FORMAÇÃO CONTINUADA
 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
 DOS ALUNOS DO 1º AO 3º ANO DO
     ENSINO FUNDAMENTAL


   O TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Professora Clarice Brutes Stadtlober
O TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
 Com relação à estatística, a finalidade é fazer
  com que o aluno venha a construir procedimentos
  para coletar, organizar, comunicar e interpretar
  dados,    utilizando    tabelas,   gráficos    e
  representações que aparecem freqüentemente em
  seu dia-a-dia.

 Relativamente à combinatória, o objetivo é levar
  o aluno a lidar com situações-problema que
  envolvam o princípio multiplicativo da contagem,
  reconhecer que há várias possibilidades na
  construção de agrupamentos, tomando decisões
  em situações que envolvem mais de uma
  possibilidade.
 Com   relação à probabilidade, a principal
 finalidade é a de que o aluno compreenda que
 grande parte dos acontecimentos do cotidiano
 são de natureza aleatória e é possível
 identificar   prováveis    resultados  desses
 acontecimentos. As noções de acaso aparecem
 em eventos como os que envolvem lançamento
 de dados, resultados de loterias, etc.
Segundo Lopes e Coutinho (2009), o tratamento
    da informação é uma maneira de referenciarmos e
    compreendermos as informações que nos rodeiam,
    através de um estudo prático e da coleta de dados
    de situações da vida real.

        A coleta dos dados: fazendo escolhas

           Silva e Buriasco (2006, p.42), acreditam que
    esse pode ser um momento para que as questões
    éticas sejam pensadas, como, por exemplo, a
    confiança na própria capacidade de fazer escolhas,
    ter que respeitar a escolha dos colegas, o fato de
    influenciarem-se ou não pela resposta dos outros.
 
A organização e a representação dos dados
coletados
            Cabe aqui salientarmos que no ensino
fundamental ocorre a introdução de um modo de
“ler” uma informação que pode nos auxiliar na
tomada de decisões. Após a coleta de dados, a
partir de uma situação do interesse dos alunos,
torna-se    necessário    a   organização   e    a
representação dos dados coletados.

           A análise dos resultados obtidos
        Lopes e Coutinho (2009, p.67), afirmam que
a interpretação dos dados em uma análise
estatística é subjetiva, de acordo com o contexto.
 
 Podemos trabalhar o tratamento da informação
 através de pesquisa de campo, construção de
 gráficos de barras, tabelas, recortes de jornais
 ou revistas, situações problemas,...

 Além disso, através de histórias como:
 “Fugindo das garras do gato”
ALGUMAS SUGESTÕES DE ROTEIRO DE
  TRABALHO:
1) ESCOLHA DO ASSUNTO A SER PESQUISADO;
2) ELABORAR UMA TABELA COM OS DADOS
  ABAIXO:
            MARCAS DE    QUANTIDADE
          REFRIGERANTE    DE PESSOAS
           COCA- COLA          50
             PEPSI             30
            GUARANÁ            40
             FANTA             20
            OUTROS             20
             TOTAL
3) CONSTRUIR OS GRÁFICOS DE BARRAS A PARTIR DA
  TABELA.
5) CONSTRUIR OS GRÁFICOS DE SETORES UTILIZANDO EXCEL
INTERPRETAÇÃO DE DADOS EM TABELAS E GRÁFICOS ,
 COLETADOS EM JORNAIS, REVISTAS OU SITES

         PROVA BRASIL
 Resolver     problema     envolvendo   informações
  apresentadas em tabelas e/ou gráficos.
 Associar informações apresentadas em listas e/ou
  tabelas simples aos gráficos

Ex.: Com o objetivo de divulgar um dos seus produtos,
 determinada industria entrevistou 600 pessoas para
 saber qual era o veículo de informação era mais
 utilizado por elas. Dentre os entrevistados, 72
 preferiram jornal, 276 rádio, 42 revista e 210
 televisão. Construir uma tabela e gráficos a partir
 dos dados e interpretar os resultados.
Referências
 BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de
  Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais –
  Matemática. Brasília: MEC/SEF, V. 3. 1997.
 
 LOPES, Celi Espasandin; COUTINHO, Cileda de Queiros e Silva.
  Leitura e escrita em educação estatística. In: LOPES, Celi
  Espasandin; NACARATO, Adair M.(orgs.) Educação Matemática,
  leitura e escrita: armadilhas, utopias e realidades. Campinas,
  SP: Mercado de letras, 2009.

 SILVA, Márcia C. S.; BURIASCO, Regina L.C. de. Organizando
  informações: Uma questão de tratamento. Educação Matemática
  em Revista, SBEM, ano 13, nº. 20/21, p.39-46, dezembro de
  2006.

