PPP 2013 Escola Classe 29 de Taguatinga

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PPP 2013 Escola Classe 29 de Taguatinga

  1. 1. GOVERNO DO DISTRITO FEDERALSECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃOCOORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGAESCOLA CLASSE 29PROJETOPOLÍTICOPEDAGÓGICO2013DireçãoCoordenaçãoProfessoresAuxiliaresPais
  2. 2. (Paulo Freire)“Ensinar não é transferir conhecimento, mascriar as possibilidades para a sua própriaprodução ou a sua construção.”
  3. 3. SUMÁRIO1. Missão2. Identificação3. Apresentação4. Histórico da Escola e da Comunidade4.1. Escola Inclusiva5. Diagnóstico da Situação Presente6. Organização Administrativa7. Organização Curricular8. Objetivos9. Metas10. Princípios Norteadores11. Eixo Temático Pedagógico12. Projetos e Planos de Ação12.1.Projeto Cidadania12.2.Projeto Bullying não tem graça!12.3.Hora da leitura/ Histórias na sacola12.4.Projeto Laboratórios de Estudos Cognitivos12.5.Projeto Educação Financeira12.6.Laboratório de Informática12.7.PROERD12.8.Projeto de Avaliação Institucional12.9. Plano de Ação da Coordenação Pedagógica Local12.10. Plano de Ação SEAA12.11.Plano de Ação – Sala de recursos12.12.Plano de Ação – SOE12.13 A hora do recreio também e hora de aprender13. Avaliação14. Referências Bibliográficas
  4. 4. 1. MISSÃOOferecer uma Educação de qualidade, pautada nos princípios de umademocracia participativa, comunitária, inclusiva e ambiental, tornando-se um espaçocultural de socialização e desenvolvimento do educando, preparando-o para oexercício de sua plena cidadania.2. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL2.1 Nome: Escola Classe 29 de Taguatinga2.2 Endereço Completo: QNJ 18 Área Especial nº 10 CEP: 72.140-1802.3 Telefone/E-mail: 3901-6743 ec29tag@gmail.com2.4 Localização: Urbana2.5 Coordenação Regional de Ensino: Taguatinga2.6 Data de Fundação: 02/09/19702.7 Autorização: Conselho Estadual de Educação2.8 Turnos de Funcionamento: Diurno ( matutino e vespertino)2.9 Nível de Ensino: Educação Básica2.10 Modalidades de Ensino: Ensino Fundamental (1º ao 5º ano)2.11 Equipe diretiva:Diretora: Ana Cristina de Andrade Miranda AmaralVice-diretora: Ana Cristina Silva3. APRESENTAÇÃOA proposta básica deste trabalho é oferecer contribuições provindas dareflexão de educadores, alunos, pais, núcleo gestor e demais funcionários da EC 29,visando intensificar o desenvolvimento de ações cooperativas, eficazes erenovadoras.O Projeto Pedagógico é compreendido como processo de ação participativagrupal com pessoas interagindo politicamente em função das necessidades,interesses e objetivos comuns. Busca um maior envolvimento na ação educativa,considerada responsabilidade de todos os membros da Comunidade Escolar. Em
  5. 5. vista disso, este projeto foi construído através de encontros com a comunidadeescolar nos dias previstos para tal, no início do ano letivo de 2013 e em encontrosao longo dos meses de fevereiro e março no espaço das coordenações coletivascom os professores e demais funcionários.A educação, em todos os tempos, e principalmente nos dias de hoje,ressente-se de maior aprofundamento e clareza sobre o verdadeiro sentido daaprendizagem e sobre os objetivos a serem alcançados. Não se trata simplesmentede aprender conteúdos, mas, antes, preparar-se para o pleno exercício de suacidadania.A diversidade cultural brasileira deve permear as discussões na áreaeducacional e na composição das diretrizes curriculares das diferentes disciplinas,principalmente no que diz respeito às diferenças culturais.O desafio é sair da postura reprodutiva, oferecendo indicações que facilitem oaprender e o saber pensar. Seguindo essa linha de pensamento, na caminhada embusca da construção do saber, o mundo sente a necessidade de incluir o pensarpróprio desde os anos iniciais da vida escolar do educando.Para superar as dificuldades, têm sido propostas políticas públicas afirmativasque dão ênfase à cidadania e à dignidade da pessoa humana. Nesta perspectiva aeducação é considerada um veículo privilegiado no processo da inclusão social.A educação é essencial ao processo de transformação da sociedade,cabendo à escola estimular a construção de valores, hábitos e comportamentos deforma democrática e comprometida para a formação integral do ser humano.A escola deve ser um espaço para construção do saber e integração doindivíduo na sociedade.“ O Projeto Pedagógico é um instrumento teórico-metodológico que visaajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de forma refletida,consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É umametodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os agentes dainstituição.” Vasconcellos (1995)4. HISTÓRICO DA ESCOLA E DA COMUNIDADEA Escola Classe 29 de Taguatinga situa-se na QNJ 18 Área Especial nº 10.Conta com uma área de 6.000 metros quadrados, sendo 1.500 metros quadrados deárea construída.
  6. 6. Edificada em 1969 e inaugurada em 02/09/70. Foi criada pelo Decreto 1150de 08/10/69, publicado na Legislação do Distrito Federal, volume VIII, página 3024.Com autorização de funcionamento pelo Decreto nº 3547, de 03/01/77, publicado noDiário Oficial do Distrito Federal (DODF) de 11/02/77, suplemento. Reconhecimentopela Portaria nº 17 de 07/07/80, Secretaria de Educação e Cultura, publicado novolume I, página 142 dos Atos Normativos da Fundação Educacional do DistritoFederal. Ato de criação pela Portaria 003 de 12/01/2004.Vinculada à Secretaria de Estado de Educação – Coordenação Regional deEnsino de Taguatinga a partir de setembro de 1970 vem prestando atendimento àComunidade ininterruptamente.Atualmente atende de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, totalizandoaproximadamente 350 alunos.No período matutino estão os alunos que estão cursando o 4º e o 5º ano, jáno vespertino estão as turmas do 1º, 2º e 3º anos, que integram o Bloco Inicial deAlfabetização.A escola conta com alunos com faixa etária entre 06 e 13 anos, os quais têmresponsáveis com nível de escolaridade de ensino médio e renda financeiramediana e de caráter diversificado em sua religiosidade. Recebemos tambémcrianças abrigadas da Instituição “Casa do Caminho”. É uma escola inclusiva.A comunidade escolar é participativa nas reuniões propostas e festividades,porém ainda temos algumas famílias que participam pouco da vida escolar de suascrianças.O espaço geográfico que a escola ocupa é cercado por um alto índice decirculação de pessoas e automóveis, pois se encontra em área residencial e comedificações que ofertam educação particular.Diante de todo esse quadro acima a instituição através de sua equipe gestora,professores e auxiliares educacionais e alguns pais tem buscado melhorar a escola,tanto em sua parte física como pedagógica, buscando parcerias e novas propostaspedagógicas que despertem nos alunos o prazer de fazer parte dessa comunidade.4.1. ESCOLA INCLUSIVA O que é INCLUSÃO?A inclusão é mais que um modelo para prestação de serviço de educaçãoespecial. É um novo paradigma de pensamento e de ação, no sentido de incluir
  7. 7. todos os indivíduos em uma sociedade na qual a diversidade está se tornando maisnorma que exceção. O Aluno com Necessidades Educacionais Especiais – ANEE,deve ser tratado com igualdade (15% da população mundial apresenta algum tipo dedeficiência não incluindo neste índice as deficiências cromossômicas e culturais -dados da última pesquisa da UNESCO). O que quer dizer Escola Inclusiva?O processo de inclusão escolar preconiza uma escola de qualidade para todosos alunos. Um processo no qual todos tenham as mesmas oportunidades de ser e deestar na sociedade de forma participativa. A organização da aprendizagem inclusivadeve estar em permanente construção e movimento. Deve ser um processo demelhoria contínua da escola, com a utilização de todo potencial humano e materialdisponível, objetivando a participação e aprendizagem de todos os alunos.O que define e iguala todos é a condição de SER HUMANO, é essa igualdadebásica que justifica a necessidade de se incluir todos os homens independentementede suas características individuais. Ver o ANEE apenas pelo prisma de suasnecessidades é subestimar seu potencial. É preciso vê-lo além de seu problema, vê-lo pelo prisma de sua capacidade de superação. Sua autonomia deve ser preservadae até incentivada.A inclusão é um grande desafio e deve ser experimentada como um processopasso a passo. Ela pode e deve ser feita, embora saibamos não ser fácil fazê-la.Educação Especial1. Modalidade da educação escolar.2. Objetiva garantir o acesso e a permanência dos alunos com necessidadeseducacionais especiais em todas as etapas da educação básica.3. Constitui-se de: Proposta Pedagógica que assegura recursos e serviços deeducação especial para apoiar, complementar, suplementar e/ou substituirserviços educacionais comuns.Concepção de Necessidades Educacionais EspeciaisAlunos que apresentam:
  8. 8. 1 – Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo dedesenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares,compreendidas em dois grupos:A – aquelas não vinculadas a uma causa orgânica especifica;B – aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências;2 – Dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos,demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis;3 – Altas habilidades / superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os levea dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes. Resolução nº 2/2001CNE/CEB.Apoio PedagógicoPara atender às necessidades especiais dos educandos, o serviço de apoiopedagógico ocorrerá de forma permanente ou temporária.1. Na classe comum: com o professor em sala de aula, com o professor daeducação especial, com outros profissionais (psicólogo, psicopedagogo,fonoaudiólogo).2. Na itinerância.3. Na sala de recurso, espaço destinado aos professores para a suplementaçãoe/ou complementação de ensino curricular com equipe e materiaisespecíficos.Princípios da Escola Inclusiva:- Estabelecer desafios de aprendizagem compatíveis com as condições doaluno.- Responder à diversidade das necessidades de aprendizagem dos alunos.- Superar barreiras potenciais à aprendizagem e à avaliação tanto do alunoquanto da turma.Adaptações CurricularesAs adaptações são uma alternativa legal e estão previstas nos PCNs editadospelo MEC (1999), visam favorecer todos os alunos e, dentre eles, os ANEEs.As categorias de adaptação são: adaptações de acesso ( já feitas na partefísica da escola), de objetivos, de conteúdos, de métodos de ensino, de métodos de
  9. 9. avaliação (construídas pela professora da sala de recursos, juntamente com oprofessor docente), de temporalidade( adequada com a família, quando necessário).5. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO PRESENTEA Escola Classe 29 de Taguatinga desenvolve uma aprendizagemsignificativa, oportunizando relações entre a Unidade de Ensino, comunidade edemais manifestações culturais, regionais, étnicas, religiosas e políticas. Busca abrirsuas portas para questões da sociedade e do cotidiano demonstrando que se podeatuar decisivamente no processo de construção da cidadania, tendo como meta oideal de uma crescente igualdade de direitos entre os cidadãos, baseados nosprincípios democráticos.Os índices de desempenho, em 2012, podem ser observados abaixo noGráfico de Desempenho de Turmas:MOVIMENTAÇÃO 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5ª anoMatrícula Inicial em fev/2012 66 61 67 82 89Afastados por Transferência 05 06 07 04 07Matrícula final 71 65 68 82 88Aprovados 71 65 62 78 84Reprovados - - 06 04 04Admitidos após fevereiro 11 09 08 04 06Afastados por abandono - - - - -Fonte: Censo EscolarO 1º e 2º anos, no gráfico acima, equivalem às turmas de BIA (6 e 7 anos)respectivamente, onde se inicia o processo de alfabetização e que tem progressãocontinuada.Embora estejam baixos, os índices de retenção são preocupantes e são umponto importante a ser melhorado através deste projeto. O desafio é manter o
  10. 10. padrão já alcançado na qualidade do ensino oferecido sem, no entanto, descuidar dabusca constantemente pelo aprimoramento.Mediante tais desafios, trabalha-se para desenvolver um projeto integradocom toda a comunidade escolar.6. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVATrata-se de um prédio de um só pavimento, com instalações simples,reformado parcialmente em 2008. As melhorias e manutenções existentes,excetuadas as constantes na reforma, foram feitas com recursos da Festa Junina.As dependências administrativas não dispõem de iluminação e ventilaçãoadequadas, problema idêntico percebe-se nas janelas das salas de aula. O pátiointerno é de bom tamanho, entretanto, não se pode atender melhor a clienteladevido à precariedade do piso. Deixa-se de oferecer atividades esportivas por nãose dispor de quadra poliesportiva.A cantina foi construída contígua aos banheiros dos alunos do EnsinoFundamental.A equipe da escola é composta por três pessoas na direção (a diretora, avice-diretora, a secretária escolar); duas coordenadoras pedagógicas, cincoprofessores readaptados, quatorze professores no ensino fundamental. Temosainda, uma professora na sala de recurso, uma orientadora educacional, cincoauxiliares de serviço gerais readaptados, seis auxiliares de conservação e limpeza,duas merendeiras terceirizadas, um agente de portaria e quatro vigias.A escola dispõe das seguintes dependências: uma secretaria, uma sala paradireção, uma sala para os professores, uma sala para laboratório de estudoscognitivos, uma sala de atendimento e apoio à aprendizagem, uma sala para osauxiliares, uma zeladoria, uma sala de leitura e dois banheiros para funcionários. Umdepósito de alimentos, oito salas de aula, um laboratório de informática, umrefeitório, uma cantina, um banheiro para a educação infantil, dois banheiros paraalunos do ensino fundamental (masculino e feminino), um banheiro adaptado, umdepósito de materiais de limpeza, um depósito de materiais diversos, três áreasexternas pavimentadas para recreação, um parque infantil, estacionamento, umpátio interno para recreio, uma caixa d’água e apenas uma entrada de alunos.A escola dispõe de aparelhos de TV e DVD em cada sala de aula, bem comoaparelhos de som. As salas têm ventiladores e armários para material pedagógico.
