RESSURREIÇÃO
E VIDA JOÃO 20.27
Ressurreição e vida
(Jo 20.27)
O último estudo deste período vai marcar a vida da
humanidade para sempre. Jesus cumpriu três cargos
mais importantes que poderiam existir para o povo
de Israel no Antigo Testamento:
• Profeta
• Rei
• sacerdote
Ressurreição e vida
(Jo 20.27)
• Como profeta, transmite-nos a Palavra de Deus;
• Como rei, governa a igreja e o próprio universo;
• Como sacerdote, ele mesmo é o sacrifício
oferecido.
Ressurreição e vida
(Jo 20.27)
• Estamos no epílogo do Evangelho de João,
podemos tirar lições distintas na morte de Cristo:
 Substitutiva e voluntária (Jo 10.14-18)
 Redentora, propiciatória e expiatória (Jo 1.29)
João 20.1-10
Pensamento único - todos pensavam que Jesus
estava morto.
Surpresa para todos – o túmulo estava vazio.
Pedro parece fazer perguntas: Ressurgiu? Meu
Deus; Ressurgiu? João, entrando no túmulo, “Ele
viu e creu”: Ressurgiu. Aleluia! Maria Madalena
insiste depois: Ressurgiu! Sim; Ressurgiu!
João 20.11-18
Conteúdo do diálogo entre Maria Madalena e
Jesus - o próprio Senhor se aproxima dela e lhe
lembra das Escrituras que sempre falaram que
Ele morreria e ressuscitaria. A voz inconfundível
do Mestre dissipa a ideia errônea da identidade
e ela lhe dá o verdadeiro título: “Rabboni”, o
mesmo que Rabi, e ouve dele
mesmo que deve procurar seus
irmãos e contar o Evangelho, a boa
notícia.
Temos repartido a ressurreição de
Cristo a outros?
João 20.19-31
Jesus entre os apóstolos – após o episódio do
Caminho de Emaús, Jesus aparece. Os dez
apóstolos estavam trancafiados no medo. Tomé
não estava, duvidou. Não só ele, todos
descreram a ponto de Jesus os censurar pela
incredulidade.
João 20.19-31
Resposta de Jesus diante da descrença – uma
semana mais tarde, Jesus se dá a ver a Tomé.
Jesus repreende a todos numa sentença a
Tomé: “Porque me viu, você creu? Mais felizes
os que não viram e creram”.
Refletir:
Jesus demonstra toda misericórdia,
longanimidade e benignidade para com os seus
seguidores incrédulos, desobedientes e duros de
coração. Somo crentes sem duvidar?
João 21
Convites de Jesus a Pedro - Pedro voltou a
pescar. Três anos haviam se passado desde o
primeiro encontro de Pedro com Jesus: “De
agora em diante serás pescador de homens”.
Aceitou e foi testemunha de inúmeros milagres,
preciosos ensinos e indescritíveis manifestações
de amor.
João 21. 1-14
Pedro volta a pescar - quando Pedro diz aos
outros: “Eu vou pescar”, esses discípulos se
despuseram: “Nós também vamos pescar com
você”.
Refletir
Todos somos sujeitos a influência, e algumas
podem ser péssimas. Contudo, mais uma vez,
nada pescaram. Ficava claro e evidente que o
sustento não viria do mar, que a chamada era
para serem “pescadores de homens”. Eles
distraíram-se com afazeres em detrimento da
prioridade de Cristo.
Poder de Cristo na pesca
Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mais uma
lição, mais uma repreensão. É óbvio que nada
pescaram. Jesus pergunta apenas para que haja
confissão. Assim como na primeira pesca
milagrosa (Lc 5.1-11), mais uma vez Deus reúne
o cardume para os propósitos dele.
Ensino aos discípulos
Deus não precisa do esforço humano. Ele pode
oferecer peixe frito sem necessidade que
alguém vá pescar. Ele ainda dá o maná.
