Apresentação nova ortografia

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Apresentação nova ortografia

  1. 1. Apresentação Nova ortografia da língua portuguesa
  2. 2. VOCÊ SABIA? Em 1o de janeiro de 2009, entrou em vigor o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. É um acordo meramente ortográfico, ou seja, restringe-se à língua escrita, não afetando em nada a língua falada.
  3. 3. Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países. Até dezembro de 2012, a forma como as palavras eram escritas será aceita. Assim, por algum tempo, as duas grafias (o antes e o depois do Acordo) irão conviver.
  4. 4. Quais foram os países que assinaram o Acordo? Angola Brasil Cabo Verde Guiné-Bissau Moçambique Portugal São Tomé e Príncipe Timor-Leste
  5. 5. Vejamos, então, as principais mudanças na ortografia. O alfabeto O alfabeto passa a ter 26 letras, pois foram introduzidas as letras k, w e y. Na verdade, essas letras já eram utilizadas em várias situações, como: a) grafia de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (vatt); b) grafia de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): kung fu, show, playground, Kafka, kafkiano, Byron, byroniano, Kuwait, kuwaitiano.
  6. 6. Uso do trema Não se usa mais o trema, sinal gráfico colocado em cima da letra u para indicar que ela deveria ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui. Observação: O trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas: Müller, mülleriano.
  7. 7. Verdadeiro ou falso? Segundo o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: o alfabeto passa a ter 26 letras, pois foram introduzidas as letras k, w e y. (V) Os países que assinaram o Acordo são: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. (V) o trema continuará a ser usado, como era antes do Acordo. (F) haverá alterações não somente na língua escrita, mas também na língua oral. (F) até dezembro de 2012, a forma como as palavras eram escritas será aceita.(V)
  8. 8. Regras de acentuação Para compreender as mudanças nas regras de acentuação, vamos relembrar a posição da sílaba tônica (a sílaba forte). Na língua portuguesa, a sílaba tônica pode aparecer em três posições diferentes. Consequentemente, as palavras podem receber três classificações quanto a esse aspecto: A) proparoxítonas: aquelas cuja sílaba tônica é a antepenúltima, como em: lá-gri-ma; trân-si-to; mé-di-co B) paroxítonas: aquelas cuja sílaba tônica é a penúltima, como em: tó-rax; am-bu-lân-cia; ví-rus C) oxítonas: aquelas cuja sílaba tônica é a última, como em: você;
  9. 9. Mudanças nas regras de acentuação Com o Acordo, perderam acento: os ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas; lembremos que ditongo é o nome dado à união de duas vogais:
  10. 10. Mudanças nas regras de acentuação Com o Acordo, perderam acento: os ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas:
  11. 11. Atenção A regra que acabamos de ver é válida somente para palavras paroxítonas. Então, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em: éis, éu, éus, ói, óis. É o caso de: papéis, pastéis, troféu, troféus, constrói, herói, heróis.
  12. 12. Mudanças nas regras de acentuação Com o Acordo, perderam acento: o i e u tônicos quando vierem depois de ditongo nas palavras paroxítonas: Observação: Se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final, ou seguidos de s, o acento permanece. Como em: Piauí, tuiuiú, tuiuiús.
  13. 13. Mudanças nas regras de acentuação Com o Acordo, perderam acento: as palavras terminadas em ôo(s) e as formas verbais terminadas em – êem:
  14. 14. Mudanças nas regras de acentuação Com o Acordo, deixa de ser usado o acento que diferenciava: pára [verbo parar] de para [preposição]; pélo(s) [verbo pelar] de pêlo(s) [substantivo] de pelo(s) [preposição + artigo]; péla(s) [verbo pelar] de pela(s) [preposição + artigo].
  15. 15. Atenção Permanece o acento diferencial em: pôde (verbo “poder”, 3a pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) e pode (verbo “´poder”, 3a pessoa do singular do presente do indicativo). Veja: Ele pôde comprar um carro novo porque tinha dinheiro. Ele pode comprar um carro novo porque tem dinheiro. pôr (verbo) e por (preposição). Veja: Gostaria de pôr aquele quadro na parede. Caminhou por muitas ruas até chegar onde queria.