  11. 11. Os professores e coordenadores contam com vasto material pedagógico, comomapas, globo terrestre, jogos educativos, vídeos e CDs que contemplam o currículo.Material de expediente e para confecção de atividades para os alunos sãodisponibilizados sempre que solicitado.A Direção procura acompanhar o trabalho pedagógico desenvolvido em salade aula, pelos professores, com o intuito de dar todo o suporte necessário ao bomdesempenho dos docentes e, consequente sucesso escolar dos alunos. Talprocedimento visa resguardar o preceito legal de garantia dos direitos da criança auma escola pública de qualidade.Quando os pais apresentam qualquer reclamação à Direção ou quando háobservância por parte dos profissionais de educação que atuam na escola, quantoao desempenho ou possível inadequação de algum professor para resolverquestões pertinentes à sala de aula e às normas da escola, a Direção adota oprocedimento de convidar o professor para conversar dando a ele a oportunidade deesclarecer os fatos, analisar posturas e avaliar procedimentos; toda a conversa, bemcomo os encaminhamentos definidos para sanar os problemas, ficam registrados emata no livro de ocorrências da escola. Quando necessário, o assunto é tratado emreunião coletiva, podendo-se encaminhar para análise do Conselho Escolar quedelibera a melhor solução para o docente e para os alunos.O Regimento Interno é distribuído aos pais através da Agenda Escolar e estáabaixo transcrito na íntegra:HORÁRIO DE AULA – MATUTINO: 7h30 às 12h30 / VESPERTINO: 13h às 18h.ENTRADA E SAÍDA DE ALUNOS - O portão será aberto para os responsáveispegarem as crianças às 12h20 (matutino) e 17h50 (vespertino). Os alunos que sãoautorizados pelos pais a ir embora sozinhos deverão apresentar a carteirinhafornecida pela escola na portaria e só sairão no horário normal. Não é permitido aospais levarem a criança até a porta da sala de aula.ATRASOS - O eventual atraso do aluno no horário de entrada deverá ser justificadona Direção. Atrasos consecutivos serão questionados pela Direção através deconvocação do responsável.
  12. 12. SAÍDA ANTECIPADA - Só será autorizada com solicitação por escrito na agenda(alunos que vão sozinhos) e no caso dos alunos que saem acompanhados, apósassinatura de livro específico. A Direção não se responsabiliza pelos alunos quepermanecerem nas imediações da escola após o término das aulas. Em caso deimprevisto, os responsáveis deverão entrar em contato com a escola.CONDUÇÃO/VAN - A escola não se responsabiliza pelos serviços prestados pelasconduções/vans de transporte escolar. O serviço é contratado pelo responsável eserá ele o fiscal da prestação do serviço. Fique atento para que a criança sejalevada até o interior da escola.COMPACTAÇÃO/REDUÇÃO DE HORÁRIO/ ABONOS (Lei nº 1.303/96) eDISPENSAS PELO TRE (Art. 98 da Lei n.º 9.504/97) – Os responsáveis serãoinformados através de bilhetes sempre que houver mudança no horário de aula.Aviso por telefone, somente em casos extremos, quando o professor não pudercomparecer e avisar na última hora. Atividades extraclasses serão enviadas noscasos extremos de dispensa de aluno.ATENDIMENTO AOS PAIS – Os professores NÃO farão atendimento aos pais nohorário de aula. Todos serão atendidos prontamente no horário de coordenação, nasterças e quintas-feiras.MATUTINO: 8h 30 min às 11h / VESPERTINO: 14h 30 min às 17 h;Sempre que desejar, manifeste suas sugestões, críticas e elogios dasseguintes maneiras:Telefone: 3901-6743 ou 3475 - 3835E-mail: ec29tag@gmail.comBlog: http://ec29detaguatinga.blogspot.comPessoalmente: horário comercial.FALTAS – Se for constatado um excessivo número de faltas e / ou atrasos devido àlonga distância de residência do aluno, a Direção indicará a escola mais próxima,aconselhando a transferência. Diante de número excessivo de faltas injustificadas, aescola enviará relatório ao Conselho Tutelar.
  13. 13. DADOS DO ALUNO - Mantenha o número de seu telefone atualizado para que aescola possa comunicá-lo sobre as ausências/ ocorrências/ emergências de seu(sua) filho (a). Informe pelo menos um número de telefone fixo.UNIFORME – O uso do uniforme escolar é obrigatório e também uma forma deidentificação e segurança para a criança. Não deixe de fornecê-lo à criança.ACOMPANHAMENTO ESCOLAR – O responsável é convidado a participar da vidaescolar da criança e será convocado sempre que houver alguma necessidade. Emcaso de convocação/reunião bimestral, a escola fornecerá declaração decomparecimento para apresentação no trabalho. O responsável deverá participar detodas as reuniões promovidas pela Direção e/ou professor ou mandar umrepresentante. Obs.: A escola não se responsabilizará caso decisões tomadas emreunião contrariem os interesses dos responsáveis ausentes.AGENDA ESCOLAR – A agenda escolar é um instrumento de interaçãofamília/escola e deverá ser portada pelo aluno diariamente, para comunicação eacompanhamento escolar. No ano de 2013 solicitamos um caderno pequeno parautilizarmos com esse fim.SECRETARIA DA ESCOLA O horário de atendimento na Secretaria se dará daseguinte forma: 2ª, 3ª, 5ª e 6ª feiras – de 7:30h às 11:30h e de 13h às 17 h; 4ªfeiras – Expediente interno no matutino , portanto só haverá atendimento ao públicoà tarde.SETORES DE ATENDIMENTO:DIREÇÃO: Responsável pelos aspectos administrativos gerais da escola, atuandojunto aos alunos, professores, funcionários e pais;VICE-DIREÇÃO: responsável pelo direcionamento e avaliação do trabalhopedagógico, garantindo total aproveitamento do processo ensino-aprendizagem.COORDENAÇÃO: responsável pelo acompanhamento pedagógico junto aoprofessor.SECRETARIA: compete à execução de atividade de escrituração escolar, dearquivo, de expediente e de atendimento ao público.
  14. 14. ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL, ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO E SALA DERECURSO: compete o apoio pedagógico e atendimento a casos especiais. Oatendimento será feito de acordo com cronograma e convocação. Pedimos orespeito quanto ao cumprimento dos horários.REGIME DISCIPLINAR (extraído do Regimento Escolar das InstituiçõesEducacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal – Brasília, 2009):* O aluno deverá tratar com cortesia e respeito todos os funcionários e demaisalunos da escola. O mesmo respeito será cobrado por parte de todos que atendemas crianças.* As normas construídas coletivamente pelas turmas deverão ser cumpridaspor todos os alunos.* O aluno deverá zelar pela limpeza e conservação do ambiente escolar,instalações, equipamentos e materiais existentes na escola. Os responsáveispoderão ser responsabilizados financeiramente pelos prejuízos causados por seusfilhos ao patrimônio escolar. Conforme o caso poderá ser exigido do aluno o reparodo dano causado.* É vetado ao aluno:- Portar objetos ou substâncias que representem perigo para a sua saúde,segurança e integridade física ou de outrem;- Impedir colegas de participarem de atividades escolares ou incitá-los àausência;- Ocupar-se durante as aulas, com atividades não compatíveis com oprocesso de ensino e de aprendizagem;* Os alunos, pela inobservância de seus deveres, e conforme a gravidade ereincidência das faltas estarão sujeitos às seguintes penalidades, de acordo com oRegimento das Escolas Públicas do DF, Art. 44: Advertência oral; Advertênciaescrita; Suspensão, com tarefas escolares, de, no máximo, 3 (três) dias letivos;Transferência por inadaptação ao regime da escola.Obs.: As crianças menores de 12 anos que apresentarem comportamentoinadequado ou que estiverem em situação de risco serão encaminhadas aoConselho Tutelar. As crianças maiores de 12 anos serão encaminhadas à DCA.* A escola não se responsabiliza por objetos de valor (celular, joias, jogoseletrônicos, etc.) bem como por materiais escolares trazidos pelos alunos.
  15. 15. * Conforme a Lei nº 4.131 ∕ 2008 fica proibido o uso de aparelhos celulares,MP3 e jogos eletrônicos, pelos alunos em sala de aula. O aluno que descumprir odisposto nesta lei será encaminhado à Direção para providências.São DIREITOS do aluno:Ser respeitado na sua dignidade como pessoa humana;Receber ensino de qualidade;Conhecer o resultado de seu rendimento escolar;Ter reposição qualificada dos dias letivos e das aulas;Receber tratamento educacional especializado, quando for necessário.São DEVERES do aluno:Aplicar-se com responsabilidade ao estudo, para melhoraproveitamento das oportunidades de ensino e de aprendizagem;Frequentar o reforço escolar sempre que convocado;Comparecer pontual e assiduamente às atividades escolares;Observar os preceitos de higiene individual;Participar das atividades desenvolvidas pela escola.LEMBRE-SE:“A educação é direito de todos e dever do Estado e da família” Art. 205 daConstituição Federal; Art. 227 do Estatuto da Criança e do Adolescente e Art.2º daLei de Diretrizes e Bases da Educação.AVALIAÇÃOA verificação do rendimento escolar compreende a avaliação daaprendizagem; tem como objetivo diagnosticar a situação de aprendizagem de cadaaluno e identificar em que medida os conteúdos significativos necessários aodomínio das competências e habilidades da programação curricular foramalcançados.A avaliação do rendimento escolar é da competência do professor e feitamediante a utilização de estratégias e instrumentos adequados ao projetopedagógico, tais como observação, exercícios, provas, pesquisas, trabalhos e outrasatividades.
