Este documento discute a teologia da prosperidade, como ela foi influenciada por outras seitas e popularizada por Kenneth Hagin a partir dos escritos de Essek William Kenyon. Critica as doutrinas da teologia da prosperidade, como igualar sua autoridade à bíblica, desprezar a comunhão e salvação, promover campanhas egoístas e busca por riquezas. Conclui que a teologia da prosperidade é uma apostasia e prega a idolatria dos líderes e objetos.