Ano 4 - Edição 40
Mogi das Cruzes,
julho de 2016
Distribuição gratuita
SETEMI NEWS
DESTAQUE
Depressão atinge 10,2% dos
brasileiros desempregados
Estudo que o Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) divulgou indica que, em
2013, 10,2% dos brasileiros com 18 anos ou
mais que estavam fora do mercado de trabalho
(um em cada dez) sofriam de algum tipo de PÁGINA 2
SAÚDE
PÁGINA 3
O Plano Nacional de Educação (PNE) com-
pleta dois anos. De acordo com a norma, a
esta altura, o Brasil já deveria ter definido
um custo mínimo para garantir a qualidade
do ensino no país, uma política nacional de
formação para os professores e, até o final
do ano, estar com todas as crianças e jovens
de4a17anosmatriculadosnas escolas.
Plano Nacional de Educação completa
dois anos com atraso no cumprimento
de metas
Entidades criticam lei que prevê
pulverização aérea de inseticida
contraoAedes
A lei que autoriza o uso de aviões para pulve-
rizar substâncias químicas contra o mosquito
Aedes aegypti, sancionada pelo presidente
interino, MichelTemer, foi duramente critica-
da por organizações de saúde e combate a
agrotóxicos. Publicada no Diário Oficial da
União, a Lei 13.301/2016 prevê a incorpora-
ção de mecanismos de controle vetorial por
meiodedispersãoporaeronaves.
PÁGINA 4
GERAL
DIREITOS HUMANOS
Homicídios são a principal causa de morte de crianças e adolescentes, diz estudo
Por dia, 29 crianças e adolescentes são assassinadas no Bra-
sil, de acordo com estudo da Faculdade Latino Americana
de Ciências Sociais (Flacso) Brasil divulgado. O número
coloca o país em terceiro lugar em homicídios de crianças e
adolescentesemumalistade85nações.
depressão, de um total de 61,8 milhões de pes-
soas que não trabalhavam, nem procuravam
emprego - em um universo de 93 milhões de
empregados.
PESQUISA E INOVAÇÃO
PÁGINA 5
Dos carros sem motoristas à internet
das coisas e dos órgãos em chip a
bactérias que se transformam em
fábricas: essas são algumas das tec-
nologias emergentes de 2016 que
mudarão o mundo, melhorando a
nossa vida cotidiana, transforman-
do os processos produtivos nas
indústrias e contribuindo para a
melhoriadoplaneta.
Especialistas apresentam
tecnologias que vão mudar
o mundo em 2016
ECONOMIA
PÁGINA 6
No Brasil, diariamente, são desper-
diçados 40 mil toneladas de alimen-
tos,segundoVivianeRomeiro,coor-
denadora de Mudanças Climáticas
doWorld Resources Institute (WRI)
Brasil, uma instituição de pesquisa
internacional. Isso coloca o Brasil,
segundo ela, entre os dez países que
mais perdem e desperdiçam alimen-
tosnomundo.
Brasil desperdiça 40 mil toneladas
de alimento por dia, diz entidade
PÁGINA 9
Artes Gráficas
ETEMIS
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Cel: 99927-0908
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julho de 20162 SETEMI NEWS
Depressão atinge 10,2% dos
brasileiros desempregados
DESTAQUE
S
Estudo que o Instituto Brasilei-
ro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou indica que,
em 2013, 10,2% dos brasileiros
com 18 anos ou mais que esta-
vam fora do mercado de traba-
lho (um em cada dez) sofriam
de algum tipo de depressão, de
um total de 61,8 milhões de
pessoas que não trabalhavam,
nem procuravam emprego - em
um universo de 93 milhões de
empregados.
Os dados fazem parte da Pes-
quisa Nacional de Saúde 2015
– Indicadores de Saúde e Mer-
cadodeTrabalho.
O levantamento contabilizava,
na época, a existência de cerca
de 160 milhões de pessoas inte-
grando a População em Idade
Ativa (PIA) do país, em um
universo de 200,6 milhões de
pessoas, segundo o Censo
2010.
Quando se analisa os brasilei-
ros em idade ativa desocupados
(5,7 milhões fora do mercado
de trabalho, mas procurando
emprego) em 2013, o percentu-
alcaipara7,5%.
Já entre as pessoas fora do mer-
cado de trabalho (que não tra-
balhavam, nem procuravam
emprego, embora em idade
ativa), o total passa a 7,6%, o
equivalente a 11,2 milhões. O
percentual menor de trabalha-
dores com depressão foi verifi-
cado entre a população ocupa-
da:6,2%.
O levantamento sobre a ocor-
rência de depressão entre a
população em idade ativa
abrange o contingente de pes-
soas com idade acima de 18
anos e indica, ainda, que
12,6% da população fora do
mercado tomavam algum tipo
deremédioparadormir.
As análises foram feitas em
convênio com o Ministério da
Saúde. Em relação ao sexo,
tanto no domínio da população
de 18 anos ou mais quanto no
da população ocupada desta
mesma faixa etária, as mulhe-
res apresentaram percentual de
prevalências de diagnóstico de
depressão mais elevado:
10,1%.
Analisando as pessoas ocupa-
Sem menos perceber já passa-
mos da metade do ano de 2016.
Tantas situações já aconteceram
nesteanoquetãorápidoseenca-
minha para o segundo semestre.