  16. 16. Os resultados da avaliação do rendimento escolar do aluno são expressos,bimestralmente, por meio de instrumento próprio.O Conselho de Classe tem como objetivo primordial acompanhar e avaliar oprocesso de educação, de ensino e de aprendizagem dos educandos. Essa reuniãoé realizada bimestralmente para análise do rendimento de cada turma e tomada deprovidências para sanar as dificuldades de aprendizagem.No intuito de melhor atender aos alunos e de proporcionar à família maioracompanhamento da vida escolar da criança, a escola envia o cronograma deatividades de avaliação e solicita a assinatura dos responsáveis, podendo adiar aavaliação do discente até que este apresente o cronograma com o ciente dosresponsáveis.INSTITUIÇÕESCONSELHO ESCOLAR: é representado por segmentos da comunidadeescolar: pais, alunos, professores e servidores e visa a integração e a administraçãoconjunta com a Direção da Escola.CAIXA ESCOLAR: administra recursos financeiros da escola, oriundos doPDAF E PDDE.USO DO TELEFONEÉ importante que o aluno tenha sempre um cartão telefônico em sua mochilapara o uso do telefone público dentro da escola. O telefone da escola somentepoderá ser utilizado pelo aluno em casos urgentes. As ligações para celulares sósão efetuadas a cobrar.MATERIAL ESCOLARA aquisição do material de uso individual do aluno, solicitado pela escola, é deresponsabilidade dos pais e deverá ser reposto sempre que necessário.O livro didático é fornecido pelo MEC, deve ser devolvido à escola, emcondições satisfatórias de uso, ao final do ano letivo ou em caso de transferência.A professora pode solicitar algum livro paradidático para uso complementar.UNIFORME: solicita-se o uso do uniforme, pois facilita a identificação doaluno dentro e fora da escola, garantindo a sua segurança.
  17. 17. USO DE MEDICAMENTOCaso o aluno necessite fazer uso de medicamento no horário em que está naescola, algum membro da família deve comparecer para ministrá-lo.A escola não pode, em hipótese alguma, medicar alunos, nem com receitamédica e autorização da família.7. ORGANIZAÇÃO CURRICULARQUADRO DEMONSTRATIVO:MODALIDADE DE ENSINOEnsino FundamentalNÚMERO DE TURMAS NÚMEROS DE ALUNOS1º ANO (06 anos) 02 402º ANO (07 anos) 03 693º ANO (08 anos) 03 744º ANO 03 695º ANO 03 84Objetivando desenvolver habilidades e competências previstas no Currículoda Educação Básica, a Unidade de Ensino está organizada com o EnsinoFundamental de 09 anos, a saber: Bloco Inicial de Alfabetização 1º ao 3º ano, noturno vespertino, 4º ano e 5º ano no turno matutino. Esta organização por turno foidefinida com base no trabalho de sucesso realizado em anos anteriores. Aexperiência comprova que é mais fácil desenvolver o trabalho pedagógico além dasestratégias fundamentais para facilitar a aprendizagem dos alunos como projetointerventivo, coordenação por modalidade e reagrupamentos.O regime anual é composto por 200 dias letivos. A carga horária é de 1.000horas anuais, conforme o artigo 24 da Lei nº 9.394, de 1996. Os professores têmformação inicial em cursos de nível superior, conforme prevê o Parecer nº 09/01 doConselho Nacional de Educação. Não oferecermos em 2013 a Educação Integral,pois a escola não possui espaço físico e recursos humanos para tal.As ações pedagógicas estão organizadas através de projetos (inseridos, naíntegra, ao final deste Projeto Pedagógico).
  18. 18. Todos os alunos da escola recebem, de acordo com sua necessidadeindividual, atendimento em contraturno de regência com o próprio professor regente.Efetua-se o projeto interventivo com coordenadores e vice-direção, além dosreagrupamentos e da recuperação contínua. Ainda visando o aproveitamento dosalunos e o cumprimento dos dias letivos a que todos têm direito; os docentes, emseus afastamentos legais, preparam atividades para serem feitas em casa. ADireção adota tal medida apenas nos casos de afastamentos curtos em que não seconsegue um substituto no quadro de professores temporários.As avaliações diagnósticas do BIA são feitas com regularidade em cadabimestre pelas professoras e, a partir dos resultados obtidos, as ações interventivas,já previstas, são intensificadas ou amenizadas ou ainda, adotadas novasestratégias.Os alunos da EC 29 participam de avaliações externas. A Provinha Brasil,avaliação anual preparada pelo MEC para aferir índices de desempenho dos alunosdo 2º ano de Alfabetização e também a Prova Brasil para os alunos do 5º ano.Todos os procedimentos de rotina, inclusive os administrativos, revestem-sede uma dimensão educativa. Para isso, torna-se importante que todos osprofissionais que atuam na escola estejam imbuídos de seu papel de educadores.Essa forma de olhar o cotidiano da escola, a consciência do papel desempenhadoindividualmente, nas relações escolares, propicia o desenvolvimento do princípio dejustiça na sociedade.Os professores regentes em sua totalidade , as coordenadoras, Direção eSecretaria participam do curso “Currículo em Movimento” que faz parte do programaEAPE nas escolas.Os professores do BIA participam do curso PNAIC que faz parte do PactoNacional pela Alfabetização na Idade Certa que é um compromisso formal assumidopelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurarque todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3ºano do ensino fundamental.A representatividade , bem como os membros das Instituições Escolares , éescolhida através de eleição segundo o estatuto próprio de cada uma. A InstituiçãoEducacional conta com o Conselho Escolar e a Caixa Escolar.
  19. 19. O Conselho Escolar é formado por dois representantes do segmento pais, umdo segmento professores e um do segmento auxiliares. A Caixa Escolar é compostapor representantes dos servidores, professores e pais/responsáveis.8. OBJETIVOSGERAIS: Promover um ensino público de qualidade, que favoreça a socializaçãodo aluno, priorizando seu desenvolvimento crítico-social, afetivo, psicomotor,físico e cognitivo, segundo pressupostos básicos para a formação da cidadania,respeitando suas diferenças sociais.ESPECÍFICOS: Desenvolver capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisiçãodo conhecimento, habilidades e a formação de hábitos, atitudes e valores. Fortalecer vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e detolerância recíproca em que se assenta a vida social. Proporcionar aprendizagens significativas, desenvolvimento dehabilidades e domínio de competências levando o estudante à percepção sobrea relação entre o que está aprendendo e seus próprios objetivos e interesses. Oportunizar a independência, a criatividade e a autoconfiança doestudante, estimuladas em decorrência de avaliação mediadora e justa,realizada em atmosfera de liberdade. Levar o aluno a interagir com gêneros de esfera do cotidiano einstitucional, tanto na leitura como na escrita. Discutir questões vinculadas ao meio ambiente, apresentando pontosde vista que auxiliarão o aluno a compreender a relação entre o homem e anatureza e a despertar o respeito pelos valores da terra. Buscar parcerias que possibilitem aquisição de materiais, areorganização do espaço físico, a ampliação do acervo da sala de leitura emelhorias no estacionamento interno. Oportunizar, através de oficinas e dinâmicas, interação entrefuncionários.
  20. 20.  Oportunizar a formação continuada dos docentes nas reuniõescoletivas. Utilizar os resultados da Avaliação Institucional como meio de ajustarpossíveis discrepâncias. Estimular a participação dos pais na vida escolar dos filhos, através dovoluntariado nos trabalhos da escola.9. METAS:9.1 – Reduzir os índices de retenção, chegando-se ao nível máximo deaprovação.Principais envolvidos: Corpo Docente e Direção.Recursos: material pedagógico, projetos, acompanhamento sistemático dosíndices de rendimento através de testes de sondagem e de desempenho eavaliações externas.Responsáveis: Direção. Prazo: durante todo o ano letivo9.2 – Adotar como eixo metodológico a ênfase nas aprendizagenssignificativas assegurando a melhoria da qualidade de ensino de modo que todos osalunos avancem e obtenham aproveitamento.Principais envolvidos: Corpo Docente e Direção.Recursos: material pedagógico, projetos, acompanhamento sistemático dosíndices de rendimento através de testes de desempenho bimestrais.Responsáveis: Direção. Prazo: durante todo o ano letivo9.3 – Inserir 100% dos alunos com defasagem idade/série e que apresentamdificuldade e/ou lacunas de aprendizagem no Projeto Interventivo e em atividadesdiversificadas.Principais envolvidos: Corpo Docente e Direção.Recursos: material pedagógico, monitoramento sistemático dos índices derendimento. Atendimento individualizado, trabalho diversificado, reforço e outrosrecursos didático–pedagógicos.Responsáveis: Direção. Prazo: bimestralmente, ou quando necessário.
  21. 21. 9.4 – Envolver 100% dos alunos nos projetos de forma que eles possam seidentificar como parte integrante de cada ação proposta. Envolver, através dereuniões bimestrais, a comunidade, pais e Conselho Escolar no Projeto de AvaliaçãoInstitucional.Principais envolvidos: Corpo Docente e Direção.Recursos: projetos e Projeto de Avaliação InstitucionalResponsáveis: Direção. Prazo: longo prazo.9.5 – Fortalecer Projeto Recreio Dirigido com jogos, brinquedos ebrincadeiras.Principais envolvidos: Direção , coordenação e apoios a Direção.Recursos: brinquedos pedagógicos, jogos e brincadeiras dirigidas.Responsáveis Direção, coordenadores e apoios à Direção:.Prazo: Prazo: durante todo o ano letivo9.6 – Facilitar a 100% dos funcionários o acesso a cursos de formaçãocontinuada e proporcionar-lhes oportunidade de estudo dentro e fora da escola.Principais envolvidos: Corpo Docente, Direção e demais funcionários.Recursos: Cursos da EAPE, coordenações coletivas , seminários, simpósios,congressos e palestras oportunizados pela SEE e palestras na escola.Responsáveis: Direção. Prazo: durante todo o ano letivo9.7 – lmplementar oficinas de aprendizagem estimulando a exposição dostalentos individuais dentre as professoras e demais funcionários da UPE.Principais envolvidos: Corpo Docente e Direção.Recursos: materiais específicos de cada oficina.Responsáveis: Direção. Prazo: durante todo o ano letivo.9.8 – Ministrar, semestralmente, palestras educativas à comunidade comvistas à orientação quanto aos problemas de saúde, higiene, comportamento,educação e orientação familiar dentre outras. Manter os pais atualizados quanto àsações da escola através de boletim informativo mensal.Principais envolvidos: Corpo Docente, Direção, funcionários e convidados.Recursos: humanos da Secretaria de Saúde.
