“ O esplendor da vida está no que nossos sentidos podem captar provindo das excitações externas”. Grupo A
VISÃO BAIXA OU SUBNORMAL É um comprometimento da função visual que impossibilita uma visão útil para os afazeres habituais. Pessoas com 20% ou menos da visão normal (AV 20/20) têm visão subnormal.  Mais freqüente em idosos, porém também presente em qualquer idade
Estatísticas A população atual apresenta: De 0,3% a 1,5% de cegos; De 2 a 7% tem baixa visão.  (para cada pessoa cega existem 4 com visão subnormal). Segundo a OMS, mais de 180 milhões de pessoas no mundo têm deficiência visual. Dessas, 45 milhões são cegas e 135 milhões têm baixa visão.
Alterações Freqüentes  A Baixa Visão pode vir acompanhado de: ausência ou diminuição da visão periférica ausência ou diminuição da visão central redução ou perda da visão de cores. dificuldade de ajuste do olho à iluminação
Causas I  Congênitas: corioretinite macular  por toxoplasmose,  catarata congênita,  glaucoma congênito,  atrofia congênita de Leber e outras.  Retinopatia da prematuridade  Baixa oxigenação do cérebro (hipóxia)
Causas II Doenças como: diabetes,  descolamento de retina,  glaucoma,  Catarata,  traumas oculares e  degeneração senil de mácula
Causas III ferimentos,  traumatismos,  perfurações e vazamentos nos olhos.  Durante a gestação, doenças como: rubéola,  toxoplasmose e sífilis  Infecções em recém-nascidos também podem causar déficits visuais.
Indícios da Baixa Visão I  constante irritação ocular; excessiva aproximação junto ao rosto para ler ou escrever; dificuldade para leitura à distância; esforço visual, inclinação da cabeça para tentar enxergar melhor;
Indícios da Baixa Visão II Dificuldade de enxergar pequenos obstáculos no chão; Nistagmo (olho constantemente trêmulo); Estrabismo ou Dificuldade de enxergar em ambientes claros.
Diagnóstico e Tratamento  Deve ser feita uma avaliação funcional da do indivíduo.  Logo deve-se realizar um processo de estimulação visual.  Profissionais auxiliam  o portador de baixa visão a: adquirir melhor orientação espacial,  saber se alimentar adequadamente,  utilizar auxílios ópticos
Avaliação funcional da visão de crianças com baixa visão   Procedimentos  Entrevista com a família Laudo médico Observação da criança Protocolo Material e atividades
Outros Procedimentos Registrar informações Material escolar Adaptações Elaborar relatório com orientações aos professores.  Visitar as escolas Traçar metas Intervenção planejada
Déficit Cognitivo Pessoas portadoras de DV, normalmente apresentam: baixa auto-estima  desestímulo com relação aos estudos A falta de assistência especializada e os fatores acima  pode gerar déficit cognitivo.
Déficit Cognitivo II Pode ser evitado com diagnóstico e auxílio correto: da família dos professores da escola e profissionais Deve-se evitar “bulling”
Inclusão I   Diagnóstico correto Adaptação à escola Adaptações físicas da sala e escola A escola necessita orientação e informação
Inclusão II A escola deve: proporcionar melhor ação funcional Promover aprendizagem Desenvolver: autonomia e independência do aluno DV.
Inclusão III Procedimentos didáticos e avaliativos devem ser: Discutidos Construidos e  Reformulados  coletivamente ao longo do ano.  Acompanhados pela sala de recursos.
