Ano 4 - Edição 41
Mogi das Cruzes,
agosto de 2016
Distribuição gratuita
SETEMI NEWS
DESTAQUE
PÁGINA 2
Mais de 144 milhões de pessoas estão
aptas para votar na eleição
onde não há eleição neste ano,
nem os brasileiros residentes no
exterior. São Paulo é o municí-
pio com maior número de elei-
tores, mais de 8 milhões e 800
mil.Araguainha,emMatoGros-
so, tem o menor número, 954
eleitores.Amaioria do eleitora-
do nacional é formada por
mulheres, que, em 2016, repre-
sentam 52,21% do total, com
crescimento de 0,32 ponto per-
centualsobre2012(51,89%).
O número de eleitores aptos a
votar no pleito municipal
deste ano aumentou em rela-
ção ao de 2012: mais de 144
milhões os eleitores poderão
votar para prefeito e vereador
no dia 2 de outubro – na elei-
ção de 2012, estavam aptas
mais de 138 milhões de pesso-
as. Os números foram divul-
gados pelo Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) e não incluem
o eleitorado do Distrito Fede-
ral e de Fernando de Noronha,
ECONOMIA
PÁGINA 3
Pesquisa sobre o custo da energia elétrica
para a pequena e média indústria no Bra-
sil, divulgada pela Federação das Indústri-
as do Estado do Rio de Janeiro (Firjan),
revela aumento real de 59,3% no custo
com energia para a indústria brasileira nos
últimostrêsanos.
Custo da energia elétrica para
indústria nacional sobe 59,3%
em três anos
GERAL
PÁGINA 5
O Brasiltemavançadono combateaotaba-
gismo. Dados de 2015 do Ministério da
Saúde mostram que, nos últimos dez anos,
o número de fumantes com mais de 18 anos
de idade caiu 33,8%. A queda é motivo de
comemoração já que, segundo o Instituto
Nacional do Câncer (Inca), os custos para o
sistema de saúde brasileiro com doenças
causadas pelo fumo chegam a R$ 23
bilhõesaoano.
Políticas antifumo impactam
cultura do tabaco no Brasil
O Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade
de Medicina da Universidade de São Paulo,
começará neste mês a treinar, capacitar e
certificar médicos radiologistas intervenci-
onistas de todo o Brasil para que eles pos-
sam usar uma técnica utilizada no HC, há
pelo menos oito anos e que foi reconhecida
pelo Conselho Federal de Medicina: a
Embolização dasArtérias da Próstata, usada PÁGINA 6
SAÚDE
EDUCAÇÃO
MPF diz que Escola sem Partido
é inconstitucional
O Ministério Público Federal (MPF) enca-
minhou ao Congresso Nacional nota técni-
ca em que aponta a inconstitucionalidade
doprojetodeleiqueincluioProgramaEsco-
la sem Partido entre as diretrizes e bases da
educaçãonacional.Paraaprocuradorafede-
ral dos Direitos do Cidadão Deborah
Duprat, responsável pela nota, o PL
867/2015 “nasce marcado pela inconstitu-
cionalidade”.
PÁGINA 4
Hospital capacitará médicos para cirurgia minimamente invasiva de próstata
para tratar o crescimento benigno de
próstata.Desenvolvidapelomédicoradi-
ologista intervencionista Francisco Car-
nevale, a técnica é considerada minima-
mente invasiva porque não precisa de
anestesia geral e permite que o paciente
saia do hospital duas horas depois da
cirurgia.
agosto de 20162 SETEMI NEWS
Mais de 144 milhões de pessoas
estão aptas para votar na eleição
DESTAQUE
S
O número de eleitores aptos a
votar no pleito municipal deste
ano aumentou em relação ao de
2012: mais de 144 milhões os
eleitores poderão votar para
prefeito e vereador no dia 2 de
outubro – na eleição de 2012,
estavam aptas mais de 138
milhões de pessoas. Os núme-
ros foram divulgados pelo Tri-
bunal Superior Eleitoral (TSE)
e não incluem o eleitorado do
Distrito Federal e de Fernando
de Noronha, onde não há elei-
ção neste ano, nem os brasilei-
ros residentes no exterior. São
Paulo é o município com maior
número de eleitores, mais de 8
milhões e 800 mil.Araguainha,
em Mato Grosso, tem o menor
número, 954 eleitores. A maio-
ria do eleitorado nacional é for-
mada por mulheres, que, em
2016, representam 52,21% do
total, com crescimento de 0,32
ponto percentual sobre 2012
(51,89%). Os dados do TSE
mostram também o número de
municípios onde pode haver
segundo turno. Dos mais de 5
mil municípios onde serão rea-
lizadas eleições, 92 podem ter
segundo turno, já que têm mais
de 200 mil eleitores. Ao divul-
gar os dados, o presidente do
TSE, ministro Gilmar Mendes,
lembrou que o prazo para
registro de candidatos termi-
nou no mês passado. De acor-
do com Mendes, até aquele
momento, haviam sido feitos
apenas 122 registros. A expec-
tativa é haja cerca de 580 mil
candidatos na eleição de outu-
Olá queridos parceiros e leito-
res. Estamos felizes por chegar-
mos até aqui juntos e celebran-
do a alegria e desejamos que
nosso país caminhe com felici-
dade neste mês que foi tão espe-
rado e que o mundo todo está de
olho neste momento. Aos nos-
sos atletas que em muitos casos
não possuem nenhuma assistên-
ciadesejamossucesso esorte.
