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1960É fragorosamente reprovado no exame de admissão ao Colégio Militardo Rio de Janeiro (obtendo nada mais do que 0,7 na ...
1912, mas o Russell da maturidade, de "O Conhecimento Humano").Plínio, Alexandre Sérgio da Rocha, o novo diretor do Instit...
1977Na falta de qualquer perspectiva política no Rio de Janeiro, muda-separa Goiânia. No final do ano vai morar em uma di...
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1993Funda o Instituto de Política no Centro de Estudos Avançados eMultidisciplinares da Universidade de Brasília (UnB), j...
1996Funda a Rede Alpa – Ação Local em Alto Paraíso de Goiás, naChapada dos Veadeiros, onde passa a experimentar metodolog...
1998Publica “O Complexo Darth Vader” (mas em seguida interrompe adistribuição e tenta recolher os exemplares distribuídos...
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2006Muda-se no início do ano para Porto Alegre, para acompanhar anascente experiência da Governança Solidária Local, prog...
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2012Publica, em interação com Nilton Lessa, o artigo “Multiversidade: daUniversidade dos anos 1000 à Multiversidade nos a...
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SUMÁRIO BIO-BIBLIOGRÁFICO DE AUGUSTO DE FRANCO

  1. 1. AUGUSTO DE FRANCO SUMARIO BIO-BIBLIOGRÁFICO Versão resumida (com links ativos) de 16/01/20121950Augusto Cesar Antunes de Franco nasce no Rio de Janeiro, filho doalpinista e artesão Francisco Natal de Franco e de Carmen Antunes deFranco.1955No início de outubro, entra irregularmente, como aluno-ouvinte, naprimeira série do ensino fundamental da Escola Estadual RodriguesAlves, que ficava à época ao lado do Palácio do Catete (a falta deidade foi compensada porque aos 5 anos, em virtude dohomeschooling, já sabia ler e escrever). Possivelmente violando asregras, a diretora da escola resolve passá-lo à série seguinte. 1
  2. 2. 1960É fragorosamente reprovado no exame de admissão ao Colégio Militardo Rio de Janeiro (obtendo nada mais do que 0,7 na prova dematemática).1961Entra no Colégio Pedro II, onde, dois anos depois, é aluno deFernando Lemos, com quem, afinal, aprende a ler e a escrever.1964Devora o livro “O Universo e o Dr. Einstein” e apaixona-se pela Teoriada Relatividade, adotando essa obra de divulgação de Lincoln Barnet(1948) como uma espécie de missal.1968Ingressa no meio do ano no Instituto de Física da UniversidadeFederal do Rio de Janeiro, logo após a cassação, pela ditadura militar,do diretor Leite Lopes. Se junta, de pronto, a um grupo de alunosoutsiders interessados em cibernética e, logo depois, a outro grupode professores e estudantes interessados em Fundamentos da Física.1970Começa a fazer parte daquela que seria a última geração dediscípulos de Plinio Sussekind Rocha em Filosofia da Ciência. Plínio(também cassado em 1968 pelo AI5) era kantiano e um kantiano dotipo de Bertrand Russell (não o dos "Problemas da Filosofia", de 2
  3. 3. 1912, mas o Russell da maturidade, de "O Conhecimento Humano").Plínio, Alexandre Sérgio da Rocha, o novo diretor do Instituto deFísica (um heterodoxo físico teórico, admirador da filosofia Sankhya),outro professor de física, Sérgio Murillo Abrahão (que trabalhava comTempo na Mecânica Quântica), Augusto e mais dois colegas – MarcoAntônio Sperb Leite e Fernando Buarque de Nazareth – formam umaespécie de grupo de filosofia, que se reúne semanalmente na casa doprimeiro (um apartamento ínfimo cheio de livros até o teto, na CruzVermelha) e na sala do segundo, no Fundão, de onde “comandam” aresistência intelectual aos professores que estavam voltando dos USApara implantar pós-graduações em Estado Sólido e Física dePartículas.1972Plínio falece. Mantém nesta época (desde 1968) uma vida tripla:estudioso de filosofia da ciência, militante estudantil e iniciante emoutros estudos de filosofias mais heterodoxas. As duas últimasatividades lhe renderão um “exílio” do Rio de Janeiro. Vai morar noSul de Minas, juntamente com Fernando Buarque. Sem recursossuficientes, os dois chegam a passar fome e frio na Serra daMantiqueira.1974Volta ao Rio de Janeiro e à UFRJ no ocaso do governo Médici. Lecionano Instituto Bennett de Ensino e em vários colégios da cidade.1975Escreve um livro, jamais publicado, sobre Kepler (cujos originaisforam perdidos). Elabora uma análise original da Lei da Inércia deDescartes e uma nova formulação lógico-matemática para a segundaLei de Newton. 3