  22. 22. Responsáveis: Direção. Prazo: semestralmente9.9 – Adquirir, de acordo com as leis regulamentares, material pedagógico,bens permanentes e de consumo para subsidiar a prática educativa.Principais envolvidos: Direção.Recursos: APM, PDDE e PDRF e parceiros.Responsáveis: Direção. Prazo: durante todo o ano letivo9.10 – Ampliar o acervo da sala de leitura e da videoteca com aquisição denovos livros e filmes de finalidade pedagógica e lúdica.Principais envolvidos: Direção.Recursos: verbas destinadas para esse fimResponsáveis: Direção. Prazo: durante todo o ano letivo9.11 – Solicitar sistematicamente à engenharia da Secretaria de Estado deEducação do Distrito Federal a reforma da unidade de Ensino contemplando osseguintes aspectos:– melhoria na iluminação com reforma em 100% da parte elétrica;– construção de uma quadra ou área adequada para a prática de esportes;– restauração do pátio interno adaptando-o para alunos ANEE;– Instalação de circuito de TV para monitoramento de segurança na áreainterna da escola– cobertura do pátio internoPrincipais envolvidos: Direção.Recursos: Engenharia da SEE.Responsáveis: Direção. Prazo: já em processo10. PRINCÍPIOS NORTEADORESA escola, na perspectiva de construção da cidadania, assume a valorizaçãoda cultura e de sua própria comunidade, ao mesmo tempo, ultrapassa seus limites,proporcionando às crianças, pertencentes aos diferentes grupos sociais, o acessoao saber.Para tanto, é necessário que no processo de ensino aprendizagem sejamdesenvolvidas capacidades de ordem cognitiva, física, afetiva, de relação
  23. 23. interpessoal e inserção social, ética e estética, tendo em vista uma formação ampla,voltada para a ética, o meio ambiente, a pluralidade cultural, a saúde, propiciandocontemplar aprendizagens que permitam efetivar o princípio de participação e oexercício das atitudes e do conhecimento adquiridos, favorecendo as relações.“As escolas brasileiras, para exercerem uma função social, precisampossibilitar o cultivo dos bens culturais e sociais considerando as expectativas e asnecessidades dos alunos, dos pais, dos membros da comunidade, dos professores,enfim, dos envolvidos diretamente no processo educativo”. (PCN – 2001)A educação envolve elementos históricos, políticos, sociais, econômicos,culturais e pedagógicos. É papel da escola garantir à comunidade as condiçõesnecessárias para o exercício pleno da cidadania, envolvendo o aluno no processo deconstrução de conhecimento, além de proporcionar a diversificação e a apropriaçãodos conteúdos. Para isso, é fundamental construir práticas pedagógicas querespeitem as diferenças, considerando essas diferenças como elementos ricos detrabalho a fim de que o educando possa conscientizar-se de sua responsabilidadeno processo de construção do conhecimento.Num mundo de grandes desigualdades, nem sempre é fácil lidar com adiferença. Ela está em toda parte. Por vezes, é mais simples percebê-la quando aquestão envolve times de futebol, religião, formas de agir. Na abordagem de temasmais complexos, ou simplesmente se a proposta exige um exercício crítico rigoroso,podemos dizer que, mesmo entre os mais semelhantes, habitam numerosasdiferenças – afinal, cada ser humano é único no conjunto de suas características.A diversidade cultural brasileira deve permear as discussões na áreaeducacional e na composição das diretrizes curriculares das diferentes disciplinas,principalmente no que diz respeito à cultura negra e sua contribuição para aformação da cultura brasileira.Valorizar a contribuição dos povos africanos à formação da história brasileiraé necessário principalmente a partir da criação da Lei nº 10.639/03 que determinou aobrigatoriedade nas escolas brasileiras do ensino da HISTÓRIA E CULTURAAFRO–BRASILEIRA, lei sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, sendoque o seu artigo 79-B prevê que : “ O calendário escolar incluirá o dia 20 denovembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’."
  24. 24. Os objetivos e metas foram discutidos amplamente com o grupo e colocadosde maneira clara neste projeto. Assim, toda a equipe está voltada para a realizaçãodos mesmos.Sabemos que a expectativa positiva em relação ao educando é muitoimportante para estimulá-lo e auxiliá-lo em suas dificuldades; é por isto, e poracreditar fortemente no potencial de nossos alunos e na capacidade que eles têm deaprender, que a equipe desta escola trabalha em educação.11. EIXO TEMÁTICO PEDAGÓGICOAFROBRASILIDADE: VALORIZAÇÃO DA IDENTIDADE E DA DIVERSIDADEÉ incontestável a contribuição do negro em todos os segmentos da culturabrasileira, seja na música, na religiosidade, na culinária, nas manifestaçõespopulares, danças, folguedos, na literatura, enfim; toda a nossa cultura tem umpedaço da África.O tema permeará o trabalho da Escola Classe 29 de Taguatinga no decorrerdo ano letivo de 2013. Durante todo o ano, os professores farão a inserção do temaem seus planejamentos.Usando o material incluso no kit “A Cor da Cultura”, os professores,juntamente com os coordenadores e Direção, darão enfoque à influência dos negrosem nossas vidas.Os itens abordados dentro desse tema serão definidos ao longo dascoordenações, de acordo com a necessidade ou fatos que estejam acontecendo naatualidade. Dentre os pontos a serem trabalhados, podemos destacar: A história de cada umA História é algo distante e abstrata. Ao citarmos em outras situações fatoshistóricos acontecidos há muitos anos, alguns alunos ainda não conseguem fazer asdevidas relações temporais e/ou espaciais. Mas consideramos que o trabalho com aprópria história do aluno deve ser sempre o primeiro passo para a compreensão deum processo histórico mais abrangente.Algo que fosse bem concreto: sua própria história. Ao falarmos desse tema,não temos como deixar de mencionar a importância da formação dos povos,enfatizando a África como possível berço da civilização.
  25. 25.  AlimentaçãoA influência da culinária africana na nossa alimentação. Dois aspectos podemser observados em relação à influência africana na culinária brasileira: o modo depreparar e temperar os alimentos e a introdução dos ingredientes. A improvisaçãocom materiais disponíveis se tornou primordial para a consolidação da riquezaculinária. Os ingredientes trazidos ao Brasil na época da colonização constituemhoje importantes elementos da cultura brasileira. Elementos ricos para umaalimentação saudável. Meio ambienteO tema será voltado para as riquezas naturais do continente africano e suaimportância no planeta. A escassez de água, os animais em extinção, o clima, afauna e a flora. O objetivo é despertar a consciência de preservação do meioambiente como um direito e um dever coletivo, apesar de não vivermos na África. Integração culturalO Brasil possui uma riqueza cultural e artística que precisa ser incorporada,de fato, no seu projeto educacional e muito dessa riqueza se deve à influência dacultura africana.Nesse momento, os procedimentos serão diferentes, pois os professorespoderão planejar as atividades de acordo com o currículo e necessidade: valoresculturais e sociais, musicalidade (de acordo com a Lei 11.769/08 que determina aobrigatoriedade da música nas escolas), artes plásticas, dança, tecidos africanos,adornos, etc. Inclusão socialEnfatizar que há afrodescendentes de sucesso em nosso país, nas váriasáreas. Salientando a luta dos negros para serem incluídos e como é essa situaçãonos dias de hoje e a distribuição de renda.12. PROJETOS E PLANOS DE AÇÃO:12.1. PROJETO CIDADANIA - RESPEITO/CONHECIMENTO/VALORIZAÇÃOJUSTIFICATIVA:
  26. 26. O respeito aos símbolos da pátria se tornou algo ridicularizado, é como se aspessoas tivessem vergonha de parar e ficar em posição de sentido para ouvir o HinoNacional. Observamos também que alguns alunos não sabiam como se comportarnesses momentos; muitos não conheciam os brasões e as armas nacionais. Diantedesse quadro, veio a necessidade de trabalhar dentro da escola tais temas, resgataro amor à pátria e a valorização dos símbolos do país tendo orgulho de ser brasileiroapesar das dificuldades que a nação atravessa em relação à moralidade de algunsgovernantes, de alguns componentes do poder judiciário e de alguns representantesdo povo no Congresso Nacional. Valorizar a cultura e a diversidade do povobrasileiro para que se desenvolva na criança o amor ao Brasil e a coragem dedefendê-lo dos maus políticos e dos corruptos.OBJETIVO GERAL:Desenvolver a valorização social e cultural do Brasil, resgatando o amorincondicional à Pátria.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:a) Promover horas cívicas desenvolvendo valores e respeito à Pátria;b) Explorar a importância do cidadão, seus direitos e deveres para com oPaís;c) Desmistificar conceitos e preconceitos referentes ao povo brasileiro;d) Divulgar os símbolos nacionais;e) Conhecer a cultura das diferentes regiões do país;DESENVOLVIMENTO:a) Canto do Hino Nacional;b) Apresentação às 2ª feiras da Bandeira Nacional, do DF e da escola ;c) Promover momentos culturais (evidenciando as datas cívicas);d) Preparar murais periódicos de notícias atuais;c) Apresentações de danças e cantos folclóricos.ESTRATÉGIAS:Organização semanal do evento, planejamento de cada hora cívica a serfeita e estímulo à participação de todos.
  27. 27. Escolha dos alunos que irão transportar as bandeiras e escolha dasatividades que serão apresentadas, enfatizando a cooperação, a participação e asolidariedade.PÚBLICO-ALVO:Toda a comunidade escolar da Escola Classe 29RECURSOS:- Humanos: equipe da direção, professores e demais funcionários e pais de alunos;- Materiais: bandeiras, CD do Hino Nacional.CRONOGRAMA:Ocorrerá durante todo o ano letivo às 2ª feiras e em sala de aula quandonecessárioAVALIAÇÃO:Avaliação através da participação da comunidade em cada evento , e avalia-se ainda a mudança no comportamento dos alunos relativamente ao momento daexecução do Hino Nacional.12.2. PROJETO: BULLYING NÃO TEM GRAÇA!JUSTIFICATIVAA prática do Bullying tornou-se algo comum nos espaços educacionais,provocando cada vez mais atitudes violentas, tantos dos agressores, como dasvitimas.Discutir as questões ligadas à prática do bullying com toda a comunidadeescolar é importante, pois, proporciona a reflexão e evita que novos casos debullying ocorram nas unidades escolares. Este projeto pretende atuar, tanto com osalunos, como pais e responsáveis, buscando medidas educativas que combatam asações de violência na escola. A popularidade do fenômeno cresceu com a influênciados meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois osapelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores."O fato de ter consequências trágicas - como mortes e suicídios - e a impunidadeproporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema", aponta
  28. 28. Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência eCriminalidade Infanto-JuvenilOBJETIVO GERALPesquisar e refletir sobre as causas e consequências do bullying, tomandocomo ponto de partida as narrativas de alunos, professores, pais e responsáveis.OBJETIVOS:• Conhecer o fenômeno bullying, refletindo sobre suas consequências na vidados alunos.• Divulgar o conceito de bullying não só no ambiente escolar e familiar, mastambém para a sociedade.• Oferecer atividades que trabalhem valores como tolerância e solidariedade.• Ensinar os alunos a conviver com as diferenças.• Promover o diálogo entre os alunos, despertando-lhes a consciência crítica.• Resgatar as regras principais de convivência, valorizando o respeito aopróximo e a si mesmo.• Reforçar o valor da ética nos dias atuais e a necessidade de exercitá-la emnossas atitudes diárias.• Estimular o companheirismo, a amizade e o respeito ao outro.DESENVOLVIMENTO:Através de leituras, discussão de textos, trabalhos em grupos, proporcionandouma reflexividade sobre as causas e consequências do Bullying. Também serãoutilizadas as seguintes estratégias metodológicas: Apresentação de Filmes: Ponte para Terabítia; Meninas malvadas; Tepego lá fora; Harry Potter; Lucas um intruso no formigueiro; Happy feet; Aprincesinha; O patinho feio; A era do Gelo; vídeos do Youtube Dinâmicas de Grupo: DINÂMICA DAS CORES, CAIXA COMESPELHO, PROCURAR SEU PAR, O QUE SEI SOBRE VOCÊ Produção de textos Textos e palestra para os pais e responsáveis Leituras variadas:** Famosos que sofreram bullying
  29. 29. ** O Diário de Davi Satil: uma vítima de Bullying** Bullying: a brincadeira que não tem graça** Matéria “Brasília é campeã de bullying”, do DFTV** Texto “Bullying: o exercício da intimidação”** Texto “Eu sei o que é bullying”** Texto “Brasília, capital do bullying”** Depoimentos dos alunos relacionados à prática do bullying** LIVROS – NÃO TEM DOIS IGUAIS (Carmem Lúcia Campos)COLEÇÃO TODOS CONTRA O BULLYING (Rose E. Machado)DIVERSIDADE (Tatiana Belinky )E SE FOSSE COM VOCÊ? (Sandra Saruê)DIÁRIO DE UMA VÍTIMA DE BULLYING (Lélio Braga Calhau) Confecção de painel com a “Árvore da amizade”, para valorizar ocompanheirismo entre os alunos.PÚBLICO-ALVO:A comunidade escolar.RECURSOS:- Humanos: equipe da direção, professores e demais funcionários e pais de alunos;- Materiais:livros, CDs, DVDs, textos.CRONOGRAMA:As atividades serão aplicadas durante 3 semanas, sendo reforçado o temadurante todo o ano letivo.AVALIAÇÃO:Avaliação através da participação dos alunos , e avalia-se ainda a mudançano comportamento dos alunos .12.3. HORA DA LEITURA/ HISTÓRIAS NA SACOLAJUSTIFICATIVA:
