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TRABALHO DE
SOCI OLOGI A

Í ndia
DADOS PRI NCI PAI S
ÁREA: 3.287.782 km²
CAPI TAL DA Í NDI A: Nova Délhi
POPULAÇÃO: 1,21 bilhão (est imat iva 2010)
MOEDA DA Í NDI A: r úpia indiana
NOME OFI CI AL: República da Í ndia (Bhar at
J ukt ar asht r a).
NACI ONALI DADE: indiana
DATA NACI ONAL: 26 de j aneir o (Pr oclamação da
República); 15 de agost o (I ndependência); 2 de out ubr o
(aniver sár io de Gandhi).
Br asão de
ar mas da
Í ndia
FUSO HORÁRI O: + 8 h30min em
r elação à Br asília
CLI MA DA Í NDI A: clima de monção
(maior par t e), clima t r opical, equat or ial
(S), ár ido t r opical (NO), de mont anha
(N).
CI DADES DA Í NDI A (PRI NCI PAI S):
Mumbai (ex-Bombaim), Calcut á, Nova
Délhi; Madr as, Bangalor e.
COMPOSI ÇÃO DA POPULAÇÃO: indoar ianos 72%, dr ávidas 25%, mongóis e
out r os 3% (censo de 1996).
ECONOMI A DA Í NDI A :

Pr odut os Agr ícolas: algodão em pluma, ar r oz,
chá, cast anha de caj u, j ut a, caf é, cana-deaçúcar , legumes e ver dur as, t r igo, especiar ias,
f eij ão.
Pecuár ia: bovinos, ovinos, capr inos, suínos,
eqüinos, camelos, búf alos, aves.
Miner ação: minér io de f er r o, diamant e, car vão,
asf alt o nat ur al, cr omit a.
I ndúst r ia: aliment ícia, sider úr gica (f er r o e aço),
Religião
A r eligião na Í ndia é muit o f or t e, pois est a
r egião é consider ada um dos ber ços r eligiosos
das civilizações ant igas. Gr ande par t e dos
indianos é seguidor a do hinduísmo. Por ém,
exist em t ambém pr at icant es do islamismo,
budismo, j ainismo, siquismo e cr ist ianismo.
Embor a t enha sido of icialment e ext int o, o
sist ema de cast as ainda f az par t e da
cult ur a hindu, embor a t enha sido
modif icado no seu f or mat o or iginal. No
sist ema ant igo, as pessoas er am divididas
de acor do com sua posição social. Os
gr upos (cast as) er am: br âmanes (r eligiosos
e nobr es), xat r ias (guer r eir os), vaixias
(agr icult or es e comer ciant es), sudr as
(escr avos) e pár ias (sem cast as).
ECONOMI A DA Í NDI A :

Pr odut os Agr ícolas: algodão em pluma, ar r oz, chá,
cast anha de caj u, j ut a, caf é, cana-de-açúcar , legumes e
ver dur as, t r igo, especiar ias, f eij ão.
Pecuár ia: bovinos, ovinos, capr inos, suínos, eqüinos,
camelos, búf alos, aves.
Miner ação: minér io de f er r o, diamant e, car vão, asf alt o
nat ur al, cr omit a.
I ndúst r ia: aliment ícia, sider úr gica (f er r o e aço), t êxt il,
química e medicament os.
O Ganges tem um valor espiritual para as pessoas que seguem o hinduísmo, vários desses
seguidores tomam banho nas águas do rio, acreditando que ele tem a capacidade de purificar
todos os pecados.

O rio Ganges tem uma ligação muito forte com a cultura e religião indiana, eles acreditam que suas
águas têm a origem dos céus, por vontade do deus Brahma, que para sua religião é o responsável
pela criação do universo.
Um ritual muito comum, é a visita de milhares de devotos, que ao amanhecer tomam banho nas
águas poluídas do rio, tomam a água e lançam as cinzas de familiares mortos.
O Ganges, acima de t udo é o r io da Í ndia,
que j á declar ou da Í ndia cor ação cat iveir o
e chamou inúmer o milhões par a ele desde
o início da hist ór ia. A hist ór ia do Ganges,
desde a sua nascent e at é o mar , desde
t empos ant igos par a os novos, é a hist ór ia
da civilização e da cult ur a da Í ndia, da
ascensão e queda de impér ios, de gr ande
or gulho e cidades, das avent ur as do
homem ...
