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Este livro tem como objectivo apoiar a criança que está na idade de aprender a
escrever à mão (e, claro, apoiar os respectivos pais e educadores).
Exceptuando esta introdução e a lista de palavras que se encontra no fim, o livro
não tem indicações escritas, apenas desenhos. Uma bolinha na extremidade dum
traço significa que o traço deve ser desenhado a começar nessa extremidade. Há
também setinhas a indicar o sentido da curva.
Algumas crianças são sensíveis a cores. Essas crianças devem ser encorajadas
a usar várias cores para vários traços. Mas deve ser dada a indicação de que um
traço (ou uma figura, ou uma palavra) deve ter uma só cor. Outras crianças são
menos sensíveis a cores. Essas crianças podem usar uma só cor (de preferência
azul ou preto). A criança deve colorir os traços, mas não as setas indicando a
direção, nem as bolinhas indicando o início da curva.
Eu acredito na aprendizagem por repetição. Por isso, sugiro que a criança não
trabalhe directamente no livro, mas sobre fotocópias de páginas individuais deste
livro. Assim, o mesmo livro poderá servir para várias crianças e cada criança poderá
trabalhar várias vezes a mesma página do livro. Os pais e educadores devem
encorajar a criança a repetir páginas. Se reparar que a criança está a gostar, deve
deixá−la repetir a mesma página quantas vezes lhe apetecer. Por outro lado, se a
criança sentir o desejo de avançar, deve deixá−la avançar, uma página de cada vez.
Forneça−lhe folhas individuais, fotocopiadas do livro. Que seja a criança a escolher
o seu ritmo.
Se, em qualquer altura, a criança manifestar o desejo de treinar as letras ou
palvras já aprendidas numa folha em branco, deve fornecer−lhe fotocópias da
página pautada que se encontra no fim do livro.
Os pais e educadores devem certificar−se que a criança está a seguir fielmente
as curvas apresentadas no livro. Se reparar que o desenho feito pela criança é
impreciso, encoraje−a a fazer mais devagar e a repetir a mesma página. Por outro
lado, claro que não é objectivo deste manual que todas as crianças tenham a letra
perfeita e idêntica. As imprecisões ficarão cristalizadas dando lugar à escrita única
de cada criança, mais tarde adulto. Por isso, é importante que a criança pratique as
letras aprendidas numa pauta em branco, sem obrigação de seguir rigidamente traços
impostos. O educador deve encontrar um equilíbrio entre precisão e liberdade, entre
exigência e flexibilidade.
Na minha opinião, a criança não deve ser pressionada a aprender a ler ou a
escrever demasiado cedo. As crianças vivem num universo mágico, inacessível à
compreensão dos adultos. Mais cedo ou mais tarde, elas irão ter que sair desse
universo infantil e aprender a pensar como os adultos pensam. Mas não há razão para
apressarmos essa "emancipação". Permitamos que a criança viva a sua infância com
o cérebro livre de símbolos artificiais e de conceitos abstratos, por um tempo o mais
longo possível. Se possível, adie o momento da aprendizagem da leitura e da escrita
até aos seis ou mesmo sete anos de idade. Por outro lado, claro que, se a criança
manifestar curiosidade, se exprimir o desejo de aprender, qualquer que seja a sua
idade, não devemos frustrá−la nem privá−la deste conhecimento. Que seja a criança
a escolher a altura.
Esta é a versão 22.05 do abecedário. A versão mais recente está disponível,
em formato pdf, no endereço
https://cristian−barbarosie.blogspot.com/p/calig−pt.html
Cristian Barbarosie
Maio de 2022
As palavras com moldura já se encontram no livro. As palavras sem moldura podem ser
propostas pelo educador para a criança treinar numa pauta em branco.