Até aqui já vivenciamos uma
crise financeira que tem abalado
toda sociedade e como conse-
quência tem vitimado milhares
de brasileiros com o desempre-
go. Famílias inteiras tem sofri-
do com os altos preços de ali-
mentos, moradias e medica-
mentos. Precisamos urgente-
mente de políticas públicas que
tragam novamente o emprego e
condições de vida favoráveis a
todos os brasileiros que tanto
sofrem com o descaso e a falta
de respeito de políticos, que ao
invés de representarem o povo
lhes proporcionando melhoria
de vida acabam por matar o
pouco que lhes restam da sobre-
vivência.Vamoslutarjuntos!
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das de 18 anos ou mais de
idade por grupos etários, os
dados mostram que o diag-
nóstico médico de depressão
aumentava até o grupo de 40 a
59 anos, observando-se redu-
ção da prevalência a partir
dessa faixa – entre as pessoas
de 40 a 59 anos de idade, 8,2%
relataram ter diagnóstico de
depressão, enquanto para
aquelas de 60 anos ou mais de
idade a prevalência foi de
7,4%.
Para análise do contingente
de pessoas fora do mercado
de trabalho com depressão, o
IBGE levou em consideração
a população com mais de 18
anos de idade, que não exercia
qualquer atividade: aposenta-
dos, estudantes, pessoas que
desistiram temporariamente
de procurar emprego em
razão das muitas dificuldades
momentâneas do mercado ou,
ainda, mulheres cujos mari-
dos tinham rendimentos ele-
vados e decidiram se dedicar
somente aos filhos e aos cui-
dadosdolar.
julho de 2016 3SETEMI NEWS
Plano Nacional de Educação completa dois
anos com atraso no cumprimento de metas
S
EDUCAÇÃO
O Plano Nacional de Educação
(PNE) completa dois anos. De
acordo com a norma, a esta altu-
ra, o Brasil já deveria ter defini-
do um custo mínimo para
garantir a qualidade do ensino
no país, uma política nacional
de formação para os professores
e, até o final do ano, estar com
todas as crianças e jovens de 4 a
17 anos matriculados nas esco-
las. No entanto, a realidade não
éessa.
O PNE – Lei 13.005/2014 san-
cionada na íntegra pela presi-
denta afastada Dilma Rousseff
em 26 de junho de 2014 – ainda
não saiu completamente do
papel. Para o cumprimento inte-
gral do plano até 2024, o Brasil
teria que definir estratégias
consideradas fundamentais, já
quealeidatade25dejunho.
“Infelizmente, não vamos cum-
prir as metas para o segundo
ano, em um cenário em que o
plano está escanteado. Não é só
por política ou crise econômica,
não se vê dos governantes
nenhuma disposição em colocar
o PNE como prioridade”, diz o
coordenador-geral da Campa-
nhaNacionalpeloDireitoàEdu-
cação,DanielCara.
O PNE estabelece 20 metas para
serem cumpridas até 2024. Para
chegar ao objetivo, há estratégi-
as e metas intermediárias. A lei
trata do ensino infantil à pós-
graduação, inclui a formação de
professores e o investimento no
setor, que deverá sair dos atuais
6,6% para 10% do Produto
InternoBruto(PIB).
De acordo com levantamento
feito pela Campanha Nacional
pelo Direito à Educação,
nenhuma das metas do PNE foi
integralmente cumprida, nem
mesmo as do primeiro ano da
lei. “O PNE é algo muito men-
cionado nos discursos, desde o
governo Dilma até o governo
interino, todos os ministros da
Educação mencionaram o PNE
em discursos, mas na ação ele
não é considerado”, acrescenta
DanielCara.
Entre as medidas que deveriam
estar em prática estão o chama-
do Custo Aluno-Qualidade
inicial (CAQi), que estipulará o
investimento necessário para
garantir os insumos necessári-
os a uma educação de qualida-
de, e o Sistema Nacional de
Educação (SNE), que estabele-
cerá a colaboração entre União,
estados e municípios para a
ofertaeducacional.
“O problema é que não está
claro quem tem que cumprir
essa parte orçamentária. É a
União? São os estados? Quais
entessãoresponsáveis?
Em época de restrição orçamen-
tária, dificulta não ter essa clare-
za”, questiona o doutor em eco-
nomia e professor da Universi-
dade de São Paulo (USP) Rey-
naldoFernandes.
Ele foi presidente do Instituto de
Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (Inep) e membro do
Conselho Nacional de Educa-
ção.
julho de 20164 SETEMI NEWS
Entidades criticam lei que prevê pulverização
aérea de inseticida contra o Aedes
S
GERAL
A lei que autoriza o uso de
aviões para pulverizar substân-
cias químicas contra o mosquito
Aedes aegypti, sancionada
pelo presidente interino, Michel
Temer, foi duramente criticada
por organizações de saúde e
combateaagrotóxicos.
Publicada no Diário Oficial da
União, a Lei 13.301/2016 prevê
a “incorporação de mecanismos
de controle vetorial por meio de
dispersão por aeronaves medi-
ante aprovação das autoridades
sanitárias e da comprovação
científica da eficácia da medi-
da” como umas das medidas de
combate ao mosquito transmis-
sor de dengue, zika e chikun-
gunya.
O Fórum Nacional de Combate
aos Impactos dos Agrotóxicos
(FNDCIA) divulgou nota em
que reprova a sanção presiden-
cial. De acordo com o procura-
dor regional do Ministério
Público do Trabalho (MPT) em
Pernambuco, Pedro Serafim,
coordenador nacional da entida-
de, a lei tem potencial para cau-
sar doenças nos seres humanos e
outras espécies, além de perdas
econômicas.
