Esta tese analisa as estratégias de mobilização do Movimento Sanitário/pela Reforma Sanitária no Brasil entre 1974 e 2006. Reconstitui a trajetória do movimento, que atua em defesa do acesso universal à saúde. Analisa suas transformações e permanências em termos de diagnósticos, atores e formas de ação, mostrando que movimentos sociais podem atuar via instituições sem deixar de ser movimentos.