ATENÇÃO BÁSICA EM HANSENÍASEDESAFIOS      PARA       ATUAÇÃO         DA    ENFERMAGEMESPECIALIZADA                        ...
“Hanseníase : Problema de saúde pública”             Hanseníase
Prioridade à vigilância            epidemiológica Magnitude: aplicável a doenças de elevada frequência; Potencial    de ...
Casos novos de hanseníase, segundo região/nível mundial,                     2004 - 2010                                  ...
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Rev Saúde Pública 2010;44(4):650-7*Recidivas de casos de hanseníase no        estado de Mato Grosso * Capítulo (1) tese:  ...
Recidiva                        Classificação operacional        Pacientes que, após alta por cura:          dor no traje...
Objetivo Comparar as novas entradas por recidiva de hanseníaseem unidades básicas de saúde (UBS) e em unidadesespecializad...
Método  Estudo transversal de todas as entradas       de   casos   de  recidiva(SINAN) no período de 2004 a 2006.Foram def...
   Do total de 344 registros de casos de recidiva (SINAN )   Foram excluídos: n= 21 entradas por erro diagnóstico, dupli...
Resultados da análise comparativa da   proporção de casos de recidiva    diagnosticados em UBS e UE
Características individuais e geográficas  Tabela 1.                                            Recidiva                  ...
Tabela 2.            Características Clínicas                                         Recidiva                   Total    ...
Tabela 3.              Características Clínicas                                        Recidiva                    Total  ...
Tabela 4.                          Razão de taxas de recidiva                Total       Recidiva (A)     Total    Recidiv...
A – Total de munícipios comcasos de recidivasB – Recidivas MultibacilaresC – Recidivas Paucibacilares
Conclusão As  novas  entradas  de  casos  de  recidiva  em  Mato Grosso  são  influenciadas  pelos  diagnósticos  feitos e...
Rev Brasileira de Epidemiologia (15): 3, setembro/2012.*    Características clínico-laboratoriais no    retratamento por r...
Objetivo Comparar as características clínico-laboratoriais dos doentes de  hanseníase  durante  o  tratamento  inicial  e ...
Método  Estudo transversal de casos  diagnosticados  de  recidiva  em   hanseníase  em  unidades  de  referência  de  2005...
Recidiva versus tratamento inicial: análise              comparativa
Tabela 1. Distribuição dos casos de recidiva em hanseníase, segundo   intervalo de tempo entre a alta do tratamento e reci...
Tabela 2. Comparação de proporção de casos entre tratamento inicial (t1) erecidiva (t2) em hanseníase, segundo característ...
Tabela 3. Comparação de proporção de casos entre tratamento inicial(t1) e recidiva (t2) em hanseníase, segundo característ...
Tabela 4. Comparação de proporção de casos entre tratamento inicial(t1) e recidiva (t2) em hanseníase, segundo característ...
Conclusão Os  casos  de  recidiva  caracterizam  o  agravamento da  doença  indicadas  pelo  aumento  do  índice baciloscó...
RecomendaçõesO percentual de 6 a 20%, de registros de casos de recidivas em noperíodo estudado demanda investigação e moni...
RecomendaçõesA organização de serviços quanto à capacitação de recursoshumanos, apoio laboratorial e maior acessibilidade ...
RecordaçõesAs medidas adicionais de vigilância epidemiológica para este grupo de  indivíduos com maior chance de reincidên...
HANSENÍASE!!! PODEMOS VENCER.
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Dra. silvana ferreira - 20/09/2012

  1. 1. ATENÇÃO BÁSICA EM HANSENÍASEDESAFIOS PARA ATUAÇÃO DA ENFERMAGEMESPECIALIZADA   Profa. Dra. Silvana Margarida Benevides Ferreira   SALVADOR - BAHIA 2012
  2. 2. “Hanseníase : Problema de saúde pública” Hanseníase
  3. 3. Prioridade à vigilância epidemiológica Magnitude: aplicável a doenças de elevada frequência; Potencial de disseminação: Expressa pela transmissibilidade da doença; Transcendência: severidade (danos neurais) relevância social e econômica; Vulnerabilidade: prevenção e controle que permitem a atuação concreta e efetiva dos serviços de saúde.