Inclusão IV O professor deve registrar: os pontos fortes do DV as dificuldades do aluno validade dos procedimentos adotados qualidade/quantidade de mediação
Recursos óticos I Óculos Lentes de contato Telesistemas e sistemas telescópicos Lentes expansoras de campo visual (lentes inwe)
Recursos óticos II Lupas manuais Lupas de apoio ou lupas de mesa Sistema de vídeo magnetização (amplia textos)
Recursos não ópticos I Canetas tipo pincel atômico para produzir marcas grossas Acetato – ao ser colocado sobre a página impressa escurecerá a impressão, assim como também intensificará o contraste da impressão com o papel de fundo. Livros com letras ampliadas, Papel com pautas em negrito,
Recursos não ópticos II Marcadores de página e molduras de papelão  Viseiras de sol e outras proteções. Instrumentos de medida comuns (réguas, esquadros) ao qual se adiciona rotex Braille (fita autocolante com texto). Livros falados  sistema Daisy
Dispositivos tecnológicos  I  Computadores; Sintetizadores de voz; Scaner  Lupa eletrônica.  Ampliadores eletrônicos Impressão aumentada gerada por hardware; TV de grandes proporções  usada como monitor, ampliador de textos, etc.
Dispositivos tecnológicos II Impressoras Braille Máquina de escrever – Braille Linhas Braille Impressão aumentada gerada por software; Gravação de textos com indexação e sincronismo;    Programas de ampliação
LentePro   Programa de ampliação para computadores sem custo para o usuário e de manuseio facilitado.
Sorobã Muito usado no Japão como máquina de calcular de grande rapidez, o Sorobã é o método ideal de cálculo para pessoas com deficiência visual.
VISÃO INCLUSIVA Concluímos que para que haja um trabalho pedagógico eficiente voltado para o  aluno de visão subnormal deverá  ser feito um conjunto de ações que envolvam:  Aluno   Família  Professores  Profissionais  Companheiros     Escola  
Mensagem Final Finalizamos com um poema da Professora Renata Vilella,  da Escola Flor Amarela:  “Louco" é quem não procura ser feliz".  “Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.  “Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.  “Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.  “Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.  “Diabético" é quem não consegue ser doce.  “Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E "Miserável" somos todos que não conseguimos falar com Deus. Grupo Visão Inclusiva: Adriana, Cibele, Joécio, Príscila, Saulo e Sheila.

Visaosubnormal

  • 1.
    “ O esplendorda vida está no que nossos sentidos podem captar provindo das excitações externas”. Grupo A
  • 2.
    VISÃO BAIXA OUSUBNORMAL É um comprometimento da função visual que impossibilita uma visão útil para os afazeres habituais. Pessoas com 20% ou menos da visão normal (AV 20/20) têm visão subnormal. Mais freqüente em idosos, porém também presente em qualquer idade
  • 3.
    Estatísticas A populaçãoatual apresenta: De 0,3% a 1,5% de cegos; De 2 a 7% tem baixa visão. (para cada pessoa cega existem 4 com visão subnormal). Segundo a OMS, mais de 180 milhões de pessoas no mundo têm deficiência visual. Dessas, 45 milhões são cegas e 135 milhões têm baixa visão.
  • 4.
    Alterações Freqüentes A Baixa Visão pode vir acompanhado de: ausência ou diminuição da visão periférica ausência ou diminuição da visão central redução ou perda da visão de cores. dificuldade de ajuste do olho à iluminação
  • 5.
    Causas I Congênitas: corioretinite macular por toxoplasmose, catarata congênita, glaucoma congênito, atrofia congênita de Leber e outras. Retinopatia da prematuridade Baixa oxigenação do cérebro (hipóxia)
  • 6.
    Causas II Doençascomo: diabetes, descolamento de retina, glaucoma, Catarata, traumas oculares e degeneração senil de mácula
  • 7.
    Causas III ferimentos, traumatismos, perfurações e vazamentos nos olhos. Durante a gestação, doenças como: rubéola, toxoplasmose e sífilis Infecções em recém-nascidos também podem causar déficits visuais.
  • 8.
    Indícios da BaixaVisão I constante irritação ocular; excessiva aproximação junto ao rosto para ler ou escrever; dificuldade para leitura à distância; esforço visual, inclinação da cabeça para tentar enxergar melhor;
  • 9.
    Indícios da BaixaVisão II Dificuldade de enxergar pequenos obstáculos no chão; Nistagmo (olho constantemente trêmulo); Estrabismo ou Dificuldade de enxergar em ambientes claros.
  • 10.