“Alguns países da comunidade
europeia, e também o Canadá e
os Estados Unidos, vem restrin-
gindo a pulverização aérea. Nós
vemos um retrocesso muito
grave para a saúde pública. O
fumacê não resolveu, tem torna-
do o mosquito resistente, e não
vai ser com essa pulverização
desordenada, que pouco alcança
o alvo, que vai resolver”, criti-
cou. O coordenador do Grupo de
Saúde eAmbiente daAssociação
Brasileira de Saúde Coletiva
(Abrasco), Marcelo Firpo, clas-
sificou a autorização prevista na
lei como um “retrocesso civiliza-
tório”. Segundo ele, as áreas afe-
tadas vão ser usadas como labo-
ratórios. “Vai fazer da popula-
ção em geral um grande espaço
de experimentação humana
com substâncias perigosas,
cujos efeitos só vão aparecer
anos depois.” A lei não delimita
que substâncias serão permiti-
das ou proibidas nas pulveriza-
ções. AAbrasco critica o uso de
qualquer produto, mas cita com
maior preocupação o risco o
perigo do Malation, químico
usado em carros de fumacê pelo
país. “Muitos princípios ativos
que combatem, o ciclo repro-
dutivo dos insetos, também
têm potencial de afetar o orga-
nismo humano. Esse é o caso
da substância Malation. Foi
classificado pelo IARC [sigla
em inglês para Agência Inter-
nacional de Pesquisa sobre
Câncer], ligado à Organização
Mundial de Saúde, como um
produto provavelmente cance-
rígeno”,explicou.
julho de 2016 5SETEMI NEWS
Especialistas apresentam tecnologias que vão mudar
o mundo em 2016
S
PESQUISA E INOVAÇÃO
Dos carros sem motoristas à
internet das coisas e dos órgãos
em chip a bactérias que se trans-
formam em fábricas: essas são
algumas das tecnologias emer-
gentes de 2016 que mudarão o
mundo, melhorando a nossa
vida cotidiana, transformando
os processos produtivos nas
indústrias e contribuindo para a
melhoriadoplaneta.
As 10 novas tecnologias foram
anunciadas por especialistas do
Fórum Econômico Mundial e
publicadas pela revista científi-
ca Scientific American. Confira
quaissãoelas:
Internet das coisas a nível nano
–Até 2020, 30 bilhões os micro-
sensores localizados em carros,
termostatos, fechaduras, colei-
ras de animais e vários outros
objetos estarão conectados em
rede e conseguirão transmitir
informaçõesentresi.
Novas baterias - Um dos maio-
res obstáculos na difusão de
energias renováveis – como a
solar e a eólica – é a imprevisibi-
lidade entre sua oferta e sua
demanda, ou seja, muitas vezes
o tempo está propício para uma
grande produção de energia que
passa a ser mais do que a neces-
sária naquele momento para
aquela região e que se perde ao
tentar ser armazenada. O contrá-
rio também ocorre, quando o
tempo ruim não ajuda na produ-
ção suficiente para determinado
momento.
Materiais em 2D - Uma nova
classe de materiais que contam
com apenas uma camada de áto-
mos está sendo considerada uma
das principais tecnologias desse
tempo. Um exemplo de material
em 2D, como são chamados, é o
grafeno, feito a partir do carbo-
no e que é mais forte que aço,
mais resistente que diamante,
super flexível, super leve, trans-
parente e um veloz condutor
elétrico.
Carros sem motoristas -Adifu-
são de carros que não precisam
de motoristas para se deslocar
vai aumentar gradualmente
junto com a tecnologia que
garantirá a segurança desses
veículos e com a introdução de
normas e leis que regularão a
circulação desses carros nas
estradas. Eles também poderão
ser extremamente úteis em
populações mais velhas que
não querem ou não podem mais
dirigir e na prevenção de aci-
dentes.
Órgãos em chips - Essa tecno-
logia, que se faz cada vez mais
necessária, cria miniatura de
órgãos humanos em micro-
chips para que os tecidos pos-
sam ser analisados e usados
para acelerar os estudos contra
doenças e para o desenvolvi-
mento de novos remédios sem
ouso detestesemanimais.
Microrganismos como fábricas
- Os avanços nos campos de
bioengenharia, como os de bio-
logia sintética, biologia de sis-
temas e engenharia evolutiva,
estão permitindo com que bac-
térias e outros microrganismos
se transformem em fábricas de
químicos que poderão no futu-
ro substituir os petroquímicos,
como petróleo, carvão e outros
combustíveisfósseis.
Com microrganismos vivos
sintetizando químicos, setores
como o de biocombustíveis e o
de remédios podem evoluir e
impactar menos o meio-
ambiente, sendo menos poluen-
tesenocivos.
julho de 20166 SETEMI NEWS
Brasil desperdiça 40 mil toneladas de alimento
por dia, diz entidade
S
ECONOMIA
No Brasil, diariamente, são des-
perdiçados 40 mil toneladas de
alimentos, segundo Viviane
Romeiro, coordenadora de
Mudanças Climáticas do World
Resources Institute (WRI) Bra-
sil, uma instituição de pesquisa
internacional.Isso colocaoBra-
sil, segundo ela, entre os dez
países que mais perdem e des-
perdiçam alimentos no mundo.
