Ano 3 - Edição 34
Mogi das Cruzes,
janeiro de 2016
Distribuição gratuita
SETEMI NEWS
DESTAQUE
PÁGINA 2
Brasileiros pagaram R$ 2 trilhões de
impostos em 2015
O Impostômetro, mecanismo
criado pela Associação Comer-
cial de São Paulo (ACSP) para
medir o valor dos tributos (im-
postos, taxas e contribuições)
pagos pelo cidadão brasileiro
durante o ano, chegou a R$ 2
trilhões no penúltimo dia de
2015. Segundo a associação, foi
a primeira vez que a ferramenta
atingiu essa marca. No ano de
2014, o Brasil arrecadou R$ 1,95
trilhão.
Boas
Festas!
Que a fé e a
esperança no
futuro possam
reviver a cada
dia no seu coração
Setemi
News
“Se fossem melhor aplicados, R$
2 trilhões em tributos pagos pelas
empresas e cidadãos seriam mais
do que suficientes para atender às
necessidades de todos os brasile-
iros”, disse Alencar Burti, presi-
dente da associação. “É impres-
cindível uma reforma tributária
no Brasil, que só poderá ser feita
se houver solução satisfatória
para a crise política, na urgência
queopaísrequer”,opinou.
CULTURA
PÁGINA 4
Brasil tem 112 municípios sem
bibliotecas públicas
Estados e municípios temem
não conseguir pagar piso aos
professores em 2016
EDUCAÇÃO
O reajuste do piso salarial dos professo-
res em 2016 é motivo de preocupação
tanto para estados e municípios, quanto
para os docentes. De acordo com indica-
dores nos quais se baseiam o reajuste,
divulgados pelo Ministério da Educação,
os salários iniciais devem aumentar
11,36%, segundo a Confederação Nacio-
nal de Municípios (CNM). Entes federa-
dos, no entanto, discordam do índice e
calculamumaumentode7,41%.
PÁGINA 5PÁGINA 8
O orçamento do governo federal para 2016
prevê reajuste no programa Bolsa Família,
de acordo com o Ministério do Desenvolvi-
mento Social (MDS). O aumento previsto de
gastos para o programa é R$ 1 bilhão, infor-
mou o ministério. No entanto, ainda não há
definição de quanto nem quando será o rea-
juste.
Orçamento de 2016 prevê
R$ 1 bilhão para reajuste do
Bolsa Família, diz MDS
ECONOMIA
SAÚDE
Vacina contra HPV para adolescentes passa a ter uma dose a menos
O Ministério da Cultura lançou o novo
cadastro de bibliotecas públicas e comu-
nitárias do país. Os números atuais indi-
cam que 112 dos 5.570 municípios não
contam com espaços públicos de leitura,
embora o Brasil disponha de 6.701 bibli-
otecas públicas já cadastradas e em torno
de3milcomunitárias.
A vacina contra o papiloma vírus humano
(HPV) vai passar a ter apenas duas doses,
em vez de três, para meninas entre 9 e 11
anos. Esta é uma das mudanças anuncia-
das pelo Ministério da Saúde no calendá-
rio de vacinação que já estão valendo.
Estudos mostram que a resposta de anti-
corpos com duas doses não é inferior à
aplicaçãodetrês.
PÁGINA 9
Artes Gráficas
ETEMIS
Tel: 2867-6433
Cel: 99927-0908
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janeiro de 2016
Brasileiros pagaram R$ 2 trilhões
de impostos em 2015
SETEMI EDITORA
& COMUNICAÇÃO
CNPJ 19.641.464/0001-05
Jornalista Profissional:
Marcos Dantas - MTB 55235-SP
Arte e Revisão:
Luzia Miranda
Representante Comercial:
Geralda Cesário
Departamento Jurídico:
Dra. Virgínia M. Oliver da Silva
Gráfica:
Notícias do Alto Tietê Empresa
Jornalística, Gráfica e Editora Ltda.
Distribuição:
Mogi das Cruzes e região
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(11) 2867-6433
(11) 97538-0790
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Fontes de notícias e imagens
desta edição:
2 SETEMI NEWS
DESTAQUE
• agenciabrasil
• bbcbrasil
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O Impostômetro, mecanismo
criado pela Associação Comer-
cial de São Paulo (ACSP) para
medir o valor dos tributos (im-
postos, taxas e contribuições)
pagos pelo cidadão brasileiro
durante o ano, chegou a R$ 2
trilhões no penúltimo dia de
2015. Segundo a associação,
foi a primeira vez que a ferra-
menta atingiu essa marca. No
ano de 2014, o Brasil arrecadou
R$1,95trilhão.