Iniciamos também neste mês a
corrida das eleições. Serão
meses de muita agitação e pre-
cisamos estar atentos para não
cairmos nas mãos de políticos
que buscam alcançar somente
seus anseios. Lembremos que o
objetivo principal dos políticos
é representar o povo e lutar a
seu favor, proporcionando qua-
lidade e melhoria de vida a
todos. Vote consciente, estude
propostas e busque a honestida-
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bro. Gilmar Mendes falou
ainda sobre a redução do
prazo para registro de candi-
daturas e a realização de elei-
çõessuplementares.
Segundo o ministro, a redu-
ção de prazo tem consequên-
cias no que diz respeito à judi-
cialização e à insegurança
jurídicaquanto ao verdadeira-
mente eleito. "Vamos ter tam-
bém, inevitavelmente, anula-
ção de eleições e realização
de eleições suplementares. A
legislação agora exige, no
caso de cargos majoritários,
que se façam novas eleições
se houver anulação, e não
aquela eleição do segundo
colocado. Temos que contar
também com a realização de
eleições suplementares em
maior número do que tínha-
mos até aqui”, disse Mendes.
Questionado sobre os limites
de gastos previstos para os
candidatos a prefeito e a vere-
ador, Gilmar Mendes respon-
deu: “O que o legislador fez
foi apanhar o maior gasto
declarado e aplicar o redutor."
Os valores-limite foram
divulgados, em algumas loca-
lidades, o máximo previsto
supera os de outros municípi-
os commaiornúmerodehabi-
tantes.
agosto de 2016 3SETEMI NEWS
Custo da energia elétrica para indústria nacional
sobe 59,3% em três anos
S
ECONOMIA
Pesquisa sobre o custo da ener-
gia elétrica para a pequena e
média indústria no Brasil,
divulgada pela Federação das
Indústrias do Estado do Rio de
Janeiro (Firjan), revela aumen-
to real de 59,3% no custo com
energia para a indústria brasilei-
ranos últimostrêsanos.
O Rio de Janeiro é o estado com
o custo médio mais alto do país.
ElealcançaR$628,53pormega-
watt-hora (MWh) com tributos,
“que é o valor final que a indús-
tria chega a pagar com Imposto
sobre Circulação de Mercadori-
as e Prestação de Serviços
(ICMS), Programa de Integra-
ção Social (PIS) e Contribuição
para o Financiamento da Seguri-
dade Social (Cofins)”, disse a
analista de Estudos de Infraes-
trutura do Sistema Firjan, Ana
TherezaCarvalhoCosta.
O custo da energia elétrica do
Rio de Janeiro supera em 17,4%
a média nacional de R$ 535,28
por MWh e é 27,7% mais alto do
que em Minas Gerais e 29,6%
maiordoqueemSãoPaulo,prin-
cipais estados competidores. De
acordo com a Firjan, isso faz
com que a energia elétrica dimi-
nua a competitividade do setor
produtivofluminense.
A pesquisa mostra que, de todos
os tributos, o ICMS é o que pesa
mais para o aumento do custo da
energia na indústria do Rio de
Janeiro. “Representa 29%, o
maior do país”, informou Ana
Thereza.
O custo da energia no Rio de
Janeiro mostra ainda variação de
60% sobre o Amapá, que regis-
tra o menor valor do país (R$
250,48). Entre os fatores que
influenciaram o aumento do
custo de energia para a indús-
tria no Brasil, Ana Thereza
citou a questão hidrológica
“bastantecomplicada”dos últi-
mos anos, que levou ao aciona-
mento de usinas termelétricas,
mais caras que as hidrelétricas,
e, em consequência, acionou a
bandeiratarifáriavermelha.
A analista da Firjan destacou
que, este ano, já se notou queda
no custo da energia para a
indústria nacional por causa do
acionamento da bandeira tari-
fária verde, que não traz
nenhum adicional ao custo da
tarifa.Emjulho,ovalordaener-
gia atingiu R$ 535,28, custo
mais baixo que o registrado no
ano passado, de R$ 557,68 por
Mwh.
“Em 2015, passamos o ano
todo com a bandeira tarifária
vermelha acionada, que trazia
um adicional de até R$ 45 por
MWh.Agora, não estamos mais
com esse adicional. Está com a
bandeira tarifária verde, sem
adicionaltarifário”.
Segundo Ana Thereza, houve
melhoria das condições hidro-
lógicas que permitiram o desli-
gamento das termelétricas mais
caras “e, assim, a gente desli-
gou a bandeira tarifária verme-
lha” que favoreceu o setor
industrial nacional, porque a
energia elétrica pode represen-
tar, no caso das indústrias ele-
trointensivas, até 40% dos cus-
tos de produção. “Se você tem
uma energia elétrica muito cara,
os custos de produção aumen-
tam muito. Significa perda de
competitividade.
agosto de 20164 SETEMI NEWS
MPF diz que Escola sem Partido é inconstitucional
S
EDUCAÇÃO
O Ministério Público Federal
(MPF) encaminhou ao Con-
gresso Nacional nota técnica
em que aponta a inconstitucio-
nalidade do projeto de lei que
inclui o Programa Escola sem
Partido entre as diretrizes e
basesdaeducaçãonacional.