Viviane participou do Sustaina-
ble Food Summit da América
Latina, evento promovido pela
Rede Save Food Brasil, em São
Paulo, e que discutiu a perda e o
desperdício com alimen-
tos emtodoomundo.
“O Brasil está entre os dez
principais países que mais
perdem e desperdiçam
alimento. Estamos falando
da cadeia de perda e de
desperdício. Perda que
tem a ver com a colheita, a
pós-colheita, com a distri-
buição e o desperdício que já
vem no final da cadeia, que é no
varejo, no supermercado e com
o hábito do consumidor”, disse
Viviane. Essa perda e desperdí-
cio de alimentos tem diversas
implicações. Uma delas é com
relação à segurança alimentar.
“Hoje temos aproximadamente
7 bilhões de pessoas [no mun-
do] e a estimativa é que, em
2050, seremos 9 bilhões.
Enquanto isso, aproximada-
mente 1 bilhão de pessoas não
tem acesso adequado e sofre
com desnutrição e falta de ali-
mento adequado. Então, prime-
iramente, essa é uma questão de
segurançaalimentar”,disse.
SegundoAllan Boujanic, repre-
sentante da Organização das
Nações Unidas para a Agricul-
tura e Alimentação (FAO) no
Brasil, cerca de 30% de tudo o
que é produzido no mundo é
desperdiçado e perdido antes
de chegar à mesa do consumi-
dor. Isso provoca, segundo a
FAO, um prejuízo econômico
estimado em US$ 940 bilhões
por ano, o que corresponde a
cercadeR$3trilhões.
julho de 2016 7SETEMI NEWS
julho de 20168 SETEMI NEWS
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julho de 2016 9SETEMI NEWS
Homicídios são a principal causa de morte de
crianças e adolescentes, diz estudo
S
DIREITOS HUMANOS
Por dia, 29 crianças e adoles-
centes são assassinadas no Bra-
sil, de acordo com estudo da
Faculdade LatinoAmericana de
Ciências Sociais (Flacso) Brasil
divulgado. O número coloca o
país em terceiro lugar em homi-
cídios de crianças e adolescen-
tes em uma lista de 85 nações. O
número de vítimas negras é
quase três vezes maior que o de
brancas.
Segundo o relatório Violência
Letal Contra as Crianças eAdo-
lescentes do Brasil, os homicí-
dios são a principal causa do
aumento drástico das mortes de
crianças e adolescentes por cau-
sas externas. Os assassi-
natos representam cerca
de 2,5% do total de mortes
até os 11 anos e têm um
crescimento acentuado na
entrada da adolescência,
aos 12 anos, quando cau-
sam 6,7% do total de mor-
tes nessa faixa etária. Entre as
mortes ao 14 anos, 25,1% são
por homicídio, percentual que
atinge 48,2% na análise dos
óbitosaos17anos.
“Apesar do mito cordial e boa
praça do Brasil, o país é extre-
mamente violento”, diz o
sociólogo Julio JacoboWaisel-
fisz, coordenador do Programa
de Estudos sobre Violência da
Flacso Brasil, autor do levan-
tamento. O estudo mostra que
houve um aumento no número
de homicídios desde 1980.
Naquele ano, o número das
mortes por acidente de trans-
portelideravaas causasdemor-
tes por fator externo de crianças
e adolescentes, com 4.782 pes-
soas de até 19 anos. Esse núme-
ro subiu para 5.262 em 2013. Já
os homicídios, que somaram
1.825 casos em 1980 saltaram
para 10.520 em 2013, um
aumento de quase seis vezes.
Em 34 anos, 207.438 crianças e
adolescentes foram mortos no
país,segundoolevantamento.
Para Waiselfisz, a organização
social e econômica em grandes
cidades favorece a violência.
“A modernização crescente
criou um sistema de agressivi-
dade, tanto no meio familiar,
quanto nas outras relações.
Esse desequilíbrio está sendo
observado em várias partes do
mundo e fica evidente com as
migrações, com as economias
desequilibradas. No Brasil,
desde a década de 1980, houve
uma metropolização acelerada
e, junto com isso, houve a mar-
ginalização de setores da socie-
dade e aumento da violência”,
diz. Em 1980, as causas exter-
nas representavam 6,7% do
total de mortes até 19 anos; em
2013, essa participação mais
que quadruplicou, chegando a
29%, sendo 13,9% por homicí-
dio, 6,9% por acidentes de
transporte e 1% por suicídio.
Enquanto isso, a taxa de morta-
lidade por causas naturais até
os 19 anos de idade caiu de
387,1 óbitos por 100 mil, em
1980; para 83,4 em 2013, uma
queda de 78,5%.Entre as cau-
sas externas de morte, os aci-
dentes de transporte são o
segundo fator de óbito mais
relevante na infância e adoles-
cência. O Brasil está entre os 15
primeiros países em letalidade
de crianças no trânsito se com-
parado com 87 países, com
base em dados da Organização
MundialdaSaúde(OMS).
julho de 201610 SETEMI NEWS
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julho de 2016 11SETEMI NEWS
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Setemi News Julho/16

  • 1.