  4. 4. Casos novos de hanseníase, segundo região/nível mundial, 2004 - 2010 228.474 casos (2011)  ( DATASUS, 2011; (WHO). Global leprosy situation, 2011 )
  5. 5. Casos novos de hanseníase, segundo país com maior carga da doença; 2004 - 2010 Brasil: 41.264 casos (2011)  DATASUS, 2011; (WHO). Global leprosy situation, 2011 )
  6. 6. Detecção  geral  e  em  menores  de  15  anos  de  hanseníase  por região, Brasil 2011 MT: 84,6 DATASUS, 2011
  7. 7. Rev Saúde Pública 2010;44(4):650-7*Recidivas de casos de hanseníase no  estado de Mato Grosso * Capítulo (1) tese:  Profa. Dra. Silvana M. Benevides ferreira – UNIC            Profa Dra. Eliane Egnotti – UNEMAT            Profa. Dra. Monica Antar - UNIFESP
  8. 8. Recidiva            Classificação operacional Pacientes que, após alta por cura:   dor no trajeto de nervos, novas áreas com alteração dePB sensibilidade, lesões novas e/ou exacerbação de lesões anteriores e que não respondem com tratamento com corticosteróides por, pelo menos, 90 dias Pacientes que, após alta por cura:   lesões cutâneas e/ou exacerbação de lesões antigas,MB novas alterações neurológicas que não responderem ao tratamento com talidomida e/ou corticosteróide nas doses e prazos recomendados e baciloscopia positiva. MS, 2009;2010
  9. 9. Objetivo Comparar as novas entradas por recidiva de hanseníaseem unidades básicas de saúde (UBS) e em unidadesespecializadas (UE) no estado de Mato Grosso.
  10. 10. Método Estudo transversal de todas as entradas de casos de recidiva(SINAN) no período de 2004 a 2006.Foram definidos: Recidiva diagnosticados em unidades especializadas (UE): residentes nos municípios de Cuiabá, Cáceres, Diamantino, Rondonópolis e Várzea Grande; e Recidiva nos demais municípios do Estado com unidades básicas de saúde (UBs).
  11. 11.  Do total de 344 registros de casos de recidiva (SINAN ) Foram excluídos: n= 21 entradas por erro diagnóstico, duplicidade e transferência para outro estado. Foram analisados 323 casos.
  12. 12. Resultados da análise comparativa da proporção de casos de recidiva diagnosticados em UBS e UE
  13. 13. Características individuais e geográficas  Tabela 1. Recidiva Total Variáveis UBs UE χ2 (p-valor) n % n % n %SexoMasculino 180 69,8 49 75,4 229 70,9 0,79 (0,373)Feminino 78 30,2 16 24,6 94 29,1Idade em anosMenor de 15 05 1,9 - - 05 1,5 1,28 (0,258)Maior de 15 253 98,1 65 100,0 318 98,5Município residênciaCáceres - - 04 6,2 04 1,2 179,58 (0,000)Cuiabá 19 7,4 24 36,9 43 13,3Diamantino - - 08 12,3 08 2,5Rondonópolis 04 1,5 10 15,4 14 4,3Várzea Grande - - 09 13,8 09 2,8Outros Municípios 235 91,1 10 15,4 245 75,9
  14. 14. Tabela 2.  Características Clínicas   Recidiva Total Variáveis UBs UE χ2 (p-valor) n % n % n %Forma ClínicaIndeterminada 26 10,1 03 4,6 29 9,0 5,22 (0,266)Tuberculóide 21 8,1 07 10,8 28 8,7Dimorfa 125 48,4 31 47,7 156 48,3Virchowiana 41 16,0 16 24,6 57 17,6Ignorado 45 17,4 08 12,3 53 16,4Classif. operacionalPB 46 17,8 11 16,9 57 17,6 0,03 (0,864)MB 212 82,2 54 83,1 266 82,4GIFZero 141 54,6 41 63,1 182 56,3 4,44 (0,218)G1 59 22,9 17 26,1 76 23,5G2 e G3 18 7,0 02 3,1 20 6,2Ignorado 40 15,5 05 7,7 45 14,0Total * 258 79,9 65 20,1 323 100,0
  15. 15. Tabela 3.  Características Clínicas   Recidiva Total Variáveis UBs UE χ2 (p-valor) n % n % n %BaciloscopiaPositiva 67 26,0 22 33,8 89 27,6Negativa 101 39,1 15 23,1 116 35,9 5,86 (0,053)NR/Ignorada ! 90 34,9 28 43,1 118 36,5Baciloscopia (PB)Positiva 01 2,5 02 11,7 03 5,3Negativa 22 55,0 07 41,2 29 50,9 2,45 (0,294)NR/Ignorada ! 17 42,5 08 47,1 25 43,8Baciloscopia (MB)Positiva 68 33,2 18 29,5 86 32,3Negativa 76 37,1 11 18,0 87 32,7 12,34 (0,002)NR/Ignorada ! 61 29,7 32 52,5 93 35,0
  16. 16. Tabela 4. Razão de taxas de recidiva Total Recidiva (A) Total Recidiva (B) Total DiferençaVariável de de de Recidiva % casos casos casos Recidiva (!) n n % n n % n n %PB 9.959 46 0,5 6.116 11 0,2 16.075 57 0,4 150,0MB 10.338 212 2,1 4.723 54 1,1 15.061 266 1,8 90,9Total MT 20.297 258 1,3 10.839 65 0,6 31.136 323 1,0 116,7 Total de casos e recidiva (A) = UBs ; Total de casos e recidiva (B) = UE. (!) (UBs/UE)-1)*100)
  17. 17. A – Total de munícipios comcasos de recidivasB – Recidivas MultibacilaresC – Recidivas Paucibacilares
  18. 18. Conclusão As  novas  entradas  de  casos  de  recidiva  em  Mato Grosso  são  influenciadas  pelos  diagnósticos  feitos em  UBS,  sugerindo  que  há  deficiência  na  rede  de serviços  de  saúde  em  reconhecer  casos  de recidiva.