  4. 4. 1977Na falta de qualquer perspectiva política no Rio de Janeiro, muda-separa Goiânia. No final do ano vai morar em uma distante periferia dacapital (chamada Parque Amazônia), na época uma favela, ondenasce (em julho de 1978) sua primeira filha, Mariana. Permanecemorando nessa favela pelos 7 anos seguintes.Em Emaus (chácara dos dominicanos na zona rural do município deAbadiânia em Goiás) conhece Frei Mateus Rocha, de quem ficaamigo. Frequenta um longo curso de cristologia da libertação comesse heterodoxo frade dominicano. Frei Mateus (José Rocha) haviasido assistente de JEC (Juventude Estudantil Católica) e responsávelpela iniciação política de uma geração de jovens de Belo Horizonte,dentre os quais Herbert de Souza (o Betinho).1979Retoma o trabalho político, funda o CRD – Centro de Reflexão eDocumentação, uma associação civil sem fins lucrativos que produztextos de educação política, grava e reproduz cantos dos lavradoresde Goiás.No final do ano funda, juntamente com Alberto Gomes de Oliveira (oBacurau) e várias lideranças camponesas, o MT – Movimento dosTrabalhadores.Viaja por todas as regiões de Goiás, convivendo com o povo da terradurante os 8 anos seguintes.1981Escreve um livro didático sobre o desenvolvimento da mecânicateórica que nunca foi publicado (e cujos originais foram perdidos). 4
  5. 5. 1985Publica seu primeiro livro, “Autonomia e Partido Revolucionário”, umacrítica à teoria leninista da organização.1986Escreve a primeira versão da novela Man Tum (que só será publicadaem 2001, sob o pseudônimo de Marc Telien).1988Encerradas as atividades do CRD, muda-se para São Paulo paradirigir a Fundação Nativo da Natividade (organização que fundou nomesmo ano, quando ainda estava em Goiânia).1990Publica “A nova geração: crise e reflorescimento”, um livro sobre opapel desempenhado pelos mitos na estruturação dos padrõescoletivos de apreensão do mundo e de ação sobre o mundo.1992Muda-se para Brasília. Mergulha um ano inteiro em investigaçõessobre o confronto entre as vertentes mítico-sacerdotais e utópico-proféticas na formação das matrizes do pensamento ocidental. Avolumosa obra resultante dessa investigação (intitulada “Mashiach”)chegou a ser escrita, mas jamais foi publicada e tanto os originaismanuscritos quanto os datilografados foram perdidos. 5
  6. 6. 1993Funda o Instituto de Política no Centro de Estudos Avançados eMultidisciplinares da Universidade de Brasília (UnB), juntamente comRoberto Aguiar (que depois seria reitor da mesma universidade). De1993 a 2000, à frente do Instituto de Política, coordena cerca de umadezena de grandes encontros nacionais e regionais para o debate detemas estratégicos relacionados ao desenvolvimento do paísenvolvendo, no total, mais de 3 mil pessoas. Foram sete anos dediscussões preparatórias que redundaram em uma Agenda deDesenvolvimento Humano e Social Sustentável para o Brasil doSéculo XXI e ensejaram a constituição do Fórum Brasil Século XXI.1994Coordena a plenária final da I Conferência Nacional de SegurançaAlimentar e torna-se Secretario Executivo Nacional da Ação daCidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida (mais conhecida comoCampanha do Betinho).Apaixona-se pelo desenvolvimento local.1995A convite de Ruth Cardoso entra no Conselho da ComunidadeSolidária, juntamente com outros líderes da Ação da Cidadania:Betinho, Dom Luciano Mendes de Almeida e Ney Bittencourt deAraújo.Publica “Ação Local: A Nova Política da Contemporaneidade”. 6
