmo processo desenvolvido com o item anterior, deve-selevar em consideração as mesmas características do acima citado. Material de Embalagens – Quanto a esse item que apresentamos, estárelacionado ao mesmo processo dos dois itens anteriores apresentados,envolvendo cálculos para utilização no processo de produção.
  21. 21. ABC-6 da Contabilidade 21 Rotação de Estoque – Toda empresa bem organizada deve mensalmenteutilizar os cálculos para observar quantas vezes o estoque girou dentro decasa, e para que se faça este calculo é necessário, levar em consideração aseguinte fórmula: Custos das Vendas. Dividido pelo estoque final, encontra-se assim a velocidade dos estoques. Mão-de-obra – O referido tópico exige que seja incorporado de salários eencargos sociais, de modo geral, assim sendo é necessário que se faça a distinçãoentre salário e encargos sociais, inclusive definir através de indicadores, queproporcionará condições para mensuração. Máquinas – A empresa deve projetar para o mês quantas horas serãotrabalhadas, no processo de fabricação, ou seja, será feito uma previsão dehoras. Este tópico serve para medir eficiência e ineficiência do desempenhoda mão-de-obra. Mas, para que haja esse desempenho, é necessário queexista o acompanhamento da fabricação. Lucratividade – As empresas de modo geral devem manter três (3),linhas de lucratividades, através da DR - Demonstração de Resultado, quedevemos definir da seguinte maneira: LOB -Lucro Operacional Bruto; LOL-Lucro Operacional Líquido, que serve para calcular o ROI - retorno operacionaldo investimento e por fim o LL- Lucro Líquido., onde esse último item deve-se calcular o valor da cota de capital atualizada ou valorização de cada ação. RETORNO OPERACIONAL DE INVESTIMENTO CÁLCULOS ROI – LOL- Lucro Operacional Líquido : AP – Ativo Patrimonial = % TaxaRetorno Operacional do Investimento ROI – LOL Lucro Operacional Líquido; PL – Patrimônio Líquido = % Taxado Retorno Operacional do Investimento.
  22. 22. 22 ABC-6 da Contabilidade ROI – LOL – Lucro Operacional Líquido: IC – Investimento de Capital = %Taxa do Retorno do Investimento Demonstrações Financeiras – Para que haja mensuração adequada doROI, é necessário que seja feito o Balanço, apresentando três (3) linhas delucratividades, como LOB – LOL e LL, sem essas terminologias não existepossibilidade da elaboração de bons cálculos. RETORNO DE CAPITAL SOCIAL LL-Lucro Líquido; PL – Capital Social = % Taxa do Retorno do Capital. VALORIZAÇÃO DA COTA DE CAPITAL LL – Lucro Líquido; PL – Patrimônio Liquido = Valor da Cota de Capital atual. Investimento de Capital -Para que haja investimento é necessário queexista recursos, tanto tangível quanto intangível, considerado de curto oulongo prazo. Observe um item considerado parte de investimento de capital,que definimos como estoque, onde o qual produzirá lucratividades paraempresa .Este item está apropriado no ativo circulante, que consideramosde curto prazo, além do mais, é de fundamental acompanhamento, ou seja,deve-se fazer inventário mensal e anual, o que irá contribuir para o cálculo dolucro bruto, apresentando assim o retorno do investimento. TRI – Tempo do Retorno do Investimento 100 : Tx %. LL – Lucro Líquido = anos PE – Ponto de Equilíbrio Despesas Operacionais = Vendas (-) Custos variáveis
  23. 23. ABC-6 da Contabilidade 23 ANÁLISE DO CUSTO DE PRODUÇÃO E DESPESAS(*) Esta análise serve para acompanhamento no processo de resultados, que envolveCusto Direto e Indireto ou, seja variáveis e fixos, tanto em expressão qualitativa quantoatravés de indicadores (%). E, que quando na comercialização de produtos, atribuíremum desconto no custo na ordem de 7,70 % equivalente a taxa de depreciação consideradanos resultados. CRONOMETRAGEM DOS DIAS Lançamento do livro digital Da esq.p/dir. Trajetórias de Vidas I Edriano, Heriely, Heretiano, Hemilana e Sebastição
  24. 24. 24 ABC-6 da Contabilidade ANÁLISE DE RESULTADOS (%)(*) Os resultados devem apresentar transparências nas formas de contabilização, epartindo desse princípio, podemos observar o retorno do investimento, desde queapresente a taxa de lucratividade.
  25. 25. ABC-6 da Contabilidade 25 CONTEXTO OPERACIONAL I RECURSOS DA UNIÃO(*)A sociedade necessita saber, qual o comportamento dos recursos, e suastransferências para que se possa mensurar o desempenho apresentado pelo governo,tanto da União, quanto Estados e Municípios.
  26. 26. 26 ABC-6 da Contabilidade CONTEXTO OPERACIONAL II - RECURSOS DA UNIÃO(*) Elaborar a mensuração analítica, para tomada de decisões administrativas. Da esq.p/dir. Lançamento do livro digital Nelson, Trajetórias de Vidas I Heretiano, e João Matins
  27. 27. ABC-6 da Contabilidade 27 ANÁLISE – CUSTO DE PRODUÇÃO PANIFICADORANota: Observar quantos quilos foram produzidos durante o mês, para se encontrar ocusto por kilograma, e definir o preço de venda do produto.
  28. 28. 28 ABC-6 da Contabilidade CÁLCULOS DE LUCROS CESSANTES(*) Deve-se levar em consideração o lucro anterior mais o atual, para distribuição. DISTRIBUIÇÃO DOS LUCROS CESSANTESNota: A matéria que ora exemplificamos está de acordo com decisões judiciais e perícias.
  29. 29. ABC-6 da Contabilidade 29 CAPITULO II CUSTO DE PRODUÇÃOMÉTODO ABSORÇÃO OU REAL
  30. 30. 30 ABC-6 da Contabilidade Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da dir.p/esq. Crisostens e Heretiano LANÇAMENTO CONTÁBIL - TRANSFERÊNCIANota: É de fundamental importância traduzir os valores em indicadores, para quepossamos emitir relatórios financeiros comentados. DESEMPENHO INDUSTRIAL MÃO-DE-OBRA - EXPRESSÃO EM HORAS
  31. 31. ABC-6 da Contabilidade 31 MÃO-DE-OBRA - EXPRESSÃO MONETÁRIA RELATÓRIO INDUSTRIAL O desempenho do processo industrial apresentou uma variaçãonegativa de 40 (quarenta horas), ou seja equivalente a 11,12% ( onzevírgula doze por cento), que representa um valor per-capito da mão- de-obra de R$ 1.603,94 ( hum mil ,seiscentos e três reais e noventa e quatrocentavos), que consideramos relevante na elaboração de produtos duranteeste mês. Portanto, se faz necessário que haja maiores atenções noacompanhamento do custo. Este é nosso relatório, salvo outras interpretações. Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da dir.p/esq. Joáo Martins, Heretiano e Nelson
  32. 32. 32 ABC-6 da Contabilidade ESTATISTICA – POPULAÇÃO BRASILEIRAFonte: IBGE/CITY BRAZILObservação: As regiões que apresentaram maiores crescimentos foram: norte com13,22% e centro oeste, 13,88 % respectivamente.
  33. 33. ABC-6 da Contabilidade 33 DIAGNÓSTICO – CONTA MERCADORIA(*) Estoque Inicial/Final - fazer a composição de todos os itens. COMPOSIÇÃO DO RESULTADO
  34. 34. 34 ABC-6 da Contabilidade EMPRESA x ENCARGOS FISCAIS A empresa legalmente constituída, dar-se o nome de contribuinte juntoaos órgãos dos governos. Portanto, o contribuinte deve acompanhar osresultados operacionais de forma analítica, mensurando todos os tópicoseconômico financeiro, destacando com muita relevância os tributos, mantendosempre a quitação de tais encargos. Contudo a falta desse acompanhamento,muitas das vezes produz valores expressivos, e que o contribuinte fica semcapacidade de pagamento, conhecido como falta de liquidez. Para se ter uma visão dos resultados tributários, é necessário quesempre exista mensuração de tais encargos, evitando assimcomprometimento do patrimônio. COMPROMETIMENTO PATRIMONIAL Deve-se observar quando é que seu patrimônio está comprometido comos impostos, no caso do quadro acima, referente a uma empresa hipotética, atinge55,66% ( cinqüenta e cinco, vírgula sessenta e seis por cento), neste caso a empresaé considerada massa falida, porque não existe capacidade de pagamento (liquidez),e que seguramente haverá penhora e execução de tais valores patrimoniais.
