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Terraceamento
Ediney Afonso
Ipameri - GO
 TERRACEAMENTO DE INFILTRAÇÃO (EM NÍVEL).
 TERRAÇOS: BASE LARGA,BASE MÉDIA E BASE ESTREITA.
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http://agrimanagers.wordpress.com
 Nem sempre as práticas edáficas e vegetativas são
suficientes para o controle de erosão.
 Principalmente em regiões em que ocorrem chuvas de
grande intensidade.
 Nesse caso, é necessária a adoção de procedimentos
complementares para reduzir a velocidade do
escoamento superficial.
 Isso pode ser feito por meio de barreiras mecânicas,
como os terraços.
 Umas da práticas de controle de erosão hídrica mais
difundidas entre os agricultores.
 Consiste na construção de terraços (estrutura compostas
de um canal e um dique, ou camalhão).
 Feito no sentido transversal à declividade do terreno,
formando obstáculos físicos capazes de reduzir a
velocidade de escoamento e disciplinar o movimento da
água sobre a superfície do terreno.
http://agrimanagers.wordpress.com/www.ebah.com.br/content/ABAAABTdUAJ/terraceamento
 Quanto á função Desempenham ( Destino Das Águas
Interceptadas)
 Terraço de retenção, absorção ou em nível.
 Terraço de drenagem ou com gradiente.
 Terraço misto.
www.ebah.com.br/content/ABAAABTdUAJ/terraceamentohttp://bioinfo.cnpso.embrapa.br/seca/index.php/manejo-do-solo
 O tipo adequando de terraço a ser implantado em
determinada área deve ser escolhido com base:
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 Analise do solo (textura, profundidade e permeabilidade).
Fonte : Slides Aula 3 . Efeitos negativos da Erosão
 Terraço de retenção absorção ou em nível.
 Construído com o canal em nível e as extremidades
bloqueadas.
 De modo que a água decorrente do escoamento
superficial seja retirada e infiltrada no canal.
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 Os sistemas de conservação de solos com terraços de
retenção (em Nível) são recomendados para solos com
boa permeabilidade.
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 Terraços de drenagem (Em Desnível) são indicados para
solos com permeabilidade moderada ou lenta.
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 Tipo Nichols: É construído movimentando a terra sempre
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 Tipo Manghum: É constuído pela movimentação da terra
tanto de cima para baixo como de baixo para cima.
Apresenta canal mais largo e raso e maior capacidade de
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Praticas mecânicas da conservação dos solos UFLV.
 Terraço de base Estreita.
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 Recomendado em locais que não sejam possível
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 Não deve ser construído em áreas de exploração
extensiva e em terrenos com declives inferiores a 15 %.
 Uso mais restrito a pequenas propriedades localizadas
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 Apresenta faixa de movimento de terra de 3 a 6 metros
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 Seu uso e recomendado para pequenas e médias
propriedades, onde haja maquinaria de pequeno ou
médio porte.
 Pode ser cultivado no seu talude a jusante, o que faz
com que a construção acarrete perda de apenas 2,5 a
3,5 % da área.TERRACEMENTO – PRATICAS DE CONSTRUÇÃO DE TERROS IFG – IPORA
 A movimentação de Terra ocorre ao longo de uma faixa
de 6 a 12 metros de largura.
 Seu uso é recomendável para controle mecânico de
erosão em terrenos de relevo ondulado a ondulado, em
declives não superiores a 12 %, preferencialmente de 6 a
8 %.
 O alto custo de construção desse terraço é compensado
por cultivar toda sua superfície.
 Manutenção feita no próprio preparo normal do solo.TERRACEMENTO – PRATICAS DE CONSTRUÇÃO DE TERROS IFG – IPORA
 É feita de acordo com a topografia do terreno.
 Da cultura a ser implantada.
 Sistema de cultivo utilizado e disponibilidade de
maquinas na propriedade.
 A declividade do terreno.
 Para o controle da erosão, o importante é que o terraço
tenha capacidade e segurança para reter água
proveniente do escoamento superficial.(para posterior
infiltração ou condução para fora da área).
 A declividade do terreno é fator determinante na largura
da faixa de movimentação de terra ( base estreita, base
média ou base larga).
