O poema discute como as pessoas sofrem mais por sonhos e projeções não realizadas do que pelas coisas vividas. Sofremos por todas as experiências que gostaríamos de ter tido com um amor ou com nossa família e amigos, mas que não tivemos. A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional e podemos evitá-lo vivendo mais plenamente no presente em vez de sonhar demais com o que poderia ter sido.