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ObjetivoAtravés de matrizes de decisão, definir as melhores técnicas para transposição     de obstáculos por faixas de dut...
Metodologia      Pesquisa e definição dos Obstáculos, Técnicas e Variáveis                           Alimentação do       ...
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Métodos analíticos para tomada de decisão                   em cenários complexosAHP – Analytic Hierarquic Process – Proce...
AHP – Analityc Hierarquic Process       Fonte : O Autor / 2010
ANP – Analityc Network Process     Fonte : O Autor / 2010
Fundamentação dos métodos  Escala fundamental de Saaty    Comparação “par a par”Definição de prioridades relativas     Índ...
Escala FundamentalFonte : Colin / 2009
Comparação par a par    Aplicando a comparação par a par para a escolha da técnica para transposição    de rios em relação...
Prioridades RelativasNormalização da matriz através da equação : wi (Cj) = Cij / ∑ Cij, com ∑ Cij variando de 1 a mVetor d...
Quociente de ConsistênciaEstimativa Quociente de Consistência : wi (Cj) = Cij / ∑ Cij, com ∑ Cij variando de 1 a m        ...
Índice de Consistência                MATRIZ INDICADORES PARES DE TÉCNICA x VETOR DE PRIORIDADES         Vetor de         ...
Repetição da metodologiaPara todo par comparativo repete-se o procedimento descrito.Utilização do software SuperDecisions ...
SoftwareFonte : O Autor / 2010
SoftwareFonte : O Autor / 2010Fonte : O Autor / 2010
SoftwareFonte : O Autor / 2010
SoftwareFonte : O Autor / 2010
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Demonstrativo de comparações par a par - AHP                                                                     Comparaçã...
Demonstrativo de comparações par a par - ANP    ANP - Áreas Alagadas e/ou Suscetíveis à Inundação               Matrizes g...
Demonstrativo de comparações par a par - ANP     ANP Cruzamentos                                                Matrizes g...
Demonstrativo de comparações par a par - ANP                                                                              ...
Quadro comparativo AHP x ANP                                     Comparação par a par - AHP x ANP                         ...
Resultados – Transposição de Áreas Alagadas                e/ou Suscetíveis à Inundação                                   ...
Resultados – Transposição de Áreas Alagadas                e/ou Suscetíveis à Inundação                         ANP - Técn...
Resultados – Transposição de Áreas Alagadas                e/ou Suscetíveis à Inundação                        AHP - Técni...
Resultados – Travessia de rios                                                       Influência das variáveis - "vetor de ...
Resultados – Travessia de rios                  ANP - Técnica para transposição de Rios                                   ...
Resultados – Travessia de rios               AHP - Técnica para transposição de Rios                                    56...
Resultados – Transposição de vias                                                  Influência das variáveis - "vetor de pr...
Resultados – Transposição de vias                         ANP - Técnica para transposição de Vias                         ...
Resultados – Transposição de vias                        AHP - Técnica para transposição de Vias              23,85%      ...
ConclusõesPara transposição de áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação, a técnicaJaqueta de concreto é a mais utilizad...
RecomendaçõesAs variáveis analisadas neste trabalho devem ser consideradas na avaliação detécnica viável para transposição...
