- PESQUISA E PERSPECTIVAS COM     CÉLULAS TRONCO MATRIZ CELULARES E BANCOS DEPELE
CÉLULAS TRONCO    CONCEITO     São células originadas da mitose dos zigoto                 que possuem a capacidade de se ...
CÉLULAS TRONCO           EMBRIONÁRIA            EMBRIÃO             TOTIPOTENTES                                          ...
CÉLULAS TRONCO                               POTÊNCIA   TOTIPOTENTES         PRODUZ CÉLULAS EMBRIONÁRIAS E EXTRA EMB.   PL...
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CÉLULAS TRONCO                          APLICAÇÃOUma das principais aplicações é produzir células e tecidospara terapias m...
CÉLULAS TRONCO                          RELIGIÃO    Investigação científica com células tronco embrionárias são chamadas  ...
Legislação sobre a sua utilização.               CÉLULAS TRONCOÁfrica do Sul - permite todas as pesquisas com embriões, in...
Legislação sobre a sua utilização.               CÉLULAS TRONCOIsrael - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive...
CÉLULAS TRONCOEm países onde estudos com células-tronco são permitidos,elas estão sendo utilizadas, em caráter experimenta...
CÉLULAS TRONCO                               TRATAMENTO: Câncer - para reconstrução dos tecidos; Doenças do coração – para...
CÉLULAS TRONCO                             TRATAMENTOEsclerose lateral amiotrófica - para a geração de novo tecido neural ...
CÉLULAS TRONCO                             CUSTOSColeta e processamento das células do cordão umbilical custam U$ 1.325Est...
CÉLULAS TRONCO Pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo conseguiram obter células-tronco embrionárias a partir do ...
CÉLULAS TRONCO Outra pesquisa, também feita no Brasil, mais precisamente por pesquisadoresdo Instituto Nacional de Cardiol...
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MATRIZ CELULAR
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TERAPIA CELULARAnormalidades vascularesTônusAdesividade endotelial
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TERAPIA CELULAR  LOCALIZAÇÃO
TERAPIA CELULAR       ESTÁGIOS BASEADOS NA PROFUNDIDADE Estagio I   Eritema persistenteEstagio II   Perda parcial da pel...
TERAPIA CELULAR   CLASSIFICAÇÃO                 SINAIS E SINTOMASAgudas menos de 01 mês      DolorosasCrônicas mais de ...
TERAPIA CELULAR                    MANUSEIOCurativos úmidosEducaçãoProteçãoControle da infecçãoDesbridamentoBandagen...
TERAPIA CELULAR              DESBRIDAMENTOCirúrgicoMédicoBiológico
TERAPIA CELULAR                   RECENTES AVANÇOSAplicação tópica de analgésicosAplicação tópica de fatores de crescime...
TERAPIA CELULAR                      PREVENÇÃODeficiência nutricionalTrauma localMeias protetoras não elásticaOrteses ...
TERAPIA CELULAR                 METAS E TRATAMENTOCicatrização da úlcera dentro de um período razoávelRetorno deambulaçã...
TERAPIA CELULAR                         CARACTERÍSTICASMargens bem definidas Redondas ou ovais Superficiais ou profunda...
TERAPIA CELULAR             COMPLICAÇÕESAlergia de contatoInfecções bacterianasCancerização dos bordos da úlceraAprofu...
TERAPIA CELULAR                      TRATAMENTO GERALInformar ao paciente que a possibilidade de cura dependemde sua ades...
TERAPIA CELULAR                TRATAMENTO LOCALLimpeza diária da úlceraRepousoElevação do membro afetadoCurativosMedi...
TERAPIA CELULAR        TRATAMENTO SINTOMÁTICODesenvolver o tecido de granulaçãoEpidermização
TERAPIA CELULAR                   LIMPEZA DA LESÃOA limpeza da úlcera com soro associado ao bicarbonatoDesinfecção e lim...
TERAPIA CELULAR                       CURATIVOSSolução de dakin diluídaPasta de óxido de zincoPomada ou simplesmente va...
TERAPIA CELULARBota de UnnaBandagens de compressão
TERAPIA CELULAR            TRATAMENTO DA DORAnalgésicos não opióides e opióidesPomadas anestésicas
TERAPIA CELULAR       LASER DE BAIXA INTENSIDADE InGaP DE 670nmAltera a permeabilidade da membrana celular para vários ío...
TERAPIA CELULAR       OBJETIVOS PARA CURA A LONGO PRAZORestaurar a hemodinâmica venosa     normalCompleta    remoção   d...
TERAPIA CELULAR                 ENXERTIA DE PELENão altera a fisiopatologiaNão aumenta o suprimento sanguíneo97,4% das ...