A vida das mulher es na
índia
A Í ndia mat ou mais de 10 milhões de bebês
mulher es nos últ imos 20 anos. O Punj ab, o est ado
onde vivemos, localizado no nor dest e do país, t em a
maior t axa de nasciment o de homens ver sus
mulher es da Í ndia e super a at é mesmo as
conhecidas t axas chinesas.
Segundo o Censo I ndiano de 2011, a t axa de
nasciment o de meninas em r elação a de meninos é
de 914 par a 1000. Segundo o j or nal The Times of
I ndia, isso signif ica que par a cada 1000 meninos,
cer ca de 70 meninas menor es de seis anos são
Exist e um pr ovér bio por aqui que diz
“Raising a gir l is like wat er ing t he
neighbour ’s gar den”. Ou em bom
por t uguês: “cr iar uma menina é como
r egar o j ar dim do vizinho”. As mulher es
são cr iadas par a se casar em. E se casar
signif ica t er um casament o ar r anj ado,
e que a f amília vai t er que bancar uma
incr ível f est a que dur a uns t r ês dias e,
O dot e ger a out r o t ipo de cr ime inf elizment e
muit o comum: o assassinat o de noivas. Uma
est at íst ica de 2008, f eit a por um escr it ór io
nacional de dados sobr e cr ime (NCBR) diz que
8.172 mulher es f or am assassinadas naquele
ano vít imas do cr ime do dot e. A maior ia dos
casos, ent r et ant o, não é sequer r epor t ada à
polícia, é t omada como acident e – como j ogar
uma panela de óleo em sima da noiva e colocar
f ogo enquant o a sogr a “ensina” a nova nor a a
cozinhar . Tão t r ist e e comum que exist e at é
O casament o ent r e cr ianças é pr oibido na Í ndia desde
a nova const it uição. A mulher pr ecisa t er , no mínimo, 18
anos e o homem, 21, por ém exist e uma est imat iva de
que são f eit os por volt a de 200.000 casament os por
ano ent r e casais menor es de 18 anos.
A sit uação é um pouco par ecida com a do Br asil, só que
no Br asil j ovens adolescent es engr avidam e t êm f ilhos
ainda cr ianças. J á na Í ndia as f amílias t êm medo de que
as meninas se int er essem por um menino e f uj am com
ele, casando-se sem o consent iment o dos pais. Por isso
as f amílias f azem os casament os dos f ilhos ainda
cr ianças. Eles cont inuam mor ando com seus pais at é
Danças
indianas, egião da Í ndia
Em cada r
sur gir am dif er ent es ver sões
das danças indianas,
pr eser vando, por ém os mesmos
pr eceit os, as mesmas leis
r egist r adas no Nat yasast r a.
Bhar at a
nat yam
Kat hak
:
Odissi
:
Manipur
i
Kat haka
li
Mohini
At t am
Kuchipud
i
A música da índia, essencialment e impr ovisada,
de car át er descr it ivo e emot ivo, baseia-se em
quadr os r ígidos, complexos e const ant es, que
const it uem o único element o
t r ansmissível.Der iva de vár ios sist emas
per t encent es a gr upos ét nicos e linguíst icos
dist int os (mundas, dr avidianos, ar ianos e
out r os). A música indiana não t endo not ação
gr áf ica, consist e em um sist ema de r agas que
são memor izadas pelos execut ant es e que
ser vem de base par a as impr ovisações.O
pr incipal inst r ument o de cor das é a t ambur a
(t ampur a);os pr incipais inst r ument os de sopr o
são as f laut as e uma espécie de obóe. Ent r e os
t ambor es , os mais impor t ant es são os

Músic
a
Comidas t r adicionais da Í ndia
Na Í ndia desde a ant iguidade a t r adição
culinár ia é cheia de t emper os e especiar ias
conhecidas no mundo int eir o. Muit os chef es de
cozinhas dizem que a Í ndia é a culinár ia mais
diver sif icada do mundo pelo uso sof ist icado e
sut il de suas er vas e especiar ias. Embor a boa
par t e da população da Í ndia não coma car ne de
vaca, muit os pr at os t r adicionais são à base de
f r ango, peixe, bode, cor deir o ent r e out r os. As
comidas t r adicionais são o Kachor i que é um
Na Í ndia é comum o uso de chapat is ou out r os t ipos de
pães nas r ef eições. Os indianos ger alment e comem com as
mãos, ist o é, sem t alher es, por isso o chapat i é bast ant e
ut ilizado par a pegar os aliment os.
