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Raio-X do Comércio Eletrônico
Brasileiro 2003
Marketing online
Informações de comércio eletrônico
Pesquisa e Usabilidade
Apoio:
Fevereiro/2004
Apoio:
e-bit - Todos os direitos reservados
2
Índice
O que é o Web Shoppers .............................................................................................
Dados dos Web Shoppers..............................................................................................
Estrutura do Relatório .................................................................................................
Parte I – Resumo sobre a evolução do comércio eletrônico nacional em 2003 ............
1.1 - 2003. Um ano de recordes
1.2 - Os trimestres de 2003
1.3 - O primeiro bilhão
1.4 - Ticket médio acima dos R$300,00
1.5 - Satisfação também é recorde
Parte II – Raio-X do Natal 2003 .............................................................................
2.1 - Expectativa para as festas de fim de ano
2.2 - Resultados do Natal
2.3 - Os mais vendidos do Natal
Parte III – Pesquisa Especial Web Shoppers ..........................................................
3.1 - Cresce o número de e-consumidores com banda larga
3.2 – Disposição para gastar e comprar
3.3 – Sonhos de Consumo
3.4 - Clientes UOL compram mais, mas são os do Terra que gastam mais pela Internet
Parte IV – Parabéns São Paulo ..............................................................................
Parte V – Conclusões e Desafios para 2004.............................................................
Sobre a e-bit .........................................................................................................
Sobre a Camara-e.net ...........................................................................................
Contatos ...............................................................................................................
3
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32
Nessa nona edição, você encontra no Web Shoppers:
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3
O que é o Web Shoppers
Uma iniciativa da e-bit, o Web Shoppers tem como objetivo difundir informações essenciais
para o entendimento do comportamento dos internautas e sua relação com o e-commerce.
O Web Shoppers analisa as evoluções do comércio eletrônico, as mudanças de comportamento e
preferências dos e-consumidores e também procura encontrar pontos a serem melhorados no
desenvolvimento do e-commerce brasileiro.
A e-bit
Empresa de pesquisa, marketing e tecnologia online, a e-bit foi criada para auxiliar empresas a
atrair, manter e rentabilizar clientes, aumentando a utilização da Internet como canal de
relacionamento. Através de um sofisticado sistema de coleta de dados, a e-bit gera diariamente
informações detalhadas sobre o comércio eletrônico, a partir de dados do próprio consumidor
online após a efetivação de compras em cerca de 400 lojas virtuais.
Desde janeiro de 2000, a e-bit já coletou mais de 1,3 milhão de questionários de avaliações de e-
consumidores. Além de avaliações de lojas virtuais e informações do comércio eletrônico, a e-bit
também presta serviços de pesquisa de mercado online e e-mail marketing por meio de uma série
de produtos inovadores como:
§ Investigação de Usabilidade de Websites – A Investigação de Usabilidade é um instrumento que
gera informações e orienta sua empresa na construção ou atualização de seu site. Tudo isso a
partir da análise do comportamento das pessoas diante do site de sua empresa com o objetivo de
proporcionar uma navegação mais simples, clara e objetiva, o que, consequentemente,
proporciona o aumento da conversão de visitantes em clientes e incremento das vendas.
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4
§ Velobit – O Velobit permite à sua empresa enviar e administrar grandes quantidades de e-mails
personalizados com rapidez e eficiência. Com o Velobit, você pode fidelizar seu cliente,
convidando-os a visitar sua empresa, a comprar de você, a recomendá-lo para outros clientes e
controlar as ações destes clientes.
§ bitMail – O bitMail permite que você se comunique com um público altamente qualificado, de
alto poder aquisitivo e que está acostumado a comprar e utilizar a Internet como meio de
comunicação, obtendo altas taxas de retorno em suas ações, como promoções, vendas e
campanhas específicas.
§ bitSurvey – As pesquisas de Mercado são ferramentas de marketing valiosas na hora da tomada
de decisão de sua empresa. Fazê-las pela Internet torna o processo mais rápido, barato e fácil de
segmentar, atingindo respostas confiáveis de maneira mais ágil.
§ Inteligência de Mercado – Os relatórios de Inteligência de Mercado permitem que sua empresa
esteja sempre à frente de novas oportunidades de negócios e tome decisões rápidas e certeiras.
§ bitRate – Programa gratuito de avaliação de sites. O sistema da e-bit funciona 7 dias por
semana, 24 horas por dia e permite que você conheça a opinião dos seus consumidores a respeito
de seu site.
A e-bit espera com esta nona edição do Web Shoppers contribuir para as iniciativas das
empresas que já tenham ou que virão a ter presença na Internet, e para o desenvolvimento do
comércio eletrônico no Brasil.
Boa Leitura
Equipe e-bit
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5
Dados Web Shoppers: metodologia
O Web Shoppers, em sua nona edição, utiliza informações provenientes das pesquisas
realizadas pela e-bit junto a cerca de 400 lojas virtuais e ao seu painel de e-consumidores.
Pesquisa bitConsumidor
§ A e-bit já coletou mais de um 1,3 milhão de questionários respondidos após o processo de
compras online pelo sistema bitConsumidor.
§ Mensalmente agrega a este volume mais de 45.000 novos questionários.
§ Os dados da e-bit foram coletados junto aos compradores online, imediatamente após sua
experiência de compra. Essas informações, compiladas, geram mensalmente relatórios de
Inteligência de Mercado.
Pesquisa Expectativa de Natal
§ A e-bit enviou por e-mail convites para seus associados responderem a uma pesquisa sobre
suas intenções de compra neste Natal.
§ Incentivados pela moeda virtual da e-bit, os bits (programa de fidelidade que oferece
oportunidades de prêmios a partir de apostas no site da e-bit – www.ebit.com.br), cerca de
1.260 pessoas, em um período de uma semana responderam ao questionário.
§ Essas respostas serviram como base para conhecer a intenção de compras e de gastos dos
e-consumidores no último Natal.
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6
Pesquisa Provedores (Especial para Web Shoppers)
§ A e-bit enviou por e-mail convites para seus associados responderem a uma pesquisa sobre
seus hábitos de utilização de Internet.
§ Incentivados pela moeda virtual da e-bit, os bits (programa de fidelidade que oferece
oportunidades de prêmios a partir de apostas no site da e-bit – www.ebit.com.br), cerca de
1300 pessoas, em um período de uma semana responderam ao questionário.
§ Essas respostas serviram como base para conhecer alguns hábitos de utilização de Internet
dos e-consumidores, como local de acesso, tipo de conexão, freqüência de compras, etc.
Além disso, a e-bit levantou em seu banco de dados de quais provedores de acesso são os e-
consumidores que compram e gastam mais pela Internet.
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Estrutura do Relatório
PARTE I
PARTE II
Resumo sobre a evolução em 2003
Raio-X do Natal de 2003
PARTE III Pesquisa Especial Web Shoppers
PARTE IV Parabéns São Paulo
PARTE V Conclusões e Desafios para 2004
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PARTE I
Resumo sobre a
evolução em 2003
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9
Homens
66%
Mesmo antes de começar, o ano de 2003 já prometia quebrar a maioria dos recordes brasileiros
do comércio eletrônico B2C. E isso realmente aconteceu.