“Se fossem melhor aplicados,
R$ 2 trilhões em tributos pagos
pelas empresas e cidadãos seri-
am mais do que suficientes para
atender às necessidades de
todosos brasileiros”,disseAlen-
car Burti, presidente da associa-
ção.
“É imprescindível uma reforma
tributárianoBrasil,quesó pode-
rá ser feita se houver solução
satisfatória para a crise política,
na urgência que o país requer”,
opinou. Com esse valor arreca-
dado pela União, estados e
municípios, daria para se forne- S
cer mais de 14
bilhões de bol-
sas famílias,
adquirir mais de
1,66 bilhões de
notebooks, con-
tratar mais de
149 milhões de
professores do
ensino funda-
mental por ano,
construir mais de 21,7 milhões
dequilômetrosderedesdeesgo-
to ou construir mais de 57,1
milhões de casas populares de
40metrosquadrados,porexem-
plo.
Segundo a ACSP, os tributos
federais representam 65,95%
dos R$ 2 trilhões arrecadados,
enquanto os estaduais equiva-
lem a 28,47% e os municipais,
a5,58%.
Individualmente, o tributo de
maior arrecadação é o ICMS
(19,96% do total), seguido do
INSS (19,18%), Imposto de
Renda (15,62%) e Cofins
(10,13%).
Segundo a ACSP, houve uma
alteração na metodologia apli-
cadanoImpostômetro,emfun-
ção de mudança na medição do
Produto Interno Bruto (PIB)
peloIBGE.
Com isso, os valores exibidos
pelo Impostômetro passaram a
considerarnovos dadosdearre-
cadação de Imposto de Renda
retido dos funcionários públi-
cos estaduais e municipais e
novas taxas e contribuições
federais.
Também foram incluídas arre-
cadações de municípios que
não estavam sendo informadas
aoTesouroNacional.
janeiro de 2016 3SETEMI NEWS
janeiro de 20164 SETEMI NEWS
Brasil tem 112 municípios sem bibliotecas públicas
S
CULTURA
O Ministério da Cultura lançou
o novo cadastro de bibliotecas
públicas e comunitárias do país.
Os números atuais indicam que
112 dos 5.570 municípios não
contam com espaços públicos
de leitura, embora o Brasil dis-
ponha de 6.701 bibliotecas
públicas já cadastradas e em
tornode3milcomunitárias.
De acordo com o diretor de
Livro, Leitura, Literatura e
Bibliotecas do Ministério, Vol-
nei Canônica, o novo cadastro,
lançado no evento Território
Leitor,permitirácolocaros equi-
pamentos em rede para troca de
informaçõeseexperiências.
“Agora, vamos
começar uma cam-
panha para que
todas (as bibliote-
cas) se autodecla-
rem e se cadastrem,
de modo a iniciar-
mos o mapeamento
e o diálogo. Fare-
mos um mapea-
mento online para
podermos monitorar e a própria
comunidade entrar e informar
que a biblioteca não está mais
aberta. Queremos, de alguma
maneira, fazer uma interven-
ção, conversar com o gestor
público, para saber o que hou-
ve, a razão dessa biblioteca não
estámaisaberta”.
Segundo Canônica, o país não
tem bibliotecas em número
suficiente para atender a popu-
lação. Ele destacou que a bibli-
oteca é o principal equipamen-
to cultural que o município
deve ter e precisa ser preserva-
do. “É o equipamento cultural
que hoje chega ao maior núme-
ro de pessoas. Não temos tantos
museus quanto bibliotecas.Tam-
bém não temos tantas salas de
cinema. Então, cortar recurso
para as bibliotecas é realmente
cortar o maior e, às vezes, o
único equipamento cultural que
aquelemunicípiodispõe.”
Mesmo com a concentração
apontada pelo diretor, o bibliote-
cário Chico de Paula, integrante
do Movimento Abre Biblioteca
Rio, informou que o estado do
Rio tem o menor número de
bibliotecas por habitante do país.
“É vergonhoso o segundo estado
mais importante do ponto de
vista econômico e cultural ter
uma biblioteca para cada 110 mil
habitantes.”