  30. 30. Observamos que os alunos só liam quando eram obrigados a fazê-lo para realizarprovas ou testes. Sentimos daí, a necessidade de despertar o gosto pela leitura porprazer, a leitura como fonte de crescimento intelectual.OBJETIVO GERAL:Despertar o prazer pela leitura em todos os segmentos da escola.Desenvolver o hábito de lerOBJETIVO ESPECÍFICO:Desenvolver o hábito e o gosto pela leitura também como fonte de distração,informação e lazer.DESENVOLVIMENTO:Os alunos são convidados a deixar as salas, com o material de leituraescolhido (livro, gibi, revistas – adequados à idade), escolherem local tranquilo paraler o material. Essa atividade é desenvolvida com todos os segmentos, para queesse momento de lazer seja compartilhado com todos.Os alunos levam para casa, dentro de uma sacola, livros de literatura quedevem ser lidos e compartilhados com a família e depois devolvidos. Em sala, aprofessora trabalha as obras lidas através de recontagem da história, desenhos oudramatizações.ESTRATÉGIAS:Estímulo à leitura;Escolha dos livros a serem lidos;Reforço positivo para o hábito de ler por prazer;Leitura silenciosa;Prática de leitura e interpretação individual;Leitura compartilhada em casa.PROCEDIMENTOS:Orientação aos alunos quanto à escolha do livro a ser lido;Organização da caixa de leitura de forma a facilitar o acesso das crianças aoslivros;
  31. 31. Escolha dos livros a serem levados na sacolaPÚBLICO-ALVO:Alunos, professores e demais funcionários da escola.RECURSOS:- Humanos: professores ,equipe de gestão, secretaria, professores da sala deleitura e demais funcionários.- Materiais: livros, jornais, revistas, gibis, encartes e demais materiaisimpressos.CRONOGRAMA:Será desenvolvido durante todo o ano letivoDuração: Uma vez por semana (às sextas-feiras), durante 20 minutos paracada turno.Uma vez por semana a criança escolhe o livro, leva-o para casa, lê com seusfamiliares e devolve antes de pegar outro.AVALIAÇÃO:Durante as reuniões coletivas, através dos relatórios orais feitos pelasprofessoras e através de entrevista informal feita com os demais funcionários.12.4. PROJETO LABORATÓRIO DE ESTUDOS COGNITIVOSJUSTIFICATIVA:O trabalho de atendimento aos alunos com defasagens tem que ser sério esistemático. É grande a responsabilidade de garantir que esses alunos nãofracassem mais. Isto motivou a criação deste projeto que atende os alunos paraatividade de reforço escolar e atividades de resgate dos pré-requisitos.OBJETIVO GERAL:Efetivação do Ensino Fundamental de nove anos, garantindo às crianças de1º ao 5º ano, a aquisição da leitura/escrita/letramento, raciocínio lógico matemático eo seu desenvolvimento integral no tempo estabelecido em lei.
  32. 32. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:a) Estabelecer uma reorganização do tempo e do espaço escolar, visando odesenvolvimento integral da criança e sua efetiva alfabetização/ letramento;b) Organizar o currículo escolar em eixos de trabalho, orientados para aconstrução de diferentes linguagens e para as relações que essa construçãoestabelece com os objetos de natureza e sociedade, artes visuais, músicas elinguagem oral e escrita;c) Reestruturar o processo de ensino-aprendizagem de forma que a criançavivencie experiências prazerosas; percebendo o espaço escolar como ambientecooperativo, acolhedor, desafiador.DESENVOLVIMENTO:Escolha dos temas a serem trabalhados;Identificação das habilidades a serem desenvolvidas;Seleção dos textos a serem apresentados aos alunos;Reagrupamento visando facilitar o avanço individual do aluno;Escolha dos exercícios de matemática a serem feitos pelos alunos;Atividades escritas;Jogos pedagógicos;Atividades lúdicas;Trabalho com fábulas, contos e histórias em quadrinhos;Situação problema baseada em ações cotidianas executadas pelos alunos.PÚBLICO-ALVO:Alunos com defasagem idade/série e/ou cognitivaRECURSOS:- Humanos: professores regentes, vice-direção e coordenação- Materiais: material concreto e material impresso.CRONOGRAMA:Durante todo o ano letivoAVALIAÇÃO:
  33. 33. Avaliação processual com base nos testes da psicogênese que são aplicadosmensalmente e testes de matemática. Alunos que forem alcançando os objetivos edemonstrando capacidade de acompanhar a turma, serão substituídos no projetopor outros que demonstrem necessidade.12.5. PROJETO EDUCAÇÃO FINANCEIRAJUSTIFICATIVANos países considerados “desenvolvidos” a Educação Financeira é dada,desde cedo no seio familiar, cabendo às escolas o reforço e embasamento teóriconecessário para desenvolver uma mente madura e previdente economicamente.No Brasil, infelizmente, observa-se que a família não só não fornece esse tipode ensinamento, como muitas delas atravessam crises financeiras por não saberadministrar suas economias.OBJETIVO GERAL:Conscientizar os alunos e seus pais da importância de se criar hábitoscorretos para administrar economias.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:a) Promover debates sobre a importância do dinheiro na vida diária;b) Desenvolver o hábito de planejar gastos;c) Estimular a consciência sobre a importância de se poupar dinheiro;d) Formar uma consciência econômica coletiva, onde planejamento e controlesejam prioridade diante dos gastos;e) Sensibilizar para a necessidade se desenvolver uma mente organizada emrelação ao trato com o dinheiro.DESENVOLVIMENTO:Prática de atividades que compreendam planejamento e gastos;Estudo dos prejuízos que a falta de organização financeira podem acarretar àpessoa, à família e à sociedade;Estudo de estratégias para estimular a poupança financeira;Visita ao Banco Central;Avaliação do trabalho realizado dentro da escola;
  34. 34. Uso do material “Descobrindo o valor das coisas” (Maurício de Sousa eGustavo Cerbasi);Pesquisa sobre o tema nos diversos meios de comunicação;Sensibilização, através de diferentes fontes, para o uso consciente dodinheiro.PÚBLICO-ALVO:Comunidade escolarRECURSOS:- Humanos: professoras, alunos, funcionários da escola e parceiros (palestrantes,etc.) que possam ser recrutados para o desenvolvimento do projeto.- Materiais: material impresso e recursos multimídia; guia e atividades: “Descobrindoo valor das coisas” (Maurício de Sousa e Gustavo Cerbasi)CRONOGRAMA:As atividades serão aplicadas em um mês , porém o tema será abordadosempre que necessário.AVALIAÇÃO:A avaliação será através da observação do comportamento dos alunos e asmudanças que se espera que ocorram; uso adequado de dinheiro (através derelatos) e a sensibilização que cada um deverá fazer dentro da própria da família.12.6. LABORATÓRIO DE INFORMÁTICAJUSTIFICATIVAO momento atual é de extrema informatização e aberto às mudanças. O queé agora pode ser outra coisa daqui alguns minutos. A escola não pode ser diferentee deve propiciar aos alunos o que o mundo lá fora propicia – a informação minuto aminuto. Sabemos que o Brasil é um dos países que contém um dos maiores índicesde internautas do mundo, porém possuem em sua maioria alguns operadores aindaleigos no que diz respeito aos programas básicos, com exceção dos browsers denavegação da Internet, ou seja, não dominam totalmente o recurso tecnológico.Sabe-se também que o governo Federal está à medida do possível alargando seu
  35. 35. processo de "Inclusão Digital", desta forma devemos orientar nossos alunos acercadas novas tecnologias que a escola dispõe; além disso, apostar na Inclusão Digitalé proveitoso para aquisição de conhecimento, "[...] o acesso a rede mundial deInternet melhora em 5,5 pontos no desempenho dos alunos (Revista Nova Escola, p.24, 2007)" e já que, a informática é uma das áreas que mais cresce no Brasil e noMundo, os alunos devem estar preparados e capacitados para as transformaçõesque o mundo vem sofrendo, e compreender melhor o progresso no qual o homemtem trilhado.OBJETIVO GERALDemocratizar o acesso aos meios de comunicação moderna, incentivando odesenvolvimento dos processos cognitivos, sociais e afetivos.OBJETIVOS ESPECÍFICOS· Possibilitar o acesso dos alunos e comunidade local às novas tecnologias dainformação como forma de inclusão social;· Utilizar o computador como uma ferramenta de ensino e aprendizagem paraos alunos e comunidade local;METODOLOGIA:O desenvolvimento das atividades na sala de Informática se inicia maisdiretamente no diálogo com as partes que compõem a comunidade escolar desde adireção, coordenação, professores e alunos. Este diálogo busca descobrirfinalidades e objetivos que envolvem a aprendizagem do aluno e necessidades daescola e apresentar possibilidades de uso do laboratório de informática.Com o início do ano letivo, entra neste contexto a participação direta do aluno.Começa, então a ser visualizada uma direção mais específica das atividades aserem desenvolvidas dentro do perfil mais evidenciado. Temos então reuniões comprofessores, reelaboramos regras para o uso do laboratório, onde buscamosidentificar problemas ligados ao laboratório para serem sanados, procuramosadequar as expectativas dos professores com as possibilidades de uso dasTecnologias da informação e comunicação, como construção de blogs, por exemplo.Temos a oportunidade de organizar oficinas que atendam necessidades paraaplicação de programas a trabalhos e orientamos continuamente a pesquisa que o
  36. 36. aluno busca desenvolver no laboratório, além de orientação para elaboração deapresentação de slides, vídeos, trabalhos em texto, gravação de áudios e autilização de software livre por meio do Linux Educacional, já implantado e utilizadono atual laboratório.Esta Metodologia possibilita:• Envolver a comunidade escolar na utilização de recursos que ampliem asformas de acesso ao conhecimento, comunicação e pesquisa;• Oferecer à comunidade escolar o acesso à sala de informática para execução deprojetos pedagógicos interdisciplinares ou não, priorizando a participação deprofessores na concretização de suas aulas e de pesquisas com seus alunos;• Identificar a sala de informática como sala de aula para o desenvolvimento doprocesso ensino-aprendizagem;• Favorecer o aceso às informações, estabelecendo relações com temas deinteresse da educação;• Formar o indivíduo para que seja crítico na construção de conhecimentos;• Direcionar o uso da internet com discernimento para aproveitar o potencialeducativo que se aplica ao universo da educação.• Zelar pelo espírito colaborativo na construção de trabalhos coletivos.PÚBLICO ALVOProfessores, alunos e comunidade local.CRONOGRAMAAs atividades serão desenvolvidas se adequando às necessidades dosprofessores, alunos e comunidade escolar.As atividades variam desde o desenvolvimento de aulas, atendimento àpesquisa até a elaboração em conjunto de forma colaborativa de trabalhosdiversificados como apresentação de slides, vídeos, gravação de áudios e vídeos,construção e ou participação em blogs e sites, participação em reuniões gerais, deáreas, orientação aos professores, sugestões de uso de programas, simuladores,repositórios entre outros como o uso de redes sociais.FUNCIONAMENTO:
  37. 37. O dia-a-dia da sala de informática nos propicia um diálogo contínuo em umambiente dinâmico, diversificado e interessante, encontrando compreensõesdiferenciadas e criativas para a realização dos trabalhos numa aprendizagemcolaborativa.A organização para funcionamento da sala de informática fixa regras para o uso porparte de alunos, professores e comunidade escolar.Observamos a prioridade de desenvolvimento de aulas mediante aadministração das mesmas e acessórias do professor responsável.Consideramos a necessidade de pesquisa e produção de trabalhos na salapor parte dos alunos, também sob a assistência e orientação do professormultiplicador.Por fim, o professor deve oferecer oficinas de rádio, vídeo, apresentação de slides,entre outras, atendendo às necessidades educacionais com o uso das TICs(Tecnologia da Informação e comunicação).As atividades desenvolvidas seguem prioritariamente um agendamento para autilização dos computadores e contam com uma orientação prévia por parte doprofessor que solicitou o trabalho e por parte do professor de informática nodesenvolvimento deste trabalho, sempre buscando atender aos objetivoseducacionais do professor regente.MONITORAMENTO E AVALIAÇÃOTemos no funcionamento da sala de informática, o monitoramento realizadoatravés da observação e orientação direta feita pelo Professor de informáticaresponsável, que deverá atuar obedecendo a um agendamento de aulas, realizaçãode trabalhos e pesquisas e às regras de funcionamento da mesma com alunos eprofessores para direção da ação educacional com o uso dos recursos tecnológicos.Estas regras são estabelecidas pelo professor de informática juntamente com acoordenação, sendo apresentadas à direção do escola classe 29.A avaliação será realizada pelo acompanhamento da direção, professores,alunos e supervisão pedagógica escolar, observando o atendimento ao esperadopelos professores e alunos. Avaliação é também realizada pelas turmas emconselho de classe através de fichas e explanação mostrando o qualitativo e oquantitativo no desempenho dos trabalhos.
