O documento discute o acesso à saúde no Brasil, comparando o Sistema Único de Saúde (SUS), que atende todas as classes gratuitamente, com a rede privada paga. O SUS sofre com falta de recursos e profissionais, levando a atendimentos precários e demorados, enquanto a rede privada oferece qualidade e disponibilidade maiores. A desigualdade no acesso à saúde reflete a realidade do capitalismo, onde dinheiro define o nível de cuidados recebidos.