SÃO PAULO, 30 DE SETEMBRO DE 2011
PANORAMA  MUNDIAL SOBRE  OS CUIDADOS COM A PELE E O TRATAMENTO DE FERIDAS I  SPEED  SOBENDE  SÃO PAULO, 30 DE SETEMBRO DE ...
 
DIMENSÕES  E  OBJETIVOS  EPIDEMIOLÓGICA RECURSOS HUMANOS TECNOLOGIAS Incidência? Impacto? Qualificação Disponibilidade Cus...
Mais de 10 milhões de pessoas sofrem com feridas crônicas apenas na Europa e nos Estados Unidos. “ Um dos fatores é que a ...
Nos países em desenvolvimento , agregam-se ainda
<ul><li>São as doenças dos pobres </li></ul><ul><li>Várias delas existem no Brasil  </li></ul><ul><li>Acometem os que têm ...
<ul><li>Segundo a OMS existem 14 patologias que se enquadram no termo </li></ul><ul><li>DOENÇAS NEGLIGENCIADAS   Úlcera de...
 
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Dermatoses: ocupam o 1º lugar na busca dos serviços de saúde Dermatoses eritematoescamosas: eritrodermia, psoríase; Dermat...
C ausas mais freqüentes de atendimentos :  1.Acne ( 14%)  2.Micoses superficiais (8,8%) 3.Transtornos na  pigmentação (8,4...
A30- hanseníase subiu da 20º para o 6º lugar, bem como subiram a psoríase (10º para 4º) e vitiligo (19º para 12º) e o C80-...
Entre  pacientes pardos/negros, a CID A30-  hanseníase subiu da 20º para o 10º lugar , bem como subiram a foliculite, o li...
1. VEICULADAS  ATRAVÉS  DA  PELE  2. COM  REPERCUSSÕES  SOBRE  A  PELE E  ANEXOS
MANIFESTAÇÕES DERMATOLÓGICAS  DE AGRAVOS SISTÊMICOS <ul><li>Estão disponiveis na Internet, mais de 10.000 trabalhos  </li>...
 
QUAL A NOSSA RESPONSABILIDADE ? TÉCNICA ÉTICA SOCIAL POLITICA
1.  O  QUE  SE  ESPERA  DESTE  CUIDADO ? QUAIS  SUAS  DIMENSÕES ? 2. QUAIS  AS  COMPETÊNCIAS  DO  ENFERMEIRO PARA ATUAR NE...
CUIDADO DESEJADO PELAS PESSOAS COM AFECCÃO CUTANEA CUIDADO TÉCNICO EFICIENTE CUIDADO  HUMANO DIALÓGICO SOLIDÁRIO Diagrama ...
PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS Preparo/ Técnicas Prática Especializada Prática Avançada ( Beitz 2000) Características das p...
<ul><li>responsabilidade das escolas formadoras </li></ul><ul><li>responsabilidade das sociedades científico-culturais </l...
<ul><li>mito da eficácia </li></ul><ul><li>mito da racionalidade técnica </li></ul><ul><li>mercado competitivo </li></ul><...
Atualidade: 29 Sociedades ou Associações de Especialistas feridas : SOBEST E SOBENDE Agravos dermatológicos : SOBENDE ABEn...
Estomaterapia e  Enf. Em Dermatologia no  Brasil  1990: 1 o  ETNEP (EEUSP/  SP)* 1992: SOBEST GEDE 1998 : SOBENDE 2002: UN...
ETNEPs no  Brasil (17) e  Dermatologia ( 04) 2011: 800 Estomaterapeutas 61  Especialistas em dermatologia Fonte: www.sobes...
PADRÕES  INTERNACIONAIS PARA  TITULAÇÃO World Council of Enterostomal Therapists (WCET) (www.wcetn.org) Enterostomal Thera...
PADRÕES  INTERNACIONAIS PARA  TITULAÇÃO DERMATOLOGY  NURSING  INSTITUTE ( DNI) DERMATOLOGY NURSING ASSOCIATION(DNA) (www.d...
PÓS-GRADUAÇÃO SENSO LATO Critérios para Credenciamento - ETNEP (WCET/ SOBEST)   •  diretor ou consultor : estomaterapeuta/...
PÓS-GRADUAÇÃO SENSO LATO Critérios para Credenciamento  de cursos ( SOBENDE) CORPO DOCENTE PROJETO PEDAGÓGICO INFRAESTRUTU...