 Na definição do tipo de terraço a ser construído, se
comum ou patamar.(acima de 18 %).
 O terraceamanto é uma prática recomendadas para
terrenos de declividade de 4 % a 50 %.
 Em declividades inferiores a 4 %, quando o comprimento
da rampa é curto pode ser substituído por outras
práticas conservacionistas (edáficas ou vegetativas).
 Em declives acima de 20 % são recomendada a ocupação
e a exploração da área com pastagens e outras culturas
perenes.
Práticas mecânicas de controle de erosão . 3 ª aula prática UFLV
Práticas mecânicas de controle de erosão . 3 ª aula prática UFLV
 A eficiência de uma sistema de terraceamento depende
também da combinação de outras práticas
complementares, como :
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 O custo de construção e manutenção de um sistema de
terraceamento e relativamente alto.
 Por essa razão, antes da adoção dessa tecnologia deve-
se fazer um estudo criterioso das condições locais.
 O rompimento de um terraço pode levar à destruição
dos demais que estiverem a jusante, com grandes
prejuízos à área cultivada.
 Embora o terraceamento seja uma prática de
conservação do solo usada há mais de 100 anos, ainda
apresenta dificuldades relativas ao planejamento, á
construção e á manutenção.
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o principal tipo de prática mêcanica de conservação dos
solos e os problemas ainda existes para o seu correto
uso, especial atenção deve ser dedicada a esse tipo de
prática.
 Livro – Conservação de solos e água – Práticas mecânicas
para o controle da erosão hídrica. Fernando Falco Pruski.
UFV. 2011.
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 PDF. Práticas de manejo e conservação do solo e água no
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  • 2.  TERRACEAMENTO DE INFILTRAÇÃO (EM NÍVEL).  TERRAÇOS: BASE LARGA,BASE MÉDIA E BASE ESTREITA. www.agencia.cnptia.embrapa.br http://agrimanagers.wordpress.com
  • 3.  Nem sempre as práticas edáficas e vegetativas são suficientes para o controle de erosão.  Principalmente em regiões em que ocorrem chuvas de grande intensidade.  Nesse caso, é necessária a adoção de procedimentos complementares para reduzir a velocidade do escoamento superficial.  Isso pode ser feito por meio de barreiras mecânicas, como os terraços.
  • 4.  Umas da práticas de controle de erosão hídrica mais difundidas entre os agricultores.  Consiste na construção de terraços (estrutura compostas de um canal e um dique, ou camalhão).  Feito no sentido transversal à declividade do terreno, formando obstáculos físicos capazes de reduzir a velocidade de escoamento e disciplinar o movimento da água sobre a superfície do terreno. http://agrimanagers.wordpress.com/www.ebah.com.br/content/ABAAABTdUAJ/terraceamento
  • 5.  Quanto á função Desempenham ( Destino Das Águas Interceptadas)  Terraço de retenção, absorção ou em nível.  Terraço de drenagem ou com gradiente.  Terraço misto. www.ebah.com.br/content/ABAAABTdUAJ/terraceamentohttp://bioinfo.cnpso.embrapa.br/seca/index.php/manejo-do-solo
  • 6.  O tipo adequando de terraço a ser implantado em determinada área deve ser escolhido com base:  Analise das características da chuva (quantidade, intensidade, duração e frequência).  Analise do solo (textura, profundidade e permeabilidade). Fonte : Slides Aula 3 . Efeitos negativos da Erosão
  • 7.  Terraço de retenção absorção ou em nível.  Construído com o canal em nível e as extremidades bloqueadas.  De modo que a água decorrente do escoamento superficial seja retirada e infiltrada no canal. www.ebah.com.br/content/ABAAABTdUAJ/terraceamento
  • 8.  Os sistemas de conservação de solos com terraços de retenção (em Nível) são recomendados para solos com boa permeabilidade.  Possibilitando rápida infiltração da água.  Terraços de drenagem (Em Desnível) são indicados para solos com permeabilidade moderada ou lenta.
  • 9.