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  1. 1. MÉTODOS ANALÍTICOS PARA TOMADA DE DECISÃO NATRANSPOSIÇÃO DE OBSTÁCULOS POR FAIXAS DE DUTOS Eng Civil Fabio Vinicius Fontoura Gil
  2. 2. Dutovias no mundo Dutovias no mundo 440.000 300.000 240.000 48.000 29.000 21.0007.761.475 km² 17.075.400 km² 9.984.670 km² 1.958.201 km² 3.761.274 km² 8.514.877 km² EUA Rússia Canadá México Argentina Brasil Fonte : Petróleo Brasileiro SA / 2010 Brasil x Argentina – área territorial 2,26 vezes maior / malha dutoviária 1,39 vezes menorBrasil x EUA – área territorial 1,1 vezes maior / malha dutoviária 20,95 vezes menor
  3. 3. Transporte de cargas no Brasil Transporte de cargas no Brasil Atual 202058% 33% 32% 29% 25% 13% 3,60% 5% 0,40% 1%Rodoviário Ferroviário Aquaviário Dutoviário Aéreo Fonte : Ministério dos Transportes / 2010
  4. 4. ObjetivoAtravés de matrizes de decisão, definir as melhores técnicas para transposição de obstáculos por faixas de dutos, considerando variáveis e técnicas pré- estabelecidas
  5. 5. Metodologia Pesquisa e definição dos Obstáculos, Técnicas e Variáveis Alimentação do Obtenção deDesenvolvimento Software dados teórico -Definição de -Matriz Vetor de - Descrição dos relações hierárquicas Prioridades; obstáculos / e em rede; -Índice devariáveis e técnicas. - Comparações par a Consistência. par. Análise dos resultados Considerações finais
  6. 6. Obstáculos a serem transpostosÁreas Alagadas e/ou Suscetíveis à Inundação Rios / Canais / Lagos / Lagoas Fonte : Google Earth / 2010 Fonte : Internet / 2010 Vias de Acesso Fonte : Google Earth / 2010
  7. 7. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação Técnica : Jaqueta de concreto armado Vantagem : facilita construtibilidade Desvantagem : não sustentável Fonte : O Autor / 2010
  8. 8. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação Técnica : Sela Vantagem : não observada Desvantagem : não sustentável / rigidez constante Fonte : Petróleo Brasileiro SA / 2010
  9. 9. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação Técnica : Tirante Fonte : O Autor/ 2010 Vantagem : não Desvantagem : riscos observada de instabilidade
  10. 10. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação Técnica : Geotexteis (Pipesak) Vantagem : sustentabilidade Desvantagem : dificuldade construtiva Fonte : www.pipesak.com / 2010
  11. 11. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação Técnica : Solo de reaterro Fonte : O Autor / 2010 Vantagem : não Desvantagem : riscos observada de instabilidade
  12. 12. Variáveis para áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação Variáveis relevantes que interferem na definição das técnicas : Estabilidade à Construtibilidade flutuação Sustentabilidade Tipo de Área negativa Proximidade com Manutenção Operacionalidade grandes centros
  13. 13. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Rios / canais / lagos / lagoas Técnica : Travessia subterrânea Vantagem : Custo Desvantagem : Limitada a regimes laminares Fonte : GDK Engenharia / 2010
  14. 14. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Rios / canais / lagos / lagoas Técnica : Travessia por furo direcional Fonte : Petróleo Brasileiro SA / 2010 Vantagem : Desvantagem : custo sustentabilidade
  15. 15. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Rios / canais / lagos / lagoas Técnica : Travessia aérea Vantagem : Independe de solo, extensão, regime escoamento Desvantagem : construtibilidade / vandalismo / intempéries Fonte : Petróleo Brasileiro SA / 2010
  16. 16. Variáveis para rios / canais / lagos / lagoasVariáveis relevantes que interferem na definição das técnicas : Regime deConstrutibilidade Custo Sustentabilidade Escoamento Tipo de Área Operacionalidade Manutenção Extensão da Formação do Leito Travessia
  17. 17. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Vias de acesso Técnica : Vala Vantagem : custo Desvantagem : danos à vias pavimentadas / fluxo veículos Fonte : Petróleo Brasileiro SA / 2010
  18. 18. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Vias de acesso Técnica : Pipe Jacking With Auger Boring (“Boring”) Vantagem : não inteferência fluxo veículos Desvantagem : não observadas Fonte : Petróleo Brasileiro SA / 2010
  19. 19. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Vias de acesso Técnica : Percussive Moling (“Cravação”) Vantagem : não inteferência fluxo veículos Desvantagem : não observadas Fonte : Petróleo Brasileiro SA / 2010
  20. 20. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Vias de acesso Técnica : Túnel Vantagem : não observada Desvantagem : custo Fonte : Liderroll / 2010
  21. 21. Técnicas aplicadas à transposição de obstáculos Obstáculo : Vias de acesso Técnica : Cruzamento por furo direcional Fonte : Engebras / 2010 Vantagem : Desvantagem : custo sustentabilidade
  22. 22. Métodos analíticos para tomada de decisão em cenários complexosAHP – Analytic Hierarquic Process – Processo Analítico Hierárquico – consistena divisão de problemas complexos que são simplificados por meio de divisãoem níveis hierárquicos onde as variáveis de um nível se relacionam com asvariáveis do próximo nível.ANP – Analytic Network Process – Processo Analítico em Rede – consiste nadivisão de problemas complexos que são simplificados por meio de divisão emníveis hierárquicos onde as variáveis de um nível se relacionam entre si etambém com as variáveis do próximo nível.