c a m cama caca maca macaca
l mala calma ala laca cala
u lua um uma lama mula mau maluca cacau lula
d calda muda calada camada amada cada
i cuida miau clima dica lima lida cai
o mudo macaco caco cuco cola colo mola doido doida lodo
calado cuidado comida lado alado modo caldo
ã cão mão limão mamã camião caimão lã
e eu ele ela meu dedo melão medo dele dela leão mãe
delicada dedicada mole moeda moela meia molde
ce cela ceia cedo doce alce
ci acima macio cidade cidadão cima cinco cio decidido cilada
ç aço calça maçã almoço moço maço caça maçudo lição laço
emoção demolição coalição alça calçada calçado
n nada não nunca canela animado dança mudança condição colina
cana onda onde anda cinco mundo caneca lenda cancela canal
melancolia nau lança lenço canção condução canadiano duna aliança
g gola golo manga galego cego meigo melga gula gala galo
galgo amigo inimigo manteiga cogumelo ganga goma
á água olá má mágoa lá
é céu médico idéia égua célula cédula década média légua
anémona anémico endémico académico
í língua índio idílico cínico clínica açaí índice indício comício íman
ó nó óleo cómico dói cómodo cómoda ódio código óculo ócio
mó dó cócó
ú único miúdo ciúme núcleo cúmulo calúnia
t tenda tenta gato contente atenção tomate talento tédio túnica
tema meta mata malta mítico
r rato ramo roda rádio rua rã romã rola rico redondo rena
remo
r mar grande tigre caramelo carne morno tartaruga número morto
dor cara caro coro coroa cera grilo grelo graça centro carta
cartão cartolina garça litro
rr carro correr terra garra terror morrer murro
ge gémeo longe gelado germinar gelo gema algema gemer
gi atingir mágico imaginação gila argila trágico
em além coragem margem nem tem imagem trem
b banana baba cabide barco bonita bom bombom cabo cebola
burro burrito abòbora abanar cabeça cabelo aberta bengala bem
barba tábua acabar rabanete bigode bandido banido bendito bela
rabo nabo tabela banco berro barra barreira baga ambiente cabaça
batata árbitro
br cabra brincar abraço branco braço abrir brinco broa lebre
gue guerra guerreiro ninguém alguém
gui águia alguidar guia guitarra enguia
p pato prato copo corpo perna pau rápido pica−pau pedra polida
palácio ponte campo porco pão papa pateta corpo poeta comparar
comparação complicado par limpar
ou pouco louco ouriço ou rouco
s sapato sinal sol sentimento semente sacudir subir sério sábio
pensar cansado sal sapo saúde
s castelo tosta mista angústia asneira cesto ondas musgo gosto
somos custo rosto arrastar rasgar susto
es escola escuta estar estrelas estaleiro estação estrondo estúpido
esconder espantar
sc crescer descer nascer nascente
s mesa rosa presente casa portuguesa surpresa presa coisa lisa
riso represa
ss massa massagem assobiar passado girassol dinossauro assar osso
missa rissol sossego
f flor floresta fisga elefante café fio frio confirmar forte feio fama
fingir aflito cofre
j jacaré jogo jornal feijão coruja caju manjar soja laje cajado
im sim assim ruim fim mim jardim marfim
v vassoura vaca vida viagem favas vento voadora árvore vedação
visão corvo cravo javali cavalo veado vencer vencedor voz vapor
verdade vitória valor verso vil vaga vinha voo vergonha verme
vegetal cova sova
â ânfora âncora câmara ângulo âmbito âmago pânico tâmara
escândalo
à às
ê pêssego pêra silêncio lê português amêndoa inglês
ô robô pôr avô alô
õ tostões põe limões canções leões
h homem hortaliça hospital honra herdade húmido harmonia hora
hoje hábito hálito história
ch concha chávena chá chinelo fechar chorar cachecol chega cheio
rocha mancha
lh mulher escolher escaravelho coelho milho trabalhar velho alho
olho malha calha agulha folha colher
nh galinha aranha banho estranho sonho manhã senha montanha
ninho ganhar
q que quem leque esqueleto quinta aqui líquido esquilo quadro
quarto queres aquário
z zebra azul anzol cozinha fazer dizer azeite razão azar trazer