Em janeiro do ano passado, quando a e-bit divulgou a previsão de faturamento do ano de 2003,
com uma perspectiva de crescimento em torno de 40% e cerca de R$1,2 bi em vendas
(excluindo-se a venda de sites de leilão, automóveis e passagens aéreas pela Internet), nossa
aposta era de que haveria um grande acréscimo no número de e-consumidores e, além disso, os
compradores mais antigos viriam gastar mais ao longo dos 12 meses seguintes.
Foi isso mesmo o que aconteceu. De janeiro a dezembro de 2003, houve um crescimento
constante em função de dois aspectos fundamentais: um desses fatores foi o maior número de
consumidores experimentando a comodidade de comprar sem sair de casa (ou trabalho), e o
outro foi em relação ao valor gasto pelos compradores das lojas virtuais, que se tornou bem
maior em 2003.
Uma outra marca histórica para nós, mas que representa o grau de desenvolvimento do setor no
Brasil, foi o dia em que a e-bit coletou o milionésimo questionário de avaliação de lojas virtuais.
No final de julho, chegamos a esse ponto, que sinaliza a importância de nosso trabalho tanto para
consumidores, quanto para os lojistas da Internet Nacional.
Nas páginas a seguir você vai acompanhar detalhadamente como foi a evolução do comércio
eletrônico brasileiro em 2003 que resultou nesses recordes.
1.1 – 2003. Um ano de recordes
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10
Homens
66%
Comparando-se cada trimestre de 2003 em relação a 2002, percebemos a seguinte característica:
Nos dois primeiros trimestres do ano (Q1 e Q2), onde tradicionalmente o volume de vendas é
menor e, conseqüentemente, os valores negociados são menos expressivos, a taxa de
crescimento do setor atingiu picos de até 50%, como foi o caso do primeiro trimestre (Q1). Já,
nos dois trimestres seguintes, que compreendem datas comemorativas como Dia dos Pais, Dia
das Crianças e Natal, a variação em relação ao ano anterior ficou em patamares de 30% (Q3) e
33% (Q4), mas os valores faturados foram os mais altos de toda a história do e-commerce
nacional.
1.2 - Os trimestres de 2003
Comparativo entre os trimestre de 2002 e 2003
Faturamento em R$ (Números não incluem venda de passagens aéreas, sites de leilão e automóveis)
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
R$285 miR$230 miR$180 miR$160 mi2002
R$380 miR$300 miR$260 miR$240 mi2003
33%30%45%50%Crescimento
4º Trimestre
(Q4)
3º Trimestre
(Q3)
2º Trimestre
(Q2)
1º Trimestre
(Q1)
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11
Homens
66%
A expectativa, logo no começo de 2003, era que esse seria o primeiro ano em que o comércio
eletrônico B2C brasileiro ultrapassaria a marca do seu primeiro bilhão faturado. No mês de novembro,
essa barreira foi superada por pouco mais de R$20 milhões, ou seja, até penúltimo mês de 2003, o
faturamento do e-commerce nacional registrava R$1,02 bilhão. O mês de dezembro que apresentou
resultado de R$160 milhões em vendas – maior faturamento mensal até hoje – ajudou o setor a
confirmar a previsão de crescimento de aproximadamente 40%.
No final de 2003, foram vendidos cerca de R$1,18 bilhão pelas lojas virtuais brasileiras.
Apesar de muito expressivos, os números representam aproximadamente 0,75% de todo o varejo
nacional, estimado em R$160 bilhões. Só como curiosidade, pois não podemos comparar os números
norte americanos com os brasileiros, os dados levantados pelo eMarketer com a mesma metodologia
utilizada pela e-bit revelam que o mercado virtual norte americano representa cerca de 2,5% do
varejo total, e o faturamento do setor em 2003 atingiu a invejável marca de US$55,9 bilhões.
1.3 - O primeiro bilhão
US$15,04 biUS$10,02 biUS$10,11 biUS$9,78 bi2002
US$18,38 biUS$12,85 biUS$12,41 biUS$12,33 bi2003
22%28%23%26%Crescimento
4º Trimestre
(Q4)
3º Trimestre
(Q3)
2º Trimestre
(Q2)
1º Trimestre
(Q1)
Comparativo entre os trimestre de 2002 e 2003 - EUA
Fonte: BizRate.com – Jan2004
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Homens
66%
Evolução do Faturamento em 2003
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
0
30.000
60.000
90.000
120.000
150.000
180.000
Jan/03 Fev/03 Mar/03 Abr/03 Mai/03 Jun/03 Jul/03 Ago/03 Set/03 Out/03 Nov/03 Dez/03
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Homens
66%
Outro recorde estabelecido em 2003 pelo comércio eletrônico foi em relação ao valor do tíquete
médio. Até 2003, o valor mais alto tinha sido registrado em Dezembro de 2002 com R$281. Logo
em maio de 2003, esse valor já foi superado e atingiu o valor de R$289. A partir daí, não parou
mais de crescer. A expectativa era então para saber quando o tíquete médio iria superar a casa
dos R$300. As primeiras previsões apontavam que o valor seria ultrapassado com as vendas de
Natal, onde os consumidores tradicionalmente gastam mais. Mas, antes do previsto, em outra
data comemorativa, essa marca foi superada. No mês de agosto, por influência do Dia dos Pais, o
valor registrado foi de R$302. Isso gerou outra expectativa: A quanto chegaria o tíquete médio
em dezembro, mês que costuma apresentar o valor mais alto do ano: R$305, R$310, R$312.
A resposta surpreendeu os prognósticos. O valor médio gasto por cada consumidor no último mês
de 2003 foi de R$315.
1.4 – Tíquete médio acima dos R$300
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14
Homens
66%
Evolução do Tíquete médio em 2003
R$ 0
R$ 50
R$ 100
R$ 150
R$ 200
R$ 250
R$ 300
R$ 350
Jan/03 Fev/03 Mar/03 Abr/03 Mai/03 Jun/03 Jul/03 Ago/03 Set/03 Out/03 Nov/03 Dez/03
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
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15
Por ter sido o ano com maior volume de vendas, 2003 poderia também ter ficado conhecido como
o ano com maior quantidade de reclamações e clientes insatisfeitos. Mas não foi o que aconteceu.
O índice de satisfação e-bit / PwC (PricewaterhouseCoopers), que reflete o grau de satisfação dos
consumidores das lojas virtuais, nunca esteve tão alto. No mês de maior movimento para o
varejo, o índice atingiu a marca recorde de 87,7% de clientes satisfeitos com suas compras.
Isso é reflexo direto dos investimentos feitos nos sistemas de logística das lojas virtuais e
também do sistema de entregas desenvolvido para a Internet pelo Correio, o e-Sedex. Já que a
satisfação do cliente virtual com sua compra é diretamente proporcional ao cumprimento dos
prazos de entrega estabelecidos pelas lojas.