Para a procuradora federal dos
Direitos do Cidadão Deborah
Duprat, responsável pela nota, o
PL 867/2015 “nasce marcado
pela inconstitucionalidade”. O
documento defende que, sob o
pretexto de defender princípios
como a "neutralidade política,
ideológica e religiosa do
Estado", assim como o
"pluralismo de ideias no
ambiente acadêmico", o
Programa Escola sem Par-
tido coloca o professor em
constante vigilância, prin-
cipalmente para evitar que
afronte as convicções
moraisdos pais.
"O projeto subverte a atual
ordem constitucional por
inúmeras razões: confun-
deaeducaçãoescolarcomaque-
la fornecida pelos pais e, com
isso, os espaços público e priva-
do, impede o pluralismo de idei-
as e de concepções pedagógi-
cas, nega a liberdade de cátedra
e a possibilidade ampla de
aprendizagemecontrariaoprin-
cípio da laicidade do Estado –
todos esses direitos previstos na
Constituição de 88", destacou
DeborahDuprat.
Segundo ela, a escola, ao possi-
bilitar a cada qual o pleno
desenvolvimento de suas capa-
cidadeseaoprepararparaoexer-
cício da cidadania, "tem de
estar necessariamente compro-
metida com todo o tipo de plu-
ralismo”.
De acordo com a procuradora,
o projeto da Escola sem Parti-
do pretende acabar com a dou-
trinação ideológica nas esco-
las, "impedindo que professo-
res expressem a opinião em
torno de temas políticos. Tam-
bém impede o debate sobre
questõesdegênero".
Até o momento, 19 estados
brasileiros têm projetos de lei
semelhantes segundo levanta-
mento realizado pelo portal
Educação e Participação. "O
projeto de lei que propõe cri-
minalizar professores sensíve-
is aos temas dos direitos huma-
nos representaumagraveamea-
ça ao livre exercício da docên-
cia e constitui um retrocesso na
luta histórica de combate à cul-
tura do ódio, à discriminação e
ao preconceito contra mulhe-
res, negros, indígenas, popula-
ção LGBT, comunidades tradi-
cionaiseoutrossegmentossoci-
ais vulneráveis", acrescentou a
nota.Alagoas é o primeiro esta-
do do Brasil a ter uma lei que
exige do professor a neutralida-
deemsaladeaula.
O Projeto foi aprovado em 26
de abril, quando deputados da
assembleia local derrubaram o
veto do governador Renan
Filho(PMDB).
agosto de 2016 5SETEMI NEWS
Políticas antifumo impactam cultura do tabaco no Brasil
S
GERAL
O Brasil tem avançado no com-
bate ao tabagismo. Dados de
2015 do Ministério da Saúde
mostram que, nos últimos dez
anos, o número de fumantes
com mais de 18 anos de idade
caiu 33,8%. A queda é motivo
de comemoração já que, segun-
do o Instituto Nacional do Cân-
cer (Inca), os custos para o siste-
ma de saúde brasileiro com
doenças causadas pelo fumo
chegam a R$ 23 bilhões ao ano.
No entanto, a luta contra os
males do tabaco tem outra face.
Para mais de 159 mil famílias, o
produtoéummeiodevida.
Mais de 90% dos agricultores
que cultivam o tabaco, ingredi-
ente de cigarros, charutos e
afins, estão em propriedades na
região Sul, o restante está no
Nordeste. Segundo a Secretaria
Especial de Agricultura Famili-
ar e do Desenvolvimento Agrá-
rio, o tamanho médio das terras
cultivadas por eles é 15 hectares
– ou seja, são pequenos produto-
res. Considerada uma cultura
lucrativa, o retorno médio chega
a R$ 18 mil por hectare plantado
detabaco,segundoasecretaria.
Apesar da rentabilidade, o negó-
cio do tabaco hoje dá menos
dinheiro que em anos anteriores.
SegundoaAssociaçãodos Fumi-
cultores do Brasil (Afubra),
entre 2011 e 2015, o faturamen-
to do setor deixou de crescer até
começar a cair. Entre 2011 e
2012, o faturamento dos fumi-
cultores aumentou 33,4%. De
2012 para 2013 a alta no rendi-
mento foi de 9%; entre 2013 e
2014, o faturamento cresceu
somente 1,15%; e entre 2014 e
2015,registrouquedade19,6%.
Essa diminuição nos ganhos
abrange o tabaco para consumo
doméstico e exportação. A
maior parte da produção brasi-
leira – entre 85% e 87% – é
destinada a outros países. O
Brasil é o segundo maior pro-
dutor do mundo, atrás da China
e alternando a posição com a
Índia. Mas dados da OMS sina-
lizam que o tabaco está sendo
menos buscado também a nível
global. Segundo a OMS, em
2010, os não fumantes a partir
de 15 anos eram 3,9 bilhões de
pessoas, cerca de 78% da popu-
lação mundial nessa faixa etá-
ria. O organismo calcula que o
númerodepessoas quenãocon-
somem tabaco subirá para 5
bilhões, ou 81% da população
projetadapara2025.
agosto de 20166 SETEMI NEWS
Hospital capacitará médicos para cirurgia
minimamente invasiva de próstata
S
SAÚDE
cisco Carnevale, a técnica
é considerada minima-
mente invasiva porque não
precisa de anestesia geral e
permite que o paciente saia
do hospital duas horas
depois da cirurgia. Por
meio de um tubo flexível
de dois milímetros de diâ-
metro, os médicos injetam
na próstata micro esferas de
resina acrílica inofensiva ao
organismo para diminuir o
tamanho do órgão e aliviar a
obstrução da uretra, permitindo
apassagemdaurina.