  7. 7. 1996Funda a Rede Alpa – Ação Local em Alto Paraíso de Goiás, naChapada dos Veadeiros, onde passa a experimentar metodologias deindução do desenvolvimento local nos três anos seguintes (trabalhoque dará origem à chamada Metodologia do DLIS – DesenvolvimentoLocal Integrado e Sustentável, que será aplicada em larga escala emtodas as regiões do Brasil).Entre 1996 e 2002, como membro do Comitê Executivo do Conselhoda Comunidade Solidária, coordena 14 Rodadas de InterlocuçãoPolítica – realizadas na Granja do Torto, em Brasília – com o objetivode contribuir para a construção de entendimentos estratégicos emtorno de uma agenda de prioridades, medidas, instrumentos eprocedimentos de ação social do Estado e da sociedade para oenfrentamento da pobreza e exclusão social e para a promoção dodesenvolvimento humano e social sustentável, por meio daconstrução progressiva de consensos. As 14 Rodadas de InterlocuçãoPolítica – contando com a participação de dirigentes governamentais,de representantes de movimentos sociais e de organizações dasociedade civil, de empresários, intelectuais e jornalistas, envolvendocerca de 500 pessoas – geraram novas leis, novos programas e novasmedidas de desenvolvimento social. Como principais resultados dessetrabalho destacam-se: a aprovação da Lei nº 9.608/98, que define otrabalho voluntário e estabelece a inexistência de vínculoempregatício e suas obrigações trabalhistas e previdenciárias; a Leinº 9.790/99, que dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas dedireito privado, sem fins lucrativos, como Organizações da SociedadeCivil de Interesse Público - OSCIP, institui e disciplina o Termo deParceria; a Lei nº 10.194/01, que cria as Sociedades de Crédito aoMicroempreendedor – SCM, nova figura jurídica para a participaçãoda iniciativa privada no setor microfinanceiro; e a criação doPrograma Comunidade Ativa, em 1999, com o objetivo de induzirprocessos de DLIS em municípios de pequeno porte.1997Publica “O novo partido: a crise da forma-partido tradicional e osurgimento de novos sujeitos políticos na sociedade brasileira”. 7
  8. 8. 1998Publica “O Complexo Darth Vader” (mas em seguida interrompe adistribuição e tenta recolher os exemplares distribuídos). O livro seriareeditado em parte, em versão digital, em 2010.1999Depois de 20 meses de articulação é aprovada pelo CongressoNacional a chamada Lei das Oscips (Lei 9790/99), projeto quecoordenou a partir de 1996.Publica “Por que precisamos de DLIS – Desenvolvimento LocalIntegrado e Sustentável” (livro que vai atingir a marca de mais de 50mil exemplares vendidos em quatro edições sucessivas).Publica o artigo “A reforma do Estado e o terceiro setor” na coletâneaorganizada por Bresser Pereira, Lourdes Sola e Jorge Wilheim,intitulada “Sociedade e Estado em transformação”.2000Com o apoio do Sebrae Nacional, trabalha na fundação da AED –Agência de Educação para o Desenvolvimento uma iniciativa públicado SEBRAE, em parceria com o PNUD, com a UNESCO, com o antigoprograma Comunidade Ativa (substituído pela Associação ProjetoDLIS no final de 2002) e com a ARCA – Sociedade do Conhecimento,uma Oscip constituída para operar o Programa.Publica “Além da Renda: a pobreza brasileira como insuficiência dedesenvolvimento” (livro que vai atingir três edições sucessivas).Publica, em coautoria com Ruth Cardoso e Miguel Darcy, o livro “Umnovo referencial para a ação social do Estado e da sociedade”.Publica “Uma nova utopia para uma nova via” na “Agenda deDesenvolvimento Humano e Sustentável para o Brasil do Século 21”(Instituto de Política / PNUD). 8