1.5 – Satisfação também é recorde
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
Evolução
86,4% 86,3% 86,5% 86,7% 86,7% 86,7% 87,1% 87,6% 87,7%
85,6%86,4%85,9%
70%
80%
90%
100%
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Evolução da Satisfação do índice e-bit / PwC
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16
PARTE II
Raio-X do Natal 2003
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17
Homens
66%
Para conhecer a intenção de compras dos e-
consumidores para a data mais importante do
ano para o varejo, a e-bit realizou uma
pesquisa especial com seu perfil de
associados. O estudo revelou que, o volume
de compras deveria aumentar bastante, já
que apenas 21% dos entrevistados admitiram
ter comprado presentes de Natal em 2002. Já
em 2003, cerca de 65% tinham intenção de
adquirir pelo menos um item pela Internet.
O estudo também revelou quanto e o quê os
e-consumidores pretendiam comprar neste
Natal. Cerca de 85% respondeu que iria
adquirir mais de um produto, sendo que,
mais de 10% revelou que iria comprar a
maioria de seus presentes pela Internet.
A pesquisa também revelou quais eram os
produtos mais desejados pelos e-
consumidores.
2.1 – Expectativa para as festas de fim de ano
Os mais desejados no Natal 2003 pela Internet
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
29,59%
36,98%
45,27%
46,45%
67,16%
25,74%
27,96%
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80%
DVD player
Câmera digital
Eletroeletrônicos
Títulos em DVD
Livros / Revistas
Brinquedos
Cds
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18
Homens
66%
O Natal do varejista online começa um pouco antes do que para o varejo tradicional. A partir de 15
de novembro as lojas virtuais começam a registrar picos expressivos de vendas que continuam
altas até o dia 23 de dezembro. Já na última semana de novembro, o volume de vendas já batia
altas de mais de 40%. Até o final da temporada, o comércio eletrônico nacional registrou vendas na
casa dos R$204 milhões, contra R$132 milhões no Natal de 2002. Um crescimento de
aproximadamente 55%.
Esse grande crescimento tem como principais responsáveis dois fatores:
•Um é o aumento do número de e-consumidores, que em dezembro de 2002 era de 1,7 milhão de
pessoas e, um ano após, já estava em 2,5 milhões (O número reflete o total de consumidores que
tiveram pelo menos uma experiência de compra online e não o número de e-consumidores que faz
compras todos os meses).
•O outro responsável é o aumento da participação de produtos de alto valor agregado,
principalmente os eletroeletrônicos, que representaram no Natal cerca de 11% de tudo o que foi
vendido, impulsionando o valor do tíquete médio para os R$315,00.
2.2 – Resultados do Natal
Balanço do Natal 2003 pela Internet
Faturamento: R$204 milhões
Tíquete Médio: R$309,00
Participação no Faturamento Anual: 17,2%
Crescimento em relação a 2002: 55%
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
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19
Homens
66%
Os títulos em CD e DVD continuam sendo os produtos mais vendidos, e mantiveram posição de
destaque nesse Natal. Mesmo assim, em relação ao mesmo período de 2002, sua participação
caiu de 40% para 33% no Natal de 2003.
Em segundo lugar, na mesma colocação de 2002 vêem os livros e assinaturas de revistas, sendo
responsáveis por cerca de 15% das vendas.
Em contrapartida dos CD´s e DVD´s, produtos mais caros, principalmente os eletroeletrônicos
ganharam representatividade e aumentaram sua participação no total de produtos vendidos de
10% para 11%. Além disso, como 2003 teve um volume de vendas maior em todas as categorias,
os produtos de alto valor agregado foram um dos grandes responsáveis pelo crescimento do
faturamento de 2003.
2.3 - Os mais vendidos do Natal
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20
Homens
66%
Produtos mais vendidos Natal 2003
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
33,0%
15,5%
8,0%
5,0%
4,0%
4,0%
3,0%
2,0%
2,0%
1,0%
12,0%
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50%
CDs e DVDs
Livros / revistas
(*) Eletroeletrônicos
Brinquedos
Eletrodomésticos
Computadores e Softwares
DVD Player
Vestuários e acessórios
Telefonia / Celular
Alimentos e bebidas
(*) Outros
(*) Câmeras Digitais estão inseridas nas categorias Eletroeletrônicos e Outros
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PARTE III
Pesquisa Especial
Web Shoppers
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22
Homens
66%
Para essa edição do Web Shoppers, a e-bit realizou uma pesquisa especial com seu painel de
respondentes. Com o objetivo de descobrir qual o hábito de acesso à Internet dos e-consumidores e como
aumentou a utilização de conexões de alta velocidade por esse público, a pesquisa revelou dados bem
interessantes.
Em agosto de 2002 e janeiro de 2004, encontramos o mesmo perfil de acesso. Cerca de 63% dos
entrevistados tem a possibilidade de utilizar a Internet de casa e cerca de 80% pode se conectar à Web
no trabalho.
Mas, a informação que mais chamou a atenção é em relação à participação da conexão por linha discada
e por banda larga. Em um período de aproximadamente 18 meses, a quantidade de pessoas que
utilizavam a conexão dial-up (linha discada) caiu de 42% para 27%. Já em relação à banda larga, o
número subiu de 48% para 54%. Entre os serviços de conexões rápidas, a pesquisa constatou o maior
avanço do Speedy, que subiu de 16% para 21%.
Só para se ter idéia, em recente pesquisa publicada pelo eMarketer, a participação total de Internautas
nos EUA com acesso à banda larga está em 37%. Não podemos considerar esses dados para efeitos
comparativos, pois, além de termos dados de perfis diferentes (internautas e e-consumidores), nos EUA
metade da população já utiliza Internet.
3.1 – Cresce o número de e-consumidores com banda larga
Participação por Tipo de Conexão
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
16%4%3%42%2002
21%5%3%27%2004
SpeedyVirtuaAjatoLinha Discada
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23
Homens
66%
A pesquisa revelou que a participação da banda larga aumentou em 18 meses. Além disso, deve
aumentar mais, pois, entre os 27% que ainda utilizam linha discada para acessar a Internet, metade
está disposto a adquirir serviços de conexão rápida nos próximos meses. E desses, 65% acredita que
esse serviço deva custar até R$50,00. Já, para cerca de 26% entre R$51,00 e R$70,00. É
interessante perceber que em 2002, o percentual que aceitava pagar até R$50,00 era maior do que é
hoje, com cerca de 71%. Já, pessoas com disposição a pagar entre R$51,00 e R$70,00 esse número
era menor, com cerca de 19%. Isso significa que houve uma valorização desse serviço por parte dos
consumidores.
3.2 - Disposição para gastar e comprar
Sonhos de Consumo
Outro ponto abordado na pesquisa foi em relação ao crescimento na venda e na intenção de
compra de produtos considerados sonhos de consumo.
Por exemplo, O DVD player, a câmera digital, o home-theater e o televisor tela plana.
Para se ter idéia, em 2002 cerca de 38% dos entrevistados tinham DVD player, hoje, esse número
subiu para 67%
Além disso, a pesquisa também procurou identificar, entre as pessoas que ainda não tem esses
determinados produtos, quantas pretendem o adquiri-lo nos próximos seis meses. Essa
informação é muita rica para posicionar varejistas em relação aos seus estoques. Por exemplo, em
2002, apenas 18% possuíam câmera digital e 41% pretendiam adquiri-la, já em 2004, o
percentual de pessoas com câmera digital subiu para 37%, sinal de que muitos confirmaram sua
intenção de compra. Mesmo assim, em 2004, 44% dos entrevistados pretende adquirir um artigo
dessa linha, o que indica que será grande a participação desse produto nas vendas de 2004.