Análise do Memorial (X  pontos) Prova (X  pontos) Inscrição Pós-graduação em Estomaterapia / Dermatologia Curso reconhecid...
PERSPECTIVAS  PROMISSORAS <ul><li>ENSINO </li></ul><ul><li>ATENÇÃO  </li></ul><ul><li>GESTAO </li></ul><ul><li>PESQUISA </...
FORMAÇÃO DO ESPECIALISTA ALGUNS  IMPACTOS  <ul><li>Santos e Sawaia (2000; 2001 ) : 30 enfermeiros </li></ul><ul><li>Teoria...
IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Brasil Assistência Número de especialistas no país Serviços, protocolos e programas (ins...
Pesquisa Mestres e Doutores Centros de Estudos  Revista Estima (desde 2003) IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Brasil Produ...
IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 1. Qualidade de vida <ul><li>diagnóstico da qualidade de ...
IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 4. Revisões sistemáticas 3. Custos <ul><li>padronização d...
IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 5. Escalas e questionários (adaptação e validação) <ul><l...
IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 5. Produção Científica dos Cursos de Especialização <ul><...
CENÁRIOS DE ATUAÇÃO  - BRASIL  Impacto dos Especialistas  Visibilidade Reconhecimento “ Ser referência” Autonomia Valoriz...
EM  TORNO  DE  1200  ENTIDADES REGISTRADAS  NACIONAIS  –  ESTADUAIS  – LOCAIS PROFISSIONAIS  –  PACIENTES INSTITUCIONAIS  ...
The Council for Medical Education and Testing (CMET)  is a non-profit organization providing  physician Specific certifica...
<ul><li>Diagnosis and Management of:  </li></ul><ul><ul><li>Diabetic Ulcers  </li></ul></ul><ul><ul><li>Venous Ulcers  </l...
BUSCANDO EVIDÊNCIAS PARA AS AÇÕES Evidence-Based Report Card: Are Pressure Redistribution Surfaces or Heel Protection Devi...
<ul><li>EXISTEM  MAIS  DE  5000  ITENS  NO  MERCADO DESTINADOS  AOS  “CUIDADOS COM FERIDAS” </li></ul><ul><li>- MENOS DE 1...
<ul><li>1. TER  SÓLIDOS  CONHECIMENTOS  SOBRE  PROPEDÊUTICA  PARA  </li></ul><ul><li>SABER  AVALIAR </li></ul><ul><li>2. D...
 
O  QUE  FAZEMOS  COM  OS  DESAFIOS  DA  NOSSA  PROFISSÃO ???
O que  mostram  as  evidências ?   <ul><li>INVESTIR  NA  CAPACITAÇÃO  DOS PROFISSIONAIS   É  ESSENCIAL  </li></ul><ul><li>...
Participação, inserção , comprometimento
PARCEIRO  INFORMADO  E  EMPODERADO  <ul><li>SATISFAÇÃO </li></ul><ul><li>RETENÇÃO </li></ul><ul><li>REFERÊNCIA </li></ul><...
 
 
8 DE OUTUBRO DE 2011 CAMARA  MUNICIPAL DE SÃO  PAULO 8. ENCONTRO SOBRE PSORIASE
Equipe de enfermagem
www.dermacamp.org.br <ul><li>X  Acampamento </li></ul><ul><li>DERMACAMP  10 anos </li></ul><ul><li>11  A 15  DE NOVEMBRO 2...
RESISTÊNCIA  X  RESILIÊNCIA  ....Humm,preciso me aposentar.. O quê, Protocolo????
Referências  <ul><li>World Health Organization. Adherence to long-term therapies: evidence for action.  2010. </li></ul><u...
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Mesa Redonda: questões contemporâneas e dasafios para o Especilista em Enfermagem Dermatológica.

Tema: Panorama Mundial sobre os agravos demartológicos e atuação dos especialistas.