  35. 35. ABC-6 da Contabilidade 35 POSIÇÃO FISCAL - UNIÃO Os encargos fiscais, cobrados pela UNIÃO, primeiramente passa pelaReceita Federal do Brasil, conhecido como área administrativa, e que aempresa poderá fazer reescalonamento da divida e após esgotar os prazosestabelecido pela legislação, será transferido de imediato para ProcuradoriaGeral da Fazenda Nacional, sendo permitido a concessão de reescalonamentodo valor do débito, portanto, após a expiração de prazo, a dívida passa paraJustiça Federal, onde o contribuinte será notificado para liquidação do débito,através de Citação, inclusive procedendo a penhora de patrimônio comogarantia do valor cobrado. Caso o contribuinte, não exerça a liquidação dodébito, o patrimônio da pessoa jurídica passará a sofrer penhora, de valorequivalente ao valor do débito, caso não venha liquidar será leiloado opatrimônio para cobertura do valor registrado. De acordo com a nova legislação, baseado na lei 11.101/05 de09.02.2005, estamos apresentando um quadro que serve para medir ocomportamento de falências e Recuperações fiscais de empresas no Brasil .Portanto, deixamos de apresentar números por não existir disponibilizadonos controle internos do país, de maneira que nós solicitamos, informações,
  36. 36. 36 ABC-6 da Contabilidadeestas que são de caráter fundamental para estatísticas nacional, diante dodesempenho no cenário nacional. Portanto,apresentamos logo em seguida o quadro paraacompanhamento dos fatos. FALÊNCIAS DE EMPRESAS NO BRASIL DESCRIÇÃO SOBRE CONTAS DO ATIVO PATRIMONIAL 1. Clientes – Esta conta deve apresentar o registro dos fatosanaliticamente, ou seja, nome de cada cliente, porém, é facultado que hajaregistro extracontábil, facilitando o desempenho dos fatos contábeis. 2. (-) Provisão para crédito liquidação duvidosa-A contabilização desseitem é baseado a uma taxa de 1,5 % (um vírgula cinco por cento), sobre osaldo devedor de clientes, ou levar em consideração a perda verificada noperíodo, traduzido em taxa (%), de acordo com o que preceitua a legislação. 3. (-) Duplicatas Descontadas – Esta deve registrar o nome do banco,do cliente, como também o valor financiado para cobertura dos títulos. 4. Estoque de Mercadorias – Esta registra todas as compras efetuadas paracomercialização, tanto a vista quanto a prazo. Contudo deve existir oacompanhamento analítico das mercadorias, além do mais os registros devem serbaseados no preço de custo, e que tem como contra partida a conta de fornecedores.
  37. 37. ABC-6 da Contabilidade 37 5. Adiantamento a Empregados– Esta registra valores concedidos aempregados, o que geralmente a cada quinzena é concedido parte da folhade pagamento. 6. Adiantamento a Fornecedores – Esta registra valores concedidos afornecedores, pelo seu fornecimento de mercadorias para empresa paracomercialização, e quando na liquidação da fatura será feito encontro de contas. 7. Devedores Diversos – Esta registra valores concedidos a terceiros, ondeserá liquidado através de pagamento de fatura, sendo descontado de imediato. 8. Despesas de Exercício Seguinte – Esta registra pagamentos efetuadosantecipadamente pelo contribuinte, como também juros pagos sobreoperações financeiras, como por exemplo; encargos financeiros sobreoperações de descontos de duplicatas, onde os valores serão rateados deacordo com a liquidação do título. 9. Almoxarifado – Esta registra, compras de determinadasmercadorias para manutenção da empresa, referentes valores expressivose que não pode ser contabilizado integralmente no mês, deixando paraser rateado junto aos departamentos. 10. Ações de Empresas – Esta registra compras de ações, tantopreferências quanto ordinárias, que corresponde a investimentos incorpóreos. 11. Depósito para Incentivo Fiscal – Esta registra os pagamentos deimpostos a título de incentivo fiscal, concedido pelo governo, este registro sódesaparece quando no resgate do depósito, e que tem como contra partida aconta reserva de Incentivo Fiscal, que através de Aditivo passará a integrar ocapital da empresa. 12. Marcas e Patentes (Bandeira) – Esta registrar o nome da empresapara que ninguém apareça com o mesmo nome, onde o qual é reconhecido
  38. 38. 38 ABC-6 da Contabilidadeatravés do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industria), e que deveráser publicado através do D.O.U ( Diário Oficial da União ). 13. Despesas Pré-Operacionais – Esta conta registrada no Diferido, paraabsorver despesas pagas durante a fase pré-operacional, que depois serárateado durante cinco (5) anos para amortização, de custo e despesas. 14. Depósito Judicial – este serve para pagamento, exigido pelojudiciário, e que a empresa deve fazer o respectivo procedimento, baseadona legislação. 15. Coligadas e Controladas – Esta registra valores concedidos pelasempresas do grupo, e que deve ser registrado no realizável a Longo Prazo deacordo com o que estabelece a legislação. 16. Equivalência Patrimonial – Quando existem empresas coligadas econtroladas, há exigências de que seja elaborado tal resultado baseado noinvestimento, distinguido através do Patrimônio Líquido. Portanto, esseresultado poderá ser devedor ou credores. Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da esq.p/dir. Heriberto Formação da mesa e Heretiano Diretora
  39. 39. ABC-6 da Contabilidade 39 CUSTO REPOSIÇÃO Os empresários de modo geral, devem acompanhar o gerenciamentode seus resultados e seus controles internos patrimoniais, tanto de ativoquanto de passivo. Um dos fatores de fundamental importância é a análisede seus estoques, de forma dinâmica, porque este item trata de Investimentode Capital, que proporciona retorno do investimento, de acordo com acomercialização. E, um dos fatores primordial é observar qual o tipo de custoque está sendo praticado, onde com isso sugerimos que pratique o custoreposição, porque atende exigência de mercado, deixando de lado algumasvariações que venham a surgirem de forma negativa. Este procedimento deve se adequar ao preço de mercado corrente,podendo assim, fazer reposição de seus estoques. FATOS CONTÁBEIS FRAUDADOS Folha de Pagamento – Registro do fato baseado no valor liquido dafolha, produz reflexo fiscal, além do mais o custo não está corretamentecerto, repercutindo no preço de venda do produto, tudo isso conceituamosde armadilha contábil.Entretanto, sugerimos que quando na elaboração dafolha faça de acordo com cada atividade, para podermos mensurar o custode cada departamento. Salário Família – Este registro não deve ser considerado nas contas deresultados do ativo, por se tratar de valores reembolsáveis pela empresa.Portanto, deve-se efetuar o registro diretamente em conta de passivocirculante, denominada de Previdência Social a Recolher.