De acordo com Carnevale, para
estarem aptos a realizar a técni-
ca, os radiologistas intervenci-
onistas terão de fazer dez pro-
cedimentos para receber a cer-
tificação. “Esses médicos sele-
cionarão em suas instituições
pacientes candidatos a receber
o tratamento. Os dados sobre
esses tratamentos serão envia-
dos ao Conselho Federal de
Medicina que fará a interpreta-
ção para que, em um período de
doisacincoanos,saiaumaposi-
ção oficial do conselho e esses
procedimentos sejam aprova-
dos para uso no Sistema Único
de Saúde (SUS) e nos planos de
saúdesuplementar”.
O sucesso do tratamento, reali-
zado em 250 pacientes, desde
2008, foi de 91%, com redução
de 30% no tamanho da próstata.
Dos 11 pacientes tratados no
estudo inicial, 10 voltaram a
urinar espontaneamente nos
dias seguintes ao procedimen-
to. “O paciente não tem algu-
mas complicações relacionadas
à anestesia. Também não tem
prejuízos para a função erétil,
para a ejaculação e não tem
incontinência urinária, além de
parar de tomar medicamentos”.
Ele destacou ainda uma dimi-
nuição de custos e menor agres-
são para a região da próstata.
Alerta, a seguir, para o fato de
que - para que o tratamento
seja indicado - é preciso uma
avaliação prévia do urologista,
que é o médico que conhece
profundamente a doença e vai
acompanhar o homem durante
toda a vida. Quando se pensar
na indicação desse tipo de tra-
tamento como alternativa, que
seja uma decisão entre pacien-
te, urologista e o radiologista,
que é o cirurgião responsável
pelo procedimento minima-
mente invasivo guiado por
métodosdeimagem.
O Hospital das Clínicas (HC),
da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo,
começará neste mês a treinar,
capacitar e certificar médicos
radiologistas intervencionistas
de todo o Brasil para que eles
possam usar uma técnica utili-
zada no HC, há pelo menos oito
anos e que foi reconhecida pelo
Conselho Federal de Medicina:
a Embolização das Artérias da
Próstata,usadaparatratarocres-
cimentobenignodepróstata.
Desenvolvida pelo médico radi-
ologista intervencionista Fran-
agosto de 2016 7SETEMI NEWS
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18 anos no Brasil
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O número de títulos de mestra-
do e doutorado cresceu 379% e
486%, respectivamente, entre
1996 e 2014, no Brasíl, revela
estudo divulgado pelo Centro
de Gestão e Estudos Estratégi-
cos (CGEE) na 68ª Reunião
Anual da Sociedade Brasileira
para o Progresso da Ciência
(SBPC), em Porto Seguro, na
Bahia. O estudo revela ainda
que os títulos de pós-graduação
triplicaram no mesmo período
comacriaçãodenovos cursos.
Segundo o diretor do CGEE,
Antônio Galvão, a pulverização
dos programas de mestrado e
doutorado criou as condições
necessárias para o desenvolvi-
mento de outras regiões do país.
Quanto maior o conhecimento,
maior o potencial de geração de
riquezas para o país, afirmou
Galvão,aodetalharoestudo.
"Quando se muda isso, muda-se
a qualidade dos empregos das
pessoas, porque eles [pós-
graduados, mestres e doutores]
vão fazer tarefas mais comple-
xas, ter atividades e empreendi-
mentos de maior densidade téc-
nico-científica, que remuneram
melhor, que pagam melhores
salários. Todo o processo de
desenvolvimento real é baseado
em conhecimento. Este é o gran-
de segredo, e é o que a pesquisa
estámostrando",afirmou.
O estudo mostra o mercado de
trabalho de mestres e doutores
em um período de seis anos. De
acordo com os dados da pesqui-
sa, de 2009 a 2014, o total de
mestres empregados foi 66% e
o de doutores, 75%, bem acima
da taxa de ocupação da popula-
ção, que está em 53%, segundo
o Instituto de Pesquisa Econô-
micaAplicada(Ipea).
Mesmo com o avanço, o Brasil
aparece como antepenúltimo
em um ranking de 37 países. De
acordo com a Organização para
a Cooperação e Desenvolvi-
mento Econômico, no Brasil
são apenas 7,6 doutores para
cada grupo de 100 mil habitan-
tes. Apenas o México (4,2) e o
Chile (3,4) tiveram desempe-
nho inferior ao do Brasil nesta
lista.
agosto de 2016 9SETEMI NEWS
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Todo mundo odeia um cabelo com frizz,
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escovar o seu cabelo com uma escova
normal, use uma escova de dentes
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agosto de 201612 SETEMI NEWS
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Setemi News Agosto

  • 1.
