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Objetivos <ul><li>Promover a institucionalização em nível de Governo do atendimento ao aluno cego e ao de visão subnormal ...
Objetivos <ul><li>Atender com presteza e de forma imediata, ás variadas demandas da diversidade das programações escolares...
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Público Alvo <ul><li>->  Pessoas cegas ou de visão subnormal da comunidade; </li></ul><ul><li>->  Professores especializad...
<ul><li>   Durante o período em que esteja no Ensino Fundamental, Médio ou Superior. </li></ul><ul><li>   De acordo com ...
Núcleo de Tecnologia  <ul><ul><li>Constitui-se em um conjunto de equipamentos e materiais especializados ou adaptados, com...
Máquina Perkins Braille
Impressora Juliet
Equipamentos e Produções <ul><li>Computadores; </li></ul><ul><li>Impressoras JULIET; </li></ul><ul><li>Máquinas Perkins Br...
Biblioteca <ul><li>Espaço destinado a leitura e pesquisa. </li></ul>
Leitura e Escrita Braille Sistema Braille <ul><li>Criado por  Louis Braille , em 1825, na França o  Sistema Braille  é con...
Alfabeto Braille (leitura)
Leitura e Escrita Braille
Sorobã <ul><li>No Brasil, em 1949, Joaquim Lima de Moraes,  adaptou  o Soroban para uso de cegos , após aprender a técnica...
Sorobã
Estimulação Precoce <ul><li>“ Conjunto dinâmico de atividades e de recursos, humanos e ambientais, incentivadores que são ...
Estimulação Precoce
Estimulação Precoce (Recursos)
Estimulação Precoce  (Recursos)
Estimulação Precoce Habilidades Desenvolvidas
Estimulação Precoce Habilidades Desenvolvidas <ul><li>Motricidade fina; </li></ul><ul><li>Movimentos amplos e fortalecimen...
Orientação e Mobilidade -  Educação Física  <ul><li>A Orientação e Mobilidade tem o objetivo de proporcionar ao deficiente...
Orientação e Mobilidade
Baixa Visão <ul><li>A criança com baixa visão enxerga pouco,mesmo com o uso de óculos. A criança que tem baixa visão deve ...
Lupa
Visão Normal
<ul><li>Como os portadores de Baixa Visão enxergam  </li></ul>
Catarata
Lesão na Visão Central
Glaucoma
<ul><li>“ A vida é a arte do encontro.” </li></ul><ul><li>( Vinícius de Moraes ) </li></ul>
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Conhecendo o cap

  1. 1. <ul><li>Estado de Sergipe </li></ul><ul><li>Prefeitura Municipal de Aracaju </li></ul><ul><li>Secretaria Municipal de Educação </li></ul><ul><li>Centro de Apoio Pedagógico para </li></ul><ul><li>Atendimento a Pessoas com Deficiência Visual - CAP </li></ul><ul><li>TEREZA CRISTINA CERQUEIRA DA GRAÇA </li></ul><ul><li>SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO </li></ul><ul><li>MARIA JOSÉ GUIMARÃES </li></ul><ul><li>DIRETIORIA DE ENSINO </li></ul><ul><li>EVILSON NUNES </li></ul><ul><li>DIVISÃO DE EDUCAÇÃO BÁSICA </li></ul><ul><li>JOANA D’ARC MEIRELES DOS SANTOS </li></ul><ul><li>COORDENADORA CAP </li></ul>
  2. 2. CORPO DOCENTE <ul><li>CLOTILDE VASCONCELOS PEREIRA </li></ul><ul><li>EDINEZ OLIVEIRA LIMA </li></ul><ul><li>ILNA BATINGA CARDOSO </li></ul><ul><li>JOANITA CACILDA ROCHA PRADO </li></ul><ul><li>JOÃO CARLOS SMITH FILHO </li></ul><ul><li>LÍVIA VIANA DE MENDONÇA </li></ul><ul><li>MARIA AUXILIADORA R. CHAGAS </li></ul><ul><li>MARIA CLAUDENICE DOS S. CRUZ </li></ul><ul><li>MARIA ECI BARBOSA BARROS </li></ul><ul><li>MARIA FLORIPES R. GUIMARÃES </li></ul><ul><li>MARIA IRMA R. FEITOSA </li></ul><ul><li>MARIA LINDINALVA C. M. BRUNO </li></ul><ul><li>NANETE G. DE ANDRADE </li></ul><ul><li>WOLNEY SIQUEIRA MONTE SANTO </li></ul>