A superintendente da Leitura e
do Conhecimento da Secretaria
de Estado de Cultura, Vera
Schroeder, explicou que “pou-
quíssimas” cidades do estado
não têm bibliotecas, mas reco-
nheceu que muitas não estão em
condições adequadas. “A maio-
ria das cidades tem bibliotecas,
mas algumas estão em condi-
ções muito precárias, em local
inadequado, com alguma infil-
tração ou algum tipo de pro-
blema. Através do Sistema
Estadual de Bibliotecas, temos
dadoumapoiobastanteforte.”
Vera acrescentou que a secre-
taria está finalizando dois
convênios com o Ministério da
Cultura, um para moderniza-
çãode40bibliotecasdos muni-
cípios, com aquisição de com-
putadores, mobiliário e livros,
e outro para capacitação de
agentes de leitura “que já atua-
ram em diversas localidades
do estado do Rio de Janeiro,
visitando famílias e estimulan-
doohábitodaleitura”.
janeiro de 2016 5SETEMI NEWS
Estados e municípios temem não conseguir
pagar piso aos professores em 2016
S
EDUCAÇÃO
O reajuste do piso salarial dos
professores em 2016 é motivo
de preocupação tanto para esta-
dos e municípios, quanto para
os docentes. De acordo com
indicadores nos quais se basei-
am o reajuste, divulgados pelo
MinistériodaEducação,os salá-
rios iniciais devem aumentar
11,36%, segundo a Confedera-
ção Nacional de Municípios
(CNM). Entes federados, no
entanto, discordam do índice e
calculam um aumento de
7,41%.
“Não se trata de discutir o que é
justo, e sim o que é possível ser
pago com as receitas municipa-
is”, diz o presidente da confede-
ração, Paulo Ziulkoski, em nota
divulgada.
“Com certeza, os professores
merecem reajustes maiores,
mas não se pode aceitar a mani-
pulação de informações para
gerar reajustes acima da capaci-
dade de pagamento dos gover-
nos”,conclui.
O piso salarial dos docentes é
reajustado anualmente, seguin-
do a Lei 11.738/2008, a Lei do
Piso, que vincula o aumento à
variação ocorrida no valor anual
mínimo por aluno definido no
Fundo de Manutenção e Desen-
volvimento da Educação Básica
e de Valorização dos Profissio-
naisdaEducação(Fundeb).
O piso é pago a profissionais
em início de carreira, com for-
mação de nível médio e carga
horária de 40 horas semanais.
Segundo a CNM, o governo
federal estimou a receita do
Fundeb em valor maior do que
ela efetivamente foi, aumen-
tandoopercentualdoreajuste.
Os trabalhadores discordam.
“Ficou demonstrado que não
há argumento técnico que justi-
fique a reduçãoda porcentagem
de 11,36%. Apesar da crise que
está colocada, a arrecadação do
Fundeb foi mantida. Temos
abertura para pensar em uma
fórmula de cálculo, mas não
agora para 2016, podemos pen-
sar para 2017”, diz a secretária
geral da Confederação Nacio-
nal dos Trabalhadores em Edu-
cação,MartaVanelli.
Ela lembra que para ter o direito
garantido, em 2015, os profes-
sores entraram em greve em
diversos estados e municípios,
porque não tiveram os salários
pagosdevidamente.
O reajuste é discutido desde o
final de novembro, quando foi
instalado o fórum permanente
para acompanhar a atualização
do valor do piso salarial nacio-
nal para os profissionais do
magistério público da educação
básica. Foram feitas duas reu-
niõesatéofimdoano.
janeiro de 20166 SETEMI NEWS
janeiro de 2016 7SETEMI NEWS
Rua Jardelina de Almeida Lopes, 491 - Parque Santana - Mogi das Cruzes
Tel: 4729-5817
janeiro de 20168 SETEMI NEWS
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Tel: 4729-5817
Orçamento de 2016 prevê R$ 1 bilhão
para reajuste do Bolsa Família, diz MDS
S
ECONOMIA
O orçamento do governo fede-
ral para 2016 prevê reajuste no
programa Bolsa Família, de
acordo com o Ministério do
Desenvolvimento Social
(MDS). O aumento previsto de
gastos para o programa é R$ 1
bilhão, informou o ministério.