  19. 19. Rev Brasileira de Epidemiologia (15): 3, setembro/2012.* Características clínico-laboratoriais no retratamento por recidiva em hanseníase * Capítulo (2) tese:  Profa. Dra. Silvana M. Benevides ferreira – UNIC            Profa Dra. Eliane Egnotti – UNEMAT            Profa. Dra. Monica Antar - UNIFESP
  20. 20. Objetivo Comparar as características clínico-laboratoriais dos doentes de  hanseníase  durante  o  tratamento  inicial  e  no  retratamento por  recidiva  diagnosticada  em  unidades  de  saúde  de referência no Estado de Mato Groso.
  21. 21. Método Estudo transversal de casos  diagnosticados  de  recidiva  em  hanseníase  em  unidades  de  referência  de  2005  a  2007  em  cinco  municípios do Estado Foram definidos: Recidiva diagnosticados em unidades especializadas (UE): residentes nos municípios de Cuiabá, Cáceres, Diamantino, Rondonópolis e Várzea Grande; O tratamento inicial foi considerado t1 e a recidiva t2. 
  22. 22. Recidiva versus tratamento inicial: análise comparativa
  23. 23. Tabela 1. Distribuição dos casos de recidiva em hanseníase, segundo intervalo de tempo entre a alta do tratamento e recidiva; Mato Grosso, 2009.Sem informação= 7; (!) Média = 7 anos e 6 meses ; Mediana = 3 anos; DP = 5,71
  24. 24. Tabela 2. Comparação de proporção de casos entre tratamento inicial (t1) erecidiva (t2) em hanseníase, segundo características clínico-laboratoriais; MatoGrosso, 2009.
  25. 25. Tabela 3. Comparação de proporção de casos entre tratamento inicial(t1) e recidiva (t2) em hanseníase, segundo características clínico-laboratoriais; Mato Grosso, 2009. GIF= grau de incapacidade física  no diagnóstico 
  26. 26. Tabela 4. Comparação de proporção de casos entre tratamento inicial(t1) e recidiva (t2) em hanseníase, segundo características clínico-laboratoriais; Mato Grosso, 2009.
  27. 27. Conclusão Os  casos  de  recidiva  caracterizam  o  agravamento da  doença  indicadas  pelo  aumento  do  índice baciloscópico e do grau de incapacidade física. 
  28. 28. RecomendaçõesO percentual de 6 a 20%, de registros de casos de recidivas em noperíodo estudado demanda investigação e monitoramento dasintercorrências após alta por cura; Maior percentual, 80%, de registros de recidiva em UBs e de 37%dos casos multibacilares diagnosticados reforçam a necessidade deencaminhamento para unidades de referência, dos casos suspeitosde recidiva, para esclarecimentos e confirmação dos diagnósticos;
  29. 29. RecomendaçõesA organização de serviços quanto à capacitação de recursoshumanos, apoio laboratorial e maior acessibilidade ao tratamento eacompanhamento enfatizam prioridade para estes indivíduos;Maior atenção à confirmação diagnostica de recidiva por meio deexames baciloscópicos, em especial, nos multibacilares e daavaliação neurológica sistemática de todos os pacientes dehanseníase.
  30. 30. RecordaçõesAs medidas adicionais de vigilância epidemiológica para este grupo de indivíduos com maior chance de reincidência da doença deve incluir: Melhoria das condições de vida, por meio da implementação de políticas públicas e maior responsabilidade do Estado e sociedade na organização de serviços, para alcance de melhores resultados do controle da hanseníase.
  31. 31. HANSENÍASE!!! PODEMOS VENCER.
  32. 32. Obrigada!!!Silvana_benevides@hotmail.com

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