    Ano 4 -Edição 41 Mogi das Cruzes, agosto de 2016 Distribuição gratuita SETEMI NEWS DESTAQUE PÁGINA 2 Mais de 144 milhões de pessoas estão aptas para votar na eleição onde não há eleição neste ano, nem os brasileiros residentes no exterior. São Paulo é o municí- pio com maior número de elei- tores, mais de 8 milhões e 800 mil.Araguainha,emMatoGros- so, tem o menor número, 954 eleitores.Amaioria do eleitora- do nacional é formada por mulheres, que, em 2016, repre- sentam 52,21% do total, com crescimento de 0,32 ponto per- centualsobre2012(51,89%). O número de eleitores aptos a votar no pleito municipal deste ano aumentou em rela- ção ao de 2012: mais de 144 milhões os eleitores poderão votar para prefeito e vereador no dia 2 de outubro – na elei- ção de 2012, estavam aptas mais de 138 milhões de pesso- as. Os números foram divul- gados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não incluem o eleitorado do Distrito Fede- ral e de Fernando de Noronha, ECONOMIA PÁGINA 3 Pesquisa sobre o custo da energia elétrica para a pequena e média indústria no Bra- sil, divulgada pela Federação das Indústri- as do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), revela aumento real de 59,3% no custo com energia para a indústria brasileira nos últimostrêsanos. Custo da energia elétrica para indústria nacional sobe 59,3% em três anos GERAL PÁGINA 5 O Brasiltemavançadono combateaotaba- gismo. Dados de 2015 do Ministério da Saúde mostram que, nos últimos dez anos, o número de fumantes com mais de 18 anos de idade caiu 33,8%. A queda é motivo de comemoração já que, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), os custos para o sistema de saúde brasileiro com doenças causadas pelo fumo chegam a R$ 23 bilhõesaoano. Políticas antifumo impactam cultura do tabaco no Brasil O Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, começará neste mês a treinar, capacitar e certificar médicos radiologistas intervenci- onistas de todo o Brasil para que eles pos- sam usar uma técnica utilizada no HC, há pelo menos oito anos e que foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina: a Embolização dasArtérias da Próstata, usada PÁGINA 6 SAÚDE EDUCAÇÃO MPF diz que Escola sem Partido é inconstitucional O Ministério Público Federal (MPF) enca- minhou ao Congresso Nacional nota técni- ca em que aponta a inconstitucionalidade doprojetodeleiqueincluioProgramaEsco- la sem Partido entre as diretrizes e bases da educaçãonacional.Paraaprocuradorafede- ral dos Direitos do Cidadão Deborah Duprat, responsável pela nota, o PL 867/2015 “nasce marcado pela inconstitu- cionalidade”. PÁGINA 4 Hospital capacitará médicos para cirurgia minimamente invasiva de próstata para tratar o crescimento benigno de próstata.Desenvolvidapelomédicoradi- ologista intervencionista Francisco Car- nevale, a técnica é considerada minima- mente invasiva porque não precisa de anestesia geral e permite que o paciente saia do hospital duas horas depois da cirurgia.
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    agosto de 20162SETEMI NEWS Mais de 144 milhões de pessoas estão aptas para votar na eleição DESTAQUE S O número de eleitores aptos a votar no pleito municipal deste ano aumentou em relação ao de 2012: mais de 144 milhões os eleitores poderão votar para prefeito e vereador no dia 2 de outubro – na eleição de 2012, estavam aptas mais de 138 milhões de pessoas. Os núme- ros foram divulgados pelo Tri- bunal Superior Eleitoral (TSE) e não incluem o eleitorado do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, onde não há elei- ção neste ano, nem os brasilei- ros residentes no exterior. São Paulo é o município com maior número de eleitores, mais de 8 milhões e 800 mil.Araguainha, em Mato Grosso, tem o menor número, 954 eleitores. A maio- ria do eleitorado nacional é for- mada por mulheres, que, em 2016, representam 52,21% do total, com crescimento de 0,32 ponto percentual sobre 2012 (51,89%). Os dados do TSE mostram também o número de municípios onde pode haver segundo turno. Dos mais de 5 mil municípios onde serão rea- lizadas eleições, 92 podem ter segundo turno, já que têm mais de 200 mil eleitores. Ao divul- gar os dados, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, lembrou que o prazo para registro de candidatos termi- nou no mês passado. De acor- do com Mendes, até aquele momento, haviam sido feitos apenas 122 registros. A expec- tativa é haja cerca de 580 mil candidatos na eleição de outu- Olá queridos parceiros e leito- res. Estamos felizes por chegar- mos até aqui juntos e celebran- do a alegria e desejamos que nosso país caminhe com felici- dade neste mês que foi tão espe- rado e que o mundo todo está de olho neste momento. Aos nos- sos atletas que em muitos casos não possuem nenhuma assistên- ciadesejamossucesso esorte. Iniciamos também neste mês a corrida das eleições. Serão meses de muita agitação e pre- cisamos estar atentos para não cairmos nas mãos de políticos que buscam alcançar somente seus anseios. Lembremos que o objetivo principal dos políticos é representar o povo e lutar a seu favor, proporcionando qua- lidade e melhoria de vida a todos. Vote consciente, estude propostas e busque a honestida- de para nos representar. Pense nisso! Tudo isso e muito mais você encontra aqui no Jornal SETEMINEWS. Nãodeixedecurtirnossa pági- na no facebook: facebook.- com/seteminews e também de acessar nosso site pelo endere- ço:www.seteminews.com.br Se desejar entrar em contato conosco envie um e-mail para: jornalismo@seteminews.com.br. S SETEMI EDITORA & COMUNICAÇÃO CNPJ 19.641.464/0001-05 Jornalista Profissional: Marcos Dantas - MTB 55235-SP Arte e Revisão: Luzia Miranda Representante Comercial: Geralda Cesário Departamento Jurídico: Dra. Virgínia M. Oliver da Silva Distribuição: Mogi das Cruzes e região ANUNCIE JÁ (11) 2867-6433 (11) 97538-0790 TODAS AS PROPAGANDAS SÃO DE TOTAL RESPONSABILIDADE DO ANUNCIANTE Acesse: www.seteminews.com.br facebook.com/seteminews Fontes de notícias e imagens desta edição: • agenciabrasil • bbcbrasil • usp.br • google images • gazeta.com bro. Gilmar Mendes falou ainda sobre a redução do prazo para registro de candi- daturas e a realização de elei- çõessuplementares. Segundo o ministro, a redu- ção de prazo tem consequên- cias no que diz respeito à judi- cialização e à insegurança jurídicaquanto ao verdadeira- mente eleito. "Vamos ter tam- bém, inevitavelmente, anula- ção de eleições e realização de eleições suplementares. A legislação agora exige, no caso de cargos majoritários, que se façam novas eleições se houver anulação, e não aquela eleição do segundo colocado. Temos que contar também com a realização de eleições suplementares em maior número do que tínha- mos até aqui”, disse Mendes. Questionado sobre os limites de gastos previstos para os candidatos a prefeito e a vere- ador, Gilmar Mendes respon- deu: “O que o legislador fez foi apanhar o maior gasto declarado e aplicar o redutor." Os valores-limite foram divulgados, em algumas loca- lidades, o máximo previsto supera os de outros municípi- os commaiornúmerodehabi- tantes.