  40. 40. 40 ABC-6 da Contabilidade CAPITLO III DESCRIÇÃO SOBRE CONTAS DO PASSIVO PATRIMONIAL 1 Fornecedores – Esta registra todas as compras efetuadas à vista ou aprazo , para comercialização, e que deve ser de forma analítica. 2. Credores Diversos – Esta registra itens que não produzirácomercialização, como; água, luz, telefone, internet etc., etc. 3. Obrigações Sociais – Esta deve registrar itens analíticos, em funçãoda mão-de-obra utilizada pela empresa, como: INSS, FGTS, 13 Salário etc.etc. 4. Obrigações Fiscais – Esta registra, valores excedentes sobre as operaçõesde comercializações, que se traduz em impostos, como: ICMS,IPI etc. etc. 5. Empréstimos Bancários – Esta registra, concessão de valores pelosistema financeiro para atender a empresa, e formar capital de giro, que seráinvestido no estoque ou ativo fixo. 6. Financiamentos Bancários – Esta registra, valores de longo prazo,concedido pelo sistema financeiro, para atender necessidades parainvestimentos. Corpóreos e incorpóreos. 7. Capital Social – Esta registra o contrato social da empresa, baseadona informação da constituição do capital, e que deverá ser demonstrada aparticipação de cada sócio baseado em indicadores, para melhores análises,de acordo com o que configuramos: QUADRO SOCIETÁRIO
  41. 41. ABC-6 da Contabilidade 41 8. Reserva de Capital – Esta pode registrar valores concedidos pelos sóciospara futuro aumento de capital, que será incorporado ao capital através de aditivocontratual, registrado na Junta Comercial ou Cartório de Títulos e documentos. 9. Reserva de Reavaliação – Esta registra valores sobre a variação dereavaliação de Bens Corpóreos, e que será realizada através da venda do bemou da depreciação, de acordo com o que estabelece a legislação. 10. Reserva para Contingência – Esta registra determinados valores, jádefinidos na constituição da empresa, para atender emergências que venhamsurgir, de forma inesperada durante o exercício financeiro, principalmente,sobre fatos de fenômenos da natureza. APROPRIAÇÃO OU CLASSIFICAÇÃO 1. Folha de Pagamento – Esta considerada como Ordenados e Salários,deve-se considerar o fato contábil pelo valor bruto, destacando o que é salário,comissão e horas extras, nunca contabilizar o valor pelo líquido, porquecaracteriza erro de reconhecimento do fato. 2. Rescisão Contratual – Fazer contabilização de acordo com cada item,nunca contabilizar pelo valor bruto, nem pelo valor liquido, porque caracterizaerro de apropriação, dificultando assim análises de resultados. 3. Encargos Sociais – Quando no registro do fato contábil,reconhecer exclusivamente o encargo, destacando os juros parapodermos distinguir os resultados. 4. Fornecedores – Esta, quando na sua contabilização de pagamento,reconhecer os encargos financeiros separadamente, para podermos mensurarcorretamente. 5. Empréstimos Bancários – Quando no pagamento de parcelas,reconhecer exclusivamente o valor da parcela, destacando os encargosfinanceiros, para podermos medir os resultados com consistência. 6. Vale Transportes – Quando na confecção da folha de pagamento, observaro desconto de tais encargos, e que deve registrar o fato contábil em conta depassivo circulante ou reconhecer em resultado do passivo, destacando o itemreceita financeira, nunca esquecer constituir a provisão da parte da empresa.
  42. 42. 42 ABC-6 da Contabilidade EXERCÍCIO DE AVALIAÇÃO Resposta ABC 4 página 57(*) Duplicatas Descontadas, do ponto de vista contábil, deve ser registrada comoconta redutora do ativo, e do ponto de vista financeiro é registrado no passivocirculante.
  43. 43. ABC-6 da Contabilidade 43EXERCÍCIO PARA AVALIAÇÃO Resposta ABC 5 página 29
  44. 44. 44 ABC-6 da Contabilidade EXERCÍCIO PARA AVALIAÇÃO Resposta ABC 5 páginas 29 e 30
  45. 45. ABC-6 da Contabilidade 45EXERCICIO PARA AVALIAÇÃO Resposta ABC 5 página 30
  46. 46. 46 ABC-6 da Contabilidade EXERCÍCIO PARA AVALIAÇÃO RESPOSTA COM (x) EM DÉBITO OU CRÉDITO
  47. 47. ABC-6 da Contabilidade 47 ESTOQUES NAS EMPRESAS 1. Indústria – O estoque é composto de diversos tópicos, como:produtos acabados; produtos em processo e matérias, que são: matéria prima;matéria secundária e material de embalagens. No entanto, é necessário queexista acompanhamento analítico de cada item, onde o qual irá proporcionarbase para calcular o preço de venda, lembrar que além do custo direto deve-se incluir o custo indireto, para definir a margem de lucratividade desejada,e nunca esquecer que mensalmente se deve levantar o inventário dosestoques, observando os valores teóricos e físicos. . 2. Comércio – O estoque se refere às compras de mercadorias, tanto àvista quanto a prazo, e que está destinado a comercialização, onde com issoadquire entradas de recursos monetários. Por outro lado se deve registrar ofato contábil, expurgando os impostos incidentes sobre a mercadoria, ficandoreconhecido apenas o valor líquido do produto. Além do mais, a empresa devemensalmente fazer levantamento de suas mercadorias através de inventários.Portanto, nunca deixe de proceder ao acompanhamento de seu estoque. 3. Comentários sobre Inventário: Discordamos de alguns autores,quando defende a tese de que o inventário deve ser contabilizado no passivo,isso é falta de compreensão da legislação e ciência contábil, o que seria umdesastre tal reconhecimento. LUCROS NAS EMPRESAS 1. Lucro Contábil – A mensuração dos resultados de Ativo e Passivodefine o lucro contábil, porque põe em evidencia receita, custos e despesas,definindo assim o lucro através dos resultados apresentados na contabilidade.Portanto, não confunda com lucro fiscal. 2. Lucro Fiscal ou Lucro Real – A determinação desse lucro é porque põeem evidencia os ajustes nos resultados, identificados como Adições e Exclusões,
  48. 48. 48 ABC-6 da Contabilidadedefinindo assim o chamado lucro fiscal, que é diferente do lucro contábil. Lembramosque além de fazer todo processamento de cálculos se deve escriturar em um livrochamado de LALUR. Observe que muitas das vezes o balanço da empresa apresentaprejuízo, mas o calculo do imposto é baseado através do lucro fiscal, sendo queesta definição incidirá as provisões dos tributos junto a União, ou seja governofederal, de acordo com a legislação societária, estabelecida através da Lei 6.404/76. INVENTÁRIO DE ESTOQUES 1. Inventário – As empresas comerciais de modo geral atinge 90% (noventa por cento), que não elaboram inventário das mercadorias no finaldo exercício, deixando a cargo dos contadores o processo de tal informação. Essa decisão muitas das vezes produz uma série de variações entre valoresteóricos e físicos, e quando no levantamento por espécie, produzindo enganospara autuações pelo FISCO ESTADUAL. Portanto, sugerimos que procuremlevantar seus estoques fazendo a contagem real, evitando tais variações. Para seu melhor entendimento, vamos produzir modelos de cálculospara definir o estoque final. EXEMPLOS 1 Lucro Bruto: Venda de mercadorias ............R$ 200.000,00 (-) Impostos e abatimentos...........R$ 37.000,00 (=) Receita liquida............... R$ 163.000,00 (-) Custo das vendas........... R$ 103.000,00 (=) Lucro Bruto 30% ......... R$ 60.000,00 2 Passo: No primeiro cálculo se define o lucro bruto, atribuindo umataxa de 30% ( trinta por cento), sobre a venda bruta de acordo com a legislação. 3 Custo das Vendas: Calcule a variação entre Receita liquida e lucro
  49. 49. ABC-6 da Contabilidade 49bruto, o resultado é Custo das Vendas ou Custo das Mercadorias Vendidas,que é igual a R$ 103.000,00 ( cento e três mil reais ). 4 Estoque Final: Estoque inicial ..................R$ 300.000,00 (+) Compras......................R$ 70.000,00 (=) Estoque final..............R$ 267.000,00 (-) Custo das vendas....... R$ 103.000,00 Baseado nos tópicos apresentados, o processo de cálculos para definiro estoque final, fica da seguinte maneira: EF = EI + C – CV ou seja : R$ 300.000,00 + 70.000,00 – 103.000,00 = R$ 267.000,00 5 Passo: Após a definição do estoque final, é de fundamentalnecessidade que seja escriturado o referido inventário, transformando emquantidade baseado no custo unitário e logo em seguida teórico. Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da esq.p/dir. Heretiano e Cristiano CUSTO DEPARTAMENTAL Elaboramos uma análise de mão-de-obra de uma empresa de médioporte, onde existe uma composição dos departamentos, e que a mesmaprocura investir no homem para que haja o retorno do investimento de formaadequada, produzindo assim bons resultados para entidade.