    Diagnóstico e Tratamento Deve ser feita uma avaliação funcional da do indivíduo. Logo deve-se realizar um processo de estimulação visual. Profissionais auxiliam o portador de baixa visão a: adquirir melhor orientação espacial, saber se alimentar adequadamente, utilizar auxílios ópticos
  • 11.
    Avaliação funcional davisão de crianças com baixa visão Procedimentos Entrevista com a família Laudo médico Observação da criança Protocolo Material e atividades
  • 12.
    Outros Procedimentos Registrarinformações Material escolar Adaptações Elaborar relatório com orientações aos professores. Visitar as escolas Traçar metas Intervenção planejada
  • 13.
    Déficit Cognitivo Pessoasportadoras de DV, normalmente apresentam: baixa auto-estima desestímulo com relação aos estudos A falta de assistência especializada e os fatores acima pode gerar déficit cognitivo.
  • 14.
    Déficit Cognitivo IIPode ser evitado com diagnóstico e auxílio correto: da família dos professores da escola e profissionais Deve-se evitar “bulling”
  • 15.
    Inclusão I Diagnóstico correto Adaptação à escola Adaptações físicas da sala e escola A escola necessita orientação e informação
  • 16.
    Inclusão II Aescola deve: proporcionar melhor ação funcional Promover aprendizagem Desenvolver: autonomia e independência do aluno DV.
  • 17.
    Inclusão III Procedimentosdidáticos e avaliativos devem ser: Discutidos Construidos e Reformulados coletivamente ao longo do ano. Acompanhados pela sala de recursos.
  • 18.
    Inclusão IV Oprofessor deve registrar: os pontos fortes do DV as dificuldades do aluno validade dos procedimentos adotados qualidade/quantidade de mediação
  • 19.
    Recursos óticos IÓculos Lentes de contato Telesistemas e sistemas telescópicos Lentes expansoras de campo visual (lentes inwe)
  • 20.
    Recursos óticos IILupas manuais Lupas de apoio ou lupas de mesa Sistema de vídeo magnetização (amplia textos)
  • 21.
    Recursos não ópticosI Canetas tipo pincel atômico para produzir marcas grossas Acetato – ao ser colocado sobre a página impressa escurecerá a impressão, assim como também intensificará o contraste da impressão com o papel de fundo. Livros com letras ampliadas, Papel com pautas em negrito,
  • 22.
    Recursos não ópticosII Marcadores de página e molduras de papelão Viseiras de sol e outras proteções. Instrumentos de medida comuns (réguas, esquadros) ao qual se adiciona rotex Braille (fita autocolante com texto). Livros falados sistema Daisy
  • 23.
    Dispositivos tecnológicos I Computadores; Sintetizadores de voz; Scaner Lupa eletrônica. Ampliadores eletrônicos Impressão aumentada gerada por hardware; TV de grandes proporções usada como monitor, ampliador de textos, etc.
  • 24.
    Dispositivos tecnológicos IIImpressoras Braille Máquina de escrever – Braille Linhas Braille Impressão aumentada gerada por software; Gravação de textos com indexação e sincronismo;   Programas de ampliação
  • 25.
    LentePro Programa de ampliação para computadores sem custo para o usuário e de manuseio facilitado.
  • 26.
    Sorobã Muito usadono Japão como máquina de calcular de grande rapidez, o Sorobã é o método ideal de cálculo para pessoas com deficiência visual.
  • 27.
    VISÃO INCLUSIVA Concluímosque para que haja um trabalho pedagógico eficiente voltado para o aluno de visão subnormal deverá ser feito um conjunto de ações que envolvam:  Aluno  Família  Professores  Profissionais  Companheiros   Escola 
  • 28.
    Mensagem Final Finalizamoscom um poema da Professora Renata Vilella, da Escola Flor Amarela: “Louco" é quem não procura ser feliz". “Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. “Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. “Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. “Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. “Diabético" é quem não consegue ser doce. “Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E "Miserável" somos todos que não conseguimos falar com Deus. Grupo Visão Inclusiva: Adriana, Cibele, Joécio, Príscila, Saulo e Sheila.