TERAPIA CELULAR  TRANSFERÊNCIA DE TECIDOS LIVRESDunn e colsWeinzweig e Shuler
TERAPIA CELULAR      FALCEMIA: PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA-POPULAÇÃO BAHIA:15 MILHÕES-AFRODESCEDENTE: 80%-1/658 NASCIDOS VIV...
TERAPIA CELULAR     SERVIÇO DE CIRURGIA PLÁSTICA DO HOSPITALUNIVERSITÁRIO PROFESSOR EDGAR SANTOS HUPES-UFBA              P...
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULARTRATAMENTO AMBULATORIAL
TERAPIA CELULARPROCEDIMENTOS CIRURGICOS
TERAPIA CELULARDesbridamento cirúrgicoVACCélulas troncoDerme DescelularizadaCurativos
MECANISMO DE AÇÃO                      Remove o material infecciosoProtege o ambiente     da ferida                       ...
REMOVE MATERIAL INFECCIOSO
REMOVE FLUÍDOS
REDUÇÃO DO EDEMA48 horas pós VAC
PROTEGE A FERIDA DO MEIO AMBIENTE
APROXIMA AS MARGENS
TERAPIA CELULAR   Capacidade de proliferação ilimitada   Auto-renovação   Produção de diferentes linhagens celulares  ...
TERAPIA CELULARO estroma onde encontram-se os precurseores          das células fibroblásticas A abordagem do tratamento d...
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULAR
DERME DESCELULARIZADA COM GLICEROL
TERAPIA CELULARDESBRIDAMENTO CIRÚRGICO
TERAPIA CELULAR
APLICAÇÃO DA DERME DESCELULARIZADA
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULAR
TERAPIA CELULAR
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Congresso dermato - 21/09/2012
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  • Células-tronco totipotentes  – o corpo humano é formado por vários tipos de tecidos e esse tipo de  células-tronco  é capaz de se diferenciar em qualquer um deles, inclusive placenta e anexos embrionários. As células  totipotentes  são encontradas nas primeiras divisões do embrião, por volta do terceiro ou quarto dia depois da fecundação, quando o embrião está com aproximadamente 32 células.
  • Tem sido reconhecido como outro caminho para a lesão final de órgãos na doênça de células faiciformes. Vasculopatias tem sido implicado no desenvolvimento da hipertensão pulmonar, choque, ulceras de perna e priapismo, quando associado com hemólise severa ou outras doenças hemolíticas severa
  • Anemia com diminuição da capacidade de transporte de oxigênio e diminuição da biodisponibilidade de óxido nítrico levando a piora da função endotelial
  • Os estágios para úlceras de MMII baseia-se no tamanho, profundidade e duração EI em pele negra dicoloração da pele , calor, edema, rigidez e induraçào EII envolve a epiderme e derme ou ambos. A úlcera é superficial e se apresenta como abrasão bolha ou uma cratera rasa EIII perda de pele total com lesão ou necrose do tecido subcutâneo podendo se extender para baixo porém não atravessando o fascia . Cratera profunda podendo ou não descolar o tecido adjacente EIV destruição de estruturas de suporte, músculos e osso
  • De acordo com a duração Úlceras aguda cicatriza em menos d 1 mês Duração de mais de 6 meses define uma úlcera recidivante Não é incomum úlceras que duram muitos anos fecham e reabrem
  • Com regular tratamento muitas úlceras pequenas podem cicatrizar em poucos meses. Úlceras persistentes por 6 meses requerem outros tratamentos incluindo transfusão, enxerto de pele, bota de Unna, sulfato de zinco, oxigênio hiperbárico, arginina, ervas tópicas, fatores de crescimento tópico,
  • Osteomielite pode complicar as úlceras crônicas em especial as profundas. Como regra a complicação com osso pode ser necessároscan, MRI ou biópsia óssea. Raro uma úlcera falcêmica ser causa de infecções sistêmicas e morte devido a sepse secundária . Também raro é amputação devido a úlcera
  • Incluindo opióides Autólogo ( procuren) ou por tecnologia recombinante ( Regranex) Hidroxiuréia não previne nem acelera a cicatrização Tranfusões tem sido relatado como tratamento.
  • Estudos mostram que a deficiência de zinco é comum em pacientes com SCD. Este mineral tem importância na função imune e cicatrização de feridas. Estudos randomizados mais recentes mostram que a administração de zn 220mg 3 x dia resulta em mais rápida cicatrização. Intervenções educacional como punção venosa. Estudos sistemático e epidemiológico sugerem a hipertensão venosa como o maior determinante do sucesso e prevenção das úlceras.necessário reabilitação ocupacional A hipert. Venosa pode ser a causa de de hipertensão pulmonar e ocorrência de úlceras. Descanso no leito, limitação do andar tem grande impacto na cicatrização das úlceras. Estudos de cohort na Jamaica sugerem fator socio-econômico com grande efeito na frequência das úlceras
  • Congresso dermato - 21/09/2012

    1. 1. - PESQUISA E PERSPECTIVAS COM CÉLULAS TRONCO MATRIZ CELULARES E BANCOS DEPELE
    2. 2. CÉLULAS TRONCO CONCEITO São células originadas da mitose dos zigoto que possuem a capacidade de se diferenciarem em qualquer tipo de célula formando qualquer tipo de tecidoCouzin J: Biotechnology. Celebration and concern over UStrial of embryonic stem cells. Science 2009, 323:568.
