O poema discute como as pessoas sofrem mais por sonhos e expectativas não realizadas do que pelas próprias experiências vividas. O sofrimento advém de projeções irrealizadas sobre o futuro que não se concretizaram, como cidades que gostaríamos de ter visitado com um amor, filhos que queríamos ter, momentos que poderíamos ter compartilhado com entes queridos se eles estivessem disponíveis para nos entender. O poema defende que devemos viver mais no presente e nos iludir menos sobre o futuro para evitar o sofrimento