O documento discute a escuta do psicanalista no hospital e como a clínica no hospital está em sintonia com o lugar do analista na contemporaneidade. Apresenta três hipóteses: 1) a clínica no hospital não deve ser reduzida; 2) a clínica no hospital é síncrona ao lugar do analista hoje; 3) o que está em jogo na clínica hospitalar é uma operação sobre o gozo do paciente.