    3. 3. CÉLULAS TRONCO EMBRIONÁRIA EMBRIÃO TOTIPOTENTES PLURIPOTENTESORIGEM ADULTAS MEDULA ÓSSEA SANGUE FÍGADO CORDÃO UMBELICAL PLACENTA TECIDO ADIPOSO Nasef A, Ashammakhi N, Fouillard L: Immunomodulatory effect of mesenchymal stromal cells: possible mechanisms. Int J Lab
    4. 4. CÉLULAS TRONCO POTÊNCIA TOTIPOTENTES PRODUZ CÉLULAS EMBRIONÁRIAS E EXTRA EMB. PLURIPOTENTES PRODUZ CÉLULAS EMBRIONÁRIAS MULTIPOTENTES PRODUZ CÉLULAS DE VÁRIAS LINHAGENS UNIPOTENTES PRODUZ UM ÚNICO TIPO CELULAR MADURO OLIGOPOTENTES PRODUZ CÉLULAS DENTRO DE UMA LINHAGEMSekiguchi H, Ii M, Losordo DW: The relative potency and safetyof endothelial progenitor cells and unselected mononuclearcells for recovery from myocardial infarction and ischemia.Am J Physiol Cell Physiol 2009, 219:235-242.
    5. 5. CÉLULAS TRONCO TOTIPOTENTES• corpo humano é formado por vários tipos de tecidos e esse tipo de células-tronco é capaz de se diferenciar em qualquer um deles, inclusive placenta e anexos embrionários.• As células totipotentes são encontradas nas primeiras divisões do embrião, por volta do terceiro ou quarto dia depois da fecundação, quando o embrião está com aproximadamente 32 células. Sekiguchi H, Ii M, Losordo DW: The relative potency and safety of endothelial progenitor cells and unselected mononuclear cells for recovery from myocardial infarction and ischemia. Am J Physiol Cell Physiol 2009, 219:235-242.
    6. 6. CÉLULAS TRONCO PLURIPOTENTES● Também são capazes de se diferenciarem em qualquer tecido do organismo, com exceção da placenta e dos anexos embrionários. Elas são retiradas do embrião por volta do quinto dia depois da fecundação, quando o embrião está com aproximadamente 64 células.Sekiguchi H, Ii M, Losordo DW: The relative potency and safetyof endothelial progenitor cells and unselected mononuclearcells for recovery from myocardial infarction and ischemia.Am J Physiol Cell Physiol 2009, 219:235-242.
    7. 7. CÉLULAS TRONCO CÉLULAS TRONCO ADULTA ● São retiradas do organismo já formado, por exemplo, medula óssea, fígado, sangue, cordão umbilical, placenta etc. Elas são chamadas de células-tronco adultas por não terem mais alta capacidade de diferenciação.Sekiguchi H, Ii M, Losordo DW: The relative potency and safetyof endothelial progenitor cells and unselected mononuclearcells for recovery from myocardial infarction and ischemia.Am J Physiol Cell Physiol 2009, 219:235-242.
    8. 8. CÉLULAS TRONCO FONTESEmbriões recém-fecundados (blastocistos), criados por fertilização in vitro –aqueles que não serão utilizados no tratamento da infertilidade(chamados embriões disponíveis) ou criados especificamente para pesquisa;Embriões recém-fecundados criados por inserção do núcleo celularde uma célula adulta em um óvulo que teve seu núcleo removido –reposição de núcleo celular (denominado clonagem);Células germinativas ou órgãos de fetos abortados;Células sanguíneas de cordão umbilical no momento do nascimento;Tecidos adultos (tais como a medula óssea)Células maduras de tecido adulto reprogramadas para ter comportamentode células-tronco.
    9. 9. CÉLULAS TRONCO APLICAÇÃOUma das principais aplicações é produzir células e tecidospara terapias medicinais.Atualmente, órgãos e tecidos doados são freqüentemente usadospara repor aqueles que estão doentes ou destruídos.O número de pessoas que necessitam de um transplanteexcede muito o número de órgãos disponíveis para transplante.Células pluripotentes oferecem a possibilidade de uma fonte dereposição de células e tecidos para tratar um grande número de doençasincluindo o Mal de Parkinson, Alzheimer, traumatismo da medula espinhalinfarto, queimaduras, doenças do coração, diabetes, osteoartrite e artrite reumatóide.