  50. 50. 50 ABC-6 da Contabilidade(*) Produção: O valor produzido durante o mês, girou em torno de R$ 180.000,00 ( cento eoitenta mil reais), sendo que este resultado foi transferido para a conta Estoque deProdutos Acabados, contabilizado no ativo circulante, que será comercializado juntoao público e que provavelmente atenderá toda demanda prevista, de acordo complanejamento elaborado pela empresa. Os números apresentados são de formahipotética. MODELO DE RELATORIO FINANCEIRO A Empresa Comercial de Calçados Ltda. A/C Gerente Geral Ref.: Balancete março/2008 Sr. Antonio da Silva Nesta Prezado Senhor, Analisamos o contexto operacional da empresa, baseado no balanceteapresentado, do mês de fevereiro/2008, e após análise concluímos o que se segue: 1. Venda de Mercadoria – Apresentou crescimento na ordem de 35,32% (trinta ecinco, virgula trinta e dois por cento), em relação ao período anterior, considerado, umacomercialização de bom desempenho. Contudo, a venda a prazo, ficou em torno de 15,12%(quinze, vírgula doze por cento), taxa bastante relativa, em relação ao faturamento. 2. Mão-de-obra – Os custos comprometeram a receita em 27,15% (vinte esete, vírgula quinze por cento), já incluído os encargos sociais, consideradoequilibrado tal gerenciamento dos resultados. 3. Imobilizado – Equipamentos – Durante esse período a empresa, efetuoucompras de alguns computadores, atingindo valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais),para atender as necessidades da empresa. Este é nosso relatório, salvo outras interpretações. Heretiano Henrique Pereira Ger. Administrativo Financeiro
  51. 51. ABC-6 da Contabilidade 51 CAPITULO IV ENTIDADE FILANTROPICA CNPJ 00.000.000/000-00BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM 31.12.2007
  52. 52. 52 ABC-6 da Contabilidade ENTIDADE FILANTROPICA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO(*) As Demonstrações Financeiras devem ser apresentadas de forma comparativa, para seobservar se houve crescimento ou queda nos resultados, como também as contaspatrimoniais. Após essas análises de gerenciamento, se deve elaborar Relatóriocomentado, indicando seus respectivos indicadores.Tanto se deve medir mensalmente,quanto anualmente, esse cálculo dar-se o nome de análise vertical e horizontal.Lançamento do livro digitalTrajetórias de Vidas I Da esq.p/dir. Ana Néri, Heretiano e Osvaldo
  53. 53. ABC-6 da Contabilidade 53 Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da esq.p/dir. Rosileide e Gracinha ANÁLISES GERENCIAIS(*) Este quadro representa o comprometimento dos resultados negativos, em relação areceita bruta, toda e quaisquer empresa deve elaborar essas análises para se ter um bomgerenciamento dos negócios, observe os indicadores para fazer determinados comentáriosa respeito dos resultados. Os valores expressos são hipotéticos, apenas para referencialde relatórios. Portanto, de forma sintética, as taxas estão sendo padrão, informação quenunca poderá acontecer com relação as análises, porque sempre irá apresentar variaçõespara mais ou para menos.
  54. 54. 54 ABC-6 da Contabilidade PAÇO MUNICIPAL DE ANÁLISE DO QUADRO DE PESSOAL(*)O Departamento de Pessoal (DP) deve manter estatística da quantidade de funcionários,demonstrado por atividade, para que se possa mensurar com exatidão toda ainformação necessária para à sociedade, inclusive informando entradas e saídas ,para órgão do governo federal, através da CAGED. Assim sendo, se torna de fácilcompreensão o custo definido por secretaria. PAÇO MUNICIPAL DE ANÁLISE DO QUADRO DE PESSOAL
  55. 55. ABC-6 da Contabilidade 55 PAÇO MUNICIPAL DE ANÁLISE DO QUADRO DE PESSOAL EFETIVOPAÇO MUNICIPAL DE ANÁLISE DO QUADRO DE PESSOAL CONTRATADO PAÇO MUNICIPAL DE ANÁLISE DA MÃO-DE-OBRA
  56. 56. 56 ABC-6 da Contabilidade PAÇO MUNICIPAL DE ANÁLISE DA MAO-DE-OBRA COMPARATIVA(*) Os números apresentados são de caráter hipotético, apenas para amostragens decomo se deve proceder aos cálculos para seu entendimento, do desempenhoeconômico financeiro. E, que a sociedade deve solicitar informações de acordo com omodelo estatístico apresentado acima. PAÇO MUNICIPAL DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS/2007
  57. 57. ABC-6 da Contabilidade 57 TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS PAÇO MUNICIPAL DE BALANÇO ORÇAMENTÁRIO. R E C E I T A S.(*)O planejamento orçamentário é peça de fundamental importância para se medir ogerenciamento dos resultados, tanto negativos quanto positivos, e sempre apresentavariações para mais ou para menos, mas proporciona metas para serem alcançadas naárea administrativa.
  58. 58. 58 ABC-6 da Contabilidade PAÇO MUNICIPAL DE BALANÇO ORÇAMENTÁRIO/2007 D E S P E S A S. As nomenclaturas inseridas estão baseadas na Lei 4.320/64 de 17.03.1964e 6.404/76 de 15.12.1976, atendendo os princípios da LRF de nº 101/00.
  59. 59. ABC-6 da Contabilidade 59 EXERCÍCIO COM RESPOSTAS Estamos apresentando planilha com contas patrimoniais e resultados,de ativo e passivo, identificadas através do (x ) , se débito ou crédito.
  60. 60. 60 ABC-6 da Contabilidade EXERCÍCIO COM RESPOSTA Apresentamos aos nossos estudantes e profissionais, planilha para seuaprendizado, referentes contas patrimoniais e resultados, de ativo e passivo,assinalado, com (x).
  61. 61. ABC-6 da Contabilidade 61 INSTITUIÇÃO DE ENSINO CNPJ 00.000.000/000-00 CONTAS A RECEBER - CLIENTES(*) Deve-se elaborar informações comparativas com os exercícios anteriores. RESULTADOS OPERACIONAIS(*) A base de calculo do tributo é de 5% ( cinco por cento), referente ao ISS.
  62. 62. 62 ABC-6 da Contabilidade DESEMPENHO DAS CONTAS Ativo Fixo – Máquinas e Equipamentos- Esta registra o fato baseadoem compras, tanto a vista quanto a prazo, que irá contribuir para odesempenho tecnológico da entidade. Diferido – Despesas Pré-Operacinais – esta registra os fatos que servempara amortizações, quando na fase operacional da empresa. Amortização Acumulada – Despesas Pré-Operacionais – Esta recebevalores que serão utilizados diretamente no Custo de produção de despesasoperacionais, definido através de rateios, conhecido como distribuição de valores. CP -Custo de Produção – Este subgrupo absorve uma série de itens,para formação do produto, e na conclusão do processo, se transfere para aconta de estoque de produtos acabados, considerado no ativo circulante. CPV – Custo dos Produtos Vendidos – Para se calcular esse custo énecessário, por em evidencia a regra tradicional utilizado para seu calculo. E,que após a definição do estoque final, se deve efetuar o lançamento do registrocontábil, debitando custo dos produtos vendidos e creditando estoque deprodutos acabados. ROL – Esta representa o resultado, depois das deduções de vendas,como: tributos, abatimentos, devoluções, vendas canceladas etc. LOB – Esta apresenta saldo depois de deduzido o custo das vendas, deacordo com o que preceitua a legislação.