  23. 23. AHP – Analityc Hierarquic Process Fonte : O Autor / 2010
  24. 24. ANP – Analityc Network Process Fonte : O Autor / 2010
  25. 25. Fundamentação dos métodos Escala fundamental de Saaty Comparação “par a par”Definição de prioridades relativas Índice de consistência
  26. 26. Escala FundamentalFonte : Colin / 2009
  27. 27. Comparação par a par Aplicando a comparação par a par para a escolha da técnica para transposição de rios em relação a variável Custo, tendo : • Travessia Subterrânea : R$ 96,12 / metro; • Travessia Aérea : R$ 112,14 / metro; • Travessia por Furo Direcional : R$ 160,20 / metro. Escala de Comparação de TécnicasÍndice O primeiro fator é ..... ao segundo fator 1 Igualmente preferível 2 Igualmente a moderadamente preferível 3 Moderadamente preferível COMPARAÇÃO ENTRE OS PARES DE TÉCNICAS 4 Moderadamente a fortemente preferível Subterrânea Aérea Furo 5 Fortemente preferível 6 Fortemente a muito fortemente preferível Subterrânea 1,00 0,50 0,17 7 Muito fortemente preferível Aérea 2,00 1,00 0,25 8 Muito fortemente a extremamente preferível Furo 6,00 4,00 1,00 9 Extremamente preferível ∑ 9,00 5,50 1,42
  28. 28. Prioridades RelativasNormalização da matriz através da equação : wi (Cj) = Cij / ∑ Cij, com ∑ Cij variando de 1 a mVetor de prioridades : w (Cj) = ∑ wi (Cj) / m, com ∑ wi (Cj) variando de 1 a m COMPARAÇÃO ENTRE OS PARES DE TÉCNICAS Subterrânea Aérea Furo Subterrânea 1,00 0,50 0,17 Aérea 2,00 1,00 0,25 Furo 6,00 4,00 1,00 ∑ 9,00 5,50 1,42 MATRIZ NORMALIZADA ENTRE OS PARES DE TÉCNICAS Subterrânea Aérea Furo Vetor de Prioridades Subterrânea 0,1111 0,0909 0,1176 0,1066 Aérea 0,2222 0,1818 0,1765 0,1935 Furo 0,6667 0,7273 0,7059 0,6999
  29. 29. Quociente de ConsistênciaEstimativa Quociente de Consistência : wi (Cj) = Cij / ∑ Cij, com ∑ Cij variando de 1 a m MATRIZ INDICADORES PARES DE TÉCNICA x VETOR DE PRIORIDADES Vetor de Estimativa Quociente de Subterrânea Aérea Furo Prioridades ConsistênciaSubterrânea 1,00 0,50 0,17 0,1066 0,3200 x Aérea 2,00 1,00 0,25 0,1935 0,5816 Furo 6,00 4,00 1,00 0,6999 2,1133
  30. 30. Índice de Consistência MATRIZ INDICADORES PARES DE TÉCNICA x VETOR DE PRIORIDADES Vetor de Estimativa Quociente de Prioridades Consistência 0,1066 0,3200 3,0028 0,1935 / 0,5816 3,0056 0,6999 2,1133 3,0192 Índice de Consistência máximo => 3,0092Sendo n = 3 (matriz 3 linhas x 3 colunas) temos, conforme tabela 2, ICA = 0,52 : ICAs em função da ordem da matriz n 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ICA 0 0 0,52 0,89 1,11 1,25 1,35 1,4 1,45 1,49Pela equação => IC = [(lmáx – n) / (n-1)], temos IC= [(3,0092-3) / (3-1)] => 0,0046 < 0,1logo os valores são aceitáveis.