No entanto, ainda não há defini-
ção de quanto nem quando será
o reajuste. O reajuste do Bolsa
Família entrou em discussão
nos noticiários após, no último
dia 31 de dezembro, a presiden-
ta Dilma Rousseff vetar
umtrechodaLeideDire-
trizes Orçamentárias
(LDO) de 2016, que pre-
via o reajuste para os
beneficiários do progra-
ma. De acordo com a
proposta aprovada pelo
Congresso Nacional, a
correção do benefício
para todas as famílias
seria medida de acordo com o
índice da inflação, calculado
pelo Índice Nacional de Preços
ao Consumidor Amplo. O MDS
informou que o veto da presi-
denta ao trecho da LDO ocorreu
em função da vinculação do rea-
juste do Bolsa Família à infla-
ção. A LDO contém parâmetros
e estimativas que orientam a
elaboração do Orçamento deste
ano. Na mensagem com justifi-
cativa dos vetos à LDO, encami-
nhada pela presidenta Dilma
Rousseff ao Congresso Nacio-
nal, ela explica que o Bolsa
Família passa por aperfeiçoa-
mentos e mudanças estruturais
e, caso esse “reajuste amplo”
não fosse vetado, prejudicaria
famílias em situação de extrema
pobreza que recebem o benefí-
cio de forma não-linear, em
valores distintos. De acordo
com o ministério, o benefício
médio pago as famílias é R$
164 e cresceu acima da inflação
desde 2011. De acordo com o
MDS, 13,9 milhões de famílias
recebemoBolsaFamília.
janeiro de 2016 9SETEMI NEWS
Vacina contra HPV para adolescentes
passa a ter uma dose a menos
S
SAÚDE
A vacina contra o papiloma
vírus humano (HPV) vai passar
a ter apenas duas doses, em vez
de três, para meninas entre 9 e
11 anos. Esta é uma das mudan-
ças anunciadas pelo Ministério
da Saúde no calendário de vaci-
nação da rede pública, que já
estãovalendo.
Segundo a pasta, estudos recen-
tes mostram que a resposta de
anticorpos com duas doses não
é inferior à aplicação de três. Já
as mulheres entre 9 e 26 anos
que têm HIV devem continuar
recebendo o esquema de três
doses davacinacontraoHPV.
Para os bebês, a principal dife-
rença no calendário vacinal será
a redução de uma dose na vaci-
na pneumocócica 10 valente
para pneumonia, que a partir de
agora será aplicada em duas
doses, aos 2 e 4 meses, seguida
de reforço preferencialmente
aos 12 meses, mas que poderá
ser tomadoatéos 4anos.
Já a vacina contra a poliomieli-
te, aplicada aos seis meses,
deixa de ser oral e passa a ser
injetável.
Apartir de agora, a criança rece-
be as três primeiras doses do
esquema – aos dois, quatro e seis
meses de vida – com a vacina
inativada poliomielite (VIP), de
forma injetável. Já a vacina oral
poliomielite (VOP) continua
sendo administrada como refor-
ço aos 15 meses, quatro anos e
anualmente durante a campanha
nacional, para crianças de um a
quatroanos.
Também houve mudança na
vacina meningocócica C, que
protege as crianças contra
meningite C. O reforço, que
anteriormente era aplicado aos
15 meses, passa a ser aplicado
preferencialmente aos 12
meses, mas pode ser feito até os
4 anos. As primeiras doses da
meningocócica continuam
sendofeitasaos3e5meses.
Atualmente, o Programa Naci-
onal de Imunizações distribui
cerca de 300 milhões de imuno-
biológicos anualmente, dentre
vacinas e soros, além de ofere-
cer à população todas as vaci-
nas recomendadas pela Organi-
zação Mundial da Saúde
(OMS) no Calendário Nacio-
nal. A vacinação é uma das
medidas mais importantes de
prevenção contra doenças. É
muito melhor e mais fácil pre-
venir uma enfermidade do que
tratá-la, e é isso que as vacinas
fazem e ela não protege apenas
aqueles que recebem a vacina,
mas também ajuda a comunida-
decomoumtodo.Por isso, man-
tenha sempre atualizada a
caderneta de vacinação de cri-
ançaseadolescentes.
janeiro de 201610 SETEMI NEWS
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soltinho adicione água quente
no preparo pois a fria retarda
o cozimento. jjjjjjjjjjjjjjjjjjj
SETEMI NEWS
AUTOS E AFINS
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Setemi news janeiro 2016

  • 1.