    10. 10. CÉLULAS TRONCO RELIGIÃO Investigação científica com células tronco embrionárias são chamadas De um meio imoral para um bom fim e moralmente inaceitável. a b c USCCB (United States Conference of Catholic Bishops).United States Catechism for Adults. [S.l.]: USCCB Publishing, 2008.ISBN 978-1-57455-450-2; págs. 392–393
    11. 11. Legislação sobre a sua utilização. CÉLULAS TRONCOÁfrica do Sul - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica. É o único país africanocom legislação a respeito.Alemanha - permite a pesquisa com linhagens de células-tronco existentes e sua importação, mas proíbe adestruição de embriões.Brasil - permite a utilização de células-tronco produzidas a partir de embriões humanos para fins de pesquisa eterapia, desde que sejam embriões inviáveis ou estejam congelados por mais de três anos.[7] Em todos os casos,necessário o consentimento dos pais. A comercialização do material biológico é crime. Em 29 de maio de 2008 oSupremo Tribunal Federal confirmou que a lei em questão é constitucional, ratificando assim o posicionamentonormativo dessa nação.China - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.Coreia do Sul - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.Estados Unidos - proíbe a aplicação de verbas do governo federal a qualquer pesquisa envolvendo embriõeshumanos (a exceção é feita para 19 linhagens de células-tronco derivadas antes da aprovação da lei norte-americana). Mas estados como a Califórnia permitem e patrocinam esse tipo de pesquisa (inclusive a clonagemterapêutica).França - não tem legislação específica, mas permite a pesquisa com linhagens existentes de células-troncoembrionárias e com embriões de descarte.Índia - proíbe a clonagem terapêutica, mas permite as outras pesquisas.
    12. 12. Legislação sobre a sua utilização. CÉLULAS TRONCOIsrael - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.Itália - proíbe totalmente qualquer tipo de pesquisa com células-tronco embrionárias humanas e sua importação.Japão - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.Reino Unido - tem uma das legislações mais liberais do mundo e permite a clonagem terapêutica.Rússia - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.Singapura - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.Turquia - permite pesquisas e uso de embriões de descarte, porem proíbe a clonagem terapêutica das célulastronco.. Yamanaka S: A fresh look at iPS cells. Cell 2009, 137:13-17.
    13. 13. CÉLULAS TRONCOEm países onde estudos com células-tronco são permitidos,elas estão sendo utilizadas, em caráter experimental,no tratamento de diversas doenças como câncer, doenças do coração,doenças hepáticas, Alzheimer, diabetes, doenças renais,entre tantas outras.Entretanto, o uso de células-tronco embrionárias ainda é muito polêmico,pois para a retirada dessas células, tem que haver destruição do embrião epara muitos o embrião é considerado uma vida que se encontra em formação.
    14. 14. CÉLULAS TRONCO TRATAMENTO: Câncer - para reconstrução dos tecidos; Doenças do coração – para reposição do tecido isquêmico com células cardíacas saudáveis e para o crescimento de novos vasos;Osteoporose - por repopular o osso com células novas e fortes;Doença de Parkinson - para reposição das células cerebrais produtoras de dopamina;Diabetes - para infundir o pâncreas com novas células produtoras de insulina;Cegueira - para repor as células da retina;Danos na medula espinhal - para reposição das células neurais da medula espinal;Doenças renais - para repor as células, tecidos ou mesmo o rim inteiro;Doenças hepáticas - para repor as células hepáticas ou o fígado todo;
    15. 15. CÉLULAS TRONCO TRATAMENTOEsclerose lateral amiotrófica - para a geração de novo tecido neural ao longo damedula espinal e corpo;Doença de Alzheimer - células-tronco poderiam tornar-se parte da cura pela reposiçãoe cura das células cerebrais;Distrofia muscular –para reposição de tecido muscular e possivelmente,carreando genes que promovam a cura;Osteoartrite - para ajudar o organismo a desenvolver nova cartilagem;Doença auto-imune - para repopular as células do sangue e do sistema imune;Doença pulmonar - para o crescimento de um novo tecido pulmonar.
    16. 16. CÉLULAS TRONCO CUSTOSColeta e processamento das células do cordão umbilical custam U$ 1.325Estocagem anual das células em nitrogênio líquido U$ 95 por ano.Terapia celular para doadores autólogos aproximadamente U$ 80 milTransplante celular alogênico, isto é, de células provenientes de um doador compatível que não ele próprio, de U$ 90 mil a US$ 150 mil.Doador compatível varia de U$ 7 mil a U$ 9 mil.