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    agosto de 20163SETEMI NEWS Custo da energia elétrica para indústria nacional sobe 59,3% em três anos S ECONOMIA Pesquisa sobre o custo da ener- gia elétrica para a pequena e média indústria no Brasil, divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), revela aumen- to real de 59,3% no custo com energia para a indústria brasilei- ranos últimostrêsanos. O Rio de Janeiro é o estado com o custo médio mais alto do país. ElealcançaR$628,53pormega- watt-hora (MWh) com tributos, “que é o valor final que a indús- tria chega a pagar com Imposto sobre Circulação de Mercadori- as e Prestação de Serviços (ICMS), Programa de Integra- ção Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguri- dade Social (Cofins)”, disse a analista de Estudos de Infraes- trutura do Sistema Firjan, Ana TherezaCarvalhoCosta. O custo da energia elétrica do Rio de Janeiro supera em 17,4% a média nacional de R$ 535,28 por MWh e é 27,7% mais alto do que em Minas Gerais e 29,6% maiordoqueemSãoPaulo,prin- cipais estados competidores. De acordo com a Firjan, isso faz com que a energia elétrica dimi- nua a competitividade do setor produtivofluminense. A pesquisa mostra que, de todos os tributos, o ICMS é o que pesa mais para o aumento do custo da energia na indústria do Rio de Janeiro. “Representa 29%, o maior do país”, informou Ana Thereza. O custo da energia no Rio de Janeiro mostra ainda variação de 60% sobre o Amapá, que regis- tra o menor valor do país (R$ 250,48). Entre os fatores que influenciaram o aumento do custo de energia para a indús- tria no Brasil, Ana Thereza citou a questão hidrológica “bastantecomplicada”dos últi- mos anos, que levou ao aciona- mento de usinas termelétricas, mais caras que as hidrelétricas, e, em consequência, acionou a bandeiratarifáriavermelha. A analista da Firjan destacou que, este ano, já se notou queda no custo da energia para a indústria nacional por causa do acionamento da bandeira tari- fária verde, que não traz nenhum adicional ao custo da tarifa.Emjulho,ovalordaener- gia atingiu R$ 535,28, custo mais baixo que o registrado no ano passado, de R$ 557,68 por Mwh. “Em 2015, passamos o ano todo com a bandeira tarifária vermelha acionada, que trazia um adicional de até R$ 45 por MWh.Agora, não estamos mais com esse adicional. Está com a bandeira tarifária verde, sem adicionaltarifário”. Segundo Ana Thereza, houve melhoria das condições hidro- lógicas que permitiram o desli- gamento das termelétricas mais caras “e, assim, a gente desli- gou a bandeira tarifária verme- lha” que favoreceu o setor industrial nacional, porque a energia elétrica pode represen- tar, no caso das indústrias ele- trointensivas, até 40% dos cus- tos de produção. “Se você tem uma energia elétrica muito cara, os custos de produção aumen- tam muito. Significa perda de competitividade.