    Ano 3 -Edição 34 Mogi das Cruzes, janeiro de 2016 Distribuição gratuita SETEMI NEWS DESTAQUE PÁGINA 2 Brasileiros pagaram R$ 2 trilhões de impostos em 2015 O Impostômetro, mecanismo criado pela Associação Comer- cial de São Paulo (ACSP) para medir o valor dos tributos (im- postos, taxas e contribuições) pagos pelo cidadão brasileiro durante o ano, chegou a R$ 2 trilhões no penúltimo dia de 2015. Segundo a associação, foi a primeira vez que a ferramenta atingiu essa marca. No ano de 2014, o Brasil arrecadou R$ 1,95 trilhão. Boas Festas! Que a fé e a esperança no futuro possam reviver a cada dia no seu coração Setemi News “Se fossem melhor aplicados, R$ 2 trilhões em tributos pagos pelas empresas e cidadãos seriam mais do que suficientes para atender às necessidades de todos os brasile- iros”, disse Alencar Burti, presi- dente da associação. “É impres- cindível uma reforma tributária no Brasil, que só poderá ser feita se houver solução satisfatória para a crise política, na urgência queopaísrequer”,opinou. CULTURA PÁGINA 4 Brasil tem 112 municípios sem bibliotecas públicas Estados e municípios temem não conseguir pagar piso aos professores em 2016 EDUCAÇÃO O reajuste do piso salarial dos professo- res em 2016 é motivo de preocupação tanto para estados e municípios, quanto para os docentes. De acordo com indica- dores nos quais se baseiam o reajuste, divulgados pelo Ministério da Educação, os salários iniciais devem aumentar 11,36%, segundo a Confederação Nacio- nal de Municípios (CNM). Entes federa- dos, no entanto, discordam do índice e calculamumaumentode7,41%. PÁGINA 5PÁGINA 8 O orçamento do governo federal para 2016 prevê reajuste no programa Bolsa Família, de acordo com o Ministério do Desenvolvi- mento Social (MDS). O aumento previsto de gastos para o programa é R$ 1 bilhão, infor- mou o ministério. No entanto, ainda não há definição de quanto nem quando será o rea- juste. Orçamento de 2016 prevê R$ 1 bilhão para reajuste do Bolsa Família, diz MDS ECONOMIA SAÚDE Vacina contra HPV para adolescentes passa a ter uma dose a menos O Ministério da Cultura lançou o novo cadastro de bibliotecas públicas e comu- nitárias do país. Os números atuais indi- cam que 112 dos 5.570 municípios não contam com espaços públicos de leitura, embora o Brasil disponha de 6.701 bibli- otecas públicas já cadastradas e em torno de3milcomunitárias. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) vai passar a ter apenas duas doses, em vez de três, para meninas entre 9 e 11 anos. Esta é uma das mudanças anuncia- das pelo Ministério da Saúde no calendá- rio de vacinação que já estão valendo. Estudos mostram que a resposta de anti- corpos com duas doses não é inferior à aplicaçãodetrês. PÁGINA 9 Artes Gráficas ETEMIS Tel: 2867-6433 Cel: 99927-0908 • Cartão de Visita • Flyer • Banner • Panfleto E-mail: artediagramacao@seteminews.com.br
  • 2.