  • 10.  Podem ser.  Tipo Nichols: É construído movimentando a terra sempre de cima para baixo, formando um canal triângulo.  Tipo Manghum: É constuído pela movimentação da terra tanto de cima para baixo como de baixo para cima. Apresenta canal mais largo e raso e maior capacidade de armazenamento de água. www.ebah.com.br/content/ABAAABTdUAJ/terraceamento-ufla Praticas mecânicas da conservação dos solos UFLV.
  • 11.  Terraço de base Estreita.  Terraço de base Média.  Terraço de base Larga.
  • 12.  Apresenta faixa de movimentação de terra de até 3 metros de largura.  Recomendado em locais que não sejam possível implantar terraços de base média ou larga.  Não deve ser construído em áreas de exploração extensiva e em terrenos com declives inferiores a 15 %.  Uso mais restrito a pequenas propriedades localizadas em áreas muito declivosas. http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Repositorio/fig6_terraceamento
  • 13.  Apresenta faixa de movimento de terra de 3 a 6 metros de largura.  Seu uso e recomendado para pequenas e médias propriedades, onde haja maquinaria de pequeno ou médio porte.  Pode ser cultivado no seu talude a jusante, o que faz com que a construção acarrete perda de apenas 2,5 a 3,5 % da área.TERRACEMENTO – PRATICAS DE CONSTRUÇÃO DE TERROS IFG – IPORA
  • 14.  A movimentação de Terra ocorre ao longo de uma faixa de 6 a 12 metros de largura.  Seu uso é recomendável para controle mecânico de erosão em terrenos de relevo ondulado a ondulado, em declives não superiores a 12 %, preferencialmente de 6 a 8 %.  O alto custo de construção desse terraço é compensado por cultivar toda sua superfície.  Manutenção feita no próprio preparo normal do solo.TERRACEMENTO – PRATICAS DE CONSTRUÇÃO DE TERROS IFG – IPORA
  • 15.  É feita de acordo com a topografia do terreno.  Da cultura a ser implantada.  Sistema de cultivo utilizado e disponibilidade de maquinas na propriedade.  A declividade do terreno.  Para o controle da erosão, o importante é que o terraço tenha capacidade e segurança para reter água proveniente do escoamento superficial.(para posterior infiltração ou condução para fora da área).
  • 16.  A declividade do terreno é fator determinante na largura da faixa de movimentação de terra ( base estreita, base média ou base larga).  Na definição do tipo de terraço a ser construído, se comum ou patamar.(acima de 18 %).  O terraceamanto é uma prática recomendadas para terrenos de declividade de 4 % a 50 %.
  • 17.  Em declividades inferiores a 4 %, quando o comprimento da rampa é curto pode ser substituído por outras práticas conservacionistas (edáficas ou vegetativas).  Em declives acima de 20 % são recomendada a ocupação e a exploração da área com pastagens e outras culturas perenes.
  • 18. Práticas mecânicas de controle de erosão . 3 ª aula prática UFLV
  • 19. Práticas mecânicas de controle de erosão . 3 ª aula prática UFLV
  • 20.  A eficiência de uma sistema de terraceamento depende também da combinação de outras práticas complementares, como :  Plantio em nível.  Rotação de culturas  Controle de queimadas.  Manutenção de cobertura morta na superfície do solo.
  • 21.  O custo de construção e manutenção de um sistema de terraceamento e relativamente alto.  Por essa razão, antes da adoção dessa tecnologia deve- se fazer um estudo criterioso das condições locais.  O rompimento de um terraço pode levar à destruição dos demais que estiverem a jusante, com grandes prejuízos à área cultivada.
  • 22.  Embora o terraceamento seja uma prática de conservação do solo usada há mais de 100 anos, ainda apresenta dificuldades relativas ao planejamento, á construção e á manutenção.  Tendo em vista esses fatos do terraceamento constituir o principal tipo de prática mêcanica de conservação dos solos e os problemas ainda existes para o seu correto uso, especial atenção deve ser dedicada a esse tipo de prática.
  • 23.  Livro – Conservação de solos e água – Práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. Fernando Falco Pruski. UFV. 2011.  Apostila de Terraceamento IFG- Ipora.  PDF. Práticas de manejo e conservação do solo e água no seminário do Ceará. Secretaria dos recursos hídricos.Governo do Estado.  PDF. Práticas mecânicas de controle da erosão . 3ª aula prática UFLV.