zero doze horizonte azáfama zona prezar prazo pobreza certeza
z noz dez foz voraz capaz voz faz diz traz vez tez talvez
feliz cartaz rapaz
x xarope xadrez xaile lixa rixa lixo coxo roxo
x máximo
k kanguru
y yeti yoga
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  • 1. Este livro tem como objectivo apoiar a criança que está na idade de aprender a escrever à mão (e, claro, apoiar os respectivos pais e educadores). Exceptuando esta introdução e a lista de palavras que se encontra no fim, o livro não tem indicações escritas, apenas desenhos. Uma bolinha na extremidade dum traço significa que o traço deve ser desenhado a começar nessa extremidade. Há também setinhas a indicar o sentido da curva. Algumas crianças são sensíveis a cores. Essas crianças devem ser encorajadas a usar várias cores para vários traços. Mas deve ser dada a indicação de que um traço (ou uma figura, ou uma palavra) deve ter uma só cor. Outras crianças são menos sensíveis a cores. Essas crianças podem usar uma só cor (de preferência azul ou preto). A criança deve colorir os traços, mas não as setas indicando a direção, nem as bolinhas indicando o início da curva. Eu acredito na aprendizagem por repetição. Por isso, sugiro que a criança não trabalhe directamente no livro, mas sobre fotocópias de páginas individuais deste livro. Assim, o mesmo livro poderá servir para várias crianças e cada criança poderá trabalhar várias vezes a mesma página do livro. Os pais e educadores devem encorajar a criança a repetir páginas. Se reparar que a criança está a gostar, deve deixá−la repetir a mesma página quantas vezes lhe apetecer. Por outro lado, se a criança sentir o desejo de avançar, deve deixá−la avançar, uma página de cada vez. Forneça−lhe folhas individuais, fotocopiadas do livro. Que seja a criança a escolher o seu ritmo. Se, em qualquer altura, a criança manifestar o desejo de treinar as letras ou palvras já aprendidas numa folha em branco, deve fornecer−lhe fotocópias da página pautada que se encontra no fim do livro. Os pais e educadores devem certificar−se que a criança está a seguir fielmente as curvas apresentadas no livro. Se reparar que o desenho feito pela criança é impreciso, encoraje−a a fazer mais devagar e a repetir a mesma página. Por outro lado, claro que não é objectivo deste manual que todas as crianças tenham a letra perfeita e idêntica. As imprecisões ficarão cristalizadas dando lugar à escrita única de cada criança, mais tarde adulto. Por isso, é importante que a criança pratique as letras aprendidas numa pauta em branco, sem obrigação de seguir rigidamente traços impostos. O educador deve encontrar um equilíbrio entre precisão e liberdade, entre exigência e flexibilidade.
  • 2. Na minha opinião, a criança não deve ser pressionada a aprender a ler ou a escrever demasiado cedo. As crianças vivem num universo mágico, inacessível à compreensão dos adultos. Mais cedo ou mais tarde, elas irão ter que sair desse universo infantil e aprender a pensar como os adultos pensam. Mas não há razão para apressarmos essa "emancipação". Permitamos que a criança viva a sua infância com o cérebro livre de símbolos artificiais e de conceitos abstratos, por um tempo o mais longo possível. Se possível, adie o momento da aprendizagem da leitura e da escrita até aos seis ou mesmo sete anos de idade. Por outro lado, claro que, se a criança manifestar curiosidade, se exprimir o desejo de aprender, qualquer que seja a sua idade, não devemos frustrá−la nem privá−la deste conhecimento. Que seja a criança a escolher a altura. Esta é a versão 22.05 do abecedário. A versão mais recente está disponível, em formato pdf, no endereço https://cristian−barbarosie.blogspot.com/p/calig−pt.html Cristian Barbarosie Maio de 2022
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  • 111.