  9. 9. 2001Integra o Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae comorepresentante do Ministério do Planejamento.Publica “Capital Social: Leituras de Tocqueville, Jacobs, Putnam,Fukuyama, Maturana, Castells e Levy”.Escreve o roteiro e produz um filme longa-metragem chamadoEmprecorde.No final do ano começa a enviar uma correspondência quinzenalintitulada “Cartas DLIS”, para milhares de agentes dedesenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, do Brasile de alguns países de língua portuguesa. A publicação, que adotaráposteriormente o nome de “Carta Capital Social” e, depois, de “CartaRede Social”, sendo enviada para cerca de 10 mil pessoas, serámantida até a edição 202 (em novembro de 2009).2002Participa, juntamente com Ruth Cardoso e outros da fundação daComunitas.Publica, em coautoria com Ruth Cardoso, Miguel Darcy e Tereza Lobo,o livro “Fortalecendo a sociedade, promovendo o desenvolvimento”(organizado pela jornalista Carla Rodrigues).2003Publica “A Revolução do Local: Globalização, Glocalização,Localização” e “Terceiro setor: a nova sociedade civil e seu papelestratégico para o desenvolvimento”.Publica o artigo “Globalização e crise do estatismo no Brasil” nacoletânea organizada por Fernando Calderón “Es sostenible laglobalización en America Latina: debates com Manuel Castells”(Santiago: Fondo de Cultura Económica) – resultado de seminário de 9
  10. 10. que participou, em 2002, na Bolívia, juntamente com um grupo deintelectuais latino-americanos, com Castells.Constrói a Cidade do Conhecimento, uma área de 90 mil metrosquadrados no Km 6,5 da Rodovia DF 250 para sediar as atividades daAED.2004Publica “O lugar mais desenvolvido do mundo: investindo no capitalsocial para promover o desenvolvimento comunitário”, uma espéciede guia para agentes de desenvolvimento local, que atinge em trêsedições a tiragem de 15 mil exemplares.A AED encerra suas atividades em outubro. Começa a trabalhar comopalestrante e consultor de grandes empresas nas áreas deresponsabilidade corporativa e sustentabilidade empresarial e a daraulas (como professor convidado) na FDC – Fundação Dom Cabral,em MBAs e em outros programas (sobretudo de sustentabilidade).2005Começa a escrever com regularidade na página 3 do jornal Folha deSão Paulo (atividade que mantém – cada vez com menor frequência– até 2010).Publica o artigo “Desenvolvimento e capital social” na coletâneaorganizada por Xico Graziano, Diala Vida e Ana Maria Pacheco,intitulada “Renovar ideias: desenvolvimento, qualidade de vida edemocracia no Brasil moderno”.Publica o artigo “A nova sociedade civil e seu papel estratégico para odesenvolvimento” na coletânea organizada por Evelyn Levy e PedroDrago, intitulada, “Gestão pública no Brasil contemporâneo”. 10
  11. 11. 2006Muda-se no início do ano para Porto Alegre, para acompanhar anascente experiência da Governança Solidária Local, programa queelaborou como consultor da UNESCO.Começa a prestar consultoria regular para a presidência da FIEP –Federação das Indústrias do Estado do Paraná, onde organiza a Redede Participação Política e, posteriormente, as Redes deDesenvolvimento Local (atividades que se manterão até o final de2011).2007Publica “Alfabetização Democrática: o que podemos pensar (e ler)para mudar nossa condição de analfabetos democraticos”.Publica o artigo “Blogs e democracia” na coletânea organizada porRosa Cano e Francisco Polo, intitulada “El Gran Guia de los Blogs”(Barcelona: El Cobre, 2007).2008Projeta, co-organiza e preside o comitê científico da CMDC –Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades, evento quereunirá cerca de 7 mil pessoas em fevereiro, na PUCRS.Organiza a publicação, juntamente com Jandira Feijó, do livro“Olhares sobre a experiência da Governança Solidária Local de PortoAlegre” e, com Thamy Pogrebinschi, do livro “Democraciacooperativa: escritos políticos escolhidos de John Dewey 1927-1939(ambos em co-edição CMDC/PUCRS).Produz a tradução e a edição em português e escreve a apresentaçãodo livro de David de Ugarte, “O poder das redes”.Muda-se para Curitiba em junho, com o objetivo de fundar a Escola-de-Redes. Publica, com o selo da Escola-de-Redes, “Novas visões 11