Exist em vár ios t ipos de pães: o r ot i,o por ot a, o nan, mas o
mais comum é o chapat i mesmo, que é o mais simples dos
pães. Dizem que ele f oi o pr imeir o pão de que se t em
not ícia na hist ór ia das civilizações e que é consumido há
mais de dez mil anos no vale do r io Hindus.
O chapat i é f eit o de água, sal e f ar inha de t r igo (50%
int egr al e 50% br anca), sem qualquer t ipo de f er ment o.
O que é o
t chai?

É um chá indiano. Na r ealidade, a or igem do Cháe (em sânscr it o) é
na Í ndia, depois vir ou chá na China e Tea na I nglat er r a. Or iginár io
das t er r as alt as do Himalaia, o t chai é degust ado na Í ndia há
muit os mil anos, var iando de r egião par a r egião, e na f or ma de
f azer de f amília par a f amilia. O mais comum é o Masala Cháe que
t em pr opr iedades ayur védicas e é f eit o com gengibr e, sement e
de car damomo, cr avo e canela numa f usão da água f er vendo com a
er va Cháe e shini (açucar ) a gost o. O sabor var ia ent r e diver sas
opções, mas pr incipalment e usa-se o Dar j eeling ou Assan e, por
f im, coloca-se um pouco de leit e.
Roupas I ndiana
Feminina
A r oupa t r adicional da cult ur a indiana é o
sar i. O sar i é um t ecido longo com 6 met r os de
compr iment o e 1.5 met r os de lar gur a, que se
enr ola simplesment e ao cor po sem que sej am
aplicadas cost ur as, bot ões, f echos, colchet es
ou velcr o.
Acompanhando o sar i há uma pequena
blusa colada ao cor po que cobr e apenas os
seios e a bar r iga f ica expost a. Na par t e
inf er ior , por baixo do sar i, há um longo saiot e
que vai at é o chão. O sar i é f eit o de diver sos
Sar i
Salwar
kameez
lehen
ga
Masculina
O homem t ambém possui r oupas
t r adicionais. Apesar de não usar
t ant o quant o as mulher es, é
possível encont r ar pelas r uas
homens vest indo dhôt i que é uma
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India

  • 2. DADOS PRI NCI PAI S ÁREA: 3.287.782 km² CAPI TAL DA Í NDI A: Nova Délhi POPULAÇÃO: 1,21 bilhão (est imat iva 2010) MOEDA DA Í NDI A: r úpia indiana NOME OFI CI AL: República da Í ndia (Bhar at J ukt ar asht r a). NACI ONALI DADE: indiana DATA NACI ONAL: 26 de j aneir o (Pr oclamação da República); 15 de agost o (I ndependência); 2 de out ubr o (aniver sár io de Gandhi).
  • 3. Br asão de ar mas da Í ndia
  • 4. FUSO HORÁRI O: + 8 h30min em r elação à Br asília CLI MA DA Í NDI A: clima de monção (maior par t e), clima t r opical, equat or ial (S), ár ido t r opical (NO), de mont anha (N). CI DADES DA Í NDI A (PRI NCI PAI S): Mumbai (ex-Bombaim), Calcut á, Nova Délhi; Madr as, Bangalor e. COMPOSI ÇÃO DA POPULAÇÃO: indoar ianos 72%, dr ávidas 25%, mongóis e out r os 3% (censo de 1996).
  • 5. ECONOMI A DA Í NDI A : Pr odut os Agr ícolas: algodão em pluma, ar r oz, chá, cast anha de caj u, j ut a, caf é, cana-deaçúcar , legumes e ver dur as, t r igo, especiar ias, f eij ão. Pecuár ia: bovinos, ovinos, capr inos, suínos, eqüinos, camelos, búf alos, aves. Miner ação: minér io de f er r o, diamant e, car vão, asf alt o nat ur al, cr omit a. I ndúst r ia: aliment ícia, sider úr gica (f er r o e aço),
  • 6. Religião A r eligião na Í ndia é muit o f or t e, pois est a r egião é consider ada um dos ber ços r eligiosos das civilizações ant igas. Gr ande par t e dos indianos é seguidor a do hinduísmo. Por ém, exist em t ambém pr at icant es do islamismo, budismo, j ainismo, siquismo e cr ist ianismo.