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24
Homens
66%
3.3 - Sonhos de Consumo
Os sonhos de Consumo 2002
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
15%24%18%38%Possuo
30%37%41%47%
Pretendo
adquirir
Home-theaterTV tela plana
Câmera
Digital
DVD Player
Os sonhos de Consumo 2004
21%31%37%67%Possuo
30%23%44%24%
Pretendo
adquirir
Home-theaterTV tela plana
Câmera
Digital
DVD Player
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
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Homens
66%
Ao longo do ano de 2003, os consumidores que mais fizeram compras pela Internet em lojas
virtuais brasileiras são os clientes do provedor de acesso UOL. Cerca de 14,4% das compras feitas
pela Internet ao longo do ano todo foram geradas por clientes do UOL. Em segundo lugar está o
IG, com 10,9% de participação. Em terceiro lugar do ranking ficou o Terra, com 8,8%, seguido de
perto pelo Hotmail, com 8,7%, e BOL, com 8,3%.
Outro dado curioso levantado é sobre o tíquete médio por provedor de Internet. Aí, algumas
modificações acontecem. Os clientes do Terra são os que gastaram mais em 2003. O valor médio
de suas compras foi de R$319,00. Em segundo vem o UOL, com tíquete de R$307,00. Depois,
vieram os provedores gratuitos. Em terceiro, com R$258,00, ficou o IG, seguido de perto por
Hotmail e BOL, ambos com R$251,00.
Esses números não incluem os provedores de banda larga, pois, apesar de ter apenas 3,3% de
participação nas vendas, o Superig tem tíquete médio de R$422,00.
3.4 – Clientes UOL compram mais, mas são os do Terra que
gastam mais pela Internet
Clientes das lojas virtuais por provedor de acesso
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
R$251,00
BOL
8,3%8,7%%8,8%10,9%14,4%Participação
R$251,00R$319,00R$258,00R$307,00
Tíquete
médio
HotmailTerraIGUOL
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PARTE IV
Parabéns
São Paulo
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Homens
66%
A nona edição do Web Shoppers não poderia deixar de homenagear a cidade de São Paulo em seu
450º aniversário. A maior cidade do país, grandiosa em todos os aspectos, é também a maior
cidade brasileira do e-commerce nacional.
A participação dos e-consumidores residentes na capital paulista representou, sozinho, durante o
período das festas de fim de ano, cerca de 23,5% de todas as vendas realizadas pelas lojas
virtuais brasileiras.
Para se ter idéia, a participação da cidade de São Paulo é mais representativa para o volume total
de vendas nacionais do que de qualquer outro estado brasileiro, com exceção do próprio Estado
de São Paulo, com aproximadamente 40%.
Parabéns São Paulo!!!
Parabéns São Paulo
Participação da cidade de São Paulo no
e-commerce nacional
Participação no volume de vendas nacional – 23,5%
Tíquete Médio – 244,00
Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
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PARTE V
Conclusões e Desafios
para 2004
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Homens
66%
Os números do crescimento do comércio eletrônico nacional ao longo de 2003 devem ser
comemorados, principalmente por ter sido um ano de retração para o varejo nacional e
crescimento quase que inexpressível para o país.
Outros fatores também podem ser usados para demonstrar o sucesso das empresas que atuam
nesse segmento, como por exemplo, a quase que inexistência de tentativas bem sucedidas de
venda por catálogo no Brasil. Mesmo assim, apesar de nunca ter tido o hábito de comprar sem ter
o contato físico com o produto, o consumidor brasileiro experimentou e está aprovando a
comodidade de comprar utilizando o canal Internet.
A previsão para 2004 é também bastante otimista: o faturamento do setor deve crescer próximo
de 30% e bater na casa do R$1,6 bilhão. O incremento nos números deve se dar pura e
simplesmente pela expansão da base de compradores, que hoje está em 2,5 milhões. O comércio
eletrônico pega carona tardiamente na ampliação da base de internautas, já que, a partir do
momento em que uma pessoa passa a ter acesso regular a Web, ela leva em média dois anos
para realizar sua primeira compra virtual.
Já em relação ao tíquete médio, acredita-se que este tenha chegado a um estágio de menor
oscilação e picos de crescimento não são esperados para 2004. O crescimento do valor médio
gasto por cada consumidor em suas compras eletrônicas deve ter pequeno aumento esse ano,
mas nada muito acima da inflação prevista no período, haja vista que o valor hoje já está acima
dos US$100,00.
É claro que todos esses resultados poderão ser influenciados pela situação econômica nacional e
internacional, inclusive pelos projetos de inclusão digital, mas, em um primeiro momento, o que
pode promover uma maior aceleração nesse panorama é a recuperação do poder de renda da
classe média brasileira.
Obrigado e bom 2004!
Conclusões e desafios para 2004
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Sobre a e-bit
A e-bit é uma empresa de pesquisa e marketing online fundada com a missão de auxiliar empresas
a atrair, manter e rentabilizar seus clientes, alavancando a utilização da Internet como um poderoso
canal de relacionamento. As informações sobre e-commerce da e-bit são coletadas junto a
consumidores após realizarem compras em aproximadamente 400 lojas virtuais. De Abril de 2000 a
Janeiro de 2004, a e-bit já coletou mais de um milhão e 200 mil avaliações de e-consumidores.
Além de avaliações de lojas virtuais, cuja classificação é divulgada em seu site (www.ebit.com.br), a
e-bit também presta serviços de pesquisa quantitativas e qualitativas no segmento de mercado
online e e-mail marketing, além de relatórios de Inteligência de Mercado e Investigação de
Usabilidade. Para saber mais sobre os serviços da e-bit, consulte o site www.ebitempresa.com.br
Principais Clientes
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Incentive HouseGeneral MotorsExtra
Editora AbrilCitibankC&A
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Sobre a Camara-e.net
Sobre a Camara-e.net
A Camara Brasileira de Comércio Eletrônico foi fundada em 07 de Maio de 2001 por 100 das
principais empresas do Brasil. Camara-e.net tem como missão discutir, posicionar, promover,
representar e defender os interesses coletivos de empresas, entidades e usuários associados,
envolvidos em atividades de comércio, relações e negócios por meios eletrônicos. Nesse sentido,
comércio eletrônico significa investimentos em tecnologia da informação aplicada à modernização
das relações econômicas e ao aumento de produtividade e competitividade em todos os níveis. A
Camara-e.net já é a principal entidade multi-setorial da Economia Digital no Brasil e América Latina,
voltada ao comércio eletrônico como fator estratégico de desenvolvimento econômico na era do
conhecimento.
Participe da Camara Brasileira de Comércio Eletrônico.