    17. 17. CÉLULAS TRONCO Pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo conseguiram obter células-tronco embrionárias a partir do dente de leite e de acordo com o pesquisador NelsonLizier, elas já estão sendo utilizadas em pacientes com lesões na córneaSegundo o pesquisador, essas células também poderão ser utilizadas na regeneraçãoda retina, arteriosclerose, doenças cardíacas, regeneração óssea, de cartilagem eimplantes dentários. Como essas células-tronco são retiradas da polpa do dente deleite, que normalmente é jogado fora ou guardado pelos pais, não existem questõeséticas que impeçam o seu uso e manipulação.
    18. 18. CÉLULAS TRONCO Outra pesquisa, também feita no Brasil, mais precisamente por pesquisadoresdo Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e do Instituto de Biofísica daUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), conseguiu transformar as célulasdo sangue menstrual em células-tronco embrionárias. O sangue que é descartadopelas mulheres todos os meses é capaz de salvar várias vidas e curar inúmerasdoenças.
    19. 19. CÉLULAS TRONCONa Bahia o Prof Gildasio Daltro e José Valber estudam respectivamente regeneraçãoóssea e cicatrização de úlceras em pacientes com doênça Falciforme na UniversidadeFederal da Bahia com utilização de células tronco da medula óssea.
    20. 20. CÉLULAS TRONCO PERSPECTIVASCompreensão dos mecanismos de diferenciação e desenvolvimento;Identificação, isolamento e purificação dos diferentes tipos decélulas tronco adultas;Controle da diferenciação de células-tronco para tipos celulares alvonecessários para o tratamento das doenças;Conhecimento para desenvolver transplantes de células-tronco compatíveis;Demonstração do controle apropriado do crescimento, bem como a obtençãodo desenvolvimento e função de célula normal;Confirmação dos resultados bem-sucedidos dos animais em seres humanos.
    21. 21. MATRIZ CELULAR CONCEITOA MATRIZ EXTRACELULAR (MEC) CORRESPONDE AOS COMPLEXOSMACROMOLECULARES RELATIVAMENTE ESTÁVEIS, FORMADOS PORMOLÉCULASDE DIFERENTES NATUREZAS QUE SÃO PRODUZIDAS, EXPORTADAS ECOMPLEXADAS PELAS CÉLULAS, MODULANDO A ESTRUTURA,FISIOLOGIA E BIOMECÂNICA DOS TECIDOS.
    22. 22. MATRIZ CELULAR
    23. 23. MATRIZ CELULARMEC utiliza modelos experimentais de osteoartrite induzida por meniscectomia parcialem coelhos e ratos e na esclerodermia induzida pela imunização de coelhos saudáveiscom colágeno tipo V.Modelo experimental de esclerodermia como terapêutica, atualmente são abordadosaspectos moleculares e estruturais do colágeno V nas fibroses cutânea e pulmonar Osteoartrite aborda-se: a patogênese deste modelo, células-tronco mesenquimais e demedula óssea e suas perspectivas terapêuticas, tratamento com drogascondroprotetoras e o estabelecimento do plasma rico em plaquetas no tratamento daosteoartrite experimental.Esse laboratório pesquisa também a fisiopatologia da articulação em ratos diabéticos.Outra linha de pesquisa que é desenvolvida refere-se à fibrilogênese do colágeno V emdoenças reumáticas e sua repercussão nos processos inflamatórios e de cicatrização. :
    24. 24. BANCO DE PELEA QUESTÃO DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS AINDA É CONTROVERSA, POR ENVOLVERA ÉTICA E CRENÇAS RELIGIOSAS.TRANSPLANTES JÁ TIVERAM, INCLUSIVE, UMA "OBRIGATORIEDADE" DEDOAÇÃO NO GOVERNO DE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, QUE ACHOU PORBEM SANCIONAR A "DOAÇÃO PRESUMIDA DE ÓRGÃOS" (LEI 9.434/97) E QUEGEROU MUITA POLÊMICA.OU SEJA, PASSOU-SE A CONVIVER COM O DOADOR PRESUMIDO, O EXPRESSOE O NÃO DOADOR (ESTES DOIS ÚLTIMOS TINHAM DE FAZER CONSTAR EM UMANOVA CARTEIRA DE IDENTIDADE, A SUA VONTADE).
    25. 25. BANCO DE PELE• RIO GRANDE DO SUL POSSUI O PRIMEIRO BANCO DE PELE HUMANA, OUBANCO DE TECIDO HUMANO, DO BRASIL.• CRIADO EM 2005, VISA ATENDER ESPECIALMENTE A VÍTIMAS DEQUEIMADURAS GRAVES. EM FEVEREIRO DE 2008 RECEBEU O MATERIALDO PRIMEIRO DOADOR ESPONTÂNEO. ASSIM COMO NO CASO DOSTRANSPLANTES DE ÓRGÃOS,• OS TRANSPLANTES DE PELE PRECISAM ACONTECER COM A ANUÊNCIAEM VIDA DO PRÓPRIO DOADOR, OU ATRAVÉS DO CONSENTIMENTO DAFAMÍLIA.