  63. 63. ABC-6 da Contabilidade 63 ANÁLISES DE ESTOQUES/2007/2006ANÁLISES COMPARATIVAS DE ESTOQUES
  64. 64. 64 ABC-6 da Contabilidade INSTITUIÇÃO DE ENSINO PRIVADO CNPJ 00.000.000/000-00 Folha de Pagamento x Custos Diretos e Indiretos Folha de Pagamento – O modelo está inserido no ABC 3 da Contabilidade,nas páginas de números 20 e 21, incluindo os cálculos do Custo por Atividade.Portanto, para transmitir maiores esclarecimentos, passamos a proceder algumasinformações, para seu conhecimento e aprendizado da matéria, como segue: (*) A análise do lado direito, é baseado no faturamento.
  65. 65. ABC-6 da Contabilidade 65 CÁLCULO DA HORA AULA DO PROFESSOR A matéria apresentada é uma amostragem de modelo de planilha decusto indicando como se deve calcular os custos variáveis ou direto dasInstituições de Ensino Privado, sendo que custo da mão-de-obra direta ficouem torno de R$ 7,78 ( sete reais e setenta e oito centavos ), a hs. aula. É, de fundamental necessidade que o Gestor procure mensurar todosos seus resultados durante o mês, para se obter indicadores definidos atravésde receita e mão-de-obra, proporcionando valores reais no desempenho daInstituição de Ensino. Os valores apresentados em nossos quadros,sãohipotéticos, apenas para representar modelos de como deve se elaborar. E,de acordo com as planilhas apresentadas, ficou definido um custo total porhora aula de R$ 28,60 (vinte e oito reais e sessenta centavos). Portanto, sugerimos que para se definir o preço da mensalidade énecessário que se procure elaborar uma planilha, admitindo a margem delucratividade através de indicadores, estabelecendo lucratividade prevista.Além do mais os fatos contábeis devem ser registrado baseado no regime decompetência.
  66. 66. 66 ABC-6 da Contabilidade PLANEJAMENTO x CONTROLE. ENTIDADES DE ENSINO PRIVADO Mark- UP MEMÓRIA DE CÁLCULO
  67. 67. ABC-6 da Contabilidade 67 DEPRECIAÇÃO ACELERADA BENS PATRIMONIAIS DO ATIVO – Quando a empresa procede areavaliação de seus bens. Poderá proceder a suas depreciações de formaacelerada, evitando assim maiores controles, e para seu entendimentoproduzimos os critérios a serem adotados abaixo: 1. Para turno de operação ( 8 horas )................................ .1,0 2 .Para turno de operação ( 16 horas)................................ .1,5 3.Para turno de operação (24 horas)................................ ..2,0 Exemplo: Equipamentos. Taxa normal..................................................................... 10% a.a. Taxa Acelerada: Para 2 (dois) turno ( 1,5 x 10 )............................................ 15% a.a Para 3 ( três ) turno ( 2,0 x 10 ).............................................20% a.a DOAR - ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS EMPREENDEDOR Para se constituir uma empresa de forma legal, é necessário que exista pessoas com os mesmos ideais. Portanto, antes de sua formação, se deve fazer pesquisa de mercado, baseado nos produtos que vão serem
  68. 68. 68 ABC-6 da Contabilidadecomercializado, onde outro item de fundamental importância é a localizaçãodo estabelecimento. Os sócios devem entender de alguns cálculos básicos parapoder entrar na fase operacional da empresa, sendo que a falta desseconhecimento dificulta a operacionalização, e que muitas das vezes acarreta aofechamento da empresa, atingindo praticamente 70% ( setenta por cento). Paraseu conhecimento, elaboramos tópicos para sua compreensão, como segue: 1.Estoque – Compras de mercadorias para comercialização, tanto a vistaquanto a prazo, e nunca esquecer qual o método do custo aplicado, e sempreobserva qual a taxa de lucratividade esperada. 2. Inventário – Nunca esquecer de elaborar seu inventario, tanto nofinal do mês quanto no final de exercício. 3. Custo das Mercadorias – Definir qual o tipo de custo que está sendopraticado, o ideal é que seja custo reposição, porque sempre acompanha o mercado: 4.Lucro Bruto – Sempre definir o preço de custo, para calcular o preçode venda e lucratividade esperada. 5 .Retorno do Investimento – Sempre calcular o retorno do capitalinvestido, onde de preferência, se deve observar o ativo patrimonial, e emquanto tempo resgatará o investimento. 6.Balancete – Nunca deixar de elaborar os dados analiticamente, parasuas análises, e tomada de decisões administrativas. 7. Balanço – No final do exercício, nunca deixar de elaborar suasdemonstrações financeiras, para definir sua lucratividade e retorno deinvestimento no ativo patrimonial e patrimônio liquido. 8. Impostos – Nunca deixar de fazer os recolhimentos dos tributos,porque a falta dos pagamentos acarreta multas relevantes para sua empresa. 9. Lucro Final – Após fazer o levantamento do balancete, se deveelaborar o balanço, definindo de forma transparente o seu resultadoeconômico financeiro.
  69. 69. ABC-6 da Contabilidade 69 CAPITULO V INCENTIVO FISCAL Para se fazer isenção fiscal da empresa, é necessário que exista todoum processo, junto ao Estado, que fica definido através de contrato. Portanto, para sua melhor compreensão, elaboramos alguns itens, queproduzem os lançamentos contábeis: 1. Saldo credor do ICMS..................................................R$ 100.000,00 1.1.Do Recolhimento do Imposto: D-ICMS a recolher C – Caixa ou Bancos c/movimentos..................................R$ 50.000,00 1.2. Do Depósito D-Depósito para Incentivo Fiscal – ICMS C – Caixa ou Bancos c/movimentos.............................. R$ 50.000,00 1.3. Da Reserva D- ICMS a Recolher C – Reserva de Incentivo Fiscal....................................... R$ 50.000,00 Resgate do Depósito: D – Caixa ou Bancos c/movimentos C – Depósito para Incentivo Fiscal – ICMS......................R$ 50.000,00 Ganho de Capital: Receita Financeira D – Caixa ou bancos c/movimentos C – Receita Financeira.........................................................R$ 2.000,00 Alteração do Capital – Aditivo D – Reserva de Incentivo Fiscal C – Capital Social............................................................. R$ 50.000,00
  70. 70. 70 ABC-6 da Contabilidade PLANEJAMENTO As empresas de modo geral devem processar seus planos orçamentários,para definir contas patrimoniais e resultados de ativo e passivo, inclusivedefinindo suas lucratividades a serem alcançadas pela empresa. A entidadequando não elabora essas demonstrações, muitas das vezes produzdesencontros de resultados, situação que se torna difícil de gerenciamento.Portanto, sugerimos, que não deixe de fundamentar seu orçamento empresarial. Quando na conclusão do exercício, deve-se proceder as análises dosresultados de ativo e passivo, definindo através de indicadores para melhorcompreensão, e emissão de relatórios comentados sobre os fatos. MODELO DE DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO INDÚSTRIANota: O Balanço Patrimonial e Resultado acompanha análise, porque é de fundamentalimportância, a elaboração de relatório comentado para tomada de decisõesadministrativas baseado nos indicadores, para sua melhor compreensão.
  71. 71. ABC-6 da Contabilidade 71 RELATORIO FINANCEIRO Analisamos o contexto da Demonstração de Resultado do exercício de 2007. Onde a qual está de acordo com os princípios estabelecido pelalegislação em vigor. Portanto, o relatório deve ser comentado baseado noreferido balanço, inclusive fazer comparação de valores com indicadores,observando suas variações se para mais ou para menos, justificando taisacontecimentos durante o exercício. A entidade deve elaborar quadro demonstrativo de sua mão-de-obra,por atividade, e em seguida comentar, se houve variação para mais ou paramenos,tanto apresentando valores e taxas, achamos de fundamentalimportância tal contextualização, para melhor desempenho gerencial. Este é nosso relatório, salvo outras interpretações. CUSTO DE PRODUÇÃO As empresas de modo geral, que não processam contabilidade, porquestões fiscais, omitindo exigência legal, devem procurar controlar seusresultados com eficiência, para poder definir seus custos. Portanto, para seuentendimento passamos a elaborar uma planilha com itens que compõe orespectivo resultado: Lembramos aos nossos contribuintes que quanto maioro custo, maior preço de venda, porque todos os itens são repassados, casocontrário, ficaria inviável a comercialização, que não apresentariamlucratividades. E, sim, apenas Reditos negativos, inviabilizando a expansãodo investimento.