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  1. 1. SÃO PAULO, 30 DE SETEMBRO DE 2011
  2. 2. PANORAMA MUNDIAL SOBRE OS CUIDADOS COM A PELE E O TRATAMENTO DE FERIDAS I SPEED SOBENDE SÃO PAULO, 30 DE SETEMBRO DE 2011 MARIA HELENA SANT ANA MANDELBAUM
  3. 4. DIMENSÕES E OBJETIVOS EPIDEMIOLÓGICA RECURSOS HUMANOS TECNOLOGIAS Incidência? Impacto? Qualificação Disponibilidade Custo – efetividade Acesso Sustentabilidade
  4. 5. Mais de 10 milhões de pessoas sofrem com feridas crônicas apenas na Europa e nos Estados Unidos. “ Um dos fatores é que a população nesses locais está envelhecendo e há cada vez mais DIABÉTICOS E HIPERTENSOS” (www.wuhs.org)
  5. 6. Nos países em desenvolvimento , agregam-se ainda
  6. 7. <ul><li>São as doenças dos pobres </li></ul><ul><li>Várias delas existem no Brasil </li></ul><ul><li>Acometem os que têm pouca força política para exigir qualquer tipo de tratamento. </li></ul><ul><li>São patologias que não atingem países ricos e por isso estão fora dos mercados de interesse da indústria farmacêutica. </li></ul>FONTE: WHO, 2010 A CAUSA É CONHECIDA EXISTE TRATAMENTO FALTAM : DECISÃO E POLÍTICAS PUBLICAS CONSISTENTES DE SE INTERVIR SOBRE O PROBLEMA
  7. 8. <ul><li>Segundo a OMS existem 14 patologias que se enquadram no termo </li></ul><ul><li>DOENÇAS NEGLIGENCIADAS Úlcera de Buruli Doença de Chagas </li></ul><ul><li>Cólera Dengue Dracunculiase </li></ul><ul><li>Treponematose endêmica Tripanossomíase africana (doença do sono) </li></ul><ul><li>Leishmaniose Hanseníase </li></ul><ul><li>Filariose(elefantíase) Oncocerose </li></ul><ul><li>Esquistossomose Helmintíases Tracoma. </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Segundo a OMS: 1 bilhão de pessoas no mundo são infectadas por uma ou mais dessas Doenças. </li></ul><ul><li>Entre 1975 e 1999 foram lançados no mercado 1396 novos medicamentos. </li></ul><ul><li>Apenas 16 (1%) contra essas patologias que acometem quase 20% da população mundial. </li></ul><ul><li>Enquanto isso, 2/3 desses 1396 &quot;novos&quot; </li></ul><ul><li>medicamentos são versões modificadas de drogas </li></ul><ul><li>já existentes </li></ul>
  9. 11. Dermatoses: ocupam o 1º lugar na busca dos serviços de saúde Dermatoses eritematoescamosas: eritrodermia, psoríase; Dermatozoonoses: escabiose, pediculose, miíase; Micobacterioses: hanseníase Micoses superficiais: ptiríase vesicolor, dermatofitoses; Micoses profundas: paracoccidiomicose, esporotricose Buloses: Pênfigo, dermatite herpetiforme; Dermatoses por protozoários: Leishmaniose; Farmacodermias: Sínd. Stevens Jonhson, NET; DSTs: herpes genital, sífilis; Oncologia dermatológica: Micose fungóide; melanoma; Acne, entre outras...
  10. 12. C ausas mais freqüentes de atendimentos : 1.Acne ( 14%) 2.Micoses superficiais (8,8%) 3.Transtornos na pigmentação (8,4%). Ceratose actínica (4º lugar) - Carcinoma basocelular (13º) Hanseníase (20º.) Quanto ao sexo feminino, vê-se que: a CID L81 agrega 92% de mulheres e a CID L65, 87%. Qto ao sexo masculino: a CID A30 tem 54% de homens, bem como a L64 (53%). No tocante à cor de pele, destaca-se para a ceratose actínica e para o carcinoma basocelular a forte presença dos pacientes brancos (93%), bem como para hanseníase 46%, não-brancos .