  • 112. As palavras com moldura já se encontram no livro. As palavras sem moldura podem ser propostas pelo educador para a criança treinar numa pauta em branco. c a m cama caca maca macaca l mala calma ala laca cala u lua um uma lama mula mau maluca cacau lula d calda muda calada camada amada cada i cuida miau clima dica lima lida cai o mudo macaco caco cuco cola colo mola doido doida lodo calado cuidado comida lado alado modo caldo ã cão mão limão mamã camião caimão lã e eu ele ela meu dedo melão medo dele dela leão mãe delicada dedicada mole moeda moela meia molde ce cela ceia cedo doce alce ci acima macio cidade cidadão cima cinco cio decidido cilada ç aço calça maçã almoço moço maço caça maçudo lição laço emoção demolição coalição alça calçada calçado n nada não nunca canela animado dança mudança condição colina cana onda onde anda cinco mundo caneca lenda cancela canal melancolia nau lança lenço canção condução canadiano duna aliança g gola golo manga galego cego meigo melga gula gala galo galgo amigo inimigo manteiga cogumelo ganga goma á água olá má mágoa lá é céu médico idéia égua célula cédula década média légua anémona anémico endémico académico í língua índio idílico cínico clínica açaí índice indício comício íman ó nó óleo cómico dói cómodo cómoda ódio código óculo ócio mó dó cócó ú único miúdo ciúme núcleo cúmulo calúnia
  • 113. t tenda tenta gato contente atenção tomate talento tédio túnica tema meta mata malta mítico r rato ramo roda rádio rua rã romã rola rico redondo rena remo r mar grande tigre caramelo carne morno tartaruga número morto dor cara caro coro coroa cera grilo grelo graça centro carta cartão cartolina garça litro rr carro correr terra garra terror morrer murro ge gémeo longe gelado germinar gelo gema algema gemer gi atingir mágico imaginação gila argila trágico em além coragem margem nem tem imagem trem b banana baba cabide barco bonita bom bombom cabo cebola burro burrito abòbora abanar cabeça cabelo aberta bengala bem barba tábua acabar rabanete bigode bandido banido bendito bela rabo nabo tabela banco berro barra barreira baga ambiente cabaça batata árbitro br cabra brincar abraço branco braço abrir brinco broa lebre gue guerra guerreiro ninguém alguém gui águia alguidar guia guitarra enguia p pato prato copo corpo perna pau rápido pica−pau pedra polida palácio ponte campo porco pão papa pateta corpo poeta comparar comparação complicado par limpar ou pouco louco ouriço ou rouco s sapato sinal sol sentimento semente sacudir subir sério sábio pensar cansado sal sapo saúde s castelo tosta mista angústia asneira cesto ondas musgo gosto somos custo rosto arrastar rasgar susto es escola escuta estar estrelas estaleiro estação estrondo estúpido esconder espantar
  • 114. sc crescer descer nascer nascente s mesa rosa presente casa portuguesa surpresa presa coisa lisa riso represa ss massa massagem assobiar passado girassol dinossauro assar osso missa rissol sossego f flor floresta fisga elefante café fio frio confirmar forte feio fama fingir aflito cofre j jacaré jogo jornal feijão coruja caju manjar soja laje cajado im sim assim ruim fim mim jardim marfim v vassoura vaca vida viagem favas vento voadora árvore vedação visão corvo cravo javali cavalo veado vencer vencedor voz vapor verdade vitória valor verso vil vaga vinha voo vergonha verme vegetal cova sova â ânfora âncora câmara ângulo âmbito âmago pânico tâmara escândalo à às ê pêssego pêra silêncio lê português amêndoa inglês ô robô pôr avô alô õ tostões põe limões canções leões h homem hortaliça hospital honra herdade húmido harmonia hora hoje hábito hálito história ch concha chávena chá chinelo fechar chorar cachecol chega cheio rocha mancha lh mulher escolher escaravelho coelho milho trabalhar velho alho olho malha calha agulha folha colher nh galinha aranha banho estranho sonho manhã senha montanha ninho ganhar q que quem leque esqueleto quinta aqui líquido esquilo quadro quarto queres aquário
  • 115. z zebra azul anzol cozinha fazer dizer azeite razão azar trazer zero doze horizonte azáfama zona prezar prazo pobreza certeza z noz dez foz voraz capaz voz faz diz traz vez tez talvez feliz cartaz rapaz x xarope xadrez xaile lixa rixa lixo coxo roxo x máximo k kanguru y yeti yoga