    26. 26. BANCO DE PELEBANCO DE TECIDOS HUMANOS, PERTENCENTE À FUNDAÇÃO GAÚCHA DOSBANCOS SOCIAIS DA FIERGS, É O ÚNICO DO GÊNERO EM FUNCIONAMENTO NOBRASIL, E ATENDE A TODOS OS ESTADOS DO PAÍS FORNECENDO PELE.PASSOU A SE CHAMAR BANCO DE TECIDOS HUMANOS DR. ROBERTO CORRÊACHEM, EM HOMENAGEM A SEU IDEALIZADOR.O BANCO DE TECIDO HUMANO TEM A CAPACIDADE DE CAPTAR PELE DEDOADORES DE MÚLTIPLOS ÓRGÃOS E DE CORAÇÃO PARADO.•BANCO POSSUI O ALVARÁ NÚMERO 1 PARA A CAPTAÇÃO DE PELE DEPESSOAS FALECIDAS.•RECEBEU AUTORIZAÇÃO DE DILMA ROUSSEF, ENTÃO MINISTRA DA CASACIVIL E TEVE FINANCIAMENTO DA REFINARIA ALBERTO PASQUALINI - REFAP -PETROBRAS.
    27. 27. BANCO DE PELE
    28. 28. BANCO DE PELERESULTADOS DERAM CONTA DE QUE AS DUAS CAMADAS DA PELE –DERME E EPIDERME –PODEM SER USADAS EM PACIENTES QUE NECESSITEMDE ENXERTOS DE ÚLCERAS OU NO TRATAMENTO DE QUEIMADOS. ATUALMENTE, OS PROCEDIMENTOS SÃO VARIADOS. SÃO FEITOS DESDE ENXERTOS COM SUBSTITUTIVOS DÉRMICOS ATÉ PELES DE CADÁVER FORNECIDAS POR BANCOS DE PELE.
    29. 29. BANCO DE PELEEM 2010 A ESPANHA NOTICIOU O SUCESSO DA EXPERIÊNCIA EM RATOS,PARTINDO DOS MESMOS PRINCÍPIOS ESTUDADOS E DESENVOLVIDOSNO BRASIL – BIÓPSIA DE DOADORES E MULTIPLICAÇÃO IN-VITRO.
    30. 30. BANCO DE PELEEM 2011, A REVISTA GALILEU APRESENTOU A REPORTAGEMA FÁBRICA DE PELE, ONDE FELIPE TURIONI ANUNCIA QUELABORATÓRIO ALEMÃO CRIA A PRIMEIRA LINHA DE MONTAGEMPARA PRODUZIR TECIDO HUMANO EM ESCALA.PODE SER A SALVAÇÃO DAS COBAIAS
    31. 31. BANCO DE PELEBRAÇO ROBÓTICO LEVA OS INGREDIENTES DE UMA MÁQUINA PARA A OUTRA.ELES PASSAM POR UMA LINHA DE MONTAGEM, ONDE SÃO FILTRADOS EMISTURADOS ATÉ SE CHEGAR AO PRODUTO FINAL,FÁBRICA DE PELE INAUGURADANESTE ANO PELO INSTITUTO FRAUNHOFER, NA ALEMANHA,A PRIMEIRA DO MUNDO A PRODUZIR TECIDO HUMANO EM ESCALA.ELA TEM CAPACIDADE PARA ENTREGAR POR MÊS 5 MIL DISCOS DE PELEPOUCO MENORES QUE UMA MOEDA DE UM CENTAVO, AO PREÇODE 50 EUROS (CERCA DE R$ 120) A UNIDADE. OK, MAS QUEM VAI COMPRAR ISSO
    32. 32. BANCO DE PELEUNIÃO EUROPEIA DECIDIU PROIBIR, DEPOIS DE 2013, A VENDA DECOSMÉTICOS TESTADOS EM ANIMAIS.A PELE FEITA EM LABORATÓRIOS É UM DOS PROCEDIMENTOS ALTERNATIVOSMAIS COTADOS PARA SUBSTITUIR AS COBAIAS NESSA TAREFA.“A FÁBRICA SERÁ IMPORTANTE AINDA PARA PRODUZIR PELE EMTRANSPLANTES”, DIZ A BIOQUÍMICA ALEMÃ HEIKE WALLES, DIRETORA DOPROJETO NO INSTITUTO. O PROCEDIMENTO SERIA ÚTIL, POR EXEMPLO, NARECUPERAÇÃO DE PACIENTES QUE TIVERAM QUEIMADURAS GRAVES.
