Investigação Forense no
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TISHLER CL & REISS NS. Inpatient suicide: preventing a common sentinel
event. General Hospital Psychiatry 2009;31:103-109.
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Investigação forense no hospital

  1. 1. Investigação Forense no Hospital Albino  Gomes  
  2. 2. Inves.gação  Forense  no  Hospital   •  Adequada  abordagem,  documentação  e   referencia,  são  as  chaves  para  o  sucesso  das   vi9mas  de  violência   •  As  vi9mas  de  abuso  ou  violência  apresentam   necessidades  especiais  no  processo  de   abordagem   •  O  espólio  requer  especial  atenção  
  3. 3. Inves.gação  Forense  no  Hospital   •  O  hospital  deve  ter  procedimentos  e  normas   para  abordagem  e  tratamento  do  espólio   •  O  Enf.º  forense  é  o  profissional  ideal  para  a   elaboração  desses  regulamentos  e  normas   •  O  Enf.º  forense  deve  também  par9cipar  na   elaboração  de  normas  e  procedimentos   médico-­‐legais  no  hospital  
  4. 4. Inves.gação  Forense  no  Hospital   •  O  Enf.º  forense  tem  um  papel  importante  na   observação  da  interacção  e  comunicação  não   verbal  entre  o  doente  e  a  família  ou  pessoa   significante   •  Um  Enf.º  forense  astuto  e  atento  tem  a   capacidade  de  manter  o  balanço  profissional   entre  a  abordagem  de  enfermagem  à  doença   natural  e  a  doença  suspeita  
  5. 5. Papel  na  Qualidade  Hospitalar/ Gestão  de  Risco   •  Quando  a  família  ou  o  doente  apresentam   uma  reclamação  sobre  a  qualidade  ou   desadequação  de  cuidados  prestados  pelos   profissionais  de  saúde,  o  Enf.º  forense   representa  uma  ponte  de  ligação  importante   •  O  Enf.  Forense  deve  recolher  dados   específicos,  para  aferir  qualidade  de  cuidados   e  risco  de  abordagem  do  doente  por  parte  da   equipa  
  6. 6. Papel  na  Qualidade  Hospitalar/ Gestão  de  Risco   •  O  problema  surge  quando  os  dados  são   recolhidos  por  pessoas  sem  qualquer  9po  de   formação  na  área  forense   •  Os  intervenientes  podem  dificultar  a   inves9gação,  por  receio  das  conclusões   •  O  Enf.  Forense  e  a  equipa  de  qualidade  devem   definir  papéis  e  responsabilidades,  para   reconstrução  de  casos  suspeitos  
  7. 7. Comportamentos  Criminosos:   oportunidades  no  hospital   •  A  cultura  interna  dos  hospitais,  cria  um   ambiente  ideal  para  a  prá9ca  de  actos   criminosos   •  Os  estudos  indicam  que  o  hospital  representa   uma  “janela  de  oportunidades”  para  o  crime     •  Crimes  mais  frequentes:   – Adulteração  de  infusões   – Adulteração  de  equipamentos   – Furto  de  estupefacientes  
  8. 8. Comportamentos  Criminosos:   oportunidades  no  hospital   •  Contribuem  para  estes  actos  alguns   comportamentos:   – Ordens  ou  indicações  orais  sem  prescrição   – Passagens  de  turno  em  serviço  de  urgência  com   diversos  doentes   – As  equipas  acham  que  a  equipa  a  seguir  vai  fazer   o  que  falta  fazer   – As  visitas  podem  ter  comportamentos  de  risco   (confusão  no  serviço,  ou  altura  da  troca  de  turno)  
  9. 9. Comportamentos  Criminosos:   oportunidades  no  hospital   •  Equipas  com  elementos  muito  novos  e  com   pouca  experiência   •  A  troca  de  turno  com  a  sua  confusão,   ambiguidade  de  papéis  e  responsabilidades,  é   uma  janela  de  oportunidades  
  10. 10. Mortes  Reportáveis   •  É  importante  que  todos  os  profissionais,   percebam  as  suas  responsabilidades  médico-­‐ legais  na  denuncia  de  determinadas  mortes   •  Todos  os  factos  devem  ser  reportados:  hora,   causa  e  circunstancia  da  morte   •  As  mortes  violentas  requerem  sempre   no9ficação  ao  MP  
  11. 11. Morte  Suspeita  da  Vi.ma   •  Quando  o  doente  morre  no  hospital,  é   assumido  que  a  morte  é  um  processo  natural   e  que  não  existe  suspeita   •  Recolher  os  dados  sobre  a  intervenção  médica   realizada  à  vi9ma   •  Recolher  dados  laboratoriais   •  Registar  ECG  prémortem  e  outros  dados  de   monitorização  (gasimetria,  sinais  vitais)  
  12. 12. Morte  Suspeita  da  Vi.ma   •  Registar  os  fármacos  administrados,   tratamentos  e  procedimentos,  assim  como   quem  os  realizou   •  Registar  a  iden9ficação  das  visitas  que  9veram   com  a  vi9ma  e  o  tempo  de  duração  