    janeiro de 2016 Brasileirospagaram R$ 2 trilhões de impostos em 2015 SETEMI EDITORA & COMUNICAÇÃO CNPJ 19.641.464/0001-05 Jornalista Profissional: Marcos Dantas - MTB 55235-SP Arte e Revisão: Luzia Miranda Representante Comercial: Geralda Cesário Departamento Jurídico: Dra. Virgínia M. Oliver da Silva Gráfica: Notícias do Alto Tietê Empresa Jornalística, Gráfica e Editora Ltda. Distribuição: Mogi das Cruzes e região ANUNCIE JÁ (11) 2867-6433 (11) 97538-0790 TODAS AS PROPAGANDAS SÃO DE TOTAL RESPONSABILIDADE DO ANUNCIANTE Acesse: www.seteminews.com.br facebook.com/seteminews Fontes de notícias e imagens desta edição: 2 SETEMI NEWS DESTAQUE • agenciabrasil • bbcbrasil • google images O Impostômetro, mecanismo criado pela Associação Comer- cial de São Paulo (ACSP) para medir o valor dos tributos (im- postos, taxas e contribuições) pagos pelo cidadão brasileiro durante o ano, chegou a R$ 2 trilhões no penúltimo dia de 2015. Segundo a associação, foi a primeira vez que a ferra- menta atingiu essa marca. No ano de 2014, o Brasil arrecadou R$1,95trilhão. “Se fossem melhor aplicados, R$ 2 trilhões em tributos pagos pelas empresas e cidadãos seri- am mais do que suficientes para atender às necessidades de todosos brasileiros”,disseAlen- car Burti, presidente da associa- ção. “É imprescindível uma reforma tributárianoBrasil,quesó pode- rá ser feita se houver solução satisfatória para a crise política, na urgência que o país requer”, opinou. Com esse valor arreca- dado pela União, estados e municípios, daria para se forne- S cer mais de 14 bilhões de bol- sas famílias, adquirir mais de 1,66 bilhões de notebooks, con- tratar mais de 149 milhões de professores do ensino funda- mental por ano, construir mais de 21,7 milhões dequilômetrosderedesdeesgo- to ou construir mais de 57,1 milhões de casas populares de 40metrosquadrados,porexem- plo. Segundo a ACSP, os tributos federais representam 65,95% dos R$ 2 trilhões arrecadados, enquanto os estaduais equiva- lem a 28,47% e os municipais, a5,58%. Individualmente, o tributo de maior arrecadação é o ICMS (19,96% do total), seguido do INSS (19,18%), Imposto de Renda (15,62%) e Cofins (10,13%). Segundo a ACSP, houve uma alteração na metodologia apli- cadanoImpostômetro,emfun- ção de mudança na medição do Produto Interno Bruto (PIB) peloIBGE. Com isso, os valores exibidos pelo Impostômetro passaram a considerarnovos dadosdearre- cadação de Imposto de Renda retido dos funcionários públi- cos estaduais e municipais e novas taxas e contribuições federais. Também foram incluídas arre- cadações de municípios que não estavam sendo informadas aoTesouroNacional.
  • 3.
    janeiro de 20163SETEMI NEWS
  • 4.
    janeiro de 20164SETEMI NEWS Brasil tem 112 municípios sem bibliotecas públicas S CULTURA O Ministério da Cultura lançou o novo cadastro de bibliotecas públicas e comunitárias do país. Os números atuais indicam que 112 dos 5.570 municípios não contam com espaços públicos de leitura, embora o Brasil dis- ponha de 6.701 bibliotecas públicas já cadastradas e em tornode3milcomunitárias. De acordo com o diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério, Vol- nei Canônica, o novo cadastro, lançado no evento Território Leitor,permitirácolocaros equi- pamentos em rede para troca de informaçõeseexperiências. “Agora, vamos começar uma cam- panha para que todas (as bibliote- cas) se autodecla- rem e se cadastrem, de modo a iniciar- mos o mapeamento e o diálogo. Fare- mos um mapea- mento online para podermos monitorar e a própria comunidade entrar e informar que a biblioteca não está mais aberta. Queremos, de alguma maneira, fazer uma interven- ção, conversar com o gestor público, para saber o que hou- ve, a razão dessa biblioteca não estámaisaberta”. Segundo Canônica, o país não tem bibliotecas em número suficiente para atender a popu- lação. Ele destacou que a bibli- oteca é o principal equipamen- to cultural que o município deve ter e precisa ser preserva- do. “É o equipamento cultural que hoje chega ao maior núme- ro de pessoas. Não temos tantos museus quanto bibliotecas.Tam- bém não temos tantas salas de cinema. Então, cortar recurso para as bibliotecas é realmente cortar o maior e, às vezes, o único equipamento cultural que aquelemunicípiodispõe.” Mesmo com a concentração apontada pelo diretor, o bibliote- cário Chico de Paula, integrante do Movimento Abre Biblioteca Rio, informou que o estado do Rio tem o menor número de bibliotecas por habitante do país. “É vergonhoso o segundo estado mais importante do ponto de vista econômico e cultural ter uma biblioteca para cada 110 mil habitantes.” A superintendente da Leitura e do Conhecimento da Secretaria de Estado de Cultura, Vera Schroeder, explicou que “pou- quíssimas” cidades do estado não têm bibliotecas, mas reco- nheceu que muitas não estão em condições adequadas. “A maio- ria das cidades tem bibliotecas, mas algumas estão em condi- ções muito precárias, em local inadequado, com alguma infil- tração ou algum tipo de pro- blema. Através do Sistema Estadual de Bibliotecas, temos dadoumapoiobastanteforte.” Vera acrescentou que a secre- taria está finalizando dois convênios com o Ministério da Cultura, um para moderniza- çãode40bibliotecasdos muni- cípios, com aquisição de com- putadores, mobiliário e livros, e outro para capacitação de agentes de leitura “que já atua- ram em diversas localidades do estado do Rio de Janeiro, visitando famílias e estimulan- doohábitodaleitura”.