  • 7. Embor a t enha sido of icialment e ext int o, o sist ema de cast as ainda f az par t e da cult ur a hindu, embor a t enha sido modif icado no seu f or mat o or iginal. No sist ema ant igo, as pessoas er am divididas de acor do com sua posição social. Os gr upos (cast as) er am: br âmanes (r eligiosos e nobr es), xat r ias (guer r eir os), vaixias (agr icult or es e comer ciant es), sudr as (escr avos) e pár ias (sem cast as).
  • 8. ECONOMI A DA Í NDI A : Pr odut os Agr ícolas: algodão em pluma, ar r oz, chá, cast anha de caj u, j ut a, caf é, cana-de-açúcar , legumes e ver dur as, t r igo, especiar ias, f eij ão. Pecuár ia: bovinos, ovinos, capr inos, suínos, eqüinos, camelos, búf alos, aves. Miner ação: minér io de f er r o, diamant e, car vão, asf alt o nat ur al, cr omit a. I ndúst r ia: aliment ícia, sider úr gica (f er r o e aço), t êxt il, química e medicament os.
  • 9. O Ganges tem um valor espiritual para as pessoas que seguem o hinduísmo, vários desses seguidores tomam banho nas águas do rio, acreditando que ele tem a capacidade de purificar todos os pecados. O rio Ganges tem uma ligação muito forte com a cultura e religião indiana, eles acreditam que suas águas têm a origem dos céus, por vontade do deus Brahma, que para sua religião é o responsável pela criação do universo. Um ritual muito comum, é a visita de milhares de devotos, que ao amanhecer tomam banho nas águas poluídas do rio, tomam a água e lançam as cinzas de familiares mortos.
  • 10. O Ganges, acima de t udo é o r io da Í ndia, que j á declar ou da Í ndia cor ação cat iveir o e chamou inúmer o milhões par a ele desde o início da hist ór ia. A hist ór ia do Ganges, desde a sua nascent e at é o mar , desde t empos ant igos par a os novos, é a hist ór ia da civilização e da cult ur a da Í ndia, da ascensão e queda de impér ios, de gr ande or gulho e cidades, das avent ur as do homem ...
  • 11.
  • 12. A vida das mulher es na índia
  • 13. A Í ndia mat ou mais de 10 milhões de bebês mulher es nos últ imos 20 anos. O Punj ab, o est ado onde vivemos, localizado no nor dest e do país, t em a maior t axa de nasciment o de homens ver sus mulher es da Í ndia e super a at é mesmo as conhecidas t axas chinesas. Segundo o Censo I ndiano de 2011, a t axa de nasciment o de meninas em r elação a de meninos é de 914 par a 1000. Segundo o j or nal The Times of I ndia, isso signif ica que par a cada 1000 meninos, cer ca de 70 meninas menor es de seis anos são
  • 14. Exist e um pr ovér bio por aqui que diz “Raising a gir l is like wat er ing t he neighbour ’s gar den”. Ou em bom por t uguês: “cr iar uma menina é como r egar o j ar dim do vizinho”. As mulher es são cr iadas par a se casar em. E se casar signif ica t er um casament o ar r anj ado, e que a f amília vai t er que bancar uma incr ível f est a que dur a uns t r ês dias e,
  • 15. O dot e ger a out r o t ipo de cr ime inf elizment e muit o comum: o assassinat o de noivas. Uma est at íst ica de 2008, f eit a por um escr it ór io nacional de dados sobr e cr ime (NCBR) diz que 8.172 mulher es f or am assassinadas naquele ano vít imas do cr ime do dot e. A maior ia dos casos, ent r et ant o, não é sequer r epor t ada à polícia, é t omada como acident e – como j ogar uma panela de óleo em sima da noiva e colocar f ogo enquant o a sogr a “ensina” a nova nor a a cozinhar . Tão t r ist e e comum que exist e at é
  • 16. O casament o ent r e cr ianças é pr oibido na Í ndia desde a nova const it uição. A mulher pr ecisa t er , no mínimo, 18 anos e o homem, 21, por ém exist e uma est imat iva de que são f eit os por volt a de 200.000 casament os por ano ent r e casais menor es de 18 anos. A sit uação é um pouco par ecida com a do Br asil, só que no Br asil j ovens adolescent es engr avidam e t êm f ilhos ainda cr ianças. J á na Í ndia as f amílias t êm medo de que as meninas se int er essem por um menino e f uj am com ele, casando-se sem o consent iment o dos pais. Por isso as f amílias f azem os casament os dos f ilhos ainda cr ianças. Eles cont inuam mor ando com seus pais at é
  • 17.