Influencie o presente e o futuro do comércio eletrônico no Brasil.
www.camara-e.net
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WebShoppers 9ª Edição

  • 1. Raio-X do Comércio Eletrônico Brasileiro 2003 Marketing online Informações de comércio eletrônico Pesquisa e Usabilidade Apoio: Fevereiro/2004
  • 2. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 2 Índice O que é o Web Shoppers ............................................................................................. Dados dos Web Shoppers.............................................................................................. Estrutura do Relatório ................................................................................................. Parte I – Resumo sobre a evolução do comércio eletrônico nacional em 2003 ............ 1.1 - 2003. Um ano de recordes 1.2 - Os trimestres de 2003 1.3 - O primeiro bilhão 1.4 - Ticket médio acima dos R$300,00 1.5 - Satisfação também é recorde Parte II – Raio-X do Natal 2003 ............................................................................. 2.1 - Expectativa para as festas de fim de ano 2.2 - Resultados do Natal 2.3 - Os mais vendidos do Natal Parte III – Pesquisa Especial Web Shoppers .......................................................... 3.1 - Cresce o número de e-consumidores com banda larga 3.2 – Disposição para gastar e comprar 3.3 – Sonhos de Consumo 3.4 - Clientes UOL compram mais, mas são os do Terra que gastam mais pela Internet Parte IV – Parabéns São Paulo .............................................................................. Parte V – Conclusões e Desafios para 2004............................................................. Sobre a e-bit ......................................................................................................... Sobre a Camara-e.net ........................................................................................... Contatos ............................................................................................................... 3 5 7 8 16 21 26 28 30 31 32 Nessa nona edição, você encontra no Web Shoppers:
  • 3. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 3 O que é o Web Shoppers Uma iniciativa da e-bit, o Web Shoppers tem como objetivo difundir informações essenciais para o entendimento do comportamento dos internautas e sua relação com o e-commerce. O Web Shoppers analisa as evoluções do comércio eletrônico, as mudanças de comportamento e preferências dos e-consumidores e também procura encontrar pontos a serem melhorados no desenvolvimento do e-commerce brasileiro. A e-bit Empresa de pesquisa, marketing e tecnologia online, a e-bit foi criada para auxiliar empresas a atrair, manter e rentabilizar clientes, aumentando a utilização da Internet como canal de relacionamento. Através de um sofisticado sistema de coleta de dados, a e-bit gera diariamente informações detalhadas sobre o comércio eletrônico, a partir de dados do próprio consumidor online após a efetivação de compras em cerca de 400 lojas virtuais. Desde janeiro de 2000, a e-bit já coletou mais de 1,3 milhão de questionários de avaliações de e- consumidores. Além de avaliações de lojas virtuais e informações do comércio eletrônico, a e-bit também presta serviços de pesquisa de mercado online e e-mail marketing por meio de uma série de produtos inovadores como: § Investigação de Usabilidade de Websites – A Investigação de Usabilidade é um instrumento que gera informações e orienta sua empresa na construção ou atualização de seu site. Tudo isso a partir da análise do comportamento das pessoas diante do site de sua empresa com o objetivo de proporcionar uma navegação mais simples, clara e objetiva, o que, consequentemente, proporciona o aumento da conversão de visitantes em clientes e incremento das vendas.
  • 4. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 4 § Velobit – O Velobit permite à sua empresa enviar e administrar grandes quantidades de e-mails personalizados com rapidez e eficiência. Com o Velobit, você pode fidelizar seu cliente, convidando-os a visitar sua empresa, a comprar de você, a recomendá-lo para outros clientes e controlar as ações destes clientes. § bitMail – O bitMail permite que você se comunique com um público altamente qualificado, de alto poder aquisitivo e que está acostumado a comprar e utilizar a Internet como meio de comunicação, obtendo altas taxas de retorno em suas ações, como promoções, vendas e campanhas específicas. § bitSurvey – As pesquisas de Mercado são ferramentas de marketing valiosas na hora da tomada de decisão de sua empresa. Fazê-las pela Internet torna o processo mais rápido, barato e fácil de segmentar, atingindo respostas confiáveis de maneira mais ágil. § Inteligência de Mercado – Os relatórios de Inteligência de Mercado permitem que sua empresa esteja sempre à frente de novas oportunidades de negócios e tome decisões rápidas e certeiras. § bitRate – Programa gratuito de avaliação de sites. O sistema da e-bit funciona 7 dias por semana, 24 horas por dia e permite que você conheça a opinião dos seus consumidores a respeito de seu site. A e-bit espera com esta nona edição do Web Shoppers contribuir para as iniciativas das empresas que já tenham ou que virão a ter presença na Internet, e para o desenvolvimento do comércio eletrônico no Brasil. Boa Leitura Equipe e-bit
  • 5. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 5 Dados Web Shoppers: metodologia O Web Shoppers, em sua nona edição, utiliza informações provenientes das pesquisas realizadas pela e-bit junto a cerca de 400 lojas virtuais e ao seu painel de e-consumidores. Pesquisa bitConsumidor § A e-bit já coletou mais de um 1,3 milhão de questionários respondidos após o processo de compras online pelo sistema bitConsumidor. § Mensalmente agrega a este volume mais de 45.000 novos questionários. § Os dados da e-bit foram coletados junto aos compradores online, imediatamente após sua experiência de compra. Essas informações, compiladas, geram mensalmente relatórios de Inteligência de Mercado. Pesquisa Expectativa de Natal § A e-bit enviou por e-mail convites para seus associados responderem a uma pesquisa sobre suas intenções de compra neste Natal. § Incentivados pela moeda virtual da e-bit, os bits (programa de fidelidade que oferece oportunidades de prêmios a partir de apostas no site da e-bit – www.ebit.com.br), cerca de 1.260 pessoas, em um período de uma semana responderam ao questionário. § Essas respostas serviram como base para conhecer a intenção de compras e de gastos dos e-consumidores no último Natal.
  • 6. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 6 Pesquisa Provedores (Especial para Web Shoppers) § A e-bit enviou por e-mail convites para seus associados responderem a uma pesquisa sobre seus hábitos de utilização de Internet. § Incentivados pela moeda virtual da e-bit, os bits (programa de fidelidade que oferece oportunidades de prêmios a partir de apostas no site da e-bit – www.ebit.com.br), cerca de 1300 pessoas, em um período de uma semana responderam ao questionário. § Essas respostas serviram como base para conhecer alguns hábitos de utilização de Internet dos e-consumidores, como local de acesso, tipo de conexão, freqüência de compras, etc. Além disso, a e-bit levantou em seu banco de dados de quais provedores de acesso são os e- consumidores que compram e gastam mais pela Internet.
