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VIAS DE
ADMINISTRAÇÃO DE
MEDICAMENTOS
Enfermeira: Luana Azevedo
ADMINISTRAÇÃO DE
MEDICAMENTOS
⦿ Trata-se da aplicação de fármacos no
organismo através de uma das várias vias
possíveis de acordo com a proposta
terapêutica. Objetivo é um resultado
diferente do apresentado no início.
OS “9 CERTOS” DA ENFERMAGEM
1 - PACIENTE CERTO;
2 - MEDICAMENTO CERTO;
3 - DOSE CERTA;
4 - VIA CERTA;
5 - HORÁRIO CERTO;
6 - TEMPO CERTO;
7 - VALIDADE CERTA;
8 - ABORDAGEM CERTA;
9 - REGISTRO CERTO.
SEGURANÇA NA MEDICAÇÃO
⦿ É uma ação exclusiva do enfermeiro e de sua
equipe;
⦿ ETAPA DA TERAPIA MEDICAMENTOSA:
Prescrição
Transcrição
Dispensação
Distribuição
Preparo
Administração
Monitorização
Erro: “Uso intencional de um plano incorreto para alcançar
um objetivo ou a não execução a contento de uma ação
planejada” (KOHN; CORRIGAN, 2000).
REGRAS GERAIS
⦿ Lavar as mãos antes de preparar e administrar
os medicamentos;
⦿ Monitorar e registrar qualquer anormalidade
após administração do medicamento;
⦿ Nunca administrar medicamento não
identificado;
⦿ Nunca administrar medicamentos preparados
por outras pessoas;
⦿ Ao preparar e administrar seguir sempre a regra
dos “certos”;
⦿ Recusa: o paciente (capaz), pode recusar;
⦿ O paciente deve ser informado sobre a terapia
⦿ Registrar o medicamento administrado.
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
PRESCRIÇÃO MÉDICA
FONTE: GOOGLE IMAGENS
A PRESCRIÇÃO DEVE CONTER
⦿ Data, registro e nome do paciente;
⦿ Enfermaria e leito;
⦿ Nome do medicamento;
⦿ Dosagem e via de administração;
⦿ frequência e assinatura do médico;
⦿ Língua portuguesa, clara e legível
Lei Federal 5991/738 e 9787/998
Resolução 357/2001 (Conselho Regional de Farmácia)
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
⦿ VIA ENTERAL (Necessita do TGI funcionante)
⚫ VIA ORAL- VO
⚫ VIA SUBLINGUAL- SL
⚫ VIA RETAL- VR
⦿ VIA PARAENTERAL
⚫ VIA INTRAVENOSA/ENDOVENOSA- IV/EV
⚫ VIA INTRAMUSCULAR- IM
⚫ VIA SUBCUTÂNEA- SC
⚫ VIA INTRADÉRMICA- ID
⚫ VIA CUTÂNEA
⚫ VIA RESPIRATÓRIA
⚫ VIA OCULAR, NASAL E AURICULAR
⚫ VIA GENITURINÁRIA
DIRETAS
INDIRETAS
VIA ENTERAL
⦿ VIA ORAL
◼ É a mais utilizada, segura e econômica, além de
ser bastante confortável;
◼ Indicada à pacientes que possuem o TGI
funcionante;
◼ Contraindicada à pacientes com vômitos, que
tenham dificuldades de deglutir ou pacientes
desacordados.
◼ A via oral pode ser utilizada para um efeito
local (trato gastrointestinal) ou sistêmico (após
ser absorvida pela mucosa do intestino e atingir
o sangue).
VIA ENTERAL
⦿ VIA SUBLINGUAL
◼ São absorvidos rapidamente pela mucosa sublingual.
◼ Nessa forma de administração, o medicamento deve ser
colocado embaixo da língua e deve permanecer ali até a
sua absorção total.
◼ Nesse período, não se deve conversar nem ingerir
líquidos ou alimentos.
◼ Os medicamentos administrados por essa via promovem
efeito sistêmico em curto espaço de tempo, além de se
dissolverem rapidamente, deixando pouco resíduo na
boca.