    33. 33. BANCO DE PELEPARA QUE A PELE FABRICADA POSSA SER “COLADA” AO RECEPTOR,AS MÁQUINAS SERÃO PROGRAMADAS PARA ESTIMULAR NO MATERIALCOLETADO A PRODUÇÃO DA PROTEÍNA FIBRONECTINA.A SUBSTÂNCIA FAZ PARTE DAS MEMBRANAS CELULARES DO NOSSO CORPO,E É RESPONSÁVEL POR ESTABELECER CONEXÕES COM OUTRAS MOLÉCULAS— COMO O COLÁGENO —, ATIVAR A CIRCULAÇÃO DO SANGUE E AJUDAR NACICATRIZAÇÃO. “TODOS PODERÃO UTILIZAR A PELE E ESSE TIPO DETRANSPLANTE DEVERÁ SER FUNDAMENTAL PARA PACIENTES QUE SOFRERAMFORTES QUEIMADURAS OU TÊM ALGUM FERIMENTO CRÔNICO”“
    34. 34. BANCO DE PELE
    35. 35. BANCO DE PELE SALVADOR
    36. 36. TERAPIA CELULARA sua história começa em 1917 com a demonstração por EMMEL da falciformação in vitro dos glóbulos vermelhos de sujeitos falcêmicos. O2 HbS
    37. 37. TERAPIA CELULARMutação e Falcização
    38. 38. TERAPIA CELULAR ALTERAÇÃO MOLECULAR DA HEMOGLOBINA Polimerização patológica; Rigidez das células vermelhas; Diminuição do fluxo microvascular; Isquemia e infarto;
    39. 39. TERAPIA CELULAR
    40. 40. TERAPIA CELULARAnormalidades vascularesTônusAdesividade endotelial
    41. 41. TERAPIA CELULAR PATOGÊNESE Obstrução mecânica Infecção bacteriana Excessiva vasoconstricção na posição pendente Trombose local Anemia
    42. 42. TERAPIA CELULAR PATOGÊNESE Esta deformação compromete a capacidade do glóbulo depassar através das estruturas vasculares pequenas; acongestão de leitos vasculares podem resultar em isquemiado tecido e infarto.
    43. 43. TERAPIA CELULAR LOCALIZAÇÃOÁreas com menos gordura no tcscPele finaMenos fluxo de sangueMaléolo medialMaléolo lateralDorso do péTendão de Aquiles
    44. 44. TERAPIA CELULAR LOCALIZAÇÃO
    45. 45. TERAPIA CELULAR ESTÁGIOS BASEADOS NA PROFUNDIDADE Estagio I Eritema persistenteEstagio II Perda parcial da peleEstágio III Perda total de peleEstágio IV Perda de pele total com destruição e necrose
    46. 46. TERAPIA CELULAR CLASSIFICAÇÃO SINAIS E SINTOMASAgudas menos de 01 mês DolorosasCrônicas mais de 03 meses Indolente Intratável Cicatrizam lento por meses e anos
    47. 47. TERAPIA CELULAR MANUSEIOCurativos úmidosEducaçãoProteçãoControle da infecçãoDesbridamentoBandagens de compressão
    48. 48. TERAPIA CELULAR DESBRIDAMENTOCirúrgicoMédicoBiológico
    49. 49. TERAPIA CELULAR RECENTES AVANÇOSAplicação tópica de analgésicosAplicação tópica de fatores de crescimento derivado deplaquetas (Procuren) (Regranex)Enxertos de cultura de célulasCurativos de membrana semipermeávelHidroxiuréia
    50. 50. TERAPIA CELULAR PREVENÇÃODeficiência nutricionalTrauma localMeias protetoras não elásticaOrteses para segurar o tornozelo durante o trabalhoIntervenções educacionalEstase venosaFator sócio-econômico
    51. 51. TERAPIA CELULAR METAS E TRATAMENTOCicatrização da úlcera dentro de um período razoávelRetorno deambulação o mais breve possívelInstituir medidas preventivas contra a recorrênciaEnsinar o paciente tolerância e compreensão com o regimede tratamento
    52. 52. TERAPIA CELULAR CARACTERÍSTICASMargens bem definidas Redondas ou ovais Superficiais ou profundas Cicatrizes Atróficas Halo hiperpigmentado
    53. 53. TERAPIA CELULAR COMPLICAÇÕESAlergia de contatoInfecções bacterianasCancerização dos bordos da úlceraAprofundamento da lesão
    54. 54. TERAPIA CELULAR TRATAMENTO GERALInformar ao paciente que a possibilidade de cura dependemde sua adesãoEvitar o uso prolongado de antibióticos tópicos Antibióticos sistêmicos só esta indicado quando existemsinais de infecção na pele hígidaTreinar o paciente para realizar limpeza dos curativos