    Ano 4 -Edição 40 Mogi das Cruzes, julho de 2016 Distribuição gratuita SETEMI NEWS DESTAQUE Depressão atinge 10,2% dos brasileiros desempregados Estudo que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou indica que, em 2013, 10,2% dos brasileiros com 18 anos ou mais que estavam fora do mercado de trabalho (um em cada dez) sofriam de algum tipo de PÁGINA 2 SAÚDE PÁGINA 3 O Plano Nacional de Educação (PNE) com- pleta dois anos. De acordo com a norma, a esta altura, o Brasil já deveria ter definido um custo mínimo para garantir a qualidade do ensino no país, uma política nacional de formação para os professores e, até o final do ano, estar com todas as crianças e jovens de4a17anosmatriculadosnas escolas. Plano Nacional de Educação completa dois anos com atraso no cumprimento de metas Entidades criticam lei que prevê pulverização aérea de inseticida contraoAedes A lei que autoriza o uso de aviões para pulve- rizar substâncias químicas contra o mosquito Aedes aegypti, sancionada pelo presidente interino, MichelTemer, foi duramente critica- da por organizações de saúde e combate a agrotóxicos. Publicada no Diário Oficial da União, a Lei 13.301/2016 prevê a incorpora- ção de mecanismos de controle vetorial por meiodedispersãoporaeronaves. PÁGINA 4 GERAL DIREITOS HUMANOS Homicídios são a principal causa de morte de crianças e adolescentes, diz estudo Por dia, 29 crianças e adolescentes são assassinadas no Bra- sil, de acordo com estudo da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (Flacso) Brasil divulgado. O número coloca o país em terceiro lugar em homicídios de crianças e adolescentesemumalistade85nações. depressão, de um total de 61,8 milhões de pes- soas que não trabalhavam, nem procuravam emprego - em um universo de 93 milhões de empregados. PESQUISA E INOVAÇÃO PÁGINA 5 Dos carros sem motoristas à internet das coisas e dos órgãos em chip a bactérias que se transformam em fábricas: essas são algumas das tec- nologias emergentes de 2016 que mudarão o mundo, melhorando a nossa vida cotidiana, transforman- do os processos produtivos nas indústrias e contribuindo para a melhoriadoplaneta. Especialistas apresentam tecnologias que vão mudar o mundo em 2016 ECONOMIA PÁGINA 6 No Brasil, diariamente, são desper- diçados 40 mil toneladas de alimen- tos,segundoVivianeRomeiro,coor- denadora de Mudanças Climáticas doWorld Resources Institute (WRI) Brasil, uma instituição de pesquisa internacional. Isso coloca o Brasil, segundo ela, entre os dez países que mais perdem e desperdiçam alimen- tosnomundo. Brasil desperdiça 40 mil toneladas de alimento por dia, diz entidade PÁGINA 9 Artes Gráficas ETEMIS Tel: 2867-6433 Cel: 99927-0908 • Cartão de Visita • Flyer • Banner • Panfleto
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    julho de 20162SETEMI NEWS Depressão atinge 10,2% dos brasileiros desempregados DESTAQUE S Estudo que o Instituto Brasilei- ro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou indica que, em 2013, 10,2% dos brasileiros com 18 anos ou mais que esta- vam fora do mercado de traba- lho (um em cada dez) sofriam de algum tipo de depressão, de um total de 61,8 milhões de pessoas que não trabalhavam, nem procuravam emprego - em um universo de 93 milhões de empregados. Os dados fazem parte da Pes- quisa Nacional de Saúde 2015 – Indicadores de Saúde e Mer- cadodeTrabalho. O levantamento contabilizava, na época, a existência de cerca de 160 milhões de pessoas inte- grando a População em Idade Ativa (PIA) do país, em um universo de 200,6 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010. Quando se analisa os brasilei- ros em idade ativa desocupados (5,7 milhões fora do mercado de trabalho, mas procurando emprego) em 2013, o percentu- alcaipara7,5%. Já entre as pessoas fora do mer- cado de trabalho (que não tra- balhavam, nem procuravam emprego, embora em idade ativa), o total passa a 7,6%, o equivalente a 11,2 milhões. O percentual menor de trabalha- dores com depressão foi verifi- cado entre a população ocupa- da:6,2%. O levantamento sobre a ocor- rência de depressão entre a população em idade ativa abrange o contingente de pes- soas com idade acima de 18 anos e indica, ainda, que 12,6% da população fora do mercado tomavam algum tipo deremédioparadormir. As análises foram feitas em convênio com o Ministério da Saúde. Em relação ao sexo, tanto no domínio da população de 18 anos ou mais quanto no da população ocupada desta mesma faixa etária, as mulhe- res apresentaram percentual de prevalências de diagnóstico de depressão mais elevado: 10,1%. Analisando as pessoas ocupa- Sem menos perceber já passa- mos da metade do ano de 2016. Tantas situações já aconteceram nesteanoquetãorápidoseenca- minha para o segundo semestre. Até aqui já vivenciamos uma crise financeira que tem abalado toda sociedade e como conse- quência tem vitimado milhares de brasileiros com o desempre- go. Famílias inteiras tem sofri- do com os altos preços de ali- mentos, moradias e medica- mentos. Precisamos urgente- mente de políticas públicas que tragam novamente o emprego e condições de vida favoráveis a todos os brasileiros que tanto sofrem com o descaso e a falta de respeito de políticos, que ao invés de representarem o povo lhes proporcionando melhoria de vida acabam por matar o pouco que lhes restam da sobre- vivência.Vamoslutarjuntos! Tudo isso e muito mais você encontra aqui no Jornal SETEMINEWS. Nãodeixedecurtirnossa pági- na no facebook: facebook.