Este artigo analisa a participação de conselheiros no Orçamento Participativo de Osasco e encontra que a maioria está ligada à sociedade política local em busca de melhor posicionamento político, ao invés de representar a sociedade civil. Os conselheiros são divididos entre "jogadores", interessados no jogo político, e "idealistas", mais distantes da política tradicional. O artigo sugere que o potencial democratizante do Orçamento Participativo é limitado pois amplia a participação apenas dentro da própria sociedade política.