◼ Essa via é utilizada para administração de medicamentos
em algumas urgências, como ataque cardíaco. Nessa
situação, o medicamento tem que chegar rapidamente ao
coração.
VIA ENTERAL
⦿ VIA RETAL
◼ Os medicamentos administrados por via retal
são os supositórios;
◼ São receitados quando a pessoa não pode tomar
o medicamento por via oral;
◼ Eles podem ter efeito local ou sistêmico,
entretanto essa via não é bem aceita pelos
pacientes sob alegação de incômodo,
preconceito, restrições culturais etc.
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TIPOS DE SERINGA
TIPOS DE AGULHA
VIA PARENTERAL
⦿ VIA INTRAMUSCULAR- IM
◼ A administração via intramuscular permite que o
medicamento seja injetado diretamente no músculo;
◼ É indicado para medicamentos de aplicação única ou
de efeito mais prolongado, devem ter pequeno
volume.
◼ Não tem efeito tão imediato, se comparada com os
medicamentos administrados por via intravenosa,
mas são bastante eficientes.
◼ Alguns cuidados devem ser tomados: higiene das
mãos antes da manipulação desses medicamentos e
observação da indicação de uso dos medicamentos,
pois medicamentos contraindicados para via
intramuscular, caso sejam administrados por ela,
podem causar danos musculares irreversíveis.
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TÉCNICA EM Z
⦿ É recomendável essa técnica para minimizar a
irritação local da pele, vedando o medicamento
no tecido muscular (NICOLL; HESBY, 2002 apud
POTTER; PERRY, 2013).
TÉCNICA EM Z
⦿ RECOMENDAÇÕES:
◼ Preferencialmente em um músculo largo e profundo;
◼ Após preparar o local de aplicação com solução
antisséptica, deve- se puxar a pele subjacente e os
tecidos subcutâneos aproximadamente 2,5 a 3,5 cm
lateralmente ou para baixo;
◼ Segurar a pele nessa posição até administrar a injeção;
◼ A agulha deve permanecer inserida por 10 segundos, para
permitir que o medicamento se disperse de maneira
uniforme, em vez de retorna no sentido da agulha;
◼ Em seguida, liberar a pele, após retirar a agulha, o que
deixa um trajeto em zigue- zague, o qual veda o trajeto
da agulha onde os planos teciduais deslizam entre si.
(NICOLL; HESBY, 2002 apud POTTER; PERRY, 2013)
TÉCNICA EM
⦿ VANTAGENS:
◼ O medicamento não consegue escapar do tecido
muscular;
◼ Injeções que utilizam essa técnica levam a um
menor desconforto e diminuem a ocorrência de
lesões na região injetada.
(NICOLL; HESBY, 2002 apud POTTER; PERRY, 2013)
REGIÃO LOCALIZAÇÃO
Glúteo: região dorsoglútea Quadrante superior externo (até
5 ml)
Vasto lateral da coxa No terço médio (até 4 ml)
Glúteo: região ventroglútea Aplicado no centro do V
formado pelos seguintes
vértices: palma da mão na
porção do trocânter maior, o
dedo indicador na espinha ilíaca
ântero-posterior e o dedo médio
estendendo-se até a crista ilíaca
(até 4 ml)
Deltoide Aproximadamente 3 a 4 cm
abaixo do acrômio (até 2 ml)
AGULHAS UTILIZADAS
25mm x 7mm; 25mm x 8mm; 30mm x 8mm; 30mm x 7mm; 40mm x
8mm; 40mm x 7mm; 20mm x 5,5mm (< de 2 a); 25mm x 6mm (>2
a) (crianças)
VIA PARENTERAL
⦿ VIA SUBCUTÂNEA- SC
◼ Os medicamentos são administrados no tecido
subcutâneo, apresenta absorção lenta;
◼ Os locais de administração dessa via devem ser
alternados para que haja a absorção necessária
do medicamento. É uma via muito utilizada para
administração de medicamentos contra
trombose (heparina) e para diabetes (insulina).
