27 de Janeiro de 2013
Ana Carolina, número1, 9º5
Ana Margarida, número 2, 9º5
Helena Ferreira, número8, 9º5
Segurança Ambiental – Porque
é preciso amar e cuidar do
nosso mundo
Introdução…pág. 3
Situação nos:
Países desenvolvidos…pág. 3
Países em desenvolvimento…pág. 4
Portugal…pág. 4 a 6
Conclusão…pág.6
Bibliografia…pág.6
Índice
“A crise financeira não é o único problema, há outro, pior porque
tem a ver, não com o modo de produção e distribuição, mas com a
própria existência. Refiro-me à mudança climática.” – Fidel Castro.
Os países desenvolvidospor terem, na sua maioria, condições
climáticas favoráveis em relação aos países do terceiro mundo, nos
quais ocorrem, por vezes, catástrofes naturais devastadoras,
quando essas catástrofes acontecem, têm uma certa
responsabilidade em relação aos países em desenvolvimento.
Tal como no caso do Haiti, que é um país com pouca resistência
institucional e financeira para catástrofes que tem de enfrentar com
regularidade, os países desenvolvidos ajudam a saldar a chamada
“dívida ambiental” de países como o Haiti, em vias de
desenvolvimento.
O maior problema dos países desenvolvidos é esse mesmo: o
desenvolvimento.
Quanto mais desenvolvido um país tende a ser, mais mecanizado é,
e mais poluí o ambiente, libertando grandes quantidades de dióxido
de carbono para a atmosfera, causando o efeito de estufa, um
problema tão falado nos dias de hoje.
Além do efeito estufa, existe também o problema do esgotamento
dos recursos naturais, tais como o petróleo para o combustível dos
automóveis, ou o urânio, para o combustível de centrais nucleares.
Situação nos:
Introdução
Países Desenvolvidos
Os países em vias de desenvolvimento, graças às suas
condições climáticas tão instáveis, têm um peso maior nas
estatísticas de problemas ambientais tais como a
desertificação, escassez de recursos tais como a água, entre
outros.
Alguns destes países têm neglegenciado as questões
ambientais, mesmo estas podendo ter consequências a médio
e longo prazo.
Os discursos de defesa a essas mesmas questões nem
sempre são acompanhados de políticas que ponham em
prática tais argumentos.
Em relação aos países do terceiro mundo, as questões
financeiras, demográficas e educacionais ganham mais
destaque, sendo, por muitas vezes esquecidas as questões
ambientais.
Em relação a Portugal, a Quercus, Associação Nacional de
Conservação da Natureza, dia vinte e dois de Abril de dois mil e
onze, – Dia da Terra -, os sete pecados ambientais de Portugal no
dia a dia.
“
1. O Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável caiu
no esquecimento
A cimeira das Nações Unidas sobre o Ambiente e
Desenvolvimento realizou-se há 8 meses, e o prometido
Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável ainda
não ganhou forma. Mais uma vez as promessas do
governo, continuam somente a ser promessas e sem
implicações práticas.
2. A remodelação ao financiamento das autarquias não é o
correcto
Países em Desenvolvimento
Portugal
Numa fase em que o Governo decidiu alterar as taxas do
Imposto de Selo e a contribuição autárquica é
necessário ponderar o método de distribuição do
financiamento público. Não se deve construir
inconscientemente, há que ter em conta valores naturais
e paisagísticos.
3. Portugal consume cada vez mais energia
Vivendo em tempo de crise, Portugal apresenta valores
preocupantes, tendo em conta que estamos em
recessão económica e continuamos a aumentar a
intensidade energética do país. Isto significa que para
além de estarmos a gastar muito mais energia do que
era suposto para a nossa face de desenvolvimento
económico, estamos também a desperdiçar, cada vez
mais, energia e recursos.
4. Excesso de tráfico em circulação
O excesso de carros e transportes em circulação origina:
mais gasto energético, mais emissões, mais ruído e
mais congestionamento.
Portugal é um dos cinco países que está na rota para
uma insustentabilidade no sector dos transportes, tendo
também concentrações de poluentes muito acima da
média do que é permitido pela legislação europeia.