  72. 72. 72 ABC-6 da ContabilidadeNota: Nunca deixar de proceder aos cálculos, mesmo sem existir registro dos FatosContábeis, porque se deve processar o gerenciamento dos resultados. FLUXO DE CAIXA As empresas devem processar todo o seu fluxo de papel, tantona entrada quanto na saída, conhecido como regime de caixa, a faltadesse reconhecimento provoca desencontro de dados e informações,para o gerenciamento da entidade. Portanto, nunca se deve deixar de
  73. 73. ABC-6 da Contabilidade 73fazer o acompanhamento dos saldos monetários, evitando assim,enganos e erros nos registro dos fatos. EXTRACAIXA Para que se tenham informações exatas é necessário que hajaregistro separadamente, principalmente nas entradas e saídas de recursosmonetários da empresa. Um dos fatores de relevância é a distinção doque é Caixa e Extracaixa. Após os reconhecimentos dos fatos, é defundamental importância, que seja elaborado todas as informações deentradas e saídas monetárias, tendo assim, uma análise, de todo contextooperacional da empresa. Quando as empresas não processam essas informações, dificultam ogerenciamento da entidade, e que muitas das vezes produz desvio de recursosde forma relevante, provocando prejuízo para entidade. MARCAS E PATENTES As empresas de modo geral devem fazer o registro (fato), do seu nome,para preservar sua marca , evitando registro por outro contribuinte. Esteregistro é de nível nacional, Quanto a patente, é quando existe invenção dealgum produto, ambos devem ser registrados no INPI (Instituto Nacional dePropriedade Industrial), que devem ser publicado pelo DOU ( Diário Oficialda União ), evitando registro por outro autor. RESCISÕES CONTRATUAIS As rescisões contratuais devem ser contabilizadas de acordo com cadadepartamento ou divisão, nunca contabilizar o valor bruto da rescisãodiretamente em uma só conta, porque dessa forma embaraça os resultadosdo ativo, e muitas das vezes contas do passivo patrimonial. Faça a apropriaçãodas contas de acordo com cada idem apresentado na rescisão.
  74. 74. 74 ABC-6 da Contabilidade PROVISÃO FGTS-PELP As entidades durante o exercício, devem registrar em suas contas deresultados do ativo, definidos de custos e despesas a provisão do FGTS alongo prazo, baseado numa taxa de 5,00% ( cinco por cento), que correspondea parte da multa rescisória, quando na saída do funcionário. Assim, sendocom o reconhecimento desse valor diminuímos os encargos fiscais, como:Imposto de renda e Contribuição Social, na área da UNIÃO, e ajustamos ascontas patrimoniais do passivo. Lembrar de que quando o salário aumenta,se deve providenciar o registro das variações. IMOBILIZADO DE PEQUENO VALOR As entidades quando adquire bens de pequeno valor, deve registrardiretamente em conta de resultado do ativo, de acordo com o que estabelecea legislação do imposto de renda pessoa jurídica., até porque é de difícilcontrole patrimonial. PROVISÃO 13 SALÁRIO As empresas devem registrar suas provisões uma taxa de 8,34% (oito,virgula trinta e quatro por cento), sobre a folha bruta de pagamento de cadamês, de acordo com o que estabelece os princípios de contabilidadegeralmente aceito, notadamente o regime de competência, onde com issoproduz resultados corretos, porém se deve distinguir o que é custo e despesa.Porém, quando o registro da provisão é maior do que o previsto, seu saldodeve ser transferido para conta de resultado do passivo, corrigindo assim aconta de provisão para o 13 salário. PROVISÃO DE FÉRIAS As entidades, mensalmente devem registrar em seus resultados de custoe despesas a provisão de férias, baseado a uma taxa de 11,12% (onze, virgula
  75. 75. ABC-6 da Contabilidade 75doze por cento), sobre o valor bruto da folha de pagamento, de maneira queos resultados correspondem a verdade, os registros são baseado no Regimede Competência. Nunca esquecer de sempre ajustar esta conta quando existeaumento de salários, em suas variações, sempre existirá saldo nesta conta,para atender pagamento de férias. PROVISÃO PARA COMISSÃO As empresas devem registrar em seus Resultados do ativo, precisamentena conta comissão, a provisão, quando na venda de produtos,e oumercadorias, independente de recebimento ou não, atendendo o regime decompetência, estabelecido pela legislação. Quando no pagamento deve-sedebitar esta conta, seu saldo sempre será credor. ou zero. Entretanto, existeoutro critério, transferir a comissão realizada para a conta comissões a pagar.
  76. 76. 76 ABC-6 da Contabilidade CAPITULO VI IMPOSTOS A RECUPERAR As empresas quando efetuam compras de produtos ou mercadorias paracomercialização, geralmente se utilizam os créditos sobre a referida operação,contudo, entendemos que esses valores são ganhos de capital, porque quandoa entidade for efetuar o pagamento do tributo será deduzido tal valor decrédito, que está contabilizado no ativo circulante, como saldo devedor. ANÁLISE DOS IMPOSTOSNota: Observar as guias de pagamentos, transferir para o quadro apresentado, e efetuaros cálculos dos indicadores, sobre a venda bruta do período. VARIAÇÃO CAMBIAL PASSIVO Esta é conta de resultado do ativo, e que representa Custo Financeironas operações de exportação e importação de produtos, mercadorias e
  77. 77. ABC-6 da Contabilidade 77serviços. Contudo no final de cada mês se deve medir quanto corresponde ataxa desse custo sobre a venda bruta. VARIAÇÃO CAMBIAL ATIVO Esta se traduz como conta de resultado do passivo, e que correspondeas transações internacionais, que provoca receita financeira, sendo quemensalmente deve ser mensurado sua taxa sobre as operações comerciaisde produtos, mercadorias e serviços. ESTABILIZAÇÃO ECONÔMICA Esta conta apresenta movimentação quando na mudança de moeda nopaís, porém seu resultado poder ser devedor ou credor, e depois serátransferido para a apuração do resultado no final do exercício. RESERVA DE EQUALIZAÇÃO Esta conta corresponde a antiga correção monetário, porém esta terminologiaé inserida nas cooperativas ( Lei- 5764/71). Matéria que sofreu alteração. RESULTADOS TRANSITORIOS Todas essas nomenclaturas, tanto de ativo quanto de passivo, significaque os resultados são passageiros, e que serão transferidos para a apuraçãodo resultado no final de cada exercício, sendo que seu saldo será zero. TIPOS DE TRIBUTAÇÃO LUCRO REAL – Este requer contabilidade plena, para que sejamelaboradas as Demonstrações Financeiras, que será inserido as Adições eExclusões, informando o lucro fiscal que é a base da tributação. Quanto aosfatos são de acordo com o que preceitua a legislação, baseado no regime decaixa e competência.