  3. 3. SERVIDORES <ul><li>NADJA MARIA DA SILVA </li></ul><ul><li>ROBYSON SANTANA GUIDICE </li></ul><ul><li>SEVERINO AMARO DE LIMA </li></ul><ul><li>REINALDO VARELA (voluntário) </li></ul>ESTAGIÁRIO <ul><li>JULIO CÉSAR ALVES </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Aqui enxergamos o abstrato, ouvimos o silêncio. </li></ul><ul><li>Pensamos o impossível. </li></ul><ul><li>E caminhamos juntos para o mesmo objetivo. </li></ul><ul><li>Profº Ulisses </li></ul>
  5. 5. <ul><li>O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, constitui-se uma unidade de Apoio Pedagógico. </li></ul>
  6. 6. Onde Funciona <ul><li>Rua Leonardo Leite, 194 – Centro </li></ul><ul><li>Aracaju-Sergipe </li></ul><ul><li>Telefone: (79) 31791886 </li></ul>
  7. 7. Espaço <ul><li> Núcleo de Produção Braile; </li></ul><ul><li>Biblioteca; </li></ul><ul><li>3 salas para atendimento de Leitura e Escrita Braille; </li></ul><ul><li> 1 sala de Estimulação Precoce; </li></ul><ul><li> 1 sala de Música; </li></ul><ul><li> Pátio; </li></ul><ul><li> Banheiros. </li></ul>
  8. 8. Objetivos <ul><li>Promover a institucionalização em nível de Governo do atendimento ao aluno cego e ao de visão subnormal (Baixa Visão) no que se refere aos recursos específicos necessários a sua educação, por meio da utilização dos sistemas público e privado de ensino; </li></ul><ul><li>Garantir aos educandos cegos e aos de visão subnormal, acesso aos recursos específicos necessários a seu atendimento educacional, priorizando o ensino fundamental; </li></ul>
  9. 9. Objetivos <ul><li>Atender com presteza e de forma imediata, ás variadas demandas da diversidade das programações escolares; </li></ul><ul><li>Promover a capacitação de profissionais e demais recursos humanos da comunidade, visando a melhoria e ampliação dos serviços e programas de atendimentos especializados. </li></ul>
  10. 10. Público Alvo <ul><li>-> Prioritariamente, educando cego ou de visão subnormal matriculado no ensino fundamental da escola pública; </li></ul><ul><li>-> Educando cego ou de visão subnormal matriculado na educação infantil, no ensino médio e tecnológico e na educação superior; </li></ul>
  11. 11. Público Alvo <ul><li>-> Pessoas cegas ou de visão subnormal da comunidade; </li></ul><ul><li>-> Professores especializados e regentes de classe comum; </li></ul><ul><li>-> Estagiários de cursos de magistérios, pedagogia, psicologia e outros. </li></ul>
  12. 12. <ul><li> Durante o período em que esteja no Ensino Fundamental, Médio ou Superior. </li></ul><ul><li> De acordo com a necessidade do usuário em aprender as técnicas facilitadoras para sua vida. </li></ul>Período de Atendimento
  13. 13. Núcleo de Tecnologia <ul><ul><li>Constitui-se em um conjunto de equipamentos e materiais especializados ou adaptados, com o objetivo de promover a independência do educando com deficiência visual, por meio de acesso e utilização de tecnologia moderna para produção de textos, estudos, pesquisas e outros. </li></ul></ul>
  14. 14. Máquina Perkins Braille
  15. 15. Impressora Juliet
  16. 16. Equipamentos e Produções <ul><li>Computadores; </li></ul><ul><li>Impressoras JULIET; </li></ul><ul><li>Máquinas Perkins Braille; </li></ul><ul><li>Produção do Livro Acessível, com a utilização da tecnologia MEC Daisy; </li></ul>
  17. 17. Biblioteca <ul><li>Espaço destinado a leitura e pesquisa. </li></ul>