- com/seteminews e também de acessar nosso site pelo endere- ço:www.seteminews.com.br Se desejar entrar em contato conosco envie um e-mail para: jornalismo@seteminews.com.br. S SETEMI EDITORA & COMUNICAÇÃO CNPJ 19.641.464/0001-05 Jornalista Profissional: Marcos Dantas - MTB 55235-SP Arte e Revisão: Luzia Miranda Representante Comercial: Geralda Cesário Departamento Jurídico: Dra. Virgínia M. Oliver da Silva Gráfica: Notícias do Alto Tietê Empresa Jornalística, Gráfica e Editora Ltda. Distribuição: Mogi das Cruzes e região ANUNCIE JÁ (11) 2867-6433 (11) 97538-0790 TODAS AS PROPAGANDAS SÃO DE TOTAL RESPONSABILIDADE DO ANUNCIANTE Acesse: www.seteminews.com.br facebook.com/seteminews Fontes de notícias e imagens desta edição: • agenciabrasil • bbcbrasil • usp.br • google images • gazeta.com das de 18 anos ou mais de idade por grupos etários, os dados mostram que o diag- nóstico médico de depressão aumentava até o grupo de 40 a 59 anos, observando-se redu- ção da prevalência a partir dessa faixa – entre as pessoas de 40 a 59 anos de idade, 8,2% relataram ter diagnóstico de depressão, enquanto para aquelas de 60 anos ou mais de idade a prevalência foi de 7,4%. Para análise do contingente de pessoas fora do mercado de trabalho com depressão, o IBGE levou em consideração a população com mais de 18 anos de idade, que não exercia qualquer atividade: aposenta- dos, estudantes, pessoas que desistiram temporariamente de procurar emprego em razão das muitas dificuldades momentâneas do mercado ou, ainda, mulheres cujos mari- dos tinham rendimentos ele- vados e decidiram se dedicar somente aos filhos e aos cui- dadosdolar.
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    julho de 20163SETEMI NEWS Plano Nacional de Educação completa dois anos com atraso no cumprimento de metas S EDUCAÇÃO O Plano Nacional de Educação (PNE) completa dois anos. De acordo com a norma, a esta altu- ra, o Brasil já deveria ter defini- do um custo mínimo para garantir a qualidade do ensino no país, uma política nacional de formação para os professores e, até o final do ano, estar com todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos matriculados nas esco- las. No entanto, a realidade não éessa. O PNE – Lei 13.005/2014 san- cionada na íntegra pela presi- denta afastada Dilma Rousseff em 26 de junho de 2014 – ainda não saiu completamente do papel. Para o cumprimento inte- gral do plano até 2024, o Brasil teria que definir estratégias consideradas fundamentais, já quealeidatade25dejunho. “Infelizmente, não vamos cum- prir as metas para o segundo ano, em um cenário em que o plano está escanteado. Não é só por política ou crise econômica, não se vê dos governantes nenhuma disposição em colocar o PNE como prioridade”, diz o coordenador-geral da Campa- nhaNacionalpeloDireitoàEdu- cação,DanielCara. O PNE estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2024. Para chegar ao objetivo, há estratégi- as e metas intermediárias. A lei trata do ensino infantil à pós- graduação, inclui a formação de professores e o investimento no setor, que deverá sair dos atuais 6,6% para 10% do Produto InternoBruto(PIB). De acordo com levantamento feito pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, nenhuma das metas do PNE foi integralmente cumprida, nem mesmo as do primeiro ano da lei. “O PNE é algo muito men- cionado nos discursos, desde o governo Dilma até o governo interino, todos os ministros da Educação mencionaram o PNE em discursos, mas na ação ele não é considerado”, acrescenta DanielCara. Entre as medidas que deveriam estar em prática estão o chama- do Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), que estipulará o investimento necessário para garantir os insumos necessári- os a uma educação de qualida- de, e o Sistema Nacional de Educação (SNE), que estabele- cerá a colaboração entre União, estados e municípios para a ofertaeducacional. “O problema é que não está claro quem tem que cumprir essa parte orçamentária. É a União? São os estados? Quais entessãoresponsáveis? Em época de restrição orçamen- tária, dificulta não ter essa clare- za”, questiona o doutor em eco- nomia e professor da Universi- dade de São Paulo (USP) Rey- naldoFernandes. Ele foi presidente do Instituto de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e membro do Conselho Nacional de Educa- ção.