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    janeiro de 20165SETEMI NEWS Estados e municípios temem não conseguir pagar piso aos professores em 2016 S EDUCAÇÃO O reajuste do piso salarial dos professores em 2016 é motivo de preocupação tanto para esta- dos e municípios, quanto para os docentes. De acordo com indicadores nos quais se basei- am o reajuste, divulgados pelo MinistériodaEducação,os salá- rios iniciais devem aumentar 11,36%, segundo a Confedera- ção Nacional de Municípios (CNM). Entes federados, no entanto, discordam do índice e calculam um aumento de 7,41%. “Não se trata de discutir o que é justo, e sim o que é possível ser pago com as receitas municipa- is”, diz o presidente da confede- ração, Paulo Ziulkoski, em nota divulgada. “Com certeza, os professores merecem reajustes maiores, mas não se pode aceitar a mani- pulação de informações para gerar reajustes acima da capaci- dade de pagamento dos gover- nos”,conclui. O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguin- do a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desen- volvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissio- naisdaEducação(Fundeb). O piso é pago a profissionais em início de carreira, com for- mação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. Segundo a CNM, o governo federal estimou a receita do Fundeb em valor maior do que ela efetivamente foi, aumen- tandoopercentualdoreajuste. Os trabalhadores discordam. “Ficou demonstrado que não há argumento técnico que justi- fique a reduçãoda porcentagem de 11,36%. Apesar da crise que está colocada, a arrecadação do Fundeb foi mantida. Temos abertura para pensar em uma fórmula de cálculo, mas não agora para 2016, podemos pen- sar para 2017”, diz a secretária geral da Confederação Nacio- nal dos Trabalhadores em Edu- cação,MartaVanelli. Ela lembra que para ter o direito garantido, em 2015, os profes- sores entraram em greve em diversos estados e municípios, porque não tiveram os salários pagosdevidamente. O reajuste é discutido desde o final de novembro, quando foi instalado o fórum permanente para acompanhar a atualização do valor do piso salarial nacio- nal para os profissionais do magistério público da educação básica. Foram feitas duas reu- niõesatéofimdoano.
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    janeiro de 20166SETEMI NEWS
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    janeiro de 20167SETEMI NEWS Rua Jardelina de Almeida Lopes, 491 - Parque Santana - Mogi das Cruzes Tel: 4729-5817
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    janeiro de 20168SETEMI NEWS Rua Jardelina de Almeida Lopes, 491 - Parque Santana - Mogi das Cruzes Tel: 4729-5817 Orçamento de 2016 prevê R$ 1 bilhão para reajuste do Bolsa Família, diz MDS S ECONOMIA O orçamento do governo fede- ral para 2016 prevê reajuste no programa Bolsa Família, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). O aumento previsto de gastos para o programa é R$ 1 bilhão, informou o ministério. No entanto, ainda não há defini- ção de quanto nem quando será o reajuste. O reajuste do Bolsa Família entrou em discussão nos noticiários após, no último dia 31 de dezembro, a presiden- ta Dilma Rousseff vetar umtrechodaLeideDire- trizes Orçamentárias (LDO) de 2016, que pre- via o reajuste para os beneficiários do progra- ma. De acordo com a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, a correção do benefício para todas as famílias seria medida de acordo com o índice da inflação, calculado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. O MDS informou que o veto da presi- denta ao trecho da LDO ocorreu em função da vinculação do rea- juste do Bolsa Família à infla- ção. A LDO contém parâmetros e estimativas que orientam a elaboração do Orçamento deste ano. Na mensagem com justifi- cativa dos vetos à LDO, encami- nhada pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso Nacio- nal, ela explica que o Bolsa Família passa por aperfeiçoa- mentos e mudanças estruturais e, caso esse “reajuste amplo” não fosse vetado, prejudicaria famílias em situação de extrema pobreza que recebem o benefí- cio de forma não-linear, em valores distintos. De acordo com o ministério, o benefício médio pago as famílias é R$ 164 e cresceu acima da inflação desde 2011. De acordo com o MDS, 13,9 milhões de famílias recebemoBolsaFamília.