  16. 16. Atenção Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados, como: conter, deter, intervir, provir e outros. Exemplos: ele tem / eles têm ele contém / eles contêm / ele detém / eles detêm ele vem / eles vêm ele intervém / eles intervêm / ele provém / eles provêm
  17. 17. Atenção O uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma é opcional. Indica-se usar esse acento para conferir maior clareza à frase. Observe: A forma daquela fôrma não está de acordo com o padrão. O Acordo não alterou a acentuação das palavras proparoxítonas. Assim, todas continuam a receber acento: flácido, pêndulo, xícara, quilômetro, lúcido.
  18. 18. Mudanças no uso do hífen O Acordo alterou algumas regras do uso do hífen. Porém, como ainda se trata de assunto controverso em muitos aspectos, vamos ver um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas. As informações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos. Os mais comuns são:
  19. 19. Emprega-se o hífen Com prefixos que estejam diante de palavra iniciada por h. Por exemplo: Observação: Não se usa hífen em formações que contêm os prefixos “des-” e “in-” e nas quais o segundo elemento perdeu o “h” inicial, como:
  20. 20. Emprega-se o hífen Quando o prefixo termina pela mesma vogal com que se inicia o segundo elemento. Por exemplo: Observação: O prefixo co aglutina-se, em geral, com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o. Veja: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação. Somente haverá hífen com o prefixo co quando o segundo elemento for iniciado por h: co-herdeiro
  21. 21. Emprega-se o hífen Nas formações com prefixos terminados pela mesma consoante com que se inicia o segundo elemento. Por exemplo: Atenção: Nos demais casos, não se usa o hífen. Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.
  22. 22. Emprega-se o hífen Com o prefixo sub, diante de palavra iniciada por r. Exemplo: sub-região, sub-raça, sub-reino. Com os prefixos circum e pan, diante de palavra iniciada por m, n e vogal. Exemplo: circum-murado, circum-navegação, pan-africano, panamericano, Com os prefixos além, aquém, ex, pós, pré, pró, recém, sem. Exemplos: Com os sufixos de origem tupi-guarani açu, guaçu e mirim. Exemplos: capim-açu, amoré-guaçu, anajá-mirim.
  23. 23. Emprega-se o hífen Nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento. Exemplo:
  24. 24. Emprega-se o hífen Nos nomes geográficos compostos: a) pelas formas grã, grão: Grã-Bretanha, Grão-Pará ; b) por forma verbal: Passa-Quatro; c) ligados por artigo: Baía de Todos-os-Santos, Trás-os-Montes. Atenção: Os outros nomes geográficos compostos são escritos com os elementos separados, sem o hífen. Exemplo: América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde. Exceções: Guiné-Bissau e Timor-Leste
  25. 25. Emprega-se o hífen Quando o primeiro elemento da palavra composta for bem ou mal eo segundo elemento começar por vogal ou h. Exemplo: bem-apanhado, bem-humorado, mal-estar, mal-habituado. Para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte Rio-Niterói , eixo Rio-São Paulo.
  26. 26. Permanece o uso do hífen Nos compostos sem elemento de ligação quando o primeiro termo, por extenso ou reduzido, está representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou verbal. Exemplos: cine-jornal, médico-cirurgião, econômico-financeiro, quarta-feira, guardachuva. Se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplo: No trabalho, dizia-se que ele era muito eficaz.
  27. 27. Não se emprega o hífen Quando o prefixo termina em vogal diferente daquela com que se inicia o segundo elemento. Por exemplo:
  28. 28. Não se emprega-se o hífen Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s. Exemplo: Atenção: Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Veja: vice-presidente, vice-governador, vice-prefeito.
  29. 29. Não se emprega-se o hífen Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos:
  30. 30. Não se emprega-se o hífen Nas formações com prefixos terminados por consoante e o segundo elemento é iniciado por vogal. Exemplo: Em palavras que perderam a noção de composição e passaram a ser escritas de forma aglutinada. Exemplos: girassol, madresilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedistas, paraquedismo. Atenção: Outras palavras compostas com a forma verbal parapermanecerão separadas por hífen: para-brisa(s), para-choque, para-lama(s).
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