  11. 13. A30- hanseníase subiu da 20º para o 6º lugar, bem como subiram a psoríase (10º para 4º) e vitiligo (19º para 12º) e o C80-carcinoma basocelular (13º p/ 8º). Ressalta-se o surgimento do carcinoma espinocelular (17ª), do Lupus eritrematose (21ª) e da alopécia areata (22º). Fonte: sbd.org.br
  12. 14. Entre pacientes pardos/negros, a CID A30- hanseníase subiu da 20º para o 10º lugar , bem como subiram a foliculite, o liquen, a escabiose e o vitiligo. Surgiram neste grupo a alopécia areata (22º) e os quelóides (24º). Ressalta-se a acentuada queda da ceratose actínica de 4º para 18º neste grupo; bem como, desceu a alopécia androgenética do 17º para o 25
  13. 15. 1. VEICULADAS ATRAVÉS DA PELE 2. COM REPERCUSSÕES SOBRE A PELE E ANEXOS
  14. 16. MANIFESTAÇÕES DERMATOLÓGICAS DE AGRAVOS SISTÊMICOS <ul><li>Estão disponiveis na Internet, mais de 10.000 trabalhos </li></ul><ul><li>Sobre o assunto, com mais de 500 sites com informações sobre : </li></ul><ul><li>Prevenção de complicações no DM </li></ul><ul><li>Consensos internacionais sobre medidas para prevenção e cuidados </li></ul><ul><li>a pacientes com complicações nos pés, em decorrência do DM </li></ul><ul><li>ONDE ESTAMOS FALHANDO ? </li></ul><ul><li>PORQUE NÃO ESTAMOS CONSEGUINDO </li></ul><ul><li>MUDAR ESTE CENÁRIO ? </li></ul>
  15. 18. QUAL A NOSSA RESPONSABILIDADE ? TÉCNICA ÉTICA SOCIAL POLITICA
  16. 19. 1. O QUE SE ESPERA DESTE CUIDADO ? QUAIS SUAS DIMENSÕES ? 2. QUAIS AS COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO PARA ATUAR NESTE PANORAMA ? 3. QUAL DEVE SER A FORMAÇÃO PARA QUE TAIS COMPETÊNCIAS SEJAM DESENVOLVIDAS ? -GRADUAÇÃO - PÓS GRADUAÇÃO
  17. 20. CUIDADO DESEJADO PELAS PESSOAS COM AFECCÃO CUTANEA CUIDADO TÉCNICO EFICIENTE CUIDADO HUMANO DIALÓGICO SOLIDÁRIO Diagrama representativo do desejo das pessoas com afecções cutâneas hospitalizadas em relação aos cuidados de enfermagem, baseado no paradigma sociopoético. Brandão, 2002
  18. 21. PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS Preparo/ Técnicas Prática Especializada Prática Avançada ( Beitz 2000) Características das práticas avançadas e especializadas . · nível educacional · locais de atuação · avaliação física · diagnóstico · manuseio de problemas · foco nos sistemas de saúde · liderança · abordagem interdisciplinar · autonomia · bacharelado · variável · focalizada · limitado · intervenção médica · < ênfase no contexto social · focos variáveis · intra grupal · limitada · mestrado · primário agudo/ crônico · ampla · avançado · privilégio prescritivo · > ênfase no contexto social · forte ênfase · inter profissional · expandida/ essencial
  19. 22. <ul><li>responsabilidade das escolas formadoras </li></ul><ul><li>responsabilidade das sociedades científico-culturais </li></ul>Especialista como decodificador para a sociedade conhecimento X humanização (Jouanen 1998) Especialização em Enfermagem no Brasil PÓS-GRADUAÇÃO SENSO LATO
  20. 23. <ul><li>mito da eficácia </li></ul><ul><li>mito da racionalidade técnica </li></ul><ul><li>mercado competitivo </li></ul><ul><li>RESPONSABILIDADE SOCIAL E POLITICA </li></ul>(Machado, 1997) Visão Social INSERÇÃO DO ESPECIALISTA
  21. 24. Atualidade: 29 Sociedades ou Associações de Especialistas feridas : SOBEST E SOBENDE Agravos dermatológicos : SOBENDE ABEn ABESE (www.abennacional.org.br) (www.abesenacional.com.br) Especialistas em Enfermagem QUEM SOMOS, QUANTO SOMOS?