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    janeiro de 20169SETEMI NEWS Vacina contra HPV para adolescentes passa a ter uma dose a menos S SAÚDE A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) vai passar a ter apenas duas doses, em vez de três, para meninas entre 9 e 11 anos. Esta é uma das mudan- ças anunciadas pelo Ministério da Saúde no calendário de vaci- nação da rede pública, que já estãovalendo. Segundo a pasta, estudos recen- tes mostram que a resposta de anticorpos com duas doses não é inferior à aplicação de três. Já as mulheres entre 9 e 26 anos que têm HIV devem continuar recebendo o esquema de três doses davacinacontraoHPV. Para os bebês, a principal dife- rença no calendário vacinal será a redução de uma dose na vaci- na pneumocócica 10 valente para pneumonia, que a partir de agora será aplicada em duas doses, aos 2 e 4 meses, seguida de reforço preferencialmente aos 12 meses, mas que poderá ser tomadoatéos 4anos. Já a vacina contra a poliomieli- te, aplicada aos seis meses, deixa de ser oral e passa a ser injetável. Apartir de agora, a criança rece- be as três primeiras doses do esquema – aos dois, quatro e seis meses de vida – com a vacina inativada poliomielite (VIP), de forma injetável. Já a vacina oral poliomielite (VOP) continua sendo administrada como refor- ço aos 15 meses, quatro anos e anualmente durante a campanha nacional, para crianças de um a quatroanos. Também houve mudança na vacina meningocócica C, que protege as crianças contra meningite C. O reforço, que anteriormente era aplicado aos 15 meses, passa a ser aplicado preferencialmente aos 12 meses, mas pode ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendofeitasaos3e5meses. Atualmente, o Programa Naci- onal de Imunizações distribui cerca de 300 milhões de imuno- biológicos anualmente, dentre vacinas e soros, além de ofere- cer à população todas as vaci- nas recomendadas pela Organi- zação Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacio- nal. A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil pre- venir uma enfermidade do que tratá-la, e é isso que as vacinas fazem e ela não protege apenas aqueles que recebem a vacina, mas também ajuda a comunida- decomoumtodo.Por isso, man- tenha sempre atualizada a caderneta de vacinação de cri- ançaseadolescentes.
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    janeiro de 201610SETEMI NEWS CLASSIFICADOS Para ter um arroz mais soltinho adicione água quente no preparo pois a fria retarda o cozimento. jjjjjjjjjjjjjjjjjjj SETEMI NEWS AUTOS E AFINS ALIMENTAÇÃO MODA, BELEZA E ACESSÓRIOS DICA: ARROZ SOLTINHO SETEMI NEWS
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    janeiro de 201611SETEMI NEWS SERVIÇOS SEMINÁRIO TEOLÓGICO MISSIONÁRIO INDEPENDENTE CURSOS DE EXTENSÃO, PALESTRAS E WORKSHOPS PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU CURSOS DE GRADUAÇÃO SEMIPRESENCIAIS Matrícula Grátis! Telefones: 11 2867-6433 (fixo) - 11 99927-0908 (vivo) - 11 97289-2484 (vivo) Rua Mário Yoshida, 683 - Vila Cintra - Mogi das Cruzes - Site: www.setemiteologia.com.brSP - ANUNCIE AQUI
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    janeiro de 201612SETEMI NEWS Toucador à partir R$ 150,00 Porta de Alumínio R$ 265,00 Cimento Cola 20kg R$ 7,99 (saco) Tinta Coralar R$ 110,00 Cimento R$ 19,99 Bacia branca R$ 60,00 Piso Extra A À partir 2 R$ 8,99 m TEL: 4723-2420 Av. Lourenço de Souza Franco, 504 Jundiapeba - Mogi das Cruzes QUEMelhor É A MOGI PISOS A T A C A D Ã O *CONSULTAR CONDIÇÕES NA LOJA PAGAMENTO FACILITADO EM ATÉ 3X, 6X E 10X S/ JUROS* QUEMelhor QUEMelhor Ofertas válidas para o mês de Janeiro ou enquanto durarem os estoques. Valores para retirar os produtos na loja.