  31. 31. Repetição da metodologiaPara todo par comparativo repete-se o procedimento descrito.Utilização do software SuperDecisions para o cálculo matricial, desenvolvido peloProfessor Dr Thomas Saaty, Universidade de PittsburghUtilizado por entidades como :• Arms Control and Disarmament Agency in Washington;• Universidade de Yale;• IME – Instituto Militar de Engenharia• UNESP – Universidade do Estado de São Paulo• Empresas Aeroespaciais Fonte : www.superdecisions.com / 2010
  32. 32. SoftwareFonte : O Autor / 2010
  33. 33. SoftwareFonte : O Autor / 2010Fonte : O Autor / 2010
  34. 34. SoftwareFonte : O Autor / 2010
  35. 35. SoftwareFonte : O Autor / 2010
  36. 36. SoftwareFonte : O Autor / 2010
  37. 37. Demonstrativo de comparações par a par - AHP Comparação AHP - Áreas Alagadas e/ou Suscetíveis à Inundação par a par Ordem Total de Matrizes Obstáculo x Variáveis 1 7x7 4 Construtibilidade x Técnicas 1 5x5 4 Estabilidade x Técnicas 1 5x5 4 Manutenção x Técnicas 1 5x5 4 Variáveis x Técnicas Operacionalidade x Técnicas 1 5x5 4 Proximidade x Técnicas 1 5x5 4 Sustentabilidade x Técnicas 1 5x5 4 Área x Técnicas 1 5x5 4 32 AHP Cruzamentos Matrizes geradas Ordem Total de Matrizes Obstáculo x Variáveis 1 6x6 4 Construtibilidade x Técnicas 1 5x5 4 Custo x Técnicas 1 5x5 4 Manutenção x Técnicas 1 5x5 4 Variáveis x Técnicas Operacionalidade x Técnicas 1 5x5 4 Pavimentação x Técnicas 1 5x5 4 Solo x Técnicas 1 5x5 4 28 AHP Travessias Matrizes geradas Ordem Total de Matrizes Obstáculo x Variáveis 1 9x9 4 Construtibilidade x Técnicas 1 3x3 4 Custo x Técnicas 1 3x3 4 Manutenção x Técnicas 1 3x3 4 Variáveis x Técnicas Operacionalidade x Técnicas 1 3x3 4 Extensão Travessia x Técnicas 1 3x3 4 Formação do Leito x Técnicas 1 3x3 4 Regime de escoamento x Técnicas 1 3x3 4 Sustentabilidade x Técnicas 1 3x3 4 Tipo de Área x Técnicas 1 3x3 4 40
  38. 38. Demonstrativo de comparações par a par - ANP ANP - Áreas Alagadas e/ou Suscetíveis à Inundação Matrizes geradas Ordem Total de Matrizes Obstáculo x Variáveis 1 7x7 4 Construtibilidade x Variáveis 1 3x3 4 Variáveis x Variáveis Tipo de Área x Variáveis 1 3x3 4 2 5x5 4 Construtibilidade x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Estabilidade x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Manutenção x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Variáveis x Técnicas Operacionalidade x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Proximidade x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Sustentabilidade x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Tipo de Área x Técnicas 5 2x2 4 68 Fonte : O Autor / 2010
  39. 39. Demonstrativo de comparações par a par - ANP ANP Cruzamentos Matrizes geradas Ordem Total de Matrizes Obstáculo x Variáveis 1 6x6 4 Variáveis x Variáveis Construtibilidade x Variáveis 1 3x3 4 2 5x5 4 Construtibilidade x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Custo x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Manutenção x Técnicas 5 2x2 4 Variáveis x Técnicas 2 5x5 4 Operacionalidade x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Pavimentação x Técnicas 5 2x2 4 2 5x5 4 Solo x Técnicas 5 2x2 4 56 Fonte : O Autor / 2010
  40. 40. Demonstrativo de comparações par a par - ANP Matrizes Total de ANP - Travessias Ordem geradas Matrizes Obstáculo x Variáveis 1 9x9 4 Variáveis x Variáveis Construtibilidade x Variáveis 1 4x4 4 2 3x3 4 Construtibilidade x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Custo x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Extensão da Travessia x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Formação do Leito x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Variáveis x Técnicas Manutenção x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Operacionalidade x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Regime de Escoamento x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Sustentabilidade x Técnicas 3 2x2 4 2 3x3 4 Tipo de Área x Técnicas 3 2x2 4 80 Fonte : O Autor / 2010