  22. 25. Estomaterapia e Enf. Em Dermatologia no Brasil 1990: 1 o ETNEP (EEUSP/ SP)* 1992: SOBEST GEDE 1998 : SOBENDE 2002: UNIFESP 1ª. PROVA : 49 TITULADOS 2008: UNIFESP 2ª. PROVA : 11 TITULADOS 2011: UNIFESP (SP) UFBA (BA) ELLU-CASTELO BRANCO S J RIO PRETO *6 reconhecidos WCET 2011: 17 cursos Estomaterapia 4 cursos Especialização Enf. dermatologia
  23. 26. ETNEPs no Brasil (17) e Dermatologia ( 04) 2011: 800 Estomaterapeutas 61 Especialistas em dermatologia Fonte: www.sobest.org.br www.sobende.org.br
  24. 27. PADRÕES INTERNACIONAIS PARA TITULAÇÃO World Council of Enterostomal Therapists (WCET) (www.wcetn.org) Enterostomal Therapy Nursing Education Program (ETNEP) Recognized Education Program (REP) Education Committee (critérios de organização, implantação, credenciamento)
  25. 28. PADRÕES INTERNACIONAIS PARA TITULAÇÃO DERMATOLOGY NURSING INSTITUTE ( DNI) DERMATOLOGY NURSING ASSOCIATION(DNA) (www.dnanurse.org) Dermatology Nursing Certification Committee Exame anual para certificação de especialistas Revalidação a cada 5 anos - DERMATOLOGY NURSE - PRACTITIONER
  26. 29. PÓS-GRADUAÇÃO SENSO LATO Critérios para Credenciamento - ETNEP (WCET/ SOBEST) • diretor ou consultor : estomaterapeuta/ membro do WCET • enfermeiro/ licença prática (estrangeiro)/ fluência no idioma • reconhecimento pela SOBEST (outra) • prática clínica : ETs 2:1 • professores qualificados / bibliografía • 160 horas teóricas e 160 horas práticas (MEC no Brasil) • avaliações teóricas e práticas • conteúdo teórico/ distribuição da carga horária (25% em 4 áreas) * Tutor do WCET : 1 0 programa no país 75% = 4 anos 60% = 2 anos <60% = modificações
  27. 30. PÓS-GRADUAÇÃO SENSO LATO Critérios para Credenciamento de cursos ( SOBENDE) CORPO DOCENTE PROJETO PEDAGÓGICO INFRAESTRUTURA PROGRAMA TEÓRICO-PRÁTICO MONOGRAFIA AVALIAÇÃO • Carga horária MINIMA: 360 HORAS CURSO PRESENCIAL * Dermatologia Clínica e Cirúrgica Feridas Estética (www.wcetn.org)
  28. 31. Análise do Memorial (X pontos) Prova (X pontos) Inscrição Pós-graduação em Estomaterapia / Dermatologia Curso reconhecido junto ao Ministério de Educação Curso “credenciado” pela SOBEST e pelo WCET / SOBENDE Membro ativo (2 anos consecutivos) Titulação de especialistas Brasil SOBEST SOBENDE ABESE/ COFEN
  29. 32. PERSPECTIVAS PROMISSORAS <ul><li>ENSINO </li></ul><ul><li>ATENÇÃO </li></ul><ul><li>GESTAO </li></ul><ul><li>PESQUISA </li></ul>
  30. 33. FORMAÇÃO DO ESPECIALISTA ALGUNS IMPACTOS <ul><li>Santos e Sawaia (2000; 2001 ) : 30 enfermeiros </li></ul><ul><li>Teoria das Representações Sociais </li></ul><ul><li>uso da bolsa coletora: estratégia pedagógica </li></ul><ul><li>Paula e Santos (2002; 2003) : 12 enfermeiros </li></ul><ul><li>Teoria das Representações Sociais </li></ul>representações positivas valorização e reconhecimento autonomia profissional ascensão profissional melhora da qualidade da atenção representações negativas cobrança dificuldades institucionais dualidade
  31. 34. IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Brasil Assistência Número de especialistas no país Serviços, protocolos e programas (instituições/ clínicas) Políticas Públicas (estaduais e federal) Ensino Disciplinas de PG sensu stritu Disciplinas de Graduação Novos ETNEPs Especialidade SOBEST: congressos bienais congresso mundial Semana Nacional de Estomaterapia Encontro Nacional de Pesquisa Revista Estima WCET (congressos e comitês)
  32. 35. Pesquisa Mestres e Doutores Centros de Estudos Revista Estima (desde 2003) IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Brasil Produção científica (teses de mestrado e doutorado)