5. Portugal desperdiça por ano 3 100 000 000 000 litros de
água
Portugal consegue desperdiçar por ano vários milhões
de litros de água. Apesar de existir um Programa
Nacional para o Uso Eficiente de Água, este só teve
parte teórico, pois nunca foi aplicado. É necessário que
na agricultura, na indústria e no consumo privado, se
faça um uso eficiente e sustentável da água.
6. A Conservação da Natureza ainda não passou à parte
prática
Apesar de já ter sido elaborada uma Estratégia Nacional
de Conservação da Natureza e da Biodiversidade,
muitos dos seus objectivos ainda continuam por
concretizar. Os Planos de Ordenamento do Território
das áreas protegidas continuam por implementar, bem
como, ainda existem muitas áreas da Rede Natura 2000
por ordenar.
7. Reciclagem ainda longe dos hábitos portugueses
Reutiliza-se menos que o desejável, recicla-se menos
que o esperado e no final de contas instalam-se mais
incineradoras. A reutilização de embalagens com tara de
retorno verifica-se menos, e a reciclagem urbana ainda
não apresenta valores significativos para o ambiente.
Por sua vez, a última opção desejável é aquele que se
procura mais, a incineração, ou seja, a queima de
resíduos.”
Com este trabalho, podemos concluir que a segurança ambiental é
algo que varia muito consoante o país e o seu grau de
desenvolvimento, mas mesmo mediante isso, existe um fator que
não muda:
Se queremos melhorar a nossa qualidade de vida, temos de lutar
para melhorar a qualidade vida do nosso planeta.
http://www.inma.org.br/site/desenvolvimento-e-meio-
ambiente/115-desenvolviemento.html
https://dspace.ist.utl.pt/bitstream/2295/40947/1/Trabalho%202
1%20Indicadores%20Ambientais.pdf
http://antesqueanaturezamorra.blogspot.pt/2011/11/divida-
ambiental-dos-paises.html
http://www.cenedcursos.com.br/efeitos-dos-problemas-
ambientais-na-sociedade-e-populacao.html
http://ambiente.kazulo.pt/7300/quercus-enumera-7-pecados-
ambientais-de-portugal-no-dia-da-terra.htm
Conclusão
Bibliografia

Segurança ambiental

  • 1.
    27 de Janeirode 2013 Ana Carolina, número1, 9º5 Ana Margarida, número 2, 9º5 Helena Ferreira, número8, 9º5 Segurança Ambiental – Porque é preciso amar e cuidar do nosso mundo
  • 2.
    Introdução…pág. 3 Situação nos: Paísesdesenvolvidos…pág. 3 Países em desenvolvimento…pág. 4 Portugal…pág. 4 a 6 Conclusão…pág.6 Bibliografia…pág.6 Índice
  • 3.
    “A crise financeiranão é o único problema, há outro, pior porque tem a ver, não com o modo de produção e distribuição, mas com a própria existência. Refiro-me à mudança climática.” – Fidel Castro. Os países desenvolvidospor terem, na sua maioria, condições climáticas favoráveis em relação aos países do terceiro mundo, nos quais ocorrem, por vezes, catástrofes naturais devastadoras, quando essas catástrofes acontecem, têm uma certa responsabilidade em relação aos países em desenvolvimento. Tal como no caso do Haiti, que é um país com pouca resistência institucional e financeira para catástrofes que tem de enfrentar com regularidade, os países desenvolvidos ajudam a saldar a chamada “dívida ambiental” de países como o Haiti, em vias de desenvolvimento. O maior problema dos países desenvolvidos é esse mesmo: o desenvolvimento. Quanto mais desenvolvido um país tende a ser, mais mecanizado é, e mais poluí o ambiente, libertando grandes quantidades de dióxido de carbono para a atmosfera, causando o efeito de estufa, um problema tão falado nos dias de hoje. Além do efeito estufa, existe também o problema do esgotamento dos recursos naturais, tais como o petróleo para o combustível dos automóveis, ou o urânio, para o combustível de centrais nucleares. Situação nos: Introdução Países Desenvolvidos
  • 4.