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    julho de 20164SETEMI NEWS Entidades criticam lei que prevê pulverização aérea de inseticida contra o Aedes S GERAL A lei que autoriza o uso de aviões para pulverizar substân- cias químicas contra o mosquito Aedes aegypti, sancionada pelo presidente interino, Michel Temer, foi duramente criticada por organizações de saúde e combateaagrotóxicos. Publicada no Diário Oficial da União, a Lei 13.301/2016 prevê a “incorporação de mecanismos de controle vetorial por meio de dispersão por aeronaves medi- ante aprovação das autoridades sanitárias e da comprovação científica da eficácia da medi- da” como umas das medidas de combate ao mosquito transmis- sor de dengue, zika e chikun- gunya. O Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FNDCIA) divulgou nota em que reprova a sanção presiden- cial. De acordo com o procura- dor regional do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco, Pedro Serafim, coordenador nacional da entida- de, a lei tem potencial para cau- sar doenças nos seres humanos e outras espécies, além de perdas econômicas. “Alguns países da comunidade europeia, e também o Canadá e os Estados Unidos, vem restrin- gindo a pulverização aérea. Nós vemos um retrocesso muito grave para a saúde pública. O fumacê não resolveu, tem torna- do o mosquito resistente, e não vai ser com essa pulverização desordenada, que pouco alcança o alvo, que vai resolver”, criti- cou. O coordenador do Grupo de Saúde eAmbiente daAssociação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Marcelo Firpo, clas- sificou a autorização prevista na lei como um “retrocesso civiliza- tório”. Segundo ele, as áreas afe- tadas vão ser usadas como labo- ratórios. “Vai fazer da popula- ção em geral um grande espaço de experimentação humana com substâncias perigosas, cujos efeitos só vão aparecer anos depois.” A lei não delimita que substâncias serão permiti- das ou proibidas nas pulveriza- ções. AAbrasco critica o uso de qualquer produto, mas cita com maior preocupação o risco o perigo do Malation, químico usado em carros de fumacê pelo país. “Muitos princípios ativos que combatem, o ciclo repro- dutivo dos insetos, também têm potencial de afetar o orga- nismo humano. Esse é o caso da substância Malation. Foi classificado pelo IARC [sigla em inglês para Agência Inter- nacional de Pesquisa sobre Câncer], ligado à Organização Mundial de Saúde, como um produto provavelmente cance- rígeno”,explicou.
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    julho de 20165SETEMI NEWS Especialistas apresentam tecnologias que vão mudar o mundo em 2016 S PESQUISA E INOVAÇÃO Dos carros sem motoristas à internet das coisas e dos órgãos em chip a bactérias que se trans- formam em fábricas: essas são algumas das tecnologias emer- gentes de 2016 que mudarão o mundo, melhorando a nossa vida cotidiana, transformando os processos produtivos nas indústrias e contribuindo para a melhoriadoplaneta. As 10 novas tecnologias foram anunciadas por especialistas do Fórum Econômico Mundial e publicadas pela revista científi- ca Scientific American. Confira quaissãoelas: Internet das coisas a nível nano –Até 2020, 30 bilhões os micro- sensores localizados em carros, termostatos, fechaduras, colei- ras de animais e vários outros objetos estarão conectados em rede e conseguirão transmitir informaçõesentresi. Novas baterias - Um dos maio- res obstáculos na difusão de energias renováveis – como a solar e a eólica – é a imprevisibi- lidade entre sua oferta e sua demanda, ou seja, muitas vezes o tempo está propício para uma grande produção de energia que passa a ser mais do que a neces- sária naquele momento para aquela região e que se perde ao tentar ser armazenada. O contrá- rio também ocorre, quando o tempo ruim não ajuda na produ- ção suficiente para determinado momento. Materiais em 2D - Uma nova classe de materiais que contam com apenas uma camada de áto- mos está sendo considerada uma das principais tecnologias desse tempo. Um exemplo de material em 2D, como são chamados, é o grafeno, feito a partir do carbo- no e que é mais forte que aço, mais resistente que diamante, super flexível, super leve, trans- parente e um veloz condutor elétrico. Carros sem motoristas -Adifu- são de carros que não precisam de motoristas para se deslocar vai aumentar gradualmente junto com a tecnologia que garantirá a segurança desses veículos e com a introdução de normas e leis que regularão a circulação desses carros nas estradas. Eles também poderão ser extremamente úteis em populações mais velhas que não querem ou não podem mais dirigir e na prevenção de aci- dentes. Órgãos em chips - Essa tecno- logia, que se faz cada vez mais necessária, cria miniatura de órgãos humanos em micro- chips para que os tecidos pos- sam ser analisados e usados para acelerar os estudos contra doenças e para o desenvolvi- mento de novos remédios sem ouso detestesemanimais. Microrganismos como fábricas - Os avanços nos campos de bioengenharia, como os de bio- logia sintética, biologia de sis- temas e engenharia evolutiva, estão permitindo com que bac- térias e outros microrganismos se transformem em fábricas de químicos que poderão no futu- ro substituir os petroquímicos, como petróleo, carvão e outros combustíveisfósseis. Com microrganismos vivos sintetizando químicos, setores como o de biocombustíveis e o de remédios podem evoluir e impactar menos o meio- ambiente, sendo menos poluen- tesenocivos.
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    julho de 20166SETEMI NEWS Brasil desperdiça 40 mil toneladas de alimento por dia, diz entidade S ECONOMIA No Brasil, diariamente, são des- perdiçados 40 mil toneladas de alimentos, segundo Viviane Romeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Bra- sil, uma instituição de pesquisa internacional.Isso colocaoBra- sil, segundo ela, entre os dez países que mais perdem e des- perdiçam alimentos no mundo. Viviane participou do Sustaina- ble Food Summit da América Latina, evento promovido pela Rede Save Food Brasil, em São Paulo, e que discutiu a perda e o desperdício com alimen- tos emtodoomundo. “O Brasil está entre os dez principais países que mais perdem e desperdiçam alimento. Estamos falando da cadeia de perda e de desperdício. Perda que tem a ver com a colheita, a pós-colheita, com a distri- buição e o desperdício que já vem no final da cadeia, que é no varejo, no supermercado e com o hábito do consumidor”, disse Viviane. Essa perda e desperdí- cio de alimentos tem diversas implicações. Uma delas é com relação à segurança alimentar. “Hoje temos aproximadamente 7 bilhões de pessoas [no mun- do] e a estimativa é que, em 2050, seremos 9 bilhões. Enquanto isso, aproximada- mente 1 bilhão de pessoas não tem acesso adequado e sofre com desnutrição e falta de ali- mento adequado. Então, prime- iramente, essa é uma questão de segurançaalimentar”,disse. SegundoAllan Boujanic, repre- sentante da Organização das Nações Unidas para a Agricul- tura e Alimentação (FAO) no Brasil, cerca de 30% de tudo o que é produzido no mundo é desperdiçado e perdido antes de chegar à mesa do consumi- dor. Isso provoca, segundo a FAO, um prejuízo econômico estimado em US$ 940 bilhões por ano, o que corresponde a cercadeR$3trilhões.
