Campo Grande, MS 25 de março de 2013.Escola Estadual Dona Consuelo MüllerProfessora: ElizangelaSérie: 3° ano DAlunas: Jéss...
ÍndiceApresentaçãoIntroduçãoContextoAcentuaçãoUso do HífenConclusãoBibliografia           Apresentação:   Caros professore...
Estamos buscando aperfeiçoar todas as alterações queintroduziu na nossa ortografia, e com isso temos o objetivo.De auxilia...
janeiro de 2009 foi estabelecida por um acordo Ortográficojá ratificado por quatro governos: do Brasil, de Cabo Verde,de P...
Acentuação 1. Não se usa mais o Acento Ditongo abertos éi e ói daspalavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico nap...
Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiveremem posição final (ou seguidos de s), o acento permanece.Exemplos: ...
É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar aspalavras forma/ fôrma. Em alguns casos, o uso do acentodeixa ...
Uso do hífen  Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novoAcordo. Mas, como se trata ainda de matéria controve...
Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundoelemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar,coobrigação...
Atenção: Nos demais casos não se usam o hífen.Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante,superproteção.Com ...
11. Não se deve usar o hífen em certas palavras queperderam a noção de composição.Exemplos: girassol, madressilva, mandach...
palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc.Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-sesem hífen: subumano,...
Conclusão  Através deste trabalho concluímos que mudanças da novaortografia afetarão as pronuncias praticadas pelos mais d...
Bibliografiahttp://www.senado.gov.br/sf/senado/ilb/asp/ED_Cursos_Co            nhecendoNovoAcordoOrtografico.asphttp://doc...
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  1. 1. Campo Grande, MS 25 de março de 2013.Escola Estadual Dona Consuelo MüllerProfessora: ElizangelaSérie: 3° ano DAlunas: Jéssica Cristina n°14 Jéssica Lorrayne n°15 Natacha Penha n°26 Thiely Irala n°38 Tema: Nova Ortografia
  2. 2. ÍndiceApresentaçãoIntroduçãoContextoAcentuaçãoUso do HífenConclusãoBibliografia Apresentação: Caros professores e alunos, esse trabalho está sendofeito para que você aluno possa entender o que mudo nalíngua portuguesa. Segundo a Nova Ortografia, o nossoidioma.
  3. 3. Estamos buscando aperfeiçoar todas as alterações queintroduziu na nossa ortografia, e com isso temos o objetivo.De auxiliar todos os envolvidos no processo educacional. Não queremos sanar aspectos polêmicos das novasregras, mas se estiver dúvidas podem ser esclarecidas coma nova publicação que saiu do Vocabulário Ortográfico daLíngua Portuguesa. Introdução Neste trabalho iremos apresentar sobre as mudanças queocorreram na Nova Ortografia. Em que ano entrou em vigore quando os países passaram a aprimoraram essa regra. Podemos observar que com o fim da antiga grafiadevemos colocá-las em pratica e aplaca-las em nossocotidiano. Veja mais sobre o assunto ao longo do trabalho, poiscitamos a respeito da nova acentuação, o uso do trema edo hífen. ContextoDesde o século XII até os nossos dias, várias tentativas depadronização da Ortografia ocorreram, afetando brasileirose portugueses. Apenas em 1943 em 1971 foram feitosacordos oficiais entre os dois países, na tentativa desuprimir diferenças e unificar a escrita. Hoje vivemos maisuma transição. A ortografia em vigor desde primeiro de
  4. 4. janeiro de 2009 foi estabelecida por um acordo Ortográficojá ratificado por quatro governos: do Brasil, de Cabo Verde,de Portugal de São Tomé e Príncipe, numero suficientepara a vigoração do acordo.As adequações dos textos já impressos aconteceram até odia 31 de dezembro de 2012, foi o prazo final de tolerânciado uso das duas grafias: a anterior do Acordo Ortográfico ea por ele atualmente determinada.As mudanças:Pioneiro: O Brasil é o primeiro país a programar as regrasoficialmente. A mudança tem prazo de conclusão até 2012.Até lá, serão aceitas as duas formas de escrita.Palavras: As mudanças devem atingir cerca de 0% daspalavras no Brasil. Nos demais países, as alteraçõespodem alcançar 1,6%.Dicionários: O Ministério da Educação estima investir atéR$ 90 milhões na compra de dicionários adaptados asnovas regras da ortografia.Livros: Os livros didáticos terão de ser adaptados a partirde 2010.Concursos: Em dezembro de 2012, as duas regras deescrita passaram a valer em concursos públicos,vestibulares, provas escolares e demais exames.Língua Portuguesa: É falada por mais 247 milhões depessoas no mundo. De acordo com dados publicados em2008 pelo Fundo de População das Nações Unidas(UNFPA), são 194,2 milhões no Brasil, 10,7 milhões emPortugal e 42,9 milhões em países africanos ecomunidades da Ásia. É o quinto idioma mais falado, deacordo com o Ministério da Educação.