VOLUME MÁXIMO: 0,5 a 1,0 ml
AGULHA 13mm x 4,5mm
ÂNGULO: 90° e (45° caso não
tenha agulha ideal)
VIA PARENTERAL
⦿ VIA INTRADÉRMICA- ID
- Para adm. vacina BCG, testes alérgicos,
teste tuberculínico (PPD)
Ângulo 15°
Agulha 13mm x 4,5mm
Volume máx.: 0,1 a 0,5 ml
VIA PARENTERAL
⦿ VIA INTRAVENOSA/ENDOVENOSA- IV/EV
◼ A administração do medicamento é realizada diretamente na corrente
sanguínea por uma veia;
◼ A aplicação de medicamentos por essa via pode variar desde uma
única dose até uma infusão contínua, como aqueles medicamentos
que se dissolvem no soro e ficam pendurados ao lado da cama do
paciente;
◼ Por apresentar efeito mais rápido, é a primeira opção durante
emergências;
◼ Outra justificativa para a administração por essa via é que muitos
fármacos não conseguem ser absorvidos pelo intestino, sendo
necessário o uso dessa via;
◼ é uma via em que o paciente precisa de ajuda de profissional
treinado para realizar esse procedimento (enfermeiros e médicos).
◼ A via deve ser manipulada com muito cuidado, pois há chances de
infecção no local, podendo piorar o quadro do indivíduo. Alguns
medicamentos, como antibióticos ou os usados para o tratamento do
câncer, são formulados apenas em apresentações injetáveis.
DISPOSITIVOS INTRAVENOSOS
PERIFÉRICOS
⦿ CATETER SOBRE AGULHA
⦿ Para infusões contínuas ou intermitentes, cateter plástico sobre
agulhas, são flexíveis e podem permanecer por 96 h, a depender da
adesão de boas práticas recomendadas pela ANVISA, 2017.
RECOMENDAÇÕES PARA
CATETERES PERIFÉRICOS (ANVISA,
2017)
⦿ HIGIENE DAS MÃOS
◼ Higiene das mãos antes e após a inserção de
cateteres e para qualquer tipo de manipulação
dos dispositivos;
⦿ SELEÇÃO DO CATETER E SÍTIO DE INSERÇÃO
◼ Selecionar o cateter periférico com base no
objetivo pretendido, na duração da terapia, na
viscosidade do fluido, nos componentes do fluido
e nas condições de acesso venoso;
VEIAS PARA ACESSO VENOSO
PERIFÉRICO (AVP)
VEIAS PARA ACESSO VENOSO
PERIFÉRICO (AVP)
⦿ Em adultos, as veias de escolha para
canulação periférica são as das superfícies
dorsal e ventral dos antebraços. As veias de
membros inferiores não devem ser utilizadas
a menos que seja absolutamente necessário,
em virtude do risco de embolias e
tromboflebites
RECOMENDAÇÕES PARA
CATETERES PERIFÉRICOS (ANVIISA,
2017)
⦿ PREPARO DA PELE
◼ Realizar fricção da pele com solução a base de
álcool: gliconato de clorexidina > 0,5%,
iodopovidona – PVP-I alcoólico 10% ou álcool 70%.
◼ Tempo de aplicação da clorexidina é de 30
segundos enquanto o do PVPI é de 1,5 a 2,0
minutos.
RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES
PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017)
⦿ ESTABILIZAÇÃO
◼ Estabilizar o cateter significa preservar a
integridade do acesso, prevenir o deslocamento
do dispositivo e sua perda.
◼ A estabilização do cateter deve ser realizada
utilizando técnica asséptica.
◼ Suturas, fitas adesivas (micropore) e
esparadrapo comum não são recomendados.
RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES
PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017)
⦿ COBERTURA
◼ Os propósitos das coberturas são os de proteger
o sítio de punção e minimizar a possibilidade de
infecção, por meio da interface entre a
superfície do cateter e a pele, e de fixar o
dispositivo no local e prevenir a movimentação
do dispositivo com dano ao vaso.