    55. 55. TERAPIA CELULAR TRATAMENTO LOCALLimpeza diária da úlceraRepousoElevação do membro afetadoCurativosMedicações e transfusõesHigiene e hidratação da peleControle da dorPomadas anestésicas
    56. 56. TERAPIA CELULAR TRATAMENTO SINTOMÁTICODesenvolver o tecido de granulaçãoEpidermização
    57. 57. TERAPIA CELULAR LIMPEZA DA LESÃOA limpeza da úlcera com soro associado ao bicarbonatoDesinfecção e limpeza da pele para retirar secreçõesRetirada de tecidos não viáveisCurativo úmidoCurativo sintético
    58. 58. TERAPIA CELULAR CURATIVOSSolução de dakin diluídaPasta de óxido de zincoPomada ou simplesmente vaselinaFilmesHidrocoloidesHidrogelSolução de iosina a 2% para a pele em torno da úlcera
    59. 59. TERAPIA CELULARBota de UnnaBandagens de compressão
    60. 60. TERAPIA CELULAR TRATAMENTO DA DORAnalgésicos não opióides e opióidesPomadas anestésicas
    61. 61. TERAPIA CELULAR LASER DE BAIXA INTENSIDADE InGaP DE 670nmAltera a permeabilidade da membrana celular para vários íonsAltera a permeabilidade da membrana da mitocôndria
    62. 62. TERAPIA CELULAR OBJETIVOS PARA CURA A LONGO PRAZORestaurar a hemodinâmica venosa normalCompleta remoção da úlcera e de toda peledermatoesclerótica
    63. 63. TERAPIA CELULAR ENXERTIA DE PELENão altera a fisiopatologiaNão aumenta o suprimento sanguíneo97,4% das ulceras recidivam em 2 anosMédia de 55 dias de hospitalização
    64. 64. TERAPIA CELULAR TRANSFERÊNCIA DE TECIDOS LIVRESDunn e colsWeinzweig e Shuler
    65. 65. TERAPIA CELULAR FALCEMIA: PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA-POPULAÇÃO BAHIA:15 MILHÕES-AFRODESCEDENTE: 80%-1/658 NASCIDOS VIVOS: FALCÊMICOS.-FALCÊMICOS NA Bahia: 20.000-24.000-HEMOBA: 2400 pacientes
    66. 66. TERAPIA CELULAR SERVIÇO DE CIRURGIA PLÁSTICA DO HOSPITALUNIVERSITÁRIO PROFESSOR EDGAR SANTOS HUPES-UFBA Período janeiro 2010 á setembro de 2011 Pacientes N= 15 Homens: 10 Mulheres: 5 Úlceras unilateral: 12 Úlceras bilateral: 03
    67. 67. TERAPIA CELULAR
    68. 68. TERAPIA CELULARTRATAMENTO AMBULATORIAL
    69. 69. TERAPIA CELULARPROCEDIMENTOS CIRURGICOS
    70. 70. TERAPIA CELULARDesbridamento cirúrgicoVACCélulas troncoDerme DescelularizadaCurativos
    71. 71. MECANISMO DE AÇÃO Remove o material infecciosoProtege o ambiente da ferida Remove fluídos Promove um Ajuda a aproximar ambiente úmidopara a cicatrização as margens da ferida da ferida Promove a perfusão
    72. 72. REMOVE MATERIAL INFECCIOSO
    73. 73. REMOVE FLUÍDOS
    74. 74. REDUÇÃO DO EDEMA48 horas pós VAC
    75. 75. PROTEGE A FERIDA DO MEIO AMBIENTE
    76. 76. APROXIMA AS MARGENS
    77. 77. TERAPIA CELULAR Capacidade de proliferação ilimitada Auto-renovação Produção de diferentes linhagens celulares Regeneração de tecidos
    78. 78. TERAPIA CELULARO estroma onde encontram-se os precurseores das células fibroblásticas A abordagem do tratamento da úlceras falcêmicas por transplante autólogo de medula óssea baseia-se atualmente na hipótese prévalente de que as células da linhagem fibroblastica derivam de uma celula tronco do stroma medular. CFU-F OSTEO CHONDRO FIBRO Stroma System
    79. 79. TERAPIA CELULAR
    80. 80. TERAPIA CELULAR
    81. 81. TERAPIA CELULAR
    82. 82. TERAPIA CELULAR
    83. 83. DERME DESCELULARIZADA COM GLICEROL
    84. 84. TERAPIA CELULARDESBRIDAMENTO CIRÚRGICO
    85. 85. TERAPIA CELULAR
    86. 86. APLICAÇÃO DA DERME DESCELULARIZADA
    87. 87. TERAPIA CELULAR
    88. 88. TERAPIA CELULAR
    89. 89. TERAPIA CELULAR
    90. 90. TERAPIA CELULAR
    91. 91. TERAPIA CELULAR
    92. 92. TERAPIA CELULAR
    93. 93. TERAPIA CELULAR
    94. 94. TERAPIA CELULAR
    95. 95. TERAPIA CELULAR

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