O documento discute a teologia da prosperidade, uma doutrina que afirma que a prosperidade financeira faz parte da expiação de Cristo. No entanto, o documento também fornece várias refutações bíblicas a essa doutrina, apontando que a Bíblia não promete riqueza aos cristãos e que a verdadeira prosperidade é ter a Cristo e abençoar os outros.