Cidade, território e espaços barrocos no Estado Moderno <ul><li>prof. Eduardo Geraldes </li></ul>
1.Premissas <ul><li>relações características entre sistemas políticos  e o espaço produzido </li></ul><ul><li>a cidade com...
2. Alcance e limites <ul><li>Breve contextualização  </li></ul><ul><li>Teorias do Barroco </li></ul><ul><li>Cidade e espaç...
<ul><li>&quot;E quem se torna senhor de uma cidade acostumada a viver livre e não a destrói, que aguarde ser destruído por...
3.O Estado Moderno <ul><li>as relações sociais possuem atributos próprios e independentes  </li></ul><ul><li>a sociedade:c...
4. O Barroco <ul><li>italiano-  barocchio : trapaça </li></ul><ul><li>português- pérola defeituosa, imperfeita; jóia falsa...
5. Teorias do Barroco <ul><li>A complexidade analítica do movimento não permite soluções fáceis </li></ul><ul><li>Rejeição...
5.a- Corrente genético-formal <ul><li>Max Dvorak: as formas e estilos seguem uma lógica contextual intrínseca </li></ul><u...
<ul><li>integração visual do observador ao espaço pictórico  </li></ul><ul><li>passagem da superfície à profundidade </li>...
5.b- corrente genético-social <ul><li>Weisbach: contra-reforma- a manipulação da forma como sedução sensorial e contraste ...
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6. A Arquitetura <ul><li>&quot;O Barroco é a libertação espacial, é a libertação mental das regras dos tratadistas, das co...
7. A contra-reforma <ul><li>A instrumentalização da arte a serviço da fé </li></ul><ul><li>A imagem como mediadora </li></...
8. A cidade prof. Eduardo Geraldes
Praça de São Pedro (sec.XIX) Roma: o espaço barroco prof. Eduardo Geraldes
prof. Eduardo Geraldes
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Parc De Vaux Paris: o grande século prof. Eduardo Geraldes
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Versailles prof. Eduardo Geraldes
Text Text Place D’auphine prof. Eduardo Geraldes
Place Vendome prof. Eduardo Geraldes
9. Uma síntese possível <ul><li>dualidades e incertezas:  poder divino x poder humano </li></ul><ul><li>o espaço cênico: r...
10. Inferências/ reflexões/ provocações <ul><li>&quot; O espetáculo é o discurso ininterrupto que a ordem atual faz a resp...
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Cidade, Território e Espaços Barrocos No Estado Moderno

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Cidade, território e espaços barrocos no Estado Moderno: idéias, reflexões e inferências. Roteiro

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Cidade, Território e Espaços Barrocos No Estado Moderno

