O documento discute a sustentabilidade no contexto organizacional e como o conceito tem significados ampliados. Ele também analisa como as organizações usam o discurso da sustentabilidade para legitimar suas atividades e gerar capital simbólico, enquanto seus públicos se apropriam do discurso pela perspectiva da responsabilidade social. O autor conclui que comunicar envolve estratégias discursivas que criam uma "ciranda de sentidos" entre as organizações e seus públicos.