◼ Qualquer cobertura para cateter periférico deve
ser estéril, podendo ser semioclusiva (gaze e fita
adesiva estéril) ou membrana transparente
semipermeável.
COBERTURA
⦿ Filme transparente (ANVISA, 2017).
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES
PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017)
⦿ CUIDADOS COM O SÍTIO DE INSERÇÃO
◼ Avaliar o sítio de inserção do cateter periférico e
áreas adjacentes quanto à presença de rubor,
edema e drenagem de secreções por inspeção visual
e palpação sobre o curativo intacto e valorizar as
queixas do paciente em relação a qualquer sinal de
desconforto, como dor e parestesia. A frequência
ideal de avaliação do sítio de inserção é a cada
quatro horas ou conforme a criticidade do paciente.
◼ a) Pacientes de qualquer idade em terapia intensiva,
sedados ou com déficit cognitivo: avaliar a cada 1 –
2 horas.
◼ b) Pacientes pediátricos: avaliar no mínimo duas
vezes por turno.
◼ c) Pacientes em unidades de internação: avaliar uma
vez por turno.
RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES
PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017)
⦿ REMOÇÃO DO CATETER
◼ Remover o cateter periférico tão logo não haja
medicamentos endovenosos prescritos e caso o
mesmo não tenha sido utilizado nas últimas 24
horas.
◼ Rotineiramente o cateter periférico não deve
ser trocado em um período inferior a 96 h. A
decisão de estender a frequência de troca para
prazos superiores ou quando clinicamente
indicado dependerá da adesão da instituição às
boas práticas recomendadas.
DISPOSITIVOS INTRAVENOSOS
PERIFÉRICOS
⦿ DISPOSITIVO AGULHADO
⦿ Agulha de aço, só deve ser utilizada para coleta de
amostra sanguínea e administração de medicamento
em dose única (DU), sem manter o dispositivo no
sítio (ANVISA, 2017).
VIAS+E+ADMINISTRAÇÃO+DE+MEDICAMENTOS-+AULA+03 (2).pdf
REFERÊNCIA
⦿ CARMAGNANI, M. I. S., ET AL.
Procedimentos de enfermagem: guia prático.
Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2013.
⦿ Brasil. Agência Nacional de Vigilância
Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção
Relacionada à Assistência à Saúde/Agência
Nacional de Vigilância Sanitária – Brasília:
Anvisa, 2017.

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  • 2. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS ⦿ Trata-se da aplicação de fármacos no organismo através de uma das várias vias possíveis de acordo com a proposta terapêutica. Objetivo é um resultado diferente do apresentado no início.
  • 3. OS “9 CERTOS” DA ENFERMAGEM 1 - PACIENTE CERTO; 2 - MEDICAMENTO CERTO; 3 - DOSE CERTA; 4 - VIA CERTA; 5 - HORÁRIO CERTO; 6 - TEMPO CERTO; 7 - VALIDADE CERTA; 8 - ABORDAGEM CERTA; 9 - REGISTRO CERTO.
  • 4. SEGURANÇA NA MEDICAÇÃO ⦿ É uma ação exclusiva do enfermeiro e de sua equipe; ⦿ ETAPA DA TERAPIA MEDICAMENTOSA: Prescrição Transcrição Dispensação Distribuição Preparo Administração Monitorização Erro: “Uso intencional de um plano incorreto para alcançar um objetivo ou a não execução a contento de uma ação planejada” (KOHN; CORRIGAN, 2000).
  • 5. REGRAS GERAIS ⦿ Lavar as mãos antes de preparar e administrar os medicamentos; ⦿ Monitorar e registrar qualquer anormalidade após administração do medicamento; ⦿ Nunca administrar medicamento não identificado; ⦿ Nunca administrar medicamentos preparados por outras pessoas; ⦿ Ao preparar e administrar seguir sempre a regra dos “certos”; ⦿ Recusa: o paciente (capaz), pode recusar; ⦿ O paciente deve ser informado sobre a terapia ⦿ Registrar o medicamento administrado.