  • 7. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 7 Estrutura do Relatório PARTE I PARTE II Resumo sobre a evolução em 2003 Raio-X do Natal de 2003 PARTE III Pesquisa Especial Web Shoppers PARTE IV Parabéns São Paulo PARTE V Conclusões e Desafios para 2004
  • 8. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 8 PARTE I Resumo sobre a evolução em 2003
  • 9. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 9 Homens 66% Mesmo antes de começar, o ano de 2003 já prometia quebrar a maioria dos recordes brasileiros do comércio eletrônico B2C. E isso realmente aconteceu. Em janeiro do ano passado, quando a e-bit divulgou a previsão de faturamento do ano de 2003, com uma perspectiva de crescimento em torno de 40% e cerca de R$1,2 bi em vendas (excluindo-se a venda de sites de leilão, automóveis e passagens aéreas pela Internet), nossa aposta era de que haveria um grande acréscimo no número de e-consumidores e, além disso, os compradores mais antigos viriam gastar mais ao longo dos 12 meses seguintes. Foi isso mesmo o que aconteceu. De janeiro a dezembro de 2003, houve um crescimento constante em função de dois aspectos fundamentais: um desses fatores foi o maior número de consumidores experimentando a comodidade de comprar sem sair de casa (ou trabalho), e o outro foi em relação ao valor gasto pelos compradores das lojas virtuais, que se tornou bem maior em 2003. Uma outra marca histórica para nós, mas que representa o grau de desenvolvimento do setor no Brasil, foi o dia em que a e-bit coletou o milionésimo questionário de avaliação de lojas virtuais. No final de julho, chegamos a esse ponto, que sinaliza a importância de nosso trabalho tanto para consumidores, quanto para os lojistas da Internet Nacional. Nas páginas a seguir você vai acompanhar detalhadamente como foi a evolução do comércio eletrônico brasileiro em 2003 que resultou nesses recordes. 1.1 – 2003. Um ano de recordes
  • 10. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 10 Homens 66% Comparando-se cada trimestre de 2003 em relação a 2002, percebemos a seguinte característica: Nos dois primeiros trimestres do ano (Q1 e Q2), onde tradicionalmente o volume de vendas é menor e, conseqüentemente, os valores negociados são menos expressivos, a taxa de crescimento do setor atingiu picos de até 50%, como foi o caso do primeiro trimestre (Q1). Já, nos dois trimestres seguintes, que compreendem datas comemorativas como Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal, a variação em relação ao ano anterior ficou em patamares de 30% (Q3) e 33% (Q4), mas os valores faturados foram os mais altos de toda a história do e-commerce nacional. 1.2 - Os trimestres de 2003 Comparativo entre os trimestre de 2002 e 2003 Faturamento em R$ (Números não incluem venda de passagens aéreas, sites de leilão e automóveis) Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) R$285 miR$230 miR$180 miR$160 mi2002 R$380 miR$300 miR$260 miR$240 mi2003 33%30%45%50%Crescimento 4º Trimestre (Q4) 3º Trimestre (Q3) 2º Trimestre (Q2) 1º Trimestre (Q1)
  • 11. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 11 Homens 66% A expectativa, logo no começo de 2003, era que esse seria o primeiro ano em que o comércio eletrônico B2C brasileiro ultrapassaria a marca do seu primeiro bilhão faturado. No mês de novembro, essa barreira foi superada por pouco mais de R$20 milhões, ou seja, até penúltimo mês de 2003, o faturamento do e-commerce nacional registrava R$1,02 bilhão. O mês de dezembro que apresentou resultado de R$160 milhões em vendas – maior faturamento mensal até hoje – ajudou o setor a confirmar a previsão de crescimento de aproximadamente 40%. No final de 2003, foram vendidos cerca de R$1,18 bilhão pelas lojas virtuais brasileiras. Apesar de muito expressivos, os números representam aproximadamente 0,75% de todo o varejo nacional, estimado em R$160 bilhões. Só como curiosidade, pois não podemos comparar os números norte americanos com os brasileiros, os dados levantados pelo eMarketer com a mesma metodologia utilizada pela e-bit revelam que o mercado virtual norte americano representa cerca de 2,5% do varejo total, e o faturamento do setor em 2003 atingiu a invejável marca de US$55,9 bilhões. 1.3 - O primeiro bilhão US$15,04 biUS$10,02 biUS$10,11 biUS$9,78 bi2002 US$18,38 biUS$12,85 biUS$12,41 biUS$12,33 bi2003 22%28%23%26%Crescimento 4º Trimestre (Q4) 3º Trimestre (Q3) 2º Trimestre (Q2) 1º Trimestre (Q1) Comparativo entre os trimestre de 2002 e 2003 - EUA Fonte: BizRate.com – Jan2004
  • 12. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 12 Homens 66% Evolução do Faturamento em 2003 Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) 0 30.000 60.000 90.000 120.000 150.000 180.000 Jan/03 Fev/03 Mar/03 Abr/03 Mai/03 Jun/03 Jul/03 Ago/03 Set/03 Out/03 Nov/03 Dez/03
  • 13. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 13 Homens 66% Outro recorde estabelecido em 2003 pelo comércio eletrônico foi em relação ao valor do tíquete médio. Até 2003, o valor mais alto tinha sido registrado em Dezembro de 2002 com R$281. Logo em maio de 2003, esse valor já foi superado e atingiu o valor de R$289. A partir daí, não parou mais de crescer. A expectativa era então para saber quando o tíquete médio iria superar a casa dos R$300. As primeiras previsões apontavam que o valor seria ultrapassado com as vendas de Natal, onde os consumidores tradicionalmente gastam mais. Mas, antes do previsto, em outra data comemorativa, essa marca foi superada. No mês de agosto, por influência do Dia dos Pais, o valor registrado foi de R$302. Isso gerou outra expectativa: A quanto chegaria o tíquete médio em dezembro, mês que costuma apresentar o valor mais alto do ano: R$305, R$310, R$312. A resposta surpreendeu os prognósticos. O valor médio gasto por cada consumidor no último mês de 2003 foi de R$315. 1.4 – Tíquete médio acima dos R$300
  • 14. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 14 Homens 66% Evolução do Tíquete médio em 2003 R$ 0 R$ 50 R$ 100 R$ 150 R$ 200 R$ 250 R$ 300 R$ 350 Jan/03 Fev/03 Mar/03 Abr/03 Mai/03 Jun/03 Jul/03 Ago/03 Set/03 Out/03 Nov/03 Dez/03 Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
  • 15. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 15 Por ter sido o ano com maior volume de vendas, 2003 poderia também ter ficado conhecido como o ano com maior quantidade de reclamações e clientes insatisfeitos. Mas não foi o que aconteceu. O índice de satisfação e-bit / PwC (PricewaterhouseCoopers), que reflete o grau de satisfação dos consumidores das lojas virtuais, nunca esteve tão alto. No mês de maior movimento para o varejo, o índice atingiu a marca recorde de 87,7% de clientes satisfeitos com suas compras. Isso é reflexo direto dos investimentos feitos nos sistemas de logística das lojas virtuais e também do sistema de entregas desenvolvido para a Internet pelo Correio, o e-Sedex. Já que a satisfação do cliente virtual com sua compra é diretamente proporcional ao cumprimento dos prazos de entrega estabelecidos pelas lojas. 1.5 – Satisfação também é recorde Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) Evolução 86,4% 86,3% 86,5% 86,7% 86,7% 86,7% 87,1% 87,6% 87,7% 85,6%86,4%85,9% 70% 80% 90% 100% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Evolução da Satisfação do índice e-bit / PwC
  • 16. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 16 PARTE II Raio-X do Natal 2003