  41. 41. Quadro comparativo AHP x ANP Comparação par a par - AHP x ANP 80 68 56Valores 40 32 28 Áreas Alagadas e/ou Rios / Canais / Lagos / Lagoas Vias de acesso Suscetíveis à Inundação AHP 32 40 28 ANP 68 80 56 Fonte : O Autor / 2010
  42. 42. Resultados – Transposição de Áreas Alagadas e/ou Suscetíveis à Inundação Influência das variáveis – “vetor de prioridades” 33,83% 32,49% Tendência Probabilística 12,55% 6,48% 6,70% 4,62% 3,32% Construtibili Operacionali Sustentabilid Estabilidade Manutenção Proximidade Area dade dade ade % 4,62% 33,83% 3,32% 12,55% 6,48% 32,49% 6,70% Fonte : O Autor / 2010
  43. 43. Resultados – Transposição de Áreas Alagadas e/ou Suscetíveis à Inundação ANP - Técnica para transposição de Áreas Alagadas 27,85% 23,00% 16,18% 16,42% 16,55% Valores Jaqueta de Pipe Sak Sela Tirante Reaterro Concreto % 23,00% 27,85% 16,18% 16,42% 16,55% Fonte : O Autor / 2010
  44. 44. Resultados – Transposição de Áreas Alagadas e/ou Suscetíveis à Inundação AHP - Técnica para transposição de Áreas Alagadas 30,17% 23,45% 19,58% Valores 13,40% 13,40% Jaqueta de Pipe Sak Sela Tirante Reaterro Concreto % 30,17% 23,45% 19,58% 13,40% 13,40% Fonte : O Autor / 2010
  45. 45. Resultados – Travessia de rios Influência das variáveis - "vetor de prioridades" 28,00% 26,05%Tendência Probabilística 10,90% 9,68% 7,93% 7,95% 3,66% 3,53% 2,31% Construtibili Extensão Formação Manutençã Operacional Regime Sustentabili Tipo de Custo dade Travessia Leito o idade Escoamento dade Área % 3,66% 3,53% 7,93% 7,95% 2,31% 26,05% 10,90% 28,00% 9,68% Fonte : O Autor / 2010
  46. 46. Resultados – Travessia de rios ANP - Técnica para transposição de Rios 40,63% 30,15% 29,22%Valores Subterrânea Furo Direcional Aérea % 30,15% 40,63% 29,22% Fonte : O Autor / 2010
  47. 47. Resultados – Travessia de rios AHP - Técnica para transposição de Rios 56,31%Valores 23,33% 20,36% Subterrânea Furo Direcional Aérea % 20,36% 56,31% 23,33% Fonte : O Autor / 2010
  48. 48. Resultados – Transposição de vias Influência das variáveis - "vetor de prioridades" 42,69%Tendência Probabilística 19,68% 17,15% 8,28% 8,30% 3,90% Construtibilidad Operacionalida Custo Manutenção Pavimentação Solo e de % 8,28% 8,30% 3,90% 42,69% 19,68% 17,15% Fonte : O Autor / 2010
  49. 49. Resultados – Transposição de vias ANP - Técnica para transposição de Vias 33,02% 33,02%Valores 15,06% 9,45% 9,45% Vala Boring Cravação Túnel Furo Direcional % 15,06% 33,02% 33,02% 9,45% 9,45% Fonte : O Autor / 2010
  50. 50. Resultados – Transposição de vias AHP - Técnica para transposição de Vias 23,85% 22,72% 22,72% 15,73%Valores 14,98% Furo Vala Boring Cravação Túnel Direcional % 23,85% 22,72% 22,72% 15,73% 14,98% Fonte : O Autor / 2010
  51. 51. ConclusõesPara transposição de áreas alagadas e/ou suscetíveis à inundação, a técnicaJaqueta de concreto é a mais utilizada por projetistas e construtores. Naaplicação de métodos de tomada de decisão observou-se maior viabilidade datécnica PipeSak devido ao fato desta “alta sustentabilidade”;Prefere-se o Processo Analítico em Rede ao Processo AnalíticoHierárquico, visto que este permite análise de variáveis heterogêneas. Emvirtude do maior número de combinações par a par, considera-se que seusresultados são mais consistentes;Os softwares para tomada de decisão em cenários complexos auxiliam noscálculos, fornecem exatidão e redução de tempo;
  52. 52. RecomendaçõesAs variáveis analisadas neste trabalho devem ser consideradas na avaliação detécnica viável para transposição de obstáculos por faixas de dutos;Outros métodos de tomada de decisão em cenários complexos, tais como“árvores de decisão”, “mapas mentais”, “teoria dos jogos”, podem ser utilizadospara escolha de técnica na transposição de obstáculos por faixas de dutos;A definição da técnica por meio de métodos matemáticos não substitui osprocedimentos de investigação “in loco”.
  53. 53. F I M

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