Trabalhando Matemática nos Anos Iniciais II

  • 1.
    FORMAÇÃO CONTINUADA ALFABETIZAÇÃOE LETRAMENTO DOS ALUNOS DO 1º AO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL O TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Professora Clarice Brutes Stadtlober
  • 2.
    O TRATAMENTO DAINFORMAÇÃO
  • 3.
     Com relaçãoà estatística, a finalidade é fazer com que o aluno venha a construir procedimentos para coletar, organizar, comunicar e interpretar dados, utilizando tabelas, gráficos e representações que aparecem freqüentemente em seu dia-a-dia.  Relativamente à combinatória, o objetivo é levar o aluno a lidar com situações-problema que envolvam o princípio multiplicativo da contagem, reconhecer que há várias possibilidades na construção de agrupamentos, tomando decisões em situações que envolvem mais de uma possibilidade.
  • 4.
     Com relação à probabilidade, a principal finalidade é a de que o aluno compreenda que grande parte dos acontecimentos do cotidiano são de natureza aleatória e é possível identificar prováveis resultados desses acontecimentos. As noções de acaso aparecem em eventos como os que envolvem lançamento de dados, resultados de loterias, etc.
  • 5.
    Segundo Lopes eCoutinho (2009), o tratamento da informação é uma maneira de referenciarmos e compreendermos as informações que nos rodeiam, através de um estudo prático e da coleta de dados de situações da vida real. A coleta dos dados: fazendo escolhas Silva e Buriasco (2006, p.42), acreditam que esse pode ser um momento para que as questões éticas sejam pensadas, como, por exemplo, a confiança na própria capacidade de fazer escolhas, ter que respeitar a escolha dos colegas, o fato de influenciarem-se ou não pela resposta dos outros.  
  • 6.
    A organização ea representação dos dados coletados Cabe aqui salientarmos que no ensino fundamental ocorre a introdução de um modo de “ler” uma informação que pode nos auxiliar na tomada de decisões. Após a coleta de dados, a partir de uma situação do interesse dos alunos, torna-se necessário a organização e a representação dos dados coletados.   A análise dos resultados obtidos Lopes e Coutinho (2009, p.67), afirmam que a interpretação dos dados em uma análise estatística é subjetiva, de acordo com o contexto.  
  • 7.
     Podemos trabalharo tratamento da informação através de pesquisa de campo, construção de gráficos de barras, tabelas, recortes de jornais ou revistas, situações problemas,...  Além disso, através de histórias como:  “Fugindo das garras do gato”
  • 8.
    ALGUMAS SUGESTÕES DEROTEIRO DE TRABALHO: 1) ESCOLHA DO ASSUNTO A SER PESQUISADO; 2) ELABORAR UMA TABELA COM OS DADOS ABAIXO: MARCAS DE QUANTIDADE REFRIGERANTE DE PESSOAS COCA- COLA 50 PEPSI 30 GUARANÁ 40 FANTA 20 OUTROS 20 TOTAL
  • 9.
    3) CONSTRUIR OSGRÁFICOS DE BARRAS A PARTIR DA TABELA.
  • 12.
    5) CONSTRUIR OSGRÁFICOS DE SETORES UTILIZANDO EXCEL
  • 13.
    INTERPRETAÇÃO DE DADOSEM TABELAS E GRÁFICOS , COLETADOS EM JORNAIS, REVISTAS OU SITES PROVA BRASIL  Resolver problema envolvendo informações apresentadas em tabelas e/ou gráficos.  Associar informações apresentadas em listas e/ou tabelas simples aos gráficos Ex.: Com o objetivo de divulgar um dos seus produtos, determinada industria entrevistou 600 pessoas para saber qual era o veículo de informação era mais utilizado por elas. Dentre os entrevistados, 72 preferiram jornal, 276 rádio, 42 revista e 210 televisão. Construir uma tabela e gráficos a partir dos dados e interpretar os resultados.
  • 14.
    Referências  BRASIL, Ministérioda Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática. Brasília: MEC/SEF, V. 3. 1997.    LOPES, Celi Espasandin; COUTINHO, Cileda de Queiros e Silva. Leitura e escrita em educação estatística. In: LOPES, Celi Espasandin; NACARATO, Adair M.(orgs.) Educação Matemática, leitura e escrita: armadilhas, utopias e realidades. Campinas, SP: Mercado de letras, 2009.  SILVA, Márcia C. S.; BURIASCO, Regina L.C. de. Organizando informações: Uma questão de tratamento. Educação Matemática em Revista, SBEM, ano 13, nº. 20/21, p.39-46, dezembro de 2006.