  • 9. A PRESCRIÇÃO DEVE CONTER ⦿ Data, registro e nome do paciente; ⦿ Enfermaria e leito; ⦿ Nome do medicamento; ⦿ Dosagem e via de administração; ⦿ frequência e assinatura do médico; ⦿ Língua portuguesa, clara e legível Lei Federal 5991/738 e 9787/998 Resolução 357/2001 (Conselho Regional de Farmácia)
  • 10. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO ⦿ VIA ENTERAL (Necessita do TGI funcionante) ⚫ VIA ORAL- VO ⚫ VIA SUBLINGUAL- SL ⚫ VIA RETAL- VR ⦿ VIA PARAENTERAL ⚫ VIA INTRAVENOSA/ENDOVENOSA- IV/EV ⚫ VIA INTRAMUSCULAR- IM ⚫ VIA SUBCUTÂNEA- SC ⚫ VIA INTRADÉRMICA- ID ⚫ VIA CUTÂNEA ⚫ VIA RESPIRATÓRIA ⚫ VIA OCULAR, NASAL E AURICULAR ⚫ VIA GENITURINÁRIA DIRETAS INDIRETAS
  • 11. VIA ENTERAL ⦿ VIA ORAL ◼ É a mais utilizada, segura e econômica, além de ser bastante confortável; ◼ Indicada à pacientes que possuem o TGI funcionante; ◼ Contraindicada à pacientes com vômitos, que tenham dificuldades de deglutir ou pacientes desacordados. ◼ A via oral pode ser utilizada para um efeito local (trato gastrointestinal) ou sistêmico (após ser absorvida pela mucosa do intestino e atingir o sangue).
  • 12. VIA ENTERAL ⦿ VIA SUBLINGUAL ◼ São absorvidos rapidamente pela mucosa sublingual. ◼ Nessa forma de administração, o medicamento deve ser colocado embaixo da língua e deve permanecer ali até a sua absorção total. ◼ Nesse período, não se deve conversar nem ingerir líquidos ou alimentos. ◼ Os medicamentos administrados por essa via promovem efeito sistêmico em curto espaço de tempo, além de se dissolverem rapidamente, deixando pouco resíduo na boca. ◼ Essa via é utilizada para administração de medicamentos em algumas urgências, como ataque cardíaco. Nessa situação, o medicamento tem que chegar rapidamente ao coração.
  • 13. VIA ENTERAL ⦿ VIA RETAL ◼ Os medicamentos administrados por via retal são os supositórios; ◼ São receitados quando a pessoa não pode tomar o medicamento por via oral; ◼ Eles podem ter efeito local ou sistêmico, entretanto essa via não é bem aceita pelos pacientes sob alegação de incômodo, preconceito, restrições culturais etc.
  • 17. VIA PARENTERAL ⦿ VIA INTRAMUSCULAR- IM ◼ A administração via intramuscular permite que o medicamento seja injetado diretamente no músculo; ◼ É indicado para medicamentos de aplicação única ou de efeito mais prolongado, devem ter pequeno volume. ◼ Não tem efeito tão imediato, se comparada com os medicamentos administrados por via intravenosa, mas são bastante eficientes. ◼ Alguns cuidados devem ser tomados: higiene das mãos antes da manipulação desses medicamentos e observação da indicação de uso dos medicamentos, pois medicamentos contraindicados para via intramuscular, caso sejam administrados por ela, podem causar danos musculares irreversíveis.
  • 19. TÉCNICA EM Z ⦿ É recomendável essa técnica para minimizar a irritação local da pele, vedando o medicamento no tecido muscular (NICOLL; HESBY, 2002 apud POTTER; PERRY, 2013).
