A violência contra a
   mulher sobre a ótica da
   evolução soci al e dos
      D r ei t os C vi s.
       i           i
D sci pl i na: Construção do C
 i                              onheci m o e M odol ogi a
                                        ent   et
da Pesqui sa
Pr of essor a: Jani ny Li m e Si l va
                           a
C ponent es: G l van Al ves, Li bna R ssa, M
 om              i                      i   anoel Moaci r
e Jobed Soar es.
C so: D r ei t o Tur m 2 Tur no: M ut i no
 ur      i             a:           at
“A violência, seja qual for a
maneira como ela se
manifesta, é sempre uma
derrota.”
                   Jean-Paul Sartre
 Conceito de Violência Doméstica;

 Declaração das Nações U das – 1949;
                           ni
    “Todo e qualquer ato que tenha como
    resultado o dano de natureza
    física, sexual ou psicológica”;

 Aspectos históricos;

 Aristóteles e a descrição da cl asse
f em ni na.
    i
 Características da violência cont r a a m her ;
                                           ul
 Marcas       visíveis   pel o    cor po;    sent i m os
                                                      ent
abal ados, m   edo excessi vo e total submissão ao
companhei r o;
 Tr anst or nos causados:
       depressão;
       traumas físicos e psicológicos;
       alguns casos, até m o suicídio.
                             esm

 Os prejudicados são muitas vezes, não somente os
formadores do casal, mas também seus f i l hos;
 Dados mostram que em 66% dos casos de agressão os
filhos estão presentes e cerca de 16% sofrem a violência
junto com a mãe.
 Ambiente familiar violento como
um estímulo à violência;

 A “coisificação” da m her
                       ul      na
ant i gui dade;

 Consequências negat i vas dessa
i deol ogi a par a os doi s sexos.
 Violência doméstica - relação com os m s         ai
pobr es;
 Abusos sexuais – índice maior em classe médias e
al t as;
 Violência simbólica - elaborado pelo sociólogo
Pi er r e Bour di eu;
 A violência simbólica pode ser exercida por
diferentes instituições da sociedade: o Estado, a
mídia, a escol a;
     Experiências de Violência Simbólica
    1) Relação ent r e col egas
    2) Relação ent r e pr of essor es e al unos
    3) Regras impostas pela instituição ao pr of essor
 O Br asi l ocupa a 7ª posição nos países com maior
incidência da violência dom i ca;
                           est

Dados mostram que o número de denúncias de violência
dom i ca cr escer am112% em2010;
   est

 A m or i a r el at ando lesão cor por al , segui do pel as
     ai
ameaças a seguranças;

 O estado de São Paulo foi o que teve o maior número
de denúncias;

 59% das m her es que realizaram a denúncia são
                ul
agr edi das di ar i am e, sendo a cada doi s m nut os 5
                      ent                     i
m her es agr edi das emnosso país.
 ul
 D r ei t os adqui r i dos como passar dos anos;
   i

 D r ei t os nos r am ci vi l e penal ;
   i                  os

 Código ci vi l de 1916/ 2002, ar t i go 158, 1.518 e
1521;

 Papel da m her na soci edade at ual ;
            ul

 Evolução social no que diz respeito a forma como é
t r at ada a m her ;
              ul

 O et i vando uma mudança de opinião, que levará a
   bj
col et i vi dade a encar ar a i gual dade de gênero.
“Eu sou contra a violência
porque parece fazer o
bem, mas o bem só é
temporário. O mal que se faz é
que é permanente”
                       Gandhi

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  • 1.
    A violência contraa mulher sobre a ótica da evolução soci al e dos D r ei t os C vi s. i i D sci pl i na: Construção do C i onheci m o e M odol ogi a ent et da Pesqui sa Pr of essor a: Jani ny Li m e Si l va a C ponent es: G l van Al ves, Li bna R ssa, M om i i anoel Moaci r e Jobed Soar es. C so: D r ei t o Tur m 2 Tur no: M ut i no ur i a: at
  • 2.
    “A violência, sejaqual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.” Jean-Paul Sartre
  • 3.
     Conceito deViolência Doméstica;  Declaração das Nações U das – 1949; ni “Todo e qualquer ato que tenha como resultado o dano de natureza física, sexual ou psicológica”;  Aspectos históricos;  Aristóteles e a descrição da cl asse f em ni na. i
  • 4.
     Características daviolência cont r a a m her ; ul  Marcas visíveis pel o cor po; sent i m os ent abal ados, m edo excessi vo e total submissão ao companhei r o;  Tr anst or nos causados:  depressão;  traumas físicos e psicológicos;  alguns casos, até m o suicídio. esm  Os prejudicados são muitas vezes, não somente os formadores do casal, mas também seus f i l hos;  Dados mostram que em 66% dos casos de agressão os filhos estão presentes e cerca de 16% sofrem a violência junto com a mãe.
  • 5.
     Ambiente familiarviolento como um estímulo à violência;  A “coisificação” da m her ul na ant i gui dade;  Consequências negat i vas dessa i deol ogi a par a os doi s sexos.
  • 6.
     Violência doméstica- relação com os m s ai pobr es;  Abusos sexuais – índice maior em classe médias e al t as;  Violência simbólica - elaborado pelo sociólogo Pi er r e Bour di eu;  A violência simbólica pode ser exercida por diferentes instituições da sociedade: o Estado, a mídia, a escol a;  Experiências de Violência Simbólica 1) Relação ent r e col egas 2) Relação ent r e pr of essor es e al unos 3) Regras impostas pela instituição ao pr of essor
  • 7.
     O Brasi l ocupa a 7ª posição nos países com maior incidência da violência dom i ca; est Dados mostram que o número de denúncias de violência dom i ca cr escer am112% em2010; est  A m or i a r el at ando lesão cor por al , segui do pel as ai ameaças a seguranças;  O estado de São Paulo foi o que teve o maior número de denúncias;  59% das m her es que realizaram a denúncia são ul agr edi das di ar i am e, sendo a cada doi s m nut os 5 ent i m her es agr edi das emnosso país. ul
  • 8.
     D rei t os adqui r i dos como passar dos anos; i  D r ei t os nos r am ci vi l e penal ; i os  Código ci vi l de 1916/ 2002, ar t i go 158, 1.518 e 1521;  Papel da m her na soci edade at ual ; ul  Evolução social no que diz respeito a forma como é t r at ada a m her ; ul  O et i vando uma mudança de opinião, que levará a bj col et i vi dade a encar ar a i gual dade de gênero.
  • 9.
    “Eu sou contraa violência porque parece fazer o bem, mas o bem só é temporário. O mal que se faz é que é permanente” Gandhi