  18. 18. Leitura e Escrita Braille Sistema Braille <ul><li>Criado por Louis Braille , em 1825, na França o Sistema Braille é conhecido universalmente como código ou meio de leitura e escrita das pessoas cegas. Baseia-se na combinação de 63 pontos que representam as letras do alfabeto, os números e outros símbolos gráficos. A combinação dos pontos é obtida pela disposição de seis pontos básicos, organizados espacialmente em duas colunas verticais com três pontos à direita e três a esquerda de uma cela básica denominada de Braille. </li></ul>
  19. 19. Alfabeto Braille (leitura)
  20. 20. Leitura e Escrita Braille
  21. 21. Sorobã <ul><li>No Brasil, em 1949, Joaquim Lima de Moraes, adaptou o Soroban para uso de cegos , após aprender a técnica ensinada por imigrantes japoneses, abrasileirando o termo para Sorobã . </li></ul><ul><li>  Então temos dois modelos no Brasil: - Soroban: para videntes (como chamamos os dotados de visão); - Sorobã: o mesmo, mas adaptado para deficientes visuais. </li></ul><ul><li>O Ábaco, ou Sorobã é um instrumento de calcular, ou seja, os deficientes visuais utilizam o Sorobã na realização de operações matemáticas. Através da prática do Sorobã, os alunos atingem objetivos como:- Põe em funcionamento o cérebro, aguçando sua inteligência.- Ajuda o aluno a resolver problemas de matemática com rapidez e perfeição.- Desenvolve habilidades motoras, como: movimentos de pulso, mãos e dedos.- Desenvolve a memória e a autoconfiança.- Formam pessoas melhores preparadas, do ponto de vista mental, da perseverança e da paciência. </li></ul>
  22. 22. Sorobã
  23. 23. Estimulação Precoce <ul><li>“ Conjunto dinâmico de atividades e de recursos, humanos e ambientais, incentivadores que são destinados a proporcionar à criança, nos seus primeiros anos de vida, experiências significativas para alcançar pleno desenvolvimento no seu processo evolutivo.” </li></ul>
  24. 24. Estimulação Precoce
  25. 25. Estimulação Precoce (Recursos)
  26. 26. Estimulação Precoce (Recursos)
  27. 27. Estimulação Precoce Habilidades Desenvolvidas
  28. 28. Estimulação Precoce Habilidades Desenvolvidas <ul><li>Motricidade fina; </li></ul><ul><li>Movimentos amplos e fortalecimento de mãos e corpo; </li></ul><ul><li>Discriminação e reconhecimento de forma e grandeza; </li></ul><ul><li>Organização e estruturação do espaço; </li></ul><ul><li>Reconhecimento de textura; </li></ul><ul><li>Identificação, discriminação,comparação e separação de objetos. </li></ul>
  29. 29. Orientação e Mobilidade - Educação Física <ul><li>A Orientação e Mobilidade tem o objetivo de proporcionar ao deficiente visual autonomia na locomoção, auto-confiança, aumento da auto-estima e independência, elementos estes, facilitadores na sua integração social. </li></ul>
  30. 30. Orientação e Mobilidade
  31. 31. Baixa Visão <ul><li>A criança com baixa visão enxerga pouco,mesmo com o uso de óculos. A criança que tem baixa visão deve ser estimulada a usar a visão residual (que resta) ao máximo. Ela não é cega e não deve ser tratada como tal. </li></ul>
  32. 32. Lupa
  33. 33. Visão Normal
  34. 34. <ul><li>Como os portadores de Baixa Visão enxergam </li></ul>
  35. 35. Catarata
  36. 36. Lesão na Visão Central
  37. 37. Glaucoma
  38. 38. <ul><li>“ A vida é a arte do encontro.” </li></ul><ul><li>( Vinícius de Moraes ) </li></ul>

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