Aplicação à nossa vida
Em nossos sofrimentos, Jesus está pronto para
restaurar as nossas forças.
João 21.15-26
Ensino de Jesus a Pedro (Jo 21.15) – os seus
discípulos precisariam de alguém que os
conduzissem. A intenção foi apenas moldar o
caráter dele.
Instrução de Jesus – “Assim como o Pai me
enviou, eu também vos envio” (v.21) Qual a
base? O amor (Jo 15.11)
João 21.15-26
O peso da palavra amor – a palavra hebraica
para amor é “ahava”, que vem da raiz “hav”
(verbo dar). “Porque Deus AMOU (ágape) o
mundo de tal maneira que DEU (aqui está a
força da transliteração “amor” = “hav”) o seu
Filho Unigênito” (Jo 3.16). Amor no conceito
bíblico é ação, conduta.
João 21.15-26
Pedro entende a mensagem de Jesus – Pedro
deixou as redes, e os apóstolos também.
Entendeu que quando amamos, agimos,
enfrentamos, damos a própria vida, entregamos
todos os bens, não negamos, não fugimos. Tu
me amas (ágape), amo (filos); tu me amas
(filos), sim, amo (filos).
Ágape – amor divino, sem interesse,
incondicional.
Filos – amor fraterna, gostar, limitado.
Aplicação à nossa vida
Se fosse necessário, Jesus perguntaria mais 30
vezes até Pedro entender que quem ama faz,
não nega, não foge, não volta atrás. Essa é a
mensagem de Jesus para a vida: abra a porta e
viva na dependência do Cristo. Foi esse o convite
de Cristo à igreja de Laodiceia (Ap 3.14-22). É
possível recomeçar, avançar e nunca mais parar.
Segue-me tu.
PROMESSA DE CONQUISTA
RESSURREIÇÃO E VIDA
O plano redentor de Deus para a
humanidade se consumou com a
ressurreição de Cristo.
Prof. Mariângela
Domeniche Perdomo

Sim, ele é o cristo lição 13

  • 2.
  • 3.
    Ressurreição e vida (Jo20.27) O último estudo deste período vai marcar a vida da humanidade para sempre. Jesus cumpriu três cargos mais importantes que poderiam existir para o povo de Israel no Antigo Testamento: • Profeta • Rei • sacerdote
  • 4.
    Ressurreição e vida (Jo20.27) • Como profeta, transmite-nos a Palavra de Deus; • Como rei, governa a igreja e o próprio universo; • Como sacerdote, ele mesmo é o sacrifício oferecido.
  • 5.
    Ressurreição e vida (Jo20.27) • Estamos no epílogo do Evangelho de João, podemos tirar lições distintas na morte de Cristo:  Substitutiva e voluntária (Jo 10.14-18)  Redentora, propiciatória e expiatória (Jo 1.29)
  • 6.
    João 20.1-10 Pensamento único- todos pensavam que Jesus estava morto. Surpresa para todos – o túmulo estava vazio. Pedro parece fazer perguntas: Ressurgiu? Meu Deus; Ressurgiu? João, entrando no túmulo, “Ele viu e creu”: Ressurgiu. Aleluia! Maria Madalena insiste depois: Ressurgiu! Sim; Ressurgiu!
  • 7.
    João 20.11-18 Conteúdo dodiálogo entre Maria Madalena e Jesus - o próprio Senhor se aproxima dela e lhe lembra das Escrituras que sempre falaram que Ele morreria e ressuscitaria. A voz inconfundível do Mestre dissipa a ideia errônea da identidade e ela lhe dá o verdadeiro título: “Rabboni”, o mesmo que Rabi, e ouve dele mesmo que deve procurar seus irmãos e contar o Evangelho, a boa notícia.
  • 8.
    Temos repartido aressurreição de Cristo a outros?
  • 9.