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    agosto de 20164SETEMI NEWS MPF diz que Escola sem Partido é inconstitucional S EDUCAÇÃO O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou ao Con- gresso Nacional nota técnica em que aponta a inconstitucio- nalidade do projeto de lei que inclui o Programa Escola sem Partido entre as diretrizes e basesdaeducaçãonacional. Para a procuradora federal dos Direitos do Cidadão Deborah Duprat, responsável pela nota, o PL 867/2015 “nasce marcado pela inconstitucionalidade”. O documento defende que, sob o pretexto de defender princípios como a "neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado", assim como o "pluralismo de ideias no ambiente acadêmico", o Programa Escola sem Par- tido coloca o professor em constante vigilância, prin- cipalmente para evitar que afronte as convicções moraisdos pais. "O projeto subverte a atual ordem constitucional por inúmeras razões: confun- deaeducaçãoescolarcomaque- la fornecida pelos pais e, com isso, os espaços público e priva- do, impede o pluralismo de idei- as e de concepções pedagógi- cas, nega a liberdade de cátedra e a possibilidade ampla de aprendizagemecontrariaoprin- cípio da laicidade do Estado – todos esses direitos previstos na Constituição de 88", destacou DeborahDuprat. Segundo ela, a escola, ao possi- bilitar a cada qual o pleno desenvolvimento de suas capa- cidadeseaoprepararparaoexer- cício da cidadania, "tem de estar necessariamente compro- metida com todo o tipo de plu- ralismo”. De acordo com a procuradora, o projeto da Escola sem Parti- do pretende acabar com a dou- trinação ideológica nas esco- las, "impedindo que professo- res expressem a opinião em torno de temas políticos. Tam- bém impede o debate sobre questõesdegênero". Até o momento, 19 estados brasileiros têm projetos de lei semelhantes segundo levanta- mento realizado pelo portal Educação e Participação. "O projeto de lei que propõe cri- minalizar professores sensíve- is aos temas dos direitos huma- nos representaumagraveamea- ça ao livre exercício da docên- cia e constitui um retrocesso na luta histórica de combate à cul- tura do ódio, à discriminação e ao preconceito contra mulhe- res, negros, indígenas, popula- ção LGBT, comunidades tradi- cionaiseoutrossegmentossoci- ais vulneráveis", acrescentou a nota.Alagoas é o primeiro esta- do do Brasil a ter uma lei que exige do professor a neutralida- deemsaladeaula. O Projeto foi aprovado em 26 de abril, quando deputados da assembleia local derrubaram o veto do governador Renan Filho(PMDB).
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    agosto de 20165SETEMI NEWS Políticas antifumo impactam cultura do tabaco no Brasil S GERAL O Brasil tem avançado no com- bate ao tabagismo. Dados de 2015 do Ministério da Saúde mostram que, nos últimos dez anos, o número de fumantes com mais de 18 anos de idade caiu 33,8%. A queda é motivo de comemoração já que, segun- do o Instituto Nacional do Cân- cer (Inca), os custos para o siste- ma de saúde brasileiro com doenças causadas pelo fumo chegam a R$ 23 bilhões ao ano. No entanto, a luta contra os males do tabaco tem outra face. Para mais de 159 mil famílias, o produtoéummeiodevida. Mais de 90% dos agricultores que cultivam o tabaco, ingredi- ente de cigarros, charutos e afins, estão em propriedades na região Sul, o restante está no Nordeste. Segundo a Secretaria Especial de Agricultura Famili- ar e do Desenvolvimento Agrá- rio, o tamanho médio das terras cultivadas por eles é 15 hectares – ou seja, são pequenos produto- res. Considerada uma cultura lucrativa, o retorno médio chega a R$ 18 mil por hectare plantado detabaco,segundoasecretaria. Apesar da rentabilidade, o negó- cio do tabaco hoje dá menos dinheiro que em anos anteriores. SegundoaAssociaçãodos Fumi- cultores do Brasil (Afubra), entre 2011 e 2015, o faturamen- to do setor deixou de crescer até começar a cair. Entre 2011 e 2012, o faturamento dos fumi- cultores aumentou 33,4%. De 2012 para 2013 a alta no rendi- mento foi de 9%; entre 2013 e 2014, o faturamento cresceu somente 1,15%; e entre 2014 e 2015,registrouquedade19,6%. Essa diminuição nos ganhos abrange o tabaco para consumo doméstico e exportação. A maior parte da produção brasi- leira – entre 85% e 87% – é destinada a outros países. O Brasil é o segundo maior pro- dutor do mundo, atrás da China e alternando a posição com a Índia. Mas dados da OMS sina- lizam que o tabaco está sendo menos buscado também a nível global. Segundo a OMS, em 2010, os não fumantes a partir de 15 anos eram 3,9 bilhões de pessoas, cerca de 78% da popu- lação mundial nessa faixa etá- ria. O organismo calcula que o númerodepessoas quenãocon- somem tabaco subirá para 5 bilhões, ou 81% da população projetadapara2025.