  5. 5. Acentuação 1. Não se usa mais o Acento Ditongo abertos éi e ói daspalavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico napenúltima sílaba).Como era: alcalóide, alcatéia, andróide, apóia, apóio(verboapoiar), asteróide, bóia,celulóide, clarabóia, colmeia.Como fica: alcaloide, alcateia, androide apoia, apoio(verbo apoiar), asteroide, boia, celuloide, claraboia,colmeia.Atenção: essa regra é válida somente para palavrasparoxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas aspalavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis.Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no ie no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.Como era: baiúca, bocaiúva, cauíla, feiúra.Como fica: baiuca, bocaiuva, cauila, feiura.
  6. 6. Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiveremem posição final (ou seguidos de s), o acento permanece.Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas emêem e ôo(s).Como era: abençôo, crêem (verbo crer), dêem (verbo dar),dôo (verbo doar), enjôo, lêem (verbo ler),Como fica: abençoo creem (verbo crer), deem (verbo dar),doo (verbo doar), enjoo, leem (verbo ler).4. Não se usa mais o acento que di-ferenciava os parespára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) epêra/pera.Como era: Ele pára o carro. Ele foi ao póloNorte. Ele gostade jogar pólo. Esse gato tem pêlos brancos. Comi umapêra.Como fica: Ele para o carro. Ele foi ao polo Norte. Elegosta de jogar polo. Esse gato tem pelos brancos. Comiuma pera.Atenção: Permanece o acento diferencial em pôde/pode.Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretéritoperfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é aforma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular.Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hojeele pode.Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo.Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante quefoi feita por mim.Permanecem os acentos que diferenciam o singular doplural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados(manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.).Exemplos: Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.
  7. 7. É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar aspalavras forma/ fôrma. Em alguns casos, o uso do acentodeixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a formada fôrma do bolo?5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas(tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente doindicativo dos verbos arguir e redarguir.6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminadosem guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar,desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir, etc. Esses verbosadmitem duas pronúncias em algumas formas do presentedo indicativo, do presente do subjuntivo e também doimperativo.A) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formasdevem ser acentuadas. Exemplos:verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam;enxágue, enxágues, enxáguem.Verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem;delínqua, delínquas, delínquam.B) se forem pronunciadas com u tônico, essas formasdeixam de ser acentuadas. Exemplos:(a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciadamais fortemente que as outras): verbo enxaguar: enxaguo,enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues,enxaguem.Verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem;delinqua, delinquas, delinquam.Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira,aquela com a e i tônicos.
  8. 8. Uso do hífen Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novoAcordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertidaem muitos aspectos, para facilitar a compreensão dosleitores, apresentamos um resumo das regras que orientamo uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim comoas novas orientações estabelecidas pelo Acordo. Asobservações a seguir referem-se ao uso do hífen empalavras formadas por prefixos ou por elementos quepodem funcionar como prefixos, como: aero, agro, além,ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro,entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, in-fra, inter, intra, macro,micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró,pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra,vice, etc.1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavrainiciada por h.Exemplos: anti-higiênico, anti-histórico, co-herdeiro, macro-história, mini-hotel, proto-história, sobre-humano, super-homem, ultra-humano.Exceção: subumano (nesse casoa palavra humana perdeo h).2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogaldiferente da vogal com que se inicia o segundo elemento.Exemplos: aeroespacial, agroindustrial, anteontem,antiaéreo, antieducativo, autoaprendizagem, autoescola,autoestrada, autoinstrução, coautor, coedição.
