O texto discute a nobre vocação da política em transformar sonhos em realidade através da criação de "jardins" que beneficiem a todos. Ele contrasta políticos movidos por vocação, que amam o bem público, com aqueles movidos por profissão, que usam cargos para seu próprio ganho privado. O autor argumenta que o Brasil poderia ter sido transformado de uma selva cruenta em um grande jardim comum, mas foi convertido em desertos e jardins privados por falta de políticos vocacionados.