  • 17. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 17 Homens 66% Para conhecer a intenção de compras dos e- consumidores para a data mais importante do ano para o varejo, a e-bit realizou uma pesquisa especial com seu perfil de associados. O estudo revelou que, o volume de compras deveria aumentar bastante, já que apenas 21% dos entrevistados admitiram ter comprado presentes de Natal em 2002. Já em 2003, cerca de 65% tinham intenção de adquirir pelo menos um item pela Internet. O estudo também revelou quanto e o quê os e-consumidores pretendiam comprar neste Natal. Cerca de 85% respondeu que iria adquirir mais de um produto, sendo que, mais de 10% revelou que iria comprar a maioria de seus presentes pela Internet. A pesquisa também revelou quais eram os produtos mais desejados pelos e- consumidores. 2.1 – Expectativa para as festas de fim de ano Os mais desejados no Natal 2003 pela Internet Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) 29,59% 36,98% 45,27% 46,45% 67,16% 25,74% 27,96% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% DVD player Câmera digital Eletroeletrônicos Títulos em DVD Livros / Revistas Brinquedos Cds
  • 18. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 18 Homens 66% O Natal do varejista online começa um pouco antes do que para o varejo tradicional. A partir de 15 de novembro as lojas virtuais começam a registrar picos expressivos de vendas que continuam altas até o dia 23 de dezembro. Já na última semana de novembro, o volume de vendas já batia altas de mais de 40%. Até o final da temporada, o comércio eletrônico nacional registrou vendas na casa dos R$204 milhões, contra R$132 milhões no Natal de 2002. Um crescimento de aproximadamente 55%. Esse grande crescimento tem como principais responsáveis dois fatores: •Um é o aumento do número de e-consumidores, que em dezembro de 2002 era de 1,7 milhão de pessoas e, um ano após, já estava em 2,5 milhões (O número reflete o total de consumidores que tiveram pelo menos uma experiência de compra online e não o número de e-consumidores que faz compras todos os meses). •O outro responsável é o aumento da participação de produtos de alto valor agregado, principalmente os eletroeletrônicos, que representaram no Natal cerca de 11% de tudo o que foi vendido, impulsionando o valor do tíquete médio para os R$315,00. 2.2 – Resultados do Natal Balanço do Natal 2003 pela Internet Faturamento: R$204 milhões Tíquete Médio: R$309,00 Participação no Faturamento Anual: 17,2% Crescimento em relação a 2002: 55% Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
  • 19. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 19 Homens 66% Os títulos em CD e DVD continuam sendo os produtos mais vendidos, e mantiveram posição de destaque nesse Natal. Mesmo assim, em relação ao mesmo período de 2002, sua participação caiu de 40% para 33% no Natal de 2003. Em segundo lugar, na mesma colocação de 2002 vêem os livros e assinaturas de revistas, sendo responsáveis por cerca de 15% das vendas. Em contrapartida dos CD´s e DVD´s, produtos mais caros, principalmente os eletroeletrônicos ganharam representatividade e aumentaram sua participação no total de produtos vendidos de 10% para 11%. Além disso, como 2003 teve um volume de vendas maior em todas as categorias, os produtos de alto valor agregado foram um dos grandes responsáveis pelo crescimento do faturamento de 2003. 2.3 - Os mais vendidos do Natal
  • 20. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 20 Homens 66% Produtos mais vendidos Natal 2003 Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) 33,0% 15,5% 8,0% 5,0% 4,0% 4,0% 3,0% 2,0% 2,0% 1,0% 12,0% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% CDs e DVDs Livros / revistas (*) Eletroeletrônicos Brinquedos Eletrodomésticos Computadores e Softwares DVD Player Vestuários e acessórios Telefonia / Celular Alimentos e bebidas (*) Outros (*) Câmeras Digitais estão inseridas nas categorias Eletroeletrônicos e Outros
  • 21. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 21 PARTE III Pesquisa Especial Web Shoppers
  • 22. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 22 Homens 66% Para essa edição do Web Shoppers, a e-bit realizou uma pesquisa especial com seu painel de respondentes. Com o objetivo de descobrir qual o hábito de acesso à Internet dos e-consumidores e como aumentou a utilização de conexões de alta velocidade por esse público, a pesquisa revelou dados bem interessantes. Em agosto de 2002 e janeiro de 2004, encontramos o mesmo perfil de acesso. Cerca de 63% dos entrevistados tem a possibilidade de utilizar a Internet de casa e cerca de 80% pode se conectar à Web no trabalho. Mas, a informação que mais chamou a atenção é em relação à participação da conexão por linha discada e por banda larga. Em um período de aproximadamente 18 meses, a quantidade de pessoas que utilizavam a conexão dial-up (linha discada) caiu de 42% para 27%. Já em relação à banda larga, o número subiu de 48% para 54%. Entre os serviços de conexões rápidas, a pesquisa constatou o maior avanço do Speedy, que subiu de 16% para 21%. Só para se ter idéia, em recente pesquisa publicada pelo eMarketer, a participação total de Internautas nos EUA com acesso à banda larga está em 37%. Não podemos considerar esses dados para efeitos comparativos, pois, além de termos dados de perfis diferentes (internautas e e-consumidores), nos EUA metade da população já utiliza Internet. 3.1 – Cresce o número de e-consumidores com banda larga Participação por Tipo de Conexão Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) 16%4%3%42%2002 21%5%3%27%2004 SpeedyVirtuaAjatoLinha Discada
  • 23. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 23 Homens 66% A pesquisa revelou que a participação da banda larga aumentou em 18 meses. Além disso, deve aumentar mais, pois, entre os 27% que ainda utilizam linha discada para acessar a Internet, metade está disposto a adquirir serviços de conexão rápida nos próximos meses. E desses, 65% acredita que esse serviço deva custar até R$50,00. Já, para cerca de 26% entre R$51,00 e R$70,00. É interessante perceber que em 2002, o percentual que aceitava pagar até R$50,00 era maior do que é hoje, com cerca de 71%. Já, pessoas com disposição a pagar entre R$51,00 e R$70,00 esse número era menor, com cerca de 19%. Isso significa que houve uma valorização desse serviço por parte dos consumidores. 3.2 - Disposição para gastar e comprar Sonhos de Consumo Outro ponto abordado na pesquisa foi em relação ao crescimento na venda e na intenção de compra de produtos considerados sonhos de consumo. Por exemplo, O DVD player, a câmera digital, o home-theater e o televisor tela plana. Para se ter idéia, em 2002 cerca de 38% dos entrevistados tinham DVD player, hoje, esse número subiu para 67% Além disso, a pesquisa também procurou identificar, entre as pessoas que ainda não tem esses determinados produtos, quantas pretendem o adquiri-lo nos próximos seis meses. Essa informação é muita rica para posicionar varejistas em relação aos seus estoques. Por exemplo, em 2002, apenas 18% possuíam câmera digital e 41% pretendiam adquiri-la, já em 2004, o percentual de pessoas com câmera digital subiu para 37%, sinal de que muitos confirmaram sua intenção de compra. Mesmo assim, em 2004, 44% dos entrevistados pretende adquirir um artigo dessa linha, o que indica que será grande a participação desse produto nas vendas de 2004.