  78. 78. 78 ABC-6 da Contabilidade LUCRO PRESUMIDO – este é considerado um lucro com base de cálculo de8% (oito por cento), que serve para calcular os encargos fiscais, de imposto derenda e contribuição social, aplicando a taxa estabelecida pela legislação vigente. LUCRO ESTIMADO - Levam-se em consideração os mesmos critériosestabelecidos no lucro presumido. No entanto, quando no final do exercício, sedeve fazer o confronto do encargo real, e ajustar os respectivos recolhimentos. LUCRO ARBITRADO – Este é considerado quando a escrita contábilapresenta embaraço, com erros e enganos. Sendo que a legislação exige talprocedimento, para cálculo dos encargos fiscais. Contudo, os autos de infraçãosão levantados pelos técnicos do Tesouro Nacional ou Auditores. ERROS EM TERMINOLOGIAS Literalmente encontramos publicações das Demonstrações Financeiras(Balanço), com nomenclaturas pela metade, e que consideramos erro de altarelevância, principalmente para aqueles que se iniciam nos estudos da ciênciacontábil. Portanto, para sua melhor compreensão indicamos alguns tópicoscomo exemplos: 1. Venda 2. Estoque 3. Valores a Receber 4. Valores a Pagar 5. Consumode força 6. Reservas 7. Provisão 8. Venda de produtos e mercadorias 9. Vendade mercadorias e serviços 10. Venda de produtos e serviços 11. Capital ereservas, mercadorias e outros. Erros desta forma dificultam as referidas análises. Geralmente quando existem nomenclaturas sem a identificaçãocompleta, se deve informar através de notas explicativas, comentando areferida conta. Esse nosso ponto de vista deve ser levado em consideração,quando na elaboração das Demonstrações Financeiras. Essas terminologiasincompletas nos deixam sem condições de elaborar qualquer análise, e queachamos de fundamental importância para tomada de decisõesadministrativas.
  79. 79. ABC-6 da Contabilidade 79 Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas I Da esq.p/dir. Hariely, Ana Néri e Hemilana ANTIGA CORREÇÃO MONETARIA – DL 1598/77 As empresas em tempos atrás, quando no alto efeito inflacionário, corrigiamseus bens de acordo com indicadores apresentados pelo governo federal. Noentanto, quando os bens eram registrados no Ativo, debitava-se o próprio ativo ecreditava-se a conta de resultado da correção monetária. E, quando as obrigaçõeseram registradas no Patrimônio Líquido, creditava-se o mesmo e debitava-se aconta de resultado da correção monetária. Portanto, o saldo poderar ser credorou devedor, considerado resultado inflacionário. Discordamos da aplicação destametodologia, quando autorizava distribuição de lucros, sem que estivesse obtidoentradas de recursos monetários, provocando descapitalização da empresa.Portanto, sempre, fomos contrário aos métodos de distribuições de lucrosinflacionários, junto aos quotistas ou acionistas. PERÍODO INFLACIONÁRIO LANÇAMENTOS DA CORREÇÃO MONETÁRIA-DL 1598/77 1 . Ativo Permanente D – Imobilizado – descriminar C – Correção Monetária
  80. 80. 80 ABC-6 da Contabilidade 2. Patrimônio Líquido D – Correção Monetária C – Patrimônio Líquido – Descriminar 3. Patrimônio Líquido D – Prejuízo Acumulado C – Correção Monetária 4. Apuração da Correção Monetária D – C = Saldo Devedor = Redução de Lucro C – D = Saldo Credor = Lucro Inflacionário 5. Explicação: Observe que a movimentação não produz Entradas de RecursosMonetários, apenas corrige valores para equiparação ao preço de mercado.Portanto, sempre fomos contrário à distribuição de Resultados sobre LucroInflacionário. FORMULAS CONTÁBEIS 1 .(+) Ativo Patrimonial 2. (-) Passivo Patrimonial 3. (=) Patrimônio Liquida ou Patrimônio Social 1. (+) Passivo Resultado 2. (-) Ativo Resultado 3. (=) Lucro/Prejuízo 1. Ativo Operacional (Curto Prazo) Clientes Estoques 2. Passivo Operacional (Curto Prazo) Fornecedores Obrigações
  81. 81. ABC-6 da Contabilidade 81 FÉRIAS – FALTAS INJUSTIFICADAS Abaixo demonstramos através de planilha, o processo que sedesenvolve para calcular o período de férias, reduzindo faltas injustificadas,fato que muitas das vezes deve-se ajustar a conta provisão de férias,considerada no passivo circulante, porém as variações apresentadas não têmefeitos relevantes, nos resultados. Caso a empresa venha a levar emconsideração esses valores, se deve transferir a variação para conta deresultado do passivo, considerado de ganho de capital. CUSTO INTEGRADO Hoje com tecnologia avançada, temos condições de registrar osfatos contábeis de imediato em qualquer parte do país, desde que hajaestrutura organizacional para tais fins, porém damos como exemplo umaempresa comercial, que registra sua receita, entradas de recursos e baixano estoque (custo), ao mesmo tempo, proporcionando resultadoseficiente para a entidade.
  82. 82. 82 ABC-6 da Contabilidade MOVIMENTO DE DÉBITO E CRÉDITO MÉTODO DA SOMA DOS DIGITOS DOS ANOS Este método também é conhecido como Linear, portanto, écalculado da seguinte forma: a) Somam-se os algarismos que corresponde o número de anos devida útil do bem, como exemplificamos a seguir: b) 1 + 2 + 3 + 4 + 5 = 15 c) A soma dos dígitos será o denominador, porém o primeiro ano dedepreciação terá o maior valor, tendo em vista o equipamento não apresentardefeitos para reparos.
  83. 83. ABC-6 da Contabilidade 83 EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A Equivalência Patrimonial é calculada quando existe empresa coligadaou controladas de um determinado conglomerado empresarial.
  84. 84. 84 ABC-6 da Contabilidade MODELO DE BALANÇO PATRIMONIAL Estamos demonstrando um Balanço Patrimonial comparativo entreduas empresas, sendo que é de fundamental importância distinguir os cálculosde liquidez, para se observar qual das duas a melhor.
  85. 85. ABC-6 da Contabilidade 85 Lançamento do livro digital Trajetórias de Vidas ICerimonilalistaHemilana Pereira Da esq.p/dir. Patrocínio, João Martins, Hemilana e Fernando, representando o Reitor da UFPB MODELO DE DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
  86. 86. 86 ABC-6 da Contabilidade A empresa 1 se destaca com uma rentabilidade de 8,57% (oito, virgulacinqüenta e sete por cento), muito embora seu faturamento tenha sido menordo que a empresa 2, portanto, consideramos ambas com um bomdesempenho de lucratividade. PRAZOS MÉDIOS x ROTAÇÕES 1. Rotação de Estoque = 360 ou CMV PMRE Estoques 2. Rotação de Dupl. a Receber = 360 ou Vendas PMRV Duplicatas a Receber 3. Rotação de Fornecedores = 360 ou Compras PMPC Fornecedores NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO
  87. 87. ABC-6 da Contabilidade 87 MARGEM DE GIRO E RENTABILIDADE (%) 1. Vendas Líquidas Ativo Patrimonial 2. Lucro Líquido Vendas Brutas Respostas: 1. (=) Giro do Ativo 2. (=) Margem de Lucratividade EXEMPLO DE GERAÇÃO DE CAIXA Expressão em milhar R$ As planilhas que estamos apresentamos, para seu entendimento decomo se deve calcular a necessidade de capital de giro. Entretanto, os Recursosserão aplicados nas compras de estoques e Investimentos de Capital Fixo,de acordo com o que processamos em seguida:
  88. 88. 88 ABC-6 da Contabilidade
  89. 89. ABC-6 da Contabilidade 89 ANÁLISE DE BALANÇO As análises das Demonstrações Financeiras,é de formação cientifica,creada em 1914 por Alexandre Wall, por necessidade de observar aestrutura da empresa, em relação ao seu patrimônio, tanto de ativo quantode passivo, inclusive mensurando os resultados, definindo lucratividadeou prejuízos das entidades, Transformado em indicadores para melhorinterpretação do usuário. E, para se ter uma visão empresarial, através de indicadores, mostramosalguns itens para que sejam levados em consideração seus resultados, a saber: 1. Liquidez seca 2. Liquidez Corrente 3. Liquidez Global 4. Taxa de endividamento 5. Taxa de Solvência 6. Taxa de lucratividade bruta 7. Taxa de lucratividade Operacional líquida 8. Taxa de lucratividade liquida 9. Taxa do Retorno Operacional do Investimento 10. Taxa do Retorno do Patrimônio liquido 11. Taxa do comprometimento do custo sobre a receita 12. Taxa do comprometimento das despesas sobre a receita 13. Giro do ativo 14. Imobilização sobre o Patrimônio liquida 15. Giro do ativo Após a elaboração dos cálculos, deve-se definir de formacomparativa, para se observar as variações mais acentuadas, e proceder aseus comentários através de relatórios, que deve ser direcionado aoadministrador da empresa.