  33. 36. IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 1. Qualidade de vida <ul><li>diagnóstico da qualidade de vida (feridas, incontinências e estomias*) </li></ul><ul><li>> disponibilidad de questionários (três áreas) </li></ul><ul><li>> utilização na prática clínica diária (resultados e questionários) </li></ul><ul><li>direcionamento do cuidado especializado </li></ul><ul><li>(Ìndice de Qualidade de Vida de Ferrans & Powers- Versão Feridas) </li></ul><ul><li>diagnóstico das ocorrências de UP, IU e IA (incidência e risco) </li></ul><ul><li>replicação metodológica (estudos de incidência de UP) </li></ul><ul><li>direcionamento do cuidado especializado </li></ul>2. Epidemiologia
  34. 37. IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 4. Revisões sistemáticas 3. Custos <ul><li>padronização de tecnologias (público) </li></ul><ul><li>seleção de coberturas para cateteres periféricos </li></ul><ul><li>coberturas para feridas em pacientes hospitalizados e ambulatoriais </li></ul><ul><li>direcionamento do cuidado especializado </li></ul><ul><li>(iodo/ plasma rico en plaquetas/ ozônio/ </li></ul><ul><li>odor em feridas neoplásicas malignas/ fístulas/ </li></ul><ul><li>sistemas de suporte/ tratamento de UV) </li></ul><ul><li>novos problemas de investigação : Fitoterápicos, recursos naturais </li></ul>
  35. 38. IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 5. Escalas e questionários (adaptação e validação) <ul><li>> disponibilidade de questionários </li></ul><ul><li>(IQVFP-VF/ OAI-23/ COH-QOL-OQ) </li></ul><ul><li>> disponibilidade de escalas (Braden/Q, Waterlow, PUSH) </li></ul><ul><li>estabelecimento de pontos de corte (Braden e Waterlow) </li></ul><ul><li>ampliação do uso das escalas de avaliação de risco </li></ul><ul><li>melhora da sistematização da avaliação de risco </li></ul><ul><li>redução na incidência de UP (algumas instituições) </li></ul><ul><li>melhora do sistema de avaliação de feridas </li></ul>
  36. 39. IMPACTO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA Algumas conseqüências práticas 5. Produção Científica dos Cursos de Especialização <ul><li>trabalhos de conclusão de curso </li></ul><ul><li>apresentação em eventos nacionais </li></ul><ul><li>(SOBEST/ SOBENDE/ CBE) </li></ul><ul><li>apresentação em eventos internacionais </li></ul><ul><li>(WOCN/ WCET/ ECET/ AAWC/ WUWHS) </li></ul><ul><li>publicações </li></ul><ul><li>Wound Ostomy Continence Nursing Journal </li></ul><ul><li>Ostomy Wound Manage/ Wounds </li></ul><ul><li>Applied Nursing Research </li></ul><ul><li>Dermatology Nursing </li></ul><ul><li>REEUSP/RLAE </li></ul><ul><li>Estima* </li></ul>
  37. 40. CENÁRIOS DE ATUAÇÃO - BRASIL  Impacto dos Especialistas Visibilidade Reconhecimento “ Ser referência” Autonomia Valorização Ganhos financeiros Pós-graduação sensu strictu
  38. 41. EM TORNO DE 1200 ENTIDADES REGISTRADAS NACIONAIS – ESTADUAIS – LOCAIS PROFISSIONAIS – PACIENTES INSTITUCIONAIS - EMPRESARIAIS
  39. 42. The Council for Medical Education and Testing (CMET)  is a non-profit organization providing physician Specific certification for the Physician Specialist in Wound Care.  CMET is the only physician specific organization in wound care and its sole purpose is to serve as a certifying agency. The CMET &quot; examination changes the dynamics of this field and advances wound care to a new level. It brings us one step closer to the goal of specialty recognition. The next challenge will be the initiation of residencies and fellowships which are commensurate with the evolution of knowledge and practice. This examination is available to all prescribing physicians CMET is partnering with upcoming wound care and medical conferences to offer additional venues for physicians to take the Physician Wound Care examination.  With cities across the United S 1º. EXAME DE CERTIFICAÇÃO EM CUIDADOS COM FERIDAS PARA MÉDICOS DOS ESTADOS UNIDOS – AGOSTOS DE 2010