  • 24. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 24 Homens 66% 3.3 - Sonhos de Consumo Os sonhos de Consumo 2002 Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) 15%24%18%38%Possuo 30%37%41%47% Pretendo adquirir Home-theaterTV tela plana Câmera Digital DVD Player Os sonhos de Consumo 2004 21%31%37%67%Possuo 30%23%44%24% Pretendo adquirir Home-theaterTV tela plana Câmera Digital DVD Player Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
  • 25. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 25 Homens 66% Ao longo do ano de 2003, os consumidores que mais fizeram compras pela Internet em lojas virtuais brasileiras são os clientes do provedor de acesso UOL. Cerca de 14,4% das compras feitas pela Internet ao longo do ano todo foram geradas por clientes do UOL. Em segundo lugar está o IG, com 10,9% de participação. Em terceiro lugar do ranking ficou o Terra, com 8,8%, seguido de perto pelo Hotmail, com 8,7%, e BOL, com 8,3%. Outro dado curioso levantado é sobre o tíquete médio por provedor de Internet. Aí, algumas modificações acontecem. Os clientes do Terra são os que gastaram mais em 2003. O valor médio de suas compras foi de R$319,00. Em segundo vem o UOL, com tíquete de R$307,00. Depois, vieram os provedores gratuitos. Em terceiro, com R$258,00, ficou o IG, seguido de perto por Hotmail e BOL, ambos com R$251,00. Esses números não incluem os provedores de banda larga, pois, apesar de ter apenas 3,3% de participação nas vendas, o Superig tem tíquete médio de R$422,00. 3.4 – Clientes UOL compram mais, mas são os do Terra que gastam mais pela Internet Clientes das lojas virtuais por provedor de acesso Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br) R$251,00 BOL 8,3%8,7%%8,8%10,9%14,4%Participação R$251,00R$319,00R$258,00R$307,00 Tíquete médio HotmailTerraIGUOL
  • 26. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 26 PARTE IV Parabéns São Paulo
  • 27. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 27 Homens 66% A nona edição do Web Shoppers não poderia deixar de homenagear a cidade de São Paulo em seu 450º aniversário. A maior cidade do país, grandiosa em todos os aspectos, é também a maior cidade brasileira do e-commerce nacional. A participação dos e-consumidores residentes na capital paulista representou, sozinho, durante o período das festas de fim de ano, cerca de 23,5% de todas as vendas realizadas pelas lojas virtuais brasileiras. Para se ter idéia, a participação da cidade de São Paulo é mais representativa para o volume total de vendas nacionais do que de qualquer outro estado brasileiro, com exceção do próprio Estado de São Paulo, com aproximadamente 40%. Parabéns São Paulo!!! Parabéns São Paulo Participação da cidade de São Paulo no e-commerce nacional Participação no volume de vendas nacional – 23,5% Tíquete Médio – 244,00 Fonte: Grupo de pesquisas e-bit (www.ebitempresa.com.br)
  • 28. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 28 PARTE V Conclusões e Desafios para 2004
  • 29. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 29 Homens 66% Os números do crescimento do comércio eletrônico nacional ao longo de 2003 devem ser comemorados, principalmente por ter sido um ano de retração para o varejo nacional e crescimento quase que inexpressível para o país. Outros fatores também podem ser usados para demonstrar o sucesso das empresas que atuam nesse segmento, como por exemplo, a quase que inexistência de tentativas bem sucedidas de venda por catálogo no Brasil. Mesmo assim, apesar de nunca ter tido o hábito de comprar sem ter o contato físico com o produto, o consumidor brasileiro experimentou e está aprovando a comodidade de comprar utilizando o canal Internet. A previsão para 2004 é também bastante otimista: o faturamento do setor deve crescer próximo de 30% e bater na casa do R$1,6 bilhão. O incremento nos números deve se dar pura e simplesmente pela expansão da base de compradores, que hoje está em 2,5 milhões. O comércio eletrônico pega carona tardiamente na ampliação da base de internautas, já que, a partir do momento em que uma pessoa passa a ter acesso regular a Web, ela leva em média dois anos para realizar sua primeira compra virtual. Já em relação ao tíquete médio, acredita-se que este tenha chegado a um estágio de menor oscilação e picos de crescimento não são esperados para 2004. O crescimento do valor médio gasto por cada consumidor em suas compras eletrônicas deve ter pequeno aumento esse ano, mas nada muito acima da inflação prevista no período, haja vista que o valor hoje já está acima dos US$100,00. É claro que todos esses resultados poderão ser influenciados pela situação econômica nacional e internacional, inclusive pelos projetos de inclusão digital, mas, em um primeiro momento, o que pode promover uma maior aceleração nesse panorama é a recuperação do poder de renda da classe média brasileira. Obrigado e bom 2004! Conclusões e desafios para 2004
  • 30. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 30 Sobre a e-bit A e-bit é uma empresa de pesquisa e marketing online fundada com a missão de auxiliar empresas a atrair, manter e rentabilizar seus clientes, alavancando a utilização da Internet como um poderoso canal de relacionamento. As informações sobre e-commerce da e-bit são coletadas junto a consumidores após realizarem compras em aproximadamente 400 lojas virtuais. De Abril de 2000 a Janeiro de 2004, a e-bit já coletou mais de um milhão e 200 mil avaliações de e-consumidores. Além de avaliações de lojas virtuais, cuja classificação é divulgada em seu site (www.ebit.com.br), a e-bit também presta serviços de pesquisa quantitativas e qualitativas no segmento de mercado online e e-mail marketing, além de relatórios de Inteligência de Mercado e Investigação de Usabilidade. Para saber mais sobre os serviços da e-bit, consulte o site www.ebitempresa.com.br Principais Clientes Unibanco Sudameris Pfizer MaxBlue HSBC Credicard Braskem Banco do Brasil VIVOTicketTerra Sul AméricaSubmarinoShoptime SiemensPão de AçúcarNatura Merck Sharp & DohmeMasterCardLivraria Cultura Incentive HouseGeneral MotorsExtra Editora AbrilCitibankC&A Brasil TelecomBoticárioBanco Real BasfAmericanas.comAmerican Express
  • 31. Apoio: e-bit - Todos os direitos reservados 31 Sobre a Camara-e.net Sobre a Camara-e.net A Camara Brasileira de Comércio Eletrônico foi fundada em 07 de Maio de 2001 por 100 das principais empresas do Brasil. Camara-e.net tem como missão discutir, posicionar, promover, representar e defender os interesses coletivos de empresas, entidades e usuários associados, envolvidos em atividades de comércio, relações e negócios por meios eletrônicos. Nesse sentido, comércio eletrônico significa investimentos em tecnologia da informação aplicada à modernização das relações econômicas e ao aumento de produtividade e competitividade em todos os níveis. A Camara-e.net já é a principal entidade multi-setorial da Economia Digital no Brasil e América Latina, voltada ao comércio eletrônico como fator estratégico de desenvolvimento econômico na era do conhecimento. Participe da Camara Brasileira de Comércio Eletrônico. Influencie o presente e o futuro do comércio eletrônico no Brasil. www.camara-e.net
  • 32. Contatos www.ebitempresa.com.br Pedro Guasti negocios@ebit.com.br 55 11 3849-4227 - r. 40 www.camara-e.net Gastão Mattos info@camara-e.net 55.11.3026-9111 Apoio