  38. 38. RECURSOS- Humanos: Técnico em informática, professores e coordenadores.- Materiais: Laboratório de informática já instalado com 19 máquinas em rede comacesso internet , máquina fotográfica, data-show, impressora ,computador portátil12.7. PROERDJUSTIFICATIVAA sociedade moderna se vê refém de organizações voltadas para oaliciamento de jovens para o uso e tráfico de drogas.A escola deve, em parceria com a família, conscientizar crianças e jovens paraos perigos do uso de drogas e para a convivência consciente em grupo, visto que anecessidade de socialização faz com que muitos jovens acabem adentrando aomundo ilícito para se sentirem aceitos.É por esse motivo que a EC29 participa do programa PROERD, permitindoque os alunos de 5º ano (faixa etária ideal para a conscientização e multiplicação dotema) tenham acesso às aulas.OBJETIVO GERAL:Possibilitar aos alunos do 5º ano o reconhecimento de situações que possamcomprometer sua segurança e saúde, quanto ao uso indevido de drogas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:a) Promover aulas sobre a segurança e saúde;b) Desenvolver o sentimento de autopreservação;c) Estimular a consciência sobre a importância de se evitar situações de risco;d) Formar uma consciência preventiva e multiplicadorae) Sensibilizar para a necessidade de se refletir sobre segurança e saúde.DESENVOLVIMENTO:Sensibilização dos alunos quanto à importância de se auto preservar e evitarsituações de risco à segurança e à saúde;Participação e interatividade nas discussões e no desenvolvimento dehabilidades que os conduza a solução de problemas e dificuldades;
  39. 39. Ensino de procedimentos a adotar em situações de emergência ouinesperados;Ensino de noções de habilidades vitais essenciais, como dizer não e pedirajuda.PROCEDIMENTOS:Reunião com pais dos alunos envolvidos para conscientização eestabelecimento de parceria.Aulas ministradas semanalmente por policial treinado para o programa.Uso do material impresso e audiovisual próprio do programa.Formatura dos alunos ao final do programa.PÚBLICO-ALVO:Todos os alunos do 5º ano.QUANTITATIVO:90 alunosRECURSOS:- Humanos: professoras, alunos e policial treinado para o programa.- Materiais: material impresso e recursos multimídia.CRONOGRAMA:Aulas semanais de 45 minutos ao longo de 4 meses.AVALIAÇÃO:A avaliação será através da observação do comportamento dos alunos e asmudanças que se espera que ocorram, e a sensibilização que cada um deverá fazerdentro própria da família.12.8. PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONALJUSTIFICATIVAEm 2006 foi feita a primeira experiência no sentido de se avaliar a escola bemcomo o trabalho nela desenvolvido. O resultado foi surpreendente, a participação de
  40. 40. todos os segmentos foi grande. Decidiu-se então, que a Avaliação Institucional seriaparte integrante do calendário da escola, pois os dados coletados apontavam para anecessidade de se ouvir mais a comunidade. Esta se tornou a oportunidade deinteragir com a comunidade, de integrá-la com a escola, para atendê-la ainda melhore, assim, atingir a excelência em termos educacionais.OBJETIVO GERAL:Conhecer de forma sistemática e aprofundada a realidade da E.C. 29 deTaguatinga com vistas a atingir excelência no ensino oferecido, nos relacionamentosinterpessoais e nas condições de trabalho na escola.ESPECÍFICOS: Avaliar a qualidade do ensino prestado à comunidade; Aferir o índice de participação e satisfação da comunidade escolar; Traçar estratégias de melhoria da I.E. com base nos dados coletados; Avaliar a qualidade dos serviços prestados à comunidade pela escolaDESENVOLVIMENTO:Criação do Grupo de Trabalho (GT) para a elaboração do questionário de avaliaçãoElaboração da Avaliação Institucional pelo GTExperimentação por amostragemAdequação e elaboração do questionário finalAplicação do questionário para comunidade escolar (pais, e funcionários)Análise e tabulação dos dadosApresentação dos resultados através de tabelas e gráficosReflexões conclusivas com o coletivo da escolaEnvio dos questionários para os pais responderemRecolhimento dos questionários respondidosTabulação dos dados coletados através dos questionáriosApresentação à comunidade escolar dos resultados da AvaliaçãoPROCEDIMENTOS:
  41. 41. Confecção de questionário que irá indicar as passíveis falhas e sucessos dotrabalho desenvolvido pela escolaSensibilização dos pais, professoras e demais funcionários da escola paraparticiparem da avaliação de forma consciente e objetivando a melhoria do ensino edos serviços prestados pela escola.PÚBLICO-ALVO:Pais e funcionários da Escola Classe 29 de Taguatinga.QUANTITATIVO:Aproximadamente 350 envolvidos.RECURSOS:- Humanos: Professores e representantes dos auxiliares para o Grupo de Trabalho- Materiais: material impresso dos questionáriosCRONOGRAMA:SemestralmenteAVALIAÇÃO:Após a tabulação dos dados o Grupo de Trabalho se reúne e faz um relatórioexpondo as dificuldades enfrentadas no processo todo da Avaliação Institucional epropondo mudanças e/ou adaptações para o ano seguinte.Os resultados obtidos pelos questionários e as possíveis falhas encontradassão expostos ao corpo de funcionários da escola para que sejam adotadas asnecessárias medidas de correção.12.9. PLANO DE AÇÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICAOBJETIVO GERALSubsidiar o trabalho pedagógico docente, orientando e coordenando açõespara assegurar o cumprimento das metas e objetivos propostos no Projeto PolíticoPedagógico da EC 29.OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  42. 42. a) participar da elaboração, da implementação, do acompanhamento e daavaliação da Proposta Pedagógica da instituição educacional;b) orientar e coordenar a participação docente nas fases de elaboração, deexecução, de implementação e de avaliação do Projeto Pedagógico da InstituiçãoEducacional;c) articular ações pedagógicas entre professores, equipe de direção e daCoordenação Regional de Ensino, assegurando o fluxo de informações;d) divulgar e incentivar a participação dos professores em todas as açõespedagógicas, promovidas pela Instituição Educacional, pela Coordenação Regionalde Ensino e pela Subsecretaria de Educação Básica, inclusive as de formaçãocontinuada;e) estimular, orientar e acompanhar o trabalho docente na implementação doCurrículo da Educação Básica das Escolas Públicas do Distrito Federal, por meio depesquisas, de estudos individuais e em equipe e de oficinas pedagógicas locais;f) divulgar, estimular e propiciar o uso de recursos tecnológicos, no âmbito dainstituição educacional, com as orientações metodológicas específicas;g) orientar os professores recém-nomeados e recém-contratados quanto aodesenvolvimento do Projeto Pedagógico;h) propor reflexões avaliativas da equipe, objetivando redimensionar as açõespedagógicas.METASDe acordo com as metas determinadas no PPP, a seguir:1 - Contribuir para redução dos índices de retenção.2 - Articular ações para que o eixo metodológico dê ênfase às aprendizagenssignificativas assegurando a melhoria da qualidade de ensino.3 - Colaborar para a inserção dos alunos com defasagem idade/série e queapresentam dificuldade e/ou lacunas de aprendizagem no Projeto de EducaçãoIntegral.4 - Estimular o envolvimento dos alunos nos projetos da UPE de forma queeles possam se identificar como parte integrante de cada ação proposta.5 - Estimular o envolvimento, através de reuniões bimestrais, de todacomunidade, pais e Conselho Escolar no Projeto de Avaliação Institucional.