  1. 1. Cidade, território e espaços barrocos no Estado Moderno <ul><li>prof. Eduardo Geraldes </li></ul>
  2. 2. 1.Premissas <ul><li>relações características entre sistemas políticos e o espaço produzido </li></ul><ul><li>a cidade como categoria analítica </li></ul><ul><li>estabelecimento de parâmetros gerais </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  3. 3. 2. Alcance e limites <ul><li>Breve contextualização </li></ul><ul><li>Teorias do Barroco </li></ul><ul><li>Cidade e espaço </li></ul><ul><li>inferências- reflexões- provocações </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  4. 4. <ul><li>&quot;E quem se torna senhor de uma cidade acostumada a viver livre e não a destrói, que aguarde ser destruído por ela, porque ela sempre tem como refúgio de suas rebeliões a palavra liberdade e seus velhos costumes, os quais nem pela extensão do tempo nem por nenhum benefício serão jamais esquecidos.&quot; (Maquiavel - O príncipe) </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  5. 5. 3.O Estado Moderno <ul><li>as relações sociais possuem atributos próprios e independentes </li></ul><ul><li>a sociedade:condições econômicas e políticas </li></ul><ul><li>ciência política </li></ul><ul><li>legitimação popular e instituições representativas </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  6. 6. 4. O Barroco <ul><li>italiano- barocchio : trapaça </li></ul><ul><li>português- pérola defeituosa, imperfeita; jóia falsa </li></ul><ul><li>filosofia: 4º modo do silogismo escolástico . premissa universal afrimativa . premissa particular negativa . conclusão particular negativa &quot; Todo homem é animal; algumas pedras não são animais; logo, algumas pedras não são homens&quot; (Pedro Hispano, Summ. log. 4.11) </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  7. 7. 5. Teorias do Barroco <ul><li>A complexidade analítica do movimento não permite soluções fáceis </li></ul><ul><li>Rejeição de uma definição por contraste/ ruptura </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  8. 8. 5.a- Corrente genético-formal <ul><li>Max Dvorak: as formas e estilos seguem uma lógica contextual intrínseca </li></ul><ul><li>Wolfflin: Negação das referências e marcos cronológicos:domínio da forma sobre o contexto. .pictórico- tridimensional- formas abertas- unidade-clareza relativa </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  9. 9. <ul><li>integração visual do observador ao espaço pictórico </li></ul><ul><li>passagem da superfície à profundidade </li></ul><ul><li>oposições formas abertas x fechadas </li></ul><ul><li>passagem da multiplicidade à unidade </li></ul><ul><li>clareza relativa </li></ul>5.a- Corrente genético-formal (cont.) prof. Eduardo Geraldes
  10. 10. 5.b- corrente genético-social <ul><li>Weisbach: contra-reforma- a manipulação da forma como sedução sensorial e contraste à austeridade protestante </li></ul><ul><li>Ballet: absolutismo - a manipulação da forma como símbolo de poder absoluto : a beleza como superioridade; violação da razão pela emoção </li></ul><ul><li>Hauser: particularidades culturais </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  11. 11. <ul><li>&quot;A marca distintiva da era do Barroco é o método de pensar e sentir nela prevalescentes; sua principal feição, o desenvolvimento de uma específica categoria de universalidade. ... isto manifesta-se como um novo poder de moldar o espaço e alcançar um todo surpreendente e uno... . Mas, digno de nota é que em todos os setores, os métodos e maneiras de sentir barrocas tenham sobrevivido até que a desintegração causada pela idade industrial surgisse e trouxesse consigo uma temporária destruição do ponto-de-vista-universal&quot;. (GIEDION, 1949: 46) </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  12. 12. 6. A Arquitetura <ul><li>&quot;O Barroco é a libertação espacial, é a libertação mental das regras dos tratadistas, das convenções, da geometria elementar e da estaticidade, é a libertação da simetria e da antítese entre espaços interior e exterior. Por esta sua vontade de libertação, o barroco assume um significado psicológico que transcende o da arquitetura dos séculos XVII e XVIII, para significar um estado de espírito de liberdade...&quot;. (ZEVI, 1994:114) </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  13. 13. 7. A contra-reforma <ul><li>A instrumentalização da arte a serviço da fé </li></ul><ul><li>A imagem como mediadora </li></ul><ul><li>Barroco e Gótico </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  14. 14. 8. A cidade prof. Eduardo Geraldes
  15. 15. Praça de São Pedro (sec.XIX) Roma: o espaço barroco prof. Eduardo Geraldes
  16. 16. prof. Eduardo Geraldes
  17. 17. prof. Eduardo Geraldes
  18. 18. Parc De Vaux Paris: o grande século prof. Eduardo Geraldes
  19. 19. prof. Eduardo Geraldes
  20. 20. prof. Eduardo Geraldes
  21. 21. Versailles prof. Eduardo Geraldes
  22. 22. Text Text Place D’auphine prof. Eduardo Geraldes
  23. 23. Place Vendome prof. Eduardo Geraldes
  24. 24. 9. Uma síntese possível <ul><li>dualidades e incertezas: poder divino x poder humano </li></ul><ul><li>o espaço cênico: razão x emoção </li></ul><ul><li>intervenções episódicas no tecido urbano </li></ul><ul><li>função utilitária do espaço: perspectiva </li></ul>prof. Eduardo Geraldes
  25. 25. 10. Inferências/ reflexões/ provocações <ul><li>&quot; O espetáculo é o discurso ininterrupto que a ordem atual faz a respeito de si mesma, seu monólogo laudatório. É o auto-retrato do poder na época de sua gestão totalitária das suas condições de existência.&quot; (DEBORD, 1997:20) </li></ul>prof. Eduardo Geraldes

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