  90. 90. 90 ABC-6 da Contabilidade RENTABILIDADE x TRI O quadro acima demonstra com praticidade como se calcula a Taxa doRetorno do Investimento, que consideramos de fundamental importância paraqualquer investidor, logo em seguida se deve proceder os cálculos para definirem quanto tempo se recuperará o Investimento aplicado, e começar a obterlucro. Por outro lado lembramos aos nossos usuários que este cálculo éelaborado da seguinte maneira: Primeiro passo; Lucro Líquido (:) dividido pelofaturamento, igual à taxa de lucratividade, o segundo passo é Receita Líquida(:) dividida pelo ativo Patrimonial, que é igual ao Giro do Ativo, por último,multiplica o Lucro Líquido pelo Giro do Ativo, que é igual a Taxa do Retorno doInvestimento. E, para se obter o Tempo, divide 100 pela taxa do Lucro Líquidoou pela TRI. Levando em consideração a relação percentual (%).
  91. 91. ABC-6 da Contabilidade 91 CAPITULO VII S.A. SOCIEDADE ANÔNIMA PL – A constituição do capital social, é formado por títulos denominadosde ações, que se classificam em Preferenciais e Ordinárias, e que é consideradoo primeiro item do Patrimônio Líquido, que ora demonstramos a seguir: Capital Social (+) Capital Subscrito Capital Integralizado Reserva de Capital Reserva Legal Reserva de Reavaliação Reserva para Contingência Reserva para Incentivo Fiscal Reserva de Lucros Lucros/Prej. Acumulado Para se calcular o preço de cada AÇÃO, é necessário que se faça o cálculosde procedimentos , que ora demonstramos a seguir: 1. Capital Social: dividido pela quantidade de ações = preço de cada ação. 2. Patrimônio Líquido : dividido pela quantidade de ações = preçode cada ação. O Patrimônio líquido quando aumenta, as ações sofre aumento e quandodiminui, as ações sofrem quedas, lembrar que o termômetro dos valores dasações é o Patrimônio Líquido.
  92. 92. 92 ABC-6 da Contabilidade CONTABILIDADE INSTRUMENTO SOCIAL Um dos fatores que deve predominar na sociedade, para distinguirde forma relevante é o controle econômico financeiro, através daContabilidade, nascida igual com a humanidade, e que serve para controleda riqueza produzida pelo estado de direito, tanto na área patrimonial quantona área de resultados de ativo e passivo, ou seja, o que exige direitos eobrigações para com o individuo no meio da sociedade. O Estado requereficiência e eficácia na cobrança de seus impostos, onde se traduz de receitas,para que possa manter o equilíbrio e desenvolvimento da nação, girando asociedade em todos seus aspectos dinâmicos, com valores incorpóreos ecorpóreos. Contudo, no exercício de 2000, surge uma nova legislação no Estadodenominada de Lei de Responsabilidade Fiscal, através da LC 101/00, onde aqual efetuará um acompanhamento rígido das esferas: UNIÃO, ESTADO eMUNICIPIO, fazendo com que os Gestores procurem trabalhar comresponsabilidade com os recursos adquiridos da população. Assim sendo, esta legislação, com certeza produzirá efeitos relevantes,para as aplicações dos recursos, de forma transparente junto a sociedade,procurando efetuar investimentos e gastos de forma contundente com alegislação. E, para que você que faz parte desta sociedade, tenha alcance dasdiretrizes, passaremos a transmitir a contextualização da referida lei:
  93. 93. ABC-6 da Contabilidade 93 CUSTO DE PRODUÇÃO OU FABRICAÇÃO O Custo de Produção deve ser mensurado com valores acumulativos,para se ter o acompanhamento através de indicadores, onde com esseprocessamento, ao concluir as demonstrações financeiras no final do exercício,sabe-se quais a taxas utilizadas, referente a cada item de fabricação, e baseadonessas informações se deve emitir relatório comentando todo o desempenho.
  94. 94. 94 ABC-6 da Contabilidade ESTOQUE DA DIVIDA DE CONTRIBUINTES CADASTRO NACIONAL
  95. 95. ABC-6 da Contabilidade 95 COMPROMETIMENTO DA RECEITA Lembramos aos nossos contribuintes, que a matéria apresentada a paraque seja observado o montante da carga tributária estabelecida pelo Estado.Entretanto, vale lembrar que os referidos encargos recaí sobre a sociedade,elevando o custo dos produtos, mercadorias e serviços. As informações devemser baseadas no regime de caixa.
  96. 96. 96 ABC-6 da Contabilidade RECEITA DA UNIÃOObs: Os itens de 1 a 1.9, devem serem informado de forma regionalizada CLASSIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO
  97. 97. ABC-6 da Contabilidade 97 PLANEJAMENTO x CONTROLE 1-1/2 Expressão em Bilhar/Milhar ($) - Quantitativo/QualitativoA matéria apresentada , está baseado no Art. 5, IX de acordo com a CF/88., Que defineliberdade de expressão intelectual.
  98. 98. 98 ABC-6 da Contabilidade PLANEJAMENTO x CONTROLE Expressão Bilhar/Milhar - Quantitativo/QualitativoA matéria apresentada , está baseado no Art. 5, IX de acordo com CF/88, que defineliberdade de expressão intelectual
  99. 99. ABC-6 da Contabilidade 99 PLANEJAMENTO x CONTROLE 2 – 1/2 INFORME REGIONALIZADOQuantitativo/Qualitativo $ - EXERCÍCIO - 2007
  100. 100. 100 ABC-6 da Contabilidade PLANEJAMENTO x CONTROLE 2 - 2/2 INFORME REGIONALIZADO Quantitativo/Qualitativo $ - EXERCÍCIO - 2007A matéria apresentada , está baseado no Art. 5, IX de acordo com CF/88, que defineliberdade de expressão intelectual
  101. 101. ABC-6 da Contabilidade 101 PLANEJAMENTO x CONTROLE -3 -1/1 INFORME REGIONALIZADO - Quantitativo/Qualitativo ($)Nota: A matéria apresentada está de acordo com o Art. 5, IX da CF/88
  102. 102. 102 ABC-6 da Contabilidade PLANEJAMENTO x CONTROLE-4 - 1/2 INFORME REGIONALIZADO - Quantitativo/Qualitativo ($)
  103. 103. ABC-6 da Contabilidade 103 PLANEJAMENTO x CONTROLE-4 - 2/2 INFORME REGIONALIZADO - Quantitativo/Qualitativo ($)Nota: Marinha e Aeronáutica – Quando no registro do Patrimônio, devem comunicar deimediato a Receita Federal do Brasil., para que haja confronto com a Declaração doImposto de Renda Pessoa Jurídica ou Física.
  104. 104. 104 ABC-6 da Contabilidade LIMITES DA DESPESA TOTAL COM PESSOAL ( ART. 201 – SINTESE ) Lançamento do livro digital Trajetórias de Vida I Da esq.p/dir. Patrocínio, João Martins, Hemilana e Sebastião Da esq.p/dir. o autor Heretiano e Cristiano
  105. 105. ABC-6 da Contabilidade 105 CAPITULO VIII LEI COMPLEMENTAR N/101, DE 4 DE MAIO DE 2000 Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidadena gestão fiscal e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 Esta Lei Complementar estabelece normas de finanças públicasvoltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, com amparo no Capítulo IIdo Título VI da Constituição. § 1 A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada etransparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetaro equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas deresultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições noque tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, daseguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações decrédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscriçãoem Restos a Pagar. § 2 As disposições desta Lei Complementar obrigam a União, os Estados,o Distrito Federal e os Municípios. § 3 Nas referências:

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