  43. 43. 6 - Apoiar a implementação do Projeto Recreio Dirigido com jogos, brinquedose brincadeiras juntamente com o S.O.E.7 - Contribuir para o acesso dos funcionários a cursos de formaçãocontinuada e proporcionar-lhes oportunidade de estudo dentro e fora da escola.AÇÕES– articular ações pedagógicas entre professores, como desenvolvimento dereforço, projetos interventivos, etc.– acompanhar o desenvolvimento dessas ações, verificando pontos positivose retificando pontos negativos.– incentivar a participação dos professores em todas as ações e propostas deformação continuada.– propor estudo e reflexão avaliativa das ações da equipe docente.– orientar e coordenar projetos interventivos e de reforço de alunos defasadoe/ou com dificuldades de aprendizagem.PÚBLICO ALVOProfessores e alunos da EC 29 de Taguatinga.AVALIAÇÃO DAS AÇOES PROPOSTASAtravés de reflexões, juntamente com professores, durante as reuniõescoletivas e resultados dos testes dos alunos.CRONOGRAMAAo longo do ano letivo, durante o horário de coordenação dos professores.12.10. PLANO DE AÇÃO – SEAAOBJETIVO GERAL Assessorar a prática pedagógica e acompanhar o processo de ensino -aprendizagem em suas perspectivas preventiva, institucional e interventiva comvistas a contribuir para a melhoria da qualidade de ensino. Promover a melhoria da qualidade do processo de ensino e de aprendizagem,por meio de intervenções avaliativas, preventivas e institucionais, especialmente
  44. 44. às instituições educacionais que ofertam a Educação Infantil, EnsinoFundamental - Séries/Anos Iniciais e os Centros de Ensino Especial.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Mapeamento institucional – Realizar análise da escola em suas váriasdimensões: pedagógica, administrativa, social, cultural entre outras, paraconhecer melhor a instituição, analisar o que pode estar promovendo ofracasso e/ou o sucesso no âmbito do espaço escolar. O (MI) deve serrealizado no início da atuação do SEAA e atualizado em seu decurso - casohaja mudanças na escola. Assessoria ao trabalho coletivo – Contribuir, em parceria com osdemais profissionais, para a promoção da análise crítica acerca daidentidade profissional dos atores da instituição educacional,principalmente do corpo docente, de modo a provocar a revisão e/ou aatualização de suas atuações. E realizado concomitante ao MapeamentoInstitucional (MI), para assessorar a comunidade escolar com ações decaráter preventivo, visando à reflexão e a ressignificação de concepções epráticas capazes de transformar o contexto escolar, tais como:a. Promover oficinas;b. Participar das coordenações coletivas e conselhos de classe (como escuta);c. Participar de reuniões (ordinárias e extraordinárias), eventos;d. Participar de projetos da instituição de ensino ou criar projetos que atendamas necessidades da instituição;e. Promover momentos de formação continuada do professor;f. Realizar procedimentos de avaliação/intervenção às queixas escolares,visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos no contexto escolar;g. Sensibilizar as famílias para maior participação no processo educacional dosestudantes;h. Participação na elaboração da Proposta pedagógica;i. Participação, em conjunto com os demais profissionais da instituiçãoeducacional, nas atividades de planejamento e de avaliação do trabalho:coordenações pedagógica coletivas, semana pedagógica, conselhos de classe,reuniões extraordinárias, dentre outras;
  45. 45.  Acompanhar o processo de ensino aprendizagem (refletir a cerca daforma pela qual se dá a aplicação de técnicas e métodos pedagógicos) aolongo do ano letivo.a. Oportunizar momentos para discussões acerca das práticas de ensino;b. Intervir junto às situações de queixas escolares (PAIQUE);c. Criar momentos para orientar e executar oficinas com famílias;d. Atender, em grupo, os alunos com queixas escolares;e. Atender grupos de alunos através de Oficinas pedagógicas;f. Observação da dinâmica em sala de aula e dos demais contextos educativos;g. Análise, em parceria com o professor e outros profissionais da instituiçãoeducacional, acerca da produção dos alunos;h. Discussão sobre as concepções de ensino e de aprendizagem dosprofessores e seus impactos no planejamento das atividades escolares;i. Recomenda-se que as EEAA registrem as intervenções, os desdobramentose os resultados obtidos ao longo desse processo, de forma a materializar evalorizar o trabalho que está sendo realizado, bem como para subsidiar aconstrução de novas estratégias de estudo das relações estabelecidas entreprofessores e alunos, permitindo a organização de outras formas de intervençõesque se fizerem necessárias.Obs: Solicitação de apoio ao processo de ensino e aprendizagem: A ficha deencaminhamento será recebida pelo Orientador Educacional, que fará uma triagem,antes de encaminhar ao SEAA. Propomos que esta deva ser uma ação comum emtodas as escolas, que tenham a figura do Orientador Educacional.Intervenção nas situações de queixas escolares Escrever relatório de avaliação e intervenção educacional – ao final doPAIQUE, independente da fase em que tenha se encerrado, apresentando aconclusão de cada caso e indicando as possibilidades de atuação pedagógica noâmbito da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Realizar fórum para as Equipes diretivas, Atendimento EducacionalEspecializado/Sala de recursos, Orientador educacional e demais segmentos daárea educacional.
  46. 46.  Promover circulação de informativo, onde se estimule a participação coletivade equipes de profissionais e multiprofissionais, compartilhando metas e objetivos. Criar um espaço de escuta do discurso dos professores, para conhecer suasconcepções e suas expectativas a respeito dos desempenhos escolares dos alunos. Avaliar de maneira contextual os alunos para encaminhamentos necessários,sendo que, no caso dos Centros de Ensino Especial, será realizada a avaliaçãofuncional, podendo contar com a participação de outros profissionais do contextoescolar. Orientar as ações dos professores e de outros profissionais da educação parao planejamento de intervenções educacionais adequadas à situação escolar doaluno. Promover estudos de caso nas situações em que haja necessidade deadequação ou de mudança de atendimento aos alunos que já tenham sido avaliadospela EEAA e possuam Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional. A Construção da Identidade Profissional: O perfil do profissional queatua nas EEAAPerfil do psicólogo:O perfil do psicólogo no âmbito da instituição educacional deve compreender,entre outros aspectos, o desenvolvimento dos seguintes recursos mobilizadores decompetências:. Capacidade de análise, aplicação, re-elaboração e síntese do conhecimentopsicológico, quando aplicado ao contexto de intervenção profissional;. Clareza substancial da relação entre as concepções teóricas sobre postura crítica,lúcida e permanentemente reflexiva acerca do homem, do mundo e da sociedade,em função do contexto social no qual está inserido;. Busca constante de fundamentação e de segurança para o planejamento deestratégias interdisciplinares de comunicação e de ação que integrem e legitimem aintervenção psicológica;. Comprometimento com o exercício de uma função político-social transformadora,exercendo-a eticamente no campo educacional;. Domínio de teorias, de conceitos e de metodologias da Psicologia paraintervenções psicológicas de caráter preventivo, individual ou coletivo, em contextoseducativos;
  47. 47. . Disponibilidade para socializar saberes, promover a circulação de informações,estimular a participação coletiva e o diálogo em equipes profissionais emultiprofissionais, compartilhando metas e objetivos comuns;. Sensibilidade para integrar, nos processos relacionais, saberes e conhecimentos,ouvindo o outro, respeitando diferentes pontos de vista, abrindo-se para novo,disponibilizando conquistas pessoais em prol de projetos coletivos;. Facilidade em buscar alternativas de resolução de problemas, por meio dehabilidades comunicativas e cooperativas;. Sensibilidade para integrar saberes e conhecimentos na relação com o outro;. Disseminação de uma cultura de esperança e de confiança nas ações humanas enas transformações sociais;. Habilidade para escutar, incentivar e orientar os professores para odesenvolvimento de estratégias relacionais e de ensino específicas para os alunoscom queixas escolares;. Habilidade para escutar e para orientar pais e familiares, em relação aos aspectosque interfiram direta ou indiretamente no desempenho escolar dos alunos, tais comorelacionais, subjetivos, pedagógicos;. Habilidade para escutar e orientar os alunos com queixas escolares;. Desenvolvimento de um compromisso político com o movimento histórico demudanças pessoais e coletivas;. Responsabilidade pelas escolhas feitas e por suas conseqüências;. Comprometimento com ações éticas;Perfil do pedagogo:. Compreensão acerca da elaboração, da execução e da análise da PropostaPedagógica;. Conhecimento acerca do desenvolvimento e da implantação de projetos deeducação no contexto escolar;. Domínio de conhecimentos didáticos direcionados ao processo de ensino nosdiversos componentes curriculares que compõem a Educação Infantil e asséries/anos iniciais do Ensino Fundamental;. Capacidade de assessoramento do planejamento pedagógico, quanto à seleção deconteúdos e à organização da metodologia de ensino mais adequada, emconsonância com os objetivos expressos na Proposta Pedagógica;
  48. 48. . Domínio de conhecimentos que viabilizem acompanhar o corpo docente na seleçãode procedimentos de avaliação da aprendizagem, adequando-os às necessidadesdos alunos;. Habilidade para definição de materiais e de equipamentos de uso didático-pedagógicos a serem utilizados;. Habilidade para incentivar e orientar o professor na seleção de recursos didáticospara o ensino e dos conteúdos escolares considerando as necessidades einteresses dos estudantes;. Habilidade para escutar e para orientar pais e familiares, em relação aos aspectosque interfiram direta ou indiretamente no desempenho escolar dos alunos, tais comorelacionais, subjetivos, pedagógicos;. Habilidade para orientar e para assessorar o desenvolvimento do processo deensino e de aprendizagem de alunos com queixas escolares.10.11 PLANO DE AÇÃO - SALA DE RECURSOINTRODUÇÃOA Educação Especial foi considerada, tradicionalmente, como umamodalidade de ensino à margem do sistema educacional comum. Na atualidade,assistimos a uma profunda modificação na conceituação de Educação Especial.Fala-se e discute-se a temática: alunos com necessidades educacionais especiais -normalização e inclusão são conceitos usados intensificando a revisão da própriaconcepção de Educação Inclusiva e da comunidade a qual se destina. A mudançafundamental se baseia na introdução do conceito: necessidades educativasespeciais. Partindo da premissa de que todos os alunos precisam, ao longo de suaescolarização, de diferentes ajudas pedagógicas de natureza pessoal, técnica,material, entre outras, com o objetivo de assegurar os fins que a educação sepropõe, as necessidades educativas especiais se aplicam àquelas pessoas que, àsvezes, de forma complementar ou suplementar, precisam de ajudas especiais. Aajuda que a pessoa com necessidade educativa especial precisa receber, ao longodas diferentes etapas do atendimento, deve estar centrada mais no aproveitamentode suas potencialidades do que nas limitações que apresentem.As adaptações que se fazem necessárias podem significar: Inclusão de conteúdos e objetivos complementares ou suplementaresde natureza curricular, mais adequados ao aluno;
  49. 49.  Modificação do tempo previsto para atingir os objetivos curriculares; Priorização de certas áreas de aprendizagem; Adaptações quanto as espaço físico; Estudo e formação continuada dos segmentos da Instituição Escolar,em especial, o segmento dos professores.O conceito de pessoas com necessidades educativas especiais dentro doPlano de Educação Inclusiva se aplica àquele aluno que, de forma às vezescomplementar ou suplementar, precisa de ajuda de diferentes tipos, mais específicode cada caso e que participa de uma sala regular e, em turno contrário, recebeatendimento individualizado.OBJETIVO GERALRealizar o atendimento especializado de alunos que apresentam, ao longo desua aprendizagem, alguma necessidade especial, bem como oferecer atividadesque complementem ou suplementem suas limitações em que se atende àflexibilidade para o acesso curricular destes alunos e favoreça seu processo escolar.OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Atuar, como docente, nas atividades de complementação e suplementaçãocurricular; Atuar de forma construtiva com o professor da classe comum para traçarestratégias que favoreçam o processo escolar do aluno em questão; Realizar atividades lúdicas que facilitem o entendimento do aluno atendido; Adaptar as estratégias curriculares ao universo do aluno; Participar da tomada de decisões da Educação Inclusiva; Favorecer a formação continuada dos segmentos da escola quanto àsadaptações curriculares, físicas e pedagógicas que se fizerem necessárias; Interagir com os alunos e professores da turma em que a criança se insere.ATIVIDADES Jogos pedagógicos que envolvam conceitos quanto à cor, forma, espessura,peso e tamanho.
  50. 50.  Jogos pedagógicos com simbologia gráfica que contemplem vários temas edesafios para escrita e cálculo; Jogos pedagógicos para construção e ampliação da memória visual/auditiva Músicas; Teatro de fantoches; Atividades psicomotoras; Quadro de pregas para a construção de palavras/frases e textos; Alfabeto ilustrado; Livros didáticos e paradidáticos com as adaptações que se fizeremnecessárias; Fichas-conflito; Quebra-cabeças; Histórias para ordenação de fatos e reescrita; Atividades que envolvam linguagem oral e escrita; Momentos lúdicos para adaptações quanto às atividades relativos àlateralidade/ esquema corporal; Atividades de vida diária que contemplem: higiene/ organização do material/observação de regras e comandos/ rotina/ organização espaço-temporal; Interação do EU com o OUTRO, a partir das informações quanto aos dadospessoais, preferências, gostos, qualidades, diferenças, semelhanças esentimentos.PLANO DE IMPLEMENTAÇÃOA proposta da Educação Inclusiva recebeu seu espaço na Instituição Escolarem questão por já ser uma realidade desta no seu grupo discente.A ESCOLA CLASSE 29 DE TAGUATINGA atende um número considerávelde alunos com necessidades educativas especiais, portanto a Sala de Recurso vemconfirmar esta realidade e facilitar o trabalho pedagógico.Sendo assim, propõe-se com este projeto o efetivo funcionamento da Sala deRecurso e sua contribuição para facilitar o aprendizado das crianças que enfrentamlimitações no processo de aprendizagem devido a condições, distúrbios, disfunçõesou deficiências.