    Os países emvias de desenvolvimento, graças às suas condições climáticas tão instáveis, têm um peso maior nas estatísticas de problemas ambientais tais como a desertificação, escassez de recursos tais como a água, entre outros. Alguns destes países têm neglegenciado as questões ambientais, mesmo estas podendo ter consequências a médio e longo prazo. Os discursos de defesa a essas mesmas questões nem sempre são acompanhados de políticas que ponham em prática tais argumentos. Em relação aos países do terceiro mundo, as questões financeiras, demográficas e educacionais ganham mais destaque, sendo, por muitas vezes esquecidas as questões ambientais. Em relação a Portugal, a Quercus, Associação Nacional de Conservação da Natureza, dia vinte e dois de Abril de dois mil e onze, – Dia da Terra -, os sete pecados ambientais de Portugal no dia a dia. “ 1. O Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável caiu no esquecimento A cimeira das Nações Unidas sobre o Ambiente e Desenvolvimento realizou-se há 8 meses, e o prometido Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável ainda não ganhou forma. Mais uma vez as promessas do governo, continuam somente a ser promessas e sem implicações práticas. 2. A remodelação ao financiamento das autarquias não é o correcto Países em Desenvolvimento Portugal
  • 5.
    Numa fase emque o Governo decidiu alterar as taxas do Imposto de Selo e a contribuição autárquica é necessário ponderar o método de distribuição do financiamento público. Não se deve construir inconscientemente, há que ter em conta valores naturais e paisagísticos. 3. Portugal consume cada vez mais energia Vivendo em tempo de crise, Portugal apresenta valores preocupantes, tendo em conta que estamos em recessão económica e continuamos a aumentar a intensidade energética do país. Isto significa que para além de estarmos a gastar muito mais energia do que era suposto para a nossa face de desenvolvimento económico, estamos também a desperdiçar, cada vez mais, energia e recursos. 4. Excesso de tráfico em circulação O excesso de carros e transportes em circulação origina: mais gasto energético, mais emissões, mais ruído e mais congestionamento. Portugal é um dos cinco países que está na rota para uma insustentabilidade no sector dos transportes, tendo também concentrações de poluentes muito acima da média do que é permitido pela legislação europeia. 5. Portugal desperdiça por ano 3 100 000 000 000 litros de água Portugal consegue desperdiçar por ano vários milhões de litros de água. Apesar de existir um Programa Nacional para o Uso Eficiente de Água, este só teve parte teórico, pois nunca foi aplicado. É necessário que na agricultura, na indústria e no consumo privado, se faça um uso eficiente e sustentável da água. 6. A Conservação da Natureza ainda não passou à parte prática Apesar de já ter sido elaborada uma Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, muitos dos seus objectivos ainda continuam por concretizar. Os Planos de Ordenamento do Território das áreas protegidas continuam por implementar, bem
  • 6.
    como, ainda existemmuitas áreas da Rede Natura 2000 por ordenar. 7. Reciclagem ainda longe dos hábitos portugueses Reutiliza-se menos que o desejável, recicla-se menos que o esperado e no final de contas instalam-se mais incineradoras. A reutilização de embalagens com tara de retorno verifica-se menos, e a reciclagem urbana ainda não apresenta valores significativos para o ambiente. Por sua vez, a última opção desejável é aquele que se procura mais, a incineração, ou seja, a queima de resíduos.” Com este trabalho, podemos concluir que a segurança ambiental é algo que varia muito consoante o país e o seu grau de desenvolvimento, mas mesmo mediante isso, existe um fator que não muda: Se queremos melhorar a nossa qualidade de vida, temos de lutar para melhorar a qualidade vida do nosso planeta. http://www.inma.org.br/site/desenvolvimento-e-meio- ambiente/115-desenvolviemento.html https://dspace.ist.utl.pt/bitstream/2295/40947/1/Trabalho%202 1%20Indicadores%20Ambientais.pdf http://antesqueanaturezamorra.blogspot.pt/2011/11/divida- ambiental-dos-paises.html http://www.cenedcursos.com.br/efeitos-dos-problemas- ambientais-na-sociedade-e-populacao.html http://ambiente.kazulo.pt/7300/quercus-enumera-7-pecados- ambientais-de-portugal-no-dia-da-terra.htm Conclusão Bibliografia