  12. 12. sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e omundo glocalizado” e “Tudo que é sustentável tem o padrão de rede:sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século21”. Publica a partir deste ano, pela Escola-de-Redes, algumasdezenas de livros e artigos.Começa a prestar consultoria para a empresa Vivo e assessoriapermanente para o Instituto Vivo, onde participa da fundação daRede Vivo Educação e co-organiza, nos anos seguintes, os semináriosA Sociedade em Rede e a Educação (2009-2010).2009A partir do início do ano dedica-se intensamente à Escola-de-Redes,fundada em meados do ano anterior nos arredores de Curitiba eimpulsionada pela criação da plataforma em dezembro de 2008.Muda-se em maio para Campos do Jordão e, a partir de setembro,para São Paulo (ficando com duas residências).2010Projeta e preside o comitê científico da CICI2010 – ConferênciaInternacional de Cidades Inovadoras e co-organiza, na Escola-de-Redes, a CIRS1 – Conferência Internacional sobre Redes Sociais(ambas realizadas em março, em Curitiba).Publica, com o selo da Escola-de-Redes, a versão digital da coletânea,“2009: Dez escritos sobre redes sociais”.Republica, com o selo da Escola de Redes, em versão digital resumidae extensamente modificada, o livro “Alfabetização Democrática” como novo título de “Democracia: um programa autodidático deaprendizagem”.Publica, em interação com Nilton Lessa, a quarta versão do artigo“Buscadores & Polinizadores: o auto-didatismo e a livre aprendizagemhumana em uma sociedade inteligente & o alter-didatismo e ascomunidades de aprendizagem na emergente sociedade em rede”. 12
  13. 13. 2011Publica a versão digital e preliminar de Fluzz: vida e humana econvivência social nos novos mundos altamente conectados doterceiro milênio.Projeta e preside o comitê científico da CICI2011 – ConferênciaInternacional de Cidades Inovadoras e co-organiza, na Escola-de-Redes, a CIRS2 – Conferência Internacional sobre Redes Sociais(ambas realizadas em maio, em Curitiba).Organiza uma coletânea de 16 textos publicados pela Escola-de-Redes, a partir de 2008, chamada Quatro Tetralogias: das redessociais – “Redes sociais: você pode fazer” (2009), “O poder nas redessociais” (2009), “Redes são ambientes de interação, não departicipação” (2010) e “É o social, estúpido” (2011); do novo modode fazer política – “Lado” (2007), “Você é o inimigo” (2009), “A lógicada abundância” (2009) e “Como se tornar um netweaver” (2011); dadesobediência – “Cada um no seu quadrado” (2009), “A desastrosaidéia de sucesso” (2009), “Desobedeça” (2010) e “Resista à tentaçãode pertencer a um grupo” (2011); do desenvolvimento local –“Desenvolvimento, capital social, redes sociais e sustentabilidade”(2005), “Desenvolvimento, capital social e democracia” (2008), “Aindependência das cidades” (2009) e “Reinventando odesenvolvimento local” (2011).Desenha, juntamente com Cacau Guarnieri, o social game “O MelhorLugar do Mundo”.Funda a empresa-em-rede Netweaving HCW.Participa da elaboração, no Centro Ruth Cardoso, do Festival deIdéias Inovadoras sobre Desenvolvimento Social.Passa a fazer parte do grupo de pioneiros da iniciativaCrowdbusiness.Publica em formato digital o livro “Vida e morte das empresas nasociedade em rede” (que ultrapassará 5 mil views em menos de duassemanas). E, em seguida, o artigo “Facebook: Darth Zuckerberg eseu cavalo de troia”.Deixa a casa em Campos do Jordão em outubro, ficando apenas comresidência em São Paulo. 13
  14. 14. 2012Publica, em interação com Nilton Lessa, o artigo “Multiversidade: daUniversidade dos anos 1000 à Multiversidade nos anos 2000”.Organiza o DOJO Net, um projeto que tem objetivo (1) realizarprogramas de aprendizagem sobre redes sociais, (2) instalar camposde co-creation sobre tecnologias de netweaving e (3) ensaiarprocessos de multiversidade. 14

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