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    agosto de 20166SETEMI NEWS Hospital capacitará médicos para cirurgia minimamente invasiva de próstata S SAÚDE cisco Carnevale, a técnica é considerada minima- mente invasiva porque não precisa de anestesia geral e permite que o paciente saia do hospital duas horas depois da cirurgia. Por meio de um tubo flexível de dois milímetros de diâ- metro, os médicos injetam na próstata micro esferas de resina acrílica inofensiva ao organismo para diminuir o tamanho do órgão e aliviar a obstrução da uretra, permitindo apassagemdaurina. De acordo com Carnevale, para estarem aptos a realizar a técni- ca, os radiologistas intervenci- onistas terão de fazer dez pro- cedimentos para receber a cer- tificação. “Esses médicos sele- cionarão em suas instituições pacientes candidatos a receber o tratamento. Os dados sobre esses tratamentos serão envia- dos ao Conselho Federal de Medicina que fará a interpreta- ção para que, em um período de doisacincoanos,saiaumaposi- ção oficial do conselho e esses procedimentos sejam aprova- dos para uso no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos planos de saúdesuplementar”. O sucesso do tratamento, reali- zado em 250 pacientes, desde 2008, foi de 91%, com redução de 30% no tamanho da próstata. Dos 11 pacientes tratados no estudo inicial, 10 voltaram a urinar espontaneamente nos dias seguintes ao procedimen- to. “O paciente não tem algu- mas complicações relacionadas à anestesia. Também não tem prejuízos para a função erétil, para a ejaculação e não tem incontinência urinária, além de parar de tomar medicamentos”. Ele destacou ainda uma dimi- nuição de custos e menor agres- são para a região da próstata. Alerta, a seguir, para o fato de que - para que o tratamento seja indicado - é preciso uma avaliação prévia do urologista, que é o médico que conhece profundamente a doença e vai acompanhar o homem durante toda a vida. Quando se pensar na indicação desse tipo de tra- tamento como alternativa, que seja uma decisão entre pacien- te, urologista e o radiologista, que é o cirurgião responsável pelo procedimento minima- mente invasivo guiado por métodosdeimagem. O Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, começará neste mês a treinar, capacitar e certificar médicos radiologistas intervencionistas de todo o Brasil para que eles possam usar uma técnica utili- zada no HC, há pelo menos oito anos e que foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina: a Embolização das Artérias da Próstata,usadaparatratarocres- cimentobenignodepróstata. Desenvolvida pelo médico radi- ologista intervencionista Fran-
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    agosto de 20167SETEMI NEWS Rua Jardelina de Almeida Lopes, 491 - Parque Santana - Mogi das Cruzes Tel: 4729-5817
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    agosto de 20168SETEMI NEWS SEMINÁRIO TEOLÓGICO MISSIONÁRIO INDEPENDENTE SEMINÁRIO TEOLÓGICO MISSIONÁRIO INDEPENDENTE Crescendo na graça e no conhecimento Telefones: 11 2867-6433 (fixo) - 11 99927-0908 (vivo) - 11 97289-2484 (vivo) Rua Mário Yoshida, 683 - Vila Cintra - Mogi das Cruzes - SP - Site: www.setemiteologia.com.br CURSOS DE EXTENSÃO, PALESTRAS E WORKSHOPS: * Diversos cursos práticos de curta duração com certificado PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU: * Teologia Bíblica do Novo Testamento CURSOS DE GRADUAÇÃO SEMIPRESENCIAIS: * Bacharel em Teologia * Básico * Médio Faça-nos uma visita! Matrícula Grátis! Número de doutores cresce quase 500% em 18 anos no Brasil S PESQUISA E INOVAÇÃO O número de títulos de mestra- do e doutorado cresceu 379% e 486%, respectivamente, entre 1996 e 2014, no Brasíl, revela estudo divulgado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégi- cos (CGEE) na 68ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Porto Seguro, na Bahia. O estudo revela ainda que os títulos de pós-graduação triplicaram no mesmo período comacriaçãodenovos cursos. Segundo o diretor do CGEE, Antônio Galvão, a pulverização dos programas de mestrado e doutorado criou as condições necessárias para o desenvolvi- mento de outras regiões do país. Quanto maior o conhecimento, maior o potencial de geração de riquezas para o país, afirmou Galvão,aodetalharoestudo. "Quando se muda isso, muda-se a qualidade dos empregos das pessoas, porque eles [pós- graduados, mestres e doutores] vão fazer tarefas mais comple- xas, ter atividades e empreendi- mentos de maior densidade téc- nico-científica, que remuneram melhor, que pagam melhores salários. Todo o processo de desenvolvimento real é baseado em conhecimento. Este é o gran- de segredo, e é o que a pesquisa estámostrando",afirmou. O estudo mostra o mercado de trabalho de mestres e doutores em um período de seis anos. De acordo com os dados da pesqui- sa, de 2009 a 2014, o total de mestres empregados foi 66% e o de doutores, 75%, bem acima da taxa de ocupação da popula- ção, que está em 53%, segundo o Instituto de Pesquisa Econô- micaAplicada(Ipea). Mesmo com o avanço, o Brasil aparece como antepenúltimo em um ranking de 37 países. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvi- mento Econômico, no Brasil são apenas 7,6 doutores para cada grupo de 100 mil habitan- tes. Apenas o México (4,2) e o Chile (3,4) tiveram desempe- nho inferior ao do Brasil nesta lista.
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    agosto de 20169SETEMI NEWS CAÇA PALAVRAS LABIRINTO PASSATEMPO ALGUNS PAÍSES DA ÁFRICA SUBSAARIANA ÁFRICA DO SUL ANGOLA BENIN BOTSUANA BURKINA FASSO BURUNDI CABO VERDE CAMARÕES CONGO COSTA DO MARFIM DJIBUTI ERITRÉIA GUINÉ EQUATORIAL GUINÉ BISSAU LIBÉRIA MADAGÁSCAR MALI MAURÍCIO MOÇAMBIQUE RUANDA SENEGAL SERRA LEOA
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    agosto de 201610SETEMI NEWS CLASSIFICADOS SERVIÇOS SETEMI NEWS / ANUNCIE AQUI
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    agosto de 201611SETEMI NEWS AUTOS E AFINS SETEMI NEWS - SEMPRE TRAZENDO MAIS INFORMAÇÃO ALIMENTAÇÃO ANUNCIE AQUI SEU PRODUTO OU SERVIÇO S 2867-6433 MODA, BELEZA E ACESSÓRIOS Dica de Beleza Todo mundo odeia um cabelo com frizz, né? Para isso, ao invés de pentear ou escovar o seu cabelo com uma escova normal, use uma escova de dentes e um pouco de laquê. Só não use a sua atual escova de dentes, tá?
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