  40. 43. <ul><li>Diagnosis and Management of: </li></ul><ul><ul><li>Diabetic Ulcers </li></ul></ul><ul><ul><li>Venous Ulcers </li></ul></ul><ul><ul><li>Pressure Ulcers </li></ul></ul><ul><ul><li>Ischemic Ulcers </li></ul></ul><ul><li>A-Typical Skin Lesions </li></ul><ul><li>Histology of Wound Healing </li></ul><ul><li>Infection </li></ul><ul><li>Internal Medicine: Diabetes and other disease entities that can impact wound healing </li></ul><ul><li>Fewer number of questions are found in the following subject areas: </li></ul><ul><ul><li>Documentation </li></ul></ul><ul><ul><li>Medical / Legal Aspects /Burns </li></ul></ul>
  41. 44. BUSCANDO EVIDÊNCIAS PARA AS AÇÕES Evidence-Based Report Card: Are Pressure Redistribution Surfaces or Heel Protection Devices Effective for Preventing Heel Pressure Ulcers?  Joan Junkin  Mikel Gray   Journal of Wound, Ostomy and Continence Nursing November/December 2009  Volume 36 Number 6 Pages 602 - 608
  42. 45. <ul><li>EXISTEM MAIS DE 5000 ITENS NO MERCADO DESTINADOS AOS “CUIDADOS COM FERIDAS” </li></ul><ul><li>- MENOS DE 10% TEM ESTUDOS CONTROLADOS </li></ul><ul><li>E APRESENTAM EVIDÊNCIAS SOBRE SUA EFICÁCIA </li></ul><ul><li>-60% SÃO APRESENTAÇÕES COMERCIAIS DOS MESMOS PRINCIPIOS ATIVOS </li></ul><ul><li>PRINCIPAIS COMPONENTES DOS AGENTES </li></ul><ul><li>QUE DEMONSTRAM ALGUM GRAU DE EVIDÊNCIA </li></ul><ul><li>- MEL MANUKA </li></ul><ul><li>GÉIS A BASE DE ÁGUA E CMC </li></ul><ul><li>EXTRATOS VEGETAIS </li></ul><ul><li>ESPUMAS </li></ul>
  43. 46. <ul><li>1. TER SÓLIDOS CONHECIMENTOS SOBRE PROPEDÊUTICA PARA </li></ul><ul><li>SABER AVALIAR </li></ul><ul><li>2. DESENVOLVER RACIOCINIO CLÍNICO PARA </li></ul><ul><li>SABER PRESCREVER </li></ul><ul><li>3. ATUAR EM EQUIPE PARA </li></ul><ul><li>SABER MOTIVAR </li></ul><ul><li>4. CONTEXTUALIZAR PARA </li></ul><ul><li>SABER TRANSFORMAR </li></ul>COMPETÊNCIAS PARA O FUTURO Ayello, 2009
  44. 48. O QUE FAZEMOS COM OS DESAFIOS DA NOSSA PROFISSÃO ???
  45. 49. O que mostram as evidências ? <ul><li>INVESTIR NA CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS É ESSENCIAL </li></ul><ul><li>AVALIAR ADEQUADAMENTE É REQUISITO PARA UMA BOA INTERVENÇÃO </li></ul><ul><li>ATUAR EM AÇÕES DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO SÃO MAIS EFICAZES </li></ul><ul><li>DIAGNOSTICAR PRECOCEMENTE </li></ul><ul><li>EDUCAR A POPULAÇÃO PARA O AUTOCUIDADO </li></ul><ul><li>SELECIONAR CRITERIOSAMENTE AS TECNOLOGIAS, COM BASE EM PESQUISAS JULGAMENTO CLINICO E CUSTO-EFETIVIDADE </li></ul>Pieper, Caliri, 2009
  46. 50. Participação, inserção , comprometimento
  47. 51. PARCEIRO INFORMADO E EMPODERADO <ul><li>SATISFAÇÃO </li></ul><ul><li>RETENÇÃO </li></ul><ul><li>REFERÊNCIA </li></ul><ul><li>EFEITO MULTIPLICADOR DO AUTOCUIDADO </li></ul>
  48. 54. 8 DE OUTUBRO DE 2011 CAMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO 8. ENCONTRO SOBRE PSORIASE
  49. 55. Equipe de enfermagem
  50. 56. www.dermacamp.org.br <ul><li>X Acampamento </li></ul><ul><li>DERMACAMP 10 anos </li></ul><ul><li>11 A 15 DE NOVEMBRO 2011 </li></ul>
  51. 57. RESISTÊNCIA X RESILIÊNCIA ....Humm,preciso me aposentar.. O quê, Protocolo????
  52. 58. Referências <ul><li>World Health Organization. Adherence to long-term therapies: evidence for action. 2010. </li></ul><ul><li>National Institute for Clinical Excellence. CG76: medicines adherence: involving patients in decisions about prescribed medicines and supporting adherence. 2009 </li></ul><ul><li>SBD- Sociedade Brasileira de Dermatologia. Censo dermatológico . Disponivel em www.sbd.org.br </li></ul>
  53. 59. Grata pela atenção [email_address]

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