  • 20. TÉCNICA EM Z ⦿ RECOMENDAÇÕES: ◼ Preferencialmente em um músculo largo e profundo; ◼ Após preparar o local de aplicação com solução antisséptica, deve- se puxar a pele subjacente e os tecidos subcutâneos aproximadamente 2,5 a 3,5 cm lateralmente ou para baixo; ◼ Segurar a pele nessa posição até administrar a injeção; ◼ A agulha deve permanecer inserida por 10 segundos, para permitir que o medicamento se disperse de maneira uniforme, em vez de retorna no sentido da agulha; ◼ Em seguida, liberar a pele, após retirar a agulha, o que deixa um trajeto em zigue- zague, o qual veda o trajeto da agulha onde os planos teciduais deslizam entre si. (NICOLL; HESBY, 2002 apud POTTER; PERRY, 2013)
  • 21. TÉCNICA EM ⦿ VANTAGENS: ◼ O medicamento não consegue escapar do tecido muscular; ◼ Injeções que utilizam essa técnica levam a um menor desconforto e diminuem a ocorrência de lesões na região injetada. (NICOLL; HESBY, 2002 apud POTTER; PERRY, 2013)
  • 22. REGIÃO LOCALIZAÇÃO Glúteo: região dorsoglútea Quadrante superior externo (até 5 ml) Vasto lateral da coxa No terço médio (até 4 ml) Glúteo: região ventroglútea Aplicado no centro do V formado pelos seguintes vértices: palma da mão na porção do trocânter maior, o dedo indicador na espinha ilíaca ântero-posterior e o dedo médio estendendo-se até a crista ilíaca (até 4 ml) Deltoide Aproximadamente 3 a 4 cm abaixo do acrômio (até 2 ml) AGULHAS UTILIZADAS 25mm x 7mm; 25mm x 8mm; 30mm x 8mm; 30mm x 7mm; 40mm x 8mm; 40mm x 7mm; 20mm x 5,5mm (< de 2 a); 25mm x 6mm (>2 a) (crianças)
  • 23. VIA PARENTERAL ⦿ VIA SUBCUTÂNEA- SC ◼ Os medicamentos são administrados no tecido subcutâneo, apresenta absorção lenta; ◼ Os locais de administração dessa via devem ser alternados para que haja a absorção necessária do medicamento. É uma via muito utilizada para administração de medicamentos contra trombose (heparina) e para diabetes (insulina).
  • 24. VOLUME MÁXIMO: 0,5 a 1,0 ml AGULHA 13mm x 4,5mm ÂNGULO: 90° e (45° caso não tenha agulha ideal)
  • 25. VIA PARENTERAL ⦿ VIA INTRADÉRMICA- ID - Para adm. vacina BCG, testes alérgicos, teste tuberculínico (PPD) Ângulo 15° Agulha 13mm x 4,5mm Volume máx.: 0,1 a 0,5 ml
  • 26. VIA PARENTERAL ⦿ VIA INTRAVENOSA/ENDOVENOSA- IV/EV ◼ A administração do medicamento é realizada diretamente na corrente sanguínea por uma veia; ◼ A aplicação de medicamentos por essa via pode variar desde uma única dose até uma infusão contínua, como aqueles medicamentos que se dissolvem no soro e ficam pendurados ao lado da cama do paciente; ◼ Por apresentar efeito mais rápido, é a primeira opção durante emergências; ◼ Outra justificativa para a administração por essa via é que muitos fármacos não conseguem ser absorvidos pelo intestino, sendo necessário o uso dessa via; ◼ é uma via em que o paciente precisa de ajuda de profissional treinado para realizar esse procedimento (enfermeiros e médicos). ◼ A via deve ser manipulada com muito cuidado, pois há chances de infecção no local, podendo piorar o quadro do indivíduo. Alguns medicamentos, como antibióticos ou os usados para o tratamento do câncer, são formulados apenas em apresentações injetáveis.
  • 27. DISPOSITIVOS INTRAVENOSOS PERIFÉRICOS ⦿ CATETER SOBRE AGULHA ⦿ Para infusões contínuas ou intermitentes, cateter plástico sobre agulhas, são flexíveis e podem permanecer por 96 h, a depender da adesão de boas práticas recomendadas pela ANVISA, 2017.