  9. 9. Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundoelemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar,coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar,coocupante etc.3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal eo segundo elemento começa por consoante diferente de rou s.Exemplos: anteprojeto, antipedagógico, autopeça,autoproteção, coprodução, geopolítica, microcomputador,pseudoprofessor.Atenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen.Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc.4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal eo segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso,duplicam-se essas letras.Exemplos: antirrábico, antirracismo, antirreligioso,antirrugas, antissocial, biorritmo, contrarregra,contrassenso, cosseno, infrassom.5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se osegundo elemento começar pela mesma vogal.Exemplos: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário,anti-inflamatório, auto-observação, contra-almirante, contra-atacar, contra-ataque micro-ondas micro-ônibus semi-internato, semi-interno.6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífense o segundo elemento começar pela mesma consoante.Exemplos: hiper-requintado, inter-racial, inter-regional, sub-bibliotecário, super-racista, super-reacionário, super-resistente, super-romântico.
  10. 10. Atenção: Nos demais casos não se usam o hífen.Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante,superproteção.Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante depalavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc.Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante depalavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa ohífen se o segundo elemento começar por vogal.Exemplos: hiperacidez, hiperativo, interescolar,interestadual, interestelar, interestudantil, superamigo,superaquecimento, supereconômico, superexigente,superinteressante, superotimismo.8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós,pré, pró, usa-se sempre o hífen.Exemplos: além-mar, além-túmulo, aquém-mar, ex-aluno,ex-diretor, ex-hospedeiro, ex-prefeito, ex-presidente, pós-graduação, pré-história, pré-vestibular, pró-europeu, recém-casado, recém-nascido, sem-terra.9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: Açu, guaçu e mirim.Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavrasque ocasionalmente se combinam, formando nãopropriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares.Exemplos: ponte Rio - Niterói, eixo Rio - São Paulo.
  11. 11. 11. Não se deve usar o hífen em certas palavras queperderam a noção de composição.Exemplos: girassol, madressilva, mandachuva, paraquedas, pára-quedista, pontapé.12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição deuma palavra ou combinação de palavras coincidir com ohífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.Exemplos: Na cidade, conta-se que ele foi viajar.O diretor recebeu os ex-alunos.Emprego do hífen com prefixos.Regra básica - Sempre se usa o hífen diante de h: anti-higiênico, super-homem.Outros casos:1. Prefixo terminado em vogal: Sem hífen diante de vogaldiferente: autoescola, antiaéreo.Sem hífen diante de consoante diferente de r e s:anteprojeto, semicírculo.Sem hífen diante de r e s.Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial,ultrassom.Com hífen diante de mesma vogal: contra-ataque, micro-ondas.2. Prefixo terminado em consoante:Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal,supersônico.Sem hífen diante de vogal: interestadual,superinteressante.Observações:1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de
  12. 12. palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc.Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-sesem hífen: subumano, subumanidade.2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante depalavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.3. O prefixo co aglutina-se em geral com o segundoelemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigação,coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc.5. Não se deve usar o hífen em certas palavras queperderam a noção de composição, como girassol,madressilva, mandachuva, pontapé, para quedas, pára-quedista etc.6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós,pré, pró, usa-se sempre o hífen: ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.
  13. 13. Conclusão Através deste trabalho concluímos que mudanças da novaortografia afetarão as pronuncias praticadas pelos mais de247 milhões de pessoa que falam o português. Oimportante é que estejamos informados sobre essamudança. O Brasil foi o primeiro país a programar essas regrasoficialmente. Ocorreram mudanças em várias partes, asprincipais são a acentuação, uso do hífen e o trema. Essa reforma é muito essencial em nosso cotidiano, poisvale para concursos, vestibulares, provas e exame. Foramfeitas varias adaptações em livros e dicionários. Este trabalho foi muito importante para nosso aprendizadotanto no modo de fala como de escrita, pois aprendemosmais sobre a Reforma Ortográfica.
  14. 14. Bibliografiahttp://www.senado.gov.br/sf/senado/ilb/asp/ED_Cursos_Co nhecendoNovoAcordoOrtografico.asphttp://docente.ifrn.edu.br/ayresnogueira/4-contexto-historico-do-acordo-ortografico/viewhttp://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/03/noticias/especiais/guia_da_nova_ortografia/2012/1132140-na-acentuacao-atencao-com-ditongos-e-hiatos.htmlhttp://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.Php?Typepag=novaortografia

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