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    julho de 20167SETEMI NEWS
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    julho de 20168SETEMI NEWS SEMINÁRIO TEOLÓGICO MISSIONÁRIO INDEPENDENTE SEMINÁRIO TEOLÓGICO MISSIONÁRIO INDEPENDENTE Crescendo na graça e no conhecimento Telefones: 11 2867-6433 (fixo) - 11 99927-0908 (vivo) - 11 97289-2484 (vivo) Rua Mário Yoshida, 683 - Vila Cintra - Mogi das Cruzes - SP - Site: www.setemiteologia.com.br CURSOS DE EXTENSÃO, PALESTRAS E WORKSHOPS: * Diversos cursos práticos de curta duração com certificado PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU: * Teologia Bíblica do Novo Testamento CURSOS DE GRADUAÇÃO SEMIPRESENCIAIS: * Bacharel em Teologia * Básico * Médio Faça-nos uma visita! Matrícula Grátis!
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    julho de 20169SETEMI NEWS Homicídios são a principal causa de morte de crianças e adolescentes, diz estudo S DIREITOS HUMANOS Por dia, 29 crianças e adoles- centes são assassinadas no Bra- sil, de acordo com estudo da Faculdade LatinoAmericana de Ciências Sociais (Flacso) Brasil divulgado. O número coloca o país em terceiro lugar em homi- cídios de crianças e adolescen- tes em uma lista de 85 nações. O número de vítimas negras é quase três vezes maior que o de brancas. Segundo o relatório Violência Letal Contra as Crianças eAdo- lescentes do Brasil, os homicí- dios são a principal causa do aumento drástico das mortes de crianças e adolescentes por cau- sas externas. Os assassi- natos representam cerca de 2,5% do total de mortes até os 11 anos e têm um crescimento acentuado na entrada da adolescência, aos 12 anos, quando cau- sam 6,7% do total de mor- tes nessa faixa etária. Entre as mortes ao 14 anos, 25,1% são por homicídio, percentual que atinge 48,2% na análise dos óbitosaos17anos. “Apesar do mito cordial e boa praça do Brasil, o país é extre- mamente violento”, diz o sociólogo Julio JacoboWaisel- fisz, coordenador do Programa de Estudos sobre Violência da Flacso Brasil, autor do levan- tamento. O estudo mostra que houve um aumento no número de homicídios desde 1980. Naquele ano, o número das mortes por acidente de trans- portelideravaas causasdemor- tes por fator externo de crianças e adolescentes, com 4.782 pes- soas de até 19 anos. Esse núme- ro subiu para 5.262 em 2013. Já os homicídios, que somaram 1.825 casos em 1980 saltaram para 10.520 em 2013, um aumento de quase seis vezes. Em 34 anos, 207.438 crianças e adolescentes foram mortos no país,segundoolevantamento. Para Waiselfisz, a organização social e econômica em grandes cidades favorece a violência. “A modernização crescente criou um sistema de agressivi- dade, tanto no meio familiar, quanto nas outras relações. Esse desequilíbrio está sendo observado em várias partes do mundo e fica evidente com as migrações, com as economias desequilibradas. No Brasil, desde a década de 1980, houve uma metropolização acelerada e, junto com isso, houve a mar- ginalização de setores da socie- dade e aumento da violência”, diz. Em 1980, as causas exter- nas representavam 6,7% do total de mortes até 19 anos; em 2013, essa participação mais que quadruplicou, chegando a 29%, sendo 13,9% por homicí- dio, 6,9% por acidentes de transporte e 1% por suicídio. Enquanto isso, a taxa de morta- lidade por causas naturais até os 19 anos de idade caiu de 387,1 óbitos por 100 mil, em 1980; para 83,4 em 2013, uma queda de 78,5%.Entre as cau- sas externas de morte, os aci- dentes de transporte são o segundo fator de óbito mais relevante na infância e adoles- cência. O Brasil está entre os 15 primeiros países em letalidade de crianças no trânsito se com- parado com 87 países, com base em dados da Organização MundialdaSaúde(OMS).
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    julho de 201610SETEMI NEWS CLASSIFICADOS ALIMENTAÇÃO MODA, BELEZA E ACESSÓRIOS Dicas de Alimentação Tenha horário para suas refeições. Ele faz com que nosso organismo mantenha um ritmo, com estabilidade nutricional e hormonal. Ingerir diariamente frutas, verduras e legumes reduz em até 30% o risco de infarto. Antes de fazer escova ou chapinha, use cremes e silicones antitérmicos para proteger os fios. Corte as pontas do cabelo a cada três meses. Dica de Beleza AUTOS E AFINS
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    julho de 201611SETEMI NEWS SERVIÇOS SETEMI NEWS
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    julho de 201612SETEMI NEWS Rua Jardelina de Almeida Lopes, 491 - Parque Santana - Mogi das Cruzes Tel: 4729-5817