  51. 51. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Reunião com a comunidade e com os pais das crianças a serem atendidas; Estudo de caso; Organização do horário de atendimento; Planejamento de atividades lúdicas e diferenciadas que complementem esuplementem o processo pedagógico do aluno; Momento pedagógico com o professor da classe em que a criança estáinserida; Diário de aprendizagem com anotações dos avanços e dificuldades do alunopara fundamentar seu progresso escolar e avaliar as posturas e estratégiasassumidas; Intervenções, com leituras/ jogos e brincadeiras, quinzenalmente, com ogrupo do qual a criança faz parte. Plano de Atendimento Educacional IndividualizadoCRONOGRAMAAtendimento individualizado durante o ano letivo.12.12. PLANO DE AÇÃO - SOECoordenadora Intermediária: Edmar Vieira SilvaOrientadora Educacional: Gisela Heloisa dos Santos PinheiroAÇÕES PARA A IMPLANTAÇÃO / IMPLEMENTAÇÃO DO SOEa) AçõesA Orientação Educacional, consciente da problemática, hoje instalada emnossa sociedade adota procedimentos onde se possa trabalhar o respeito pelopróximo, o amor, a humildade, a justiça, a responsabilidade, a ética, ocompanheirismo e outros valores essenciais à convivência harmoniosa tanto dentrodo ambiente escolar com fora dele.b) ObjetivosElaborar Plano de Implantação do Serviço de Orientação Educacionalrespaldado no Projeto Político Pedagógico da Escola;
  52. 52. Apresentar para o corpo docente, discente e aos pais/responsáveis o Planode Ação do Orientador Educacional;Esclarecer em reunião a comunidade escolar quanto às prioridades doServiço de Orientação Educacional;Fazer levantamentos de Instrumentos de trabalho como: fichas diversificadaspara registros de ações coletivas e individuais, encaminhamentos de professores,atendimentos a pais, livro de registros de atas e de ocorrências diárias e livro deprotocolo para registros de documentos enviados.AÇÕES NO ÂMBITO INSTITUCIONALa) AçõesSendo o Serviço de Orientação Educacional um trabalho dinâmico e continuoque se preocupa com o desenvolvimento harmonioso do aluno em todos os seusaspectos emocionais, intelectuais, físicos, social, e ético, é necessário que se façaque o processo educativo seja desenvolvido de forma integrada e cooperativa entreprofessores, direção, auxiliares em educação, pais e parcerias com profissionais deoutras áreas.b) ObjetivosConhecer o Regimento Interno da Escola;Participar da Elaboração do Projeto Político Pedagógico da Escola;Orientar aos pais/responsáveis sobre o ECA – Estatuto da Criança e doAdolescente;Participar e manifestar-se em Conselhos de Classe, Coletivas, DiasTemáticos e Coordenações Pedagógicas.AÇÕES JUNTO AO CORPO DOCENTEa) AçõesA ação integrada do Orientador Educacional com grupo de professores é defundamental importância, não havendo espaço para práticas isoladas efragmentadas dos ocorridos abordados no cotidiano da Escola.b) ObjetivosRealizar ações no desenvolvimento de projetos interdisciplinares sobrevalores, saúde, educação sexual, prevenção ao uso indevido de drogas, meio
  53. 53. ambiente, ética, cidadania, convivência saudável, de acordo com as prioridadesestabelecidas pela escola;Orientar os professores quanto à participação dos mesmos na identificação,no encaminhamento e acompanhamento dos alunos que apresentam dificuldadesdiversas: cognitivas, emocionais, sociais e pessoais;Viabilizar aos professores materiais com textos, artigos entre outros quepossam ser trabalhados em suas atividades;Viabilizar a devolutiva dos atendimentos e encaminhamentos dos alunos;Refletir junto aos professores sobre: mediação de conflito em sala de aulaAÇÕES JUNTO AO CORPO DISCENTEa) AçõesO Orientador Educacional tem como objetivo fundamental oportunizar aoeducando o desenvolvimento pleno, visando sua autonomia intelectual e emocional.Cabe a Orientação Educacional orientar o educando na tomada de consciênciasobre seus valores, potenciais e dificuldades, dando-lhes oportunidade de auto-avaliar-se para fazer escolhas mais apropriadas e assumir responsabilidades;mediante uma prática sistematizada e contínua aos diversos elementos queexercem influência direta e indiretamente a sua formação.b) ObjetivosDesenvolver projetos que favoreçam a socialização de valores humanos e aaquisição de atitudes/hábitos saudáveis;Trabalhar com os alunos técnica de estudo e atenção;Promover atividades que desenvolva nos alunos o autoconhecimento,autoimagem e autoestima;AÇÕES JUNTO À FAMÍLIAa) AçõesA integração família/comunidade/escola é uma responsabilidade de todos, sóatravés de um trabalho integrado dividindo responsabilidades que a escolaalcançará êxito.b) ObjetivosIdentificar e trabalhar junto à família, as causas que interferem no avanço deensino e de aprendizagem;
  54. 54. Atender individualmente e/ou coletivamente pais e/ou responsáveis;Promover oficinas;Orientar os pais e/ou responsáveis da importância da intervenção dosmesmos quanto à manutenção de hábitos de estudos na criança;Registrar em livro de ata todo atendimento realizado.AÇÕES NA ÁREA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM OEa) AçõesCabe ao Orientador Educacional proporcionar vivência teórica – prática aosestudantes na área de Orientação Educacional.b) ObjetivosApresentar todo o trabalho da Orientação Educacional;Proporcionar ao estagiário a vivência de situações reais de conflito, tomadasde decisão que permeiam as atividades da Orientação Educacional.AÇÕES JUNTO À REDE SOCIALa) AçõesEstabelecer parcerias com profissionais de outras instituições tendo em vistao fortalecimento das ações desenvolvidas na Escola.b) ObjetivosAcompanhar e realizar atividades em conjunto com os demais segmentos daSaúde, Segurança Pública, Secretaria da Justiça Eleitoral e Conselho Tutelar paraprevenção à saúde, uso indevido de drogas, valor do voto consciente, direitos edeveres assegurados às crianças diante de possíveis maus tratos, vacinação.12.13. A HORA DO RECREIO TAMBÉM É HORA PARA APRENDERJUSTIFICATIVAO respeito nas brincadeiras e a obediência aos limites se tornamfundamentais para preparar o aluno a viver e a conviver valorizando as regras geraisdo respeito consigo mesmo e com os outros.OBJETIVO GERAL
  55. 55. Proporcionar ao aluno o prazer de recrear, elevando a qualidade deaproveitamento do recreio, propiciando momentos de lazer num ambiente tranquilo eagradável.OBJETIVOS ESPECÍFICOSResgatar o recreio como espaço relevante para o crescimento edesenvolvimento social do aluno.Estimular ações que favoreçam a humanização da escola como lugar dediversidade humana, aprendizagem, significados, alegria e de transformação.Favorecer a organização de um momento harmonioso e incentivador.Desenvolver atitudes de cooperação, coleguismo, educação e respeito aosdemais colegas das diversas idades.Oferecer às famílias dos alunos, orientações e esclarecimentos daimportância desse momento de recreação.Desenvolver o senso de responsabilidade dos alunos monitores e demaisalunos.METODOLOGIA/ ESTRATÉGIAS DE AÇÃOAvaliação do recreio junto a todos os segmentos da escola e sensibilizaçãodos mesmos nas coordenações e salas de aula.Levantamento dos recursos existentes e/ ou necessários.Definição das atividades e alocação dos recursos necessários.Elaboração de regras para o recreio com todas as turmas.Elaboração de REGRA GERAL DO RECREIO DA ESCOLA, com base nasrealizadas em sala de aula.Exposição e divulgação das Regras gerais da Escola em cada sala de aula,através do professor.Exposição e divulgação das Regras Gerais da Escola para a família.Distribuição da Regra Geral para todos os alunos da Escola (colar naagenda).Obs. O recreio do turno matutino será às 10h00min e do vespertino às16h00min. O sinal para o início e término do recreio será dado através de sirene.REGRAS PARA O RECREIO E UTILIZAÇÃO DE BRINQUEDOS E JOGOS
  56. 56. 1. Corda: Laçar, amarrar, puxar os colegas?Quem bate? Forma fila? Pula sozinho? Pula em duplas, trios? Fila única?Pode entrar em qualquer lugar na fila?Pode empurrar? Pode dar “frentinha”?Saiu volta para o final da fila.2. Bate Gol: Fila única por ordem de chegada. Nada de frentinha.Quem começa o jogo é quem está entrando.Se ganhar duas vezes seguidas, ceder lugar para o próximo.3. Dama, Jogo da Velha, Xadrez: Utilizar os desenhos feitos no pátio e tabuleiros.Terminou de jogar ou desistiu, guarde as pecinhas colocando-as na latinha oucaixinhas.4. Gibis: Pegar, ler com cuidado e colocar no mesmo local onde pegou.5. Amarelinha: Brincar, seguindo as regras do jogo.6. Petecas: Respeitar o espaço disponívelBrincar respeitando as normas do jogoACOMPANHAMENTO/ AVALIAÇÃOA avaliação será um processo sistemático, contínuo e flexível, sujeito aajustes e mudanças quando se fizerem necessárias.ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDASCorda, petecas, bate gol, dama, xadrez, jogo da velha, amarelinha,gibisUTILIZAÇÃO DO ESPAÇO Pode ficar correndo? Pode passar nos locais onde estão acontecendo as atividades? Terminando o recreio todo mundo sai correndo para a sala de aula? Comodeve ser? Posso colaborar para que todos os colegas grandes e pequenos se divirtamsem machucar? De que maneira? O que fazer quando um colega não respeitar o outro e nem as brincadeiras? Quanto aos bebedouros:
  57. 57. Posso deixar a torneira aberta, jogar água no colega, subir em cima dele? Possodesperdiçar água?NOSSO COMPROMISSO PARA UM RECREIO BEM LEGAL1. Obedecer e respeitar as regras combinadas em sala de aula.2. Respeitar a fila única sem empurrar e sem dar frentinha.3. Evitar passar e correr nos espaços reservados para cada brincadeira.4. Quando sair da fila por qualquer motivo, voltar para o final da fila.5. Cuidar bem de cada brinquedo, utilizando-o de maneira correta.6. Quem estragar, quebrar ou sumir o material deverá colocar outro no lugar.7. Evitar brigas, palavrões, chutes ou qualquer tipo de confusão com oscolegas.8. Não se molhar e muito menos molhar os colegas, o chão dos banheiros e dopátio.9. Não ficar brincando e demorando dentro dos banheiros.10. Ajudar na conservação e limpeza dos banheiros, bebedouros e de todos osbrinquedos.11. Ser educado e amável com todos os que tiverem no recreio.12. Ficar sempre atrás da faixa que cerca o brinquedo, obedecendo a fila.13. Sempre que ganhar duas vezes consecutivas no jogo ou na brincadeira,ceder o lugar para o próximo; isto é companheirismo.14. Você está pulando corda, se errar deverá substituir quem estiver batendo acorda; isto é cooperação.15. Dar bons exemplos e ter cuidado com os menores.16. Quando o sinal tocar para terminar o recreio, ir imediatamente para sua salade aula sem correria e sem bagunça.Nosso RECREIO ficará BEM LEGAL se todos CUMPRIREM as REGRAS.BOA SORTE, SUCESSO E MUITA PAZ EM NOSSO RECREIO13 – AVALIAÇÃOPrecisamos analisar a avaliação sob dois prismas: o da verificação e o daavaliação propriamente dita. O termo verificar provém, etimologicamente do latim“verum facere” e significa "fazer verdadeiro". O termo avaliar, por sua vez, tambémtem sua origem no latim, provindo da composição “a-valere”, que quer dizer "dar

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