  • 28. RECOMENDAÇÕES PARA CATETERES PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017) ⦿ HIGIENE DAS MÃOS ◼ Higiene das mãos antes e após a inserção de cateteres e para qualquer tipo de manipulação dos dispositivos; ⦿ SELEÇÃO DO CATETER E SÍTIO DE INSERÇÃO ◼ Selecionar o cateter periférico com base no objetivo pretendido, na duração da terapia, na viscosidade do fluido, nos componentes do fluido e nas condições de acesso venoso;
  • 29. VEIAS PARA ACESSO VENOSO PERIFÉRICO (AVP)
  • 30. VEIAS PARA ACESSO VENOSO PERIFÉRICO (AVP) ⦿ Em adultos, as veias de escolha para canulação periférica são as das superfícies dorsal e ventral dos antebraços. As veias de membros inferiores não devem ser utilizadas a menos que seja absolutamente necessário, em virtude do risco de embolias e tromboflebites
  • 31. RECOMENDAÇÕES PARA CATETERES PERIFÉRICOS (ANVIISA, 2017) ⦿ PREPARO DA PELE ◼ Realizar fricção da pele com solução a base de álcool: gliconato de clorexidina > 0,5%, iodopovidona – PVP-I alcoólico 10% ou álcool 70%. ◼ Tempo de aplicação da clorexidina é de 30 segundos enquanto o do PVPI é de 1,5 a 2,0 minutos.
  • 32. RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017) ⦿ ESTABILIZAÇÃO ◼ Estabilizar o cateter significa preservar a integridade do acesso, prevenir o deslocamento do dispositivo e sua perda. ◼ A estabilização do cateter deve ser realizada utilizando técnica asséptica. ◼ Suturas, fitas adesivas (micropore) e esparadrapo comum não são recomendados.
  • 33. RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017) ⦿ COBERTURA ◼ Os propósitos das coberturas são os de proteger o sítio de punção e minimizar a possibilidade de infecção, por meio da interface entre a superfície do cateter e a pele, e de fixar o dispositivo no local e prevenir a movimentação do dispositivo com dano ao vaso. ◼ Qualquer cobertura para cateter periférico deve ser estéril, podendo ser semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.
  • 36. RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017) ⦿ CUIDADOS COM O SÍTIO DE INSERÇÃO ◼ Avaliar o sítio de inserção do cateter periférico e áreas adjacentes quanto à presença de rubor, edema e drenagem de secreções por inspeção visual e palpação sobre o curativo intacto e valorizar as queixas do paciente em relação a qualquer sinal de desconforto, como dor e parestesia. A frequência ideal de avaliação do sítio de inserção é a cada quatro horas ou conforme a criticidade do paciente. ◼ a) Pacientes de qualquer idade em terapia intensiva, sedados ou com déficit cognitivo: avaliar a cada 1 – 2 horas. ◼ b) Pacientes pediátricos: avaliar no mínimo duas vezes por turno. ◼ c) Pacientes em unidades de internação: avaliar uma vez por turno.
  • 37. RECOMENDAÇÃO PARA CATETERES PERIFÉRICOS (ANVISA, 2017) ⦿ REMOÇÃO DO CATETER ◼ Remover o cateter periférico tão logo não haja medicamentos endovenosos prescritos e caso o mesmo não tenha sido utilizado nas últimas 24 horas. ◼ Rotineiramente o cateter periférico não deve ser trocado em um período inferior a 96 h. A decisão de estender a frequência de troca para prazos superiores ou quando clinicamente indicado dependerá da adesão da instituição às boas práticas recomendadas.
  • 38. DISPOSITIVOS INTRAVENOSOS PERIFÉRICOS ⦿ DISPOSITIVO AGULHADO ⦿ Agulha de aço, só deve ser utilizada para coleta de amostra sanguínea e administração de medicamento em dose única (DU), sem manter o dispositivo no sítio (ANVISA, 2017).
  • 40. REFERÊNCIA ⦿ CARMAGNANI, M. I. S., ET AL. Procedimentos de enfermagem: guia prático. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2013. ⦿ Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Brasília: Anvisa, 2017.