  13. 13. Desafios   •  A  denuncia  de  morte  suspeita,  pode  surgir  em   período  tardio   •  As  amostras  laboratoriais  podem  ter  sido   destruídos,  assim  como  o  material  invasivo   •  A  maior  parte  dos  equipamentos  (monitores)   tem  memória  e  guardam  dados  durante   bastante  tempo   •  As  bombas  infusoras  guardam  vários  dados   em  memória  
  14. 14. Desafios   •  Manter  o  material  invasivo  no  cadáver   •  Guardar  infusões,  conteúdo  gástrico,  urina  e   outros  fluidos  per9nentes   •  Solicitar  EADS,  e  o  processo  clínico   •  Solicitar  backup  do  registo  informá9co  
  15. 15. Úlceras  de  Pressão   •  Actualmente  as  úlceras  de  pressão  indicam  a   qualidade  dos  cuidados  prestados   •  As  vi9mas  que  já  trazem  úlceras  de  pressão  do   exterior,  devem  ser  avaliados   minuciosamente,  documentados  e   fotografados   •  Prevenção  do  risco  de  negligencia  
  16. 16. Contenção   •  Registo  da  prescrição  da  contenção   •  Descrever  as  zonas  que  foram  con9das  e  que   material  foi  u9lizado   •  Descrever  o  comportamento  da  vi9ma   •  Tipo  de  contenção  (química,  manual)   •  Se  ocorrer  morte  o  enfº  forense  deve  descrever   as  lesões  e  o  local  da  contenção  no  diagrama   corporal   •  Fotografar  a  vi9ma  
  17. 17. Estupefacientes   •  Controlo  da  administração  de  estupefacientes   •  Folha  de  registo  de  dados   •  Se  suspeita  de  administração,  solicitar   doseamento   •  Colocar  estupefacientes  em  cofre   •  Monitorização  do  consumo   •  Verificar  registo  de  enfermagem  
  18. 18. SUICÍDIO  NO  HOSPITAL  
  19. 19. Formas  de  suicídio   •  Enforcamento  Na  casa  de  banho,  quarto  (75%)   •  A9rar-­‐se  do  telhado  ou  janela  (20%)   •  Ingestão  de  medicamentos   •  Imulação   •  Ferimentos  com  arma  branca   •  Fuga  do  hospital  e  na  sequência,  a9rar-­‐se  de   lugares  altos.   TISHLER  CL  &  REISS  NS.  Inpa.ent  suicide:  preven.ng  a  common  sen.nel  event.   General  Hospital  Psychiatry  2009;31:103-­‐109.  
  20. 20. Factores  de  risco  em  unidades   psiquiátricas     •  Homem  jovem.   •  Desempregado.   •  Relações  familiares  pobres.   •  Depressão,  esquizofrenia,  transtorno  de   personalidade.   •  Antecedentes  familiares  de  doença  mental  e/ou   de  suicídio  em  parentes  de  1º  grau.   •  Risco  agudo  (imediato):  ansiedade  grave  e   agitação  (79%).   TISHLER  CL  &  REISS  NS.  Inpa.ent  suicide:  preven.ng  a  common  sen.nel  event.   General  Hospital  Psychiatry  2009;31:103-­‐109.  
  21. 21. Factores  de  risco  em  unidades  clínicas   e  cirúrgicas   •  Doente  em  tratamento  clínico  ou  cirúrgico   •  Delirium,  demência  e  agitação  e   impulsividade.   •  Grande  impacto  psíquico  devido  a  doença   crónica  debilitante  ou  diagnós9co  recente  de   doença  grave,  de  mau  prognós9co   BOSTWICK  JM  &  LINEBERRY  TW.  Editorial  on  “Inpa.ent  suicide:  preven.ng  a   common  sen.nel  event”.  General  Hospital  Psychiatry  2009;31:101-­‐102.  
  22. 22. Factores  de  risco  relacionados  à   unidade  de  saúde   •  Falhas  na  segurança  do  local  (trancas  nas  portas,   alarmes,  janelas).   •  Avaliação  de  risco  de  suicídio  incompleta  ou   inexistente  na  admissão.   •  Falha  na  iden9ficação  e  remoção  de  objetos  de   risco.   •  Falha  no  treino  específico  da  equipa  de  saúde,  na   comunicação  ,  na  frequência  de  observação  dos   doentes,  na  elaboração  do  local  e  do  plano   terapêu9co.    
  23. 23. TISHLER CL & REISS NS. Inpatient suicide: preventing a common sentinel event. General Hospital Psychiatry 2009;31:103-109.
  24. 24. TISHLER CL & REISS NS. Inpatient suicide: preventing a common sentinel event. General Hospital Psychiatry 2009;31:103-109.
  25. 25. TISHLER CL & REISS NS. Inpatient suicide: preventing a common sentinel event. General Hospital Psychiatry 2009;31:103-109.
  26. 26. TISHLER CL & REISS NS. Inpatient suicide: preventing a common sentinel event. General Hospital Psychiatry 2009;31:103-109.
  27. 27. TISHLER CL & REISS NS. Inpatient suicide: preventing a common sentinel event. General Hospital Psychiatry 2009;31:103-109.
  28. 28. PERGUNTAS  ??  

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