    João 20.19-31 Jesus entreos apóstolos – após o episódio do Caminho de Emaús, Jesus aparece. Os dez apóstolos estavam trancafiados no medo. Tomé não estava, duvidou. Não só ele, todos descreram a ponto de Jesus os censurar pela incredulidade.
  • 10.
    João 20.19-31 Resposta deJesus diante da descrença – uma semana mais tarde, Jesus se dá a ver a Tomé. Jesus repreende a todos numa sentença a Tomé: “Porque me viu, você creu? Mais felizes os que não viram e creram”.
  • 11.
    Refletir: Jesus demonstra todamisericórdia, longanimidade e benignidade para com os seus seguidores incrédulos, desobedientes e duros de coração. Somo crentes sem duvidar?
  • 12.
    João 21 Convites deJesus a Pedro - Pedro voltou a pescar. Três anos haviam se passado desde o primeiro encontro de Pedro com Jesus: “De agora em diante serás pescador de homens”. Aceitou e foi testemunha de inúmeros milagres, preciosos ensinos e indescritíveis manifestações de amor.
  • 13.
    João 21. 1-14 Pedrovolta a pescar - quando Pedro diz aos outros: “Eu vou pescar”, esses discípulos se despuseram: “Nós também vamos pescar com você”.
  • 14.
    Refletir Todos somos sujeitosa influência, e algumas podem ser péssimas. Contudo, mais uma vez, nada pescaram. Ficava claro e evidente que o sustento não viria do mar, que a chamada era para serem “pescadores de homens”. Eles distraíram-se com afazeres em detrimento da prioridade de Cristo.
  • 15.
    Poder de Cristona pesca Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mais uma lição, mais uma repreensão. É óbvio que nada pescaram. Jesus pergunta apenas para que haja confissão. Assim como na primeira pesca milagrosa (Lc 5.1-11), mais uma vez Deus reúne o cardume para os propósitos dele.
  • 16.
    Ensino aos discípulos Deusnão precisa do esforço humano. Ele pode oferecer peixe frito sem necessidade que alguém vá pescar. Ele ainda dá o maná.
  • 17.
    Aplicação à nossavida Em nossos sofrimentos, Jesus está pronto para restaurar as nossas forças.
  • 18.
    João 21.15-26 Ensino deJesus a Pedro (Jo 21.15) – os seus discípulos precisariam de alguém que os conduzissem. A intenção foi apenas moldar o caráter dele. Instrução de Jesus – “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (v.21) Qual a base? O amor (Jo 15.11)
  • 19.
    João 21.15-26 O pesoda palavra amor – a palavra hebraica para amor é “ahava”, que vem da raiz “hav” (verbo dar). “Porque Deus AMOU (ágape) o mundo de tal maneira que DEU (aqui está a força da transliteração “amor” = “hav”) o seu Filho Unigênito” (Jo 3.16). Amor no conceito bíblico é ação, conduta.
  • 20.
    João 21.15-26 Pedro entendea mensagem de Jesus – Pedro deixou as redes, e os apóstolos também. Entendeu que quando amamos, agimos, enfrentamos, damos a própria vida, entregamos todos os bens, não negamos, não fugimos. Tu me amas (ágape), amo (filos); tu me amas (filos), sim, amo (filos). Ágape – amor divino, sem interesse, incondicional. Filos – amor fraterna, gostar, limitado.
  • 21.
    Aplicação à nossavida Se fosse necessário, Jesus perguntaria mais 30 vezes até Pedro entender que quem ama faz, não nega, não foge, não volta atrás. Essa é a mensagem de Jesus para a vida: abra a porta e viva na dependência do Cristo. Foi esse o convite de Cristo à igreja de Laodiceia (Ap 3.14-22). É possível recomeçar, avançar e nunca mais parar. Segue-me tu.
  • 22.
    PROMESSA DE CONQUISTA RESSURREIÇÃOE VIDA O plano redentor de Deus para a humanidade se consumou com a ressurreição de Cristo.
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