Este documento discute questões conceituais e metodológicas relacionadas ao zoneamento ecológico e econômico da Amazônia. Afirma que aplicar metodologias genéricas de zoneamento sem levar em conta as especificidades regionais pode induzir a propostas absurdas. Defende que é necessário um estudo multidisciplinar que considere os aspectos naturais, econômicos e sociais para determinar a vocação dos diferentes espaços de forma ecodesenvolvimentista.