O documento discute como sofremos mais pelas ilusões e sonhos não realizados do que pelas próprias experiências vividas. Sofremos pelo amor perdido e por todas as coisas que gostaríamos de ter vivido com a pessoa amada, como viagens, filhos e momentos compartilhados. Também sofremos pelos momentos de lazer e confidências que deixamos de ter. A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional e podemos evitá-lo vivendo mais e iludindo menos.