  • 18. Danças indianas, egião da Í ndia Em cada r sur gir am dif er ent es ver sões das danças indianas, pr eser vando, por ém os mesmos pr eceit os, as mesmas leis r egist r adas no Nat yasast r a.
  • 26. A música da índia, essencialment e impr ovisada, de car át er descr it ivo e emot ivo, baseia-se em quadr os r ígidos, complexos e const ant es, que const it uem o único element o t r ansmissível.Der iva de vár ios sist emas per t encent es a gr upos ét nicos e linguíst icos dist int os (mundas, dr avidianos, ar ianos e out r os). A música indiana não t endo not ação gr áf ica, consist e em um sist ema de r agas que são memor izadas pelos execut ant es e que ser vem de base par a as impr ovisações.O pr incipal inst r ument o de cor das é a t ambur a (t ampur a);os pr incipais inst r ument os de sopr o são as f laut as e uma espécie de obóe. Ent r e os t ambor es , os mais impor t ant es são os Músic a
  • 27. Comidas t r adicionais da Í ndia Na Í ndia desde a ant iguidade a t r adição culinár ia é cheia de t emper os e especiar ias conhecidas no mundo int eir o. Muit os chef es de cozinhas dizem que a Í ndia é a culinár ia mais diver sif icada do mundo pelo uso sof ist icado e sut il de suas er vas e especiar ias. Embor a boa par t e da população da Í ndia não coma car ne de vaca, muit os pr at os t r adicionais são à base de f r ango, peixe, bode, cor deir o ent r e out r os. As comidas t r adicionais são o Kachor i que é um
  • 28.
  • 29. Na Í ndia é comum o uso de chapat is ou out r os t ipos de pães nas r ef eições. Os indianos ger alment e comem com as mãos, ist o é, sem t alher es, por isso o chapat i é bast ant e ut ilizado par a pegar os aliment os. Exist em vár ios t ipos de pães: o r ot i,o por ot a, o nan, mas o mais comum é o chapat i mesmo, que é o mais simples dos pães. Dizem que ele f oi o pr imeir o pão de que se t em not ícia na hist ór ia das civilizações e que é consumido há mais de dez mil anos no vale do r io Hindus. O chapat i é f eit o de água, sal e f ar inha de t r igo (50% int egr al e 50% br anca), sem qualquer t ipo de f er ment o.
  • 30.
  • 31. O que é o t chai? É um chá indiano. Na r ealidade, a or igem do Cháe (em sânscr it o) é na Í ndia, depois vir ou chá na China e Tea na I nglat er r a. Or iginár io das t er r as alt as do Himalaia, o t chai é degust ado na Í ndia há muit os mil anos, var iando de r egião par a r egião, e na f or ma de f azer de f amília par a f amilia. O mais comum é o Masala Cháe que t em pr opr iedades ayur védicas e é f eit o com gengibr e, sement e de car damomo, cr avo e canela numa f usão da água f er vendo com a er va Cháe e shini (açucar ) a gost o. O sabor var ia ent r e diver sas opções, mas pr incipalment e usa-se o Dar j eeling ou Assan e, por f im, coloca-se um pouco de leit e.
  • 33. Feminina A r oupa t r adicional da cult ur a indiana é o sar i. O sar i é um t ecido longo com 6 met r os de compr iment o e 1.5 met r os de lar gur a, que se enr ola simplesment e ao cor po sem que sej am aplicadas cost ur as, bot ões, f echos, colchet es ou velcr o. Acompanhando o sar i há uma pequena blusa colada ao cor po que cobr e apenas os seios e a bar r iga f ica expost a. Na par t e inf er ior , por baixo do sar i, há um longo saiot e que vai at é o chão. O sar i é f eit o de diver sos
  • 34. Sar i
  • 37. Masculina O homem t ambém possui r oupas t r adicionais. Apesar de não usar t ant o quant o as mulher es, é possível encont r ar pelas r uas homens vest indo dhôt i que é uma espécie de “sar i” masculino, um pano enr olado no cor po como se f osse saia. A r oupa t r adicional
  • 38.
  • 39. Monument os da índia
  • 40.
  • 41.
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  • 108. Fim