SlideShare uma empresa Scribd logo
ROMA
ROMA
Os etruscos eram um
aglomerado de povos que
viveram na península Itálica na
região a sul do rio Arno e a
norte do Tibre, mais ou menos
equivalente à atual Toscana,
com partes no Lácio e a
Úmbria. É pela sua designação
grega que se fala de mar
Tirreno.
Os Romanos Explicavam A Origem De
Sua Cidade Através Do Mito De Rômulo E
Remo. Segundo A Mitologia Romana, Os
Gêmeos Foram Jogados No Rio Tibre,
Na Itália. Resgatados Por Uma Loba, Que
Os Amamentou, Foram Criados
Posteriormente Por Um Casal De
Camponeses. Adultos, Retornam A
Cidade Natal De Alba Longa e destituíram
Amúlio, logo em seguida decidiram criara
cidade de Roma.Rômulo, que tinha o
favor dos deuses, traçou o local onde
seriam onde seriam feitas as primeiras
obras da cidade. Inconformado com a
decisão do irmão e em resposta, Rômulo
acabou assassinado Remo, tornado-se o
1º monarca da historia de Roma
ROMA
ROMA
ROMA
Leis
As pressões continuavam e as divergências envolvendo patrícios e
plebeus permaneciam. Foi após o episódio da Revolta do Monte
Sagrado que os plebeus passaram a obter suas mais importantes
conquistas: Lei das Doze Tábuas, Lei Canuléia e Lei Licínia
Foi a partir dessa revolta que o Senado revogou a lei da escravidão
por dívidas, devolveu aos plebeus as terras tomadas pelos credores
e, de importância fundamental, redigiu e publicou as primeiras leis
escritas de Roma, as doze Tábuas.
Lei Canuléia: permitiu o casamento entre plebeus e patrícios
Lei Licínia: permitiu o acesso dos plebeus ao consulado
As Conquistas Romanas
A política de conquista iniciou-se no século V a.C. com as "Guerras
Defensivas", repelindo ataques de etruscos, sabinos, equos e
volscos e determinaram a conquista do sul da Etruria e da região do
Lácio.
No século IV a.C. os romanos iniciaram uma política de conquista
aproveitando-se do enfraquecimento de vários povos que viviam na
Península Itálica, sendo que esta já no final do século estaria
completamente dominada. Essas vitórias foram possíveis devido ao
equilíbrio econômico da cidade, permitindo-lhe a manutenção de um
exército bem treinado, formado inclusive por homens de regiões
anexadas.
Nas regiões conquistadas uma parte da terra era considerada terra
pública ( ager publicus), que poderia ser arrendada a pequenos
proprietários ou explorada pelos patrícios que, na prática,
apropriavam-se dessas terras, ampliando a concentração fundiária.
a.C e D.C
As Conquistas Romanas
A cidade de Cartago, cidade de origem fenícia no Norte da África, que controlava
o comércio no Mediterrâneo ocidental.
Roma interessava-se pelo controle sobre a Sicília, grande produtora de trigo;
terras da península Ibérica, produtora de prata e pelo controle do comércio que
estava nas mãos dos cartagineses. Cartago pretendia aumentar seu raio de
dominação econômica, desalojando os comerciantes gregos do Mediterrâneo.
Os romanos venceram a Primeira Guerra Púnica (264 -- 241 a.C.) e passaram a
dominar a Sicília, a Sardenha e a Córsega. No final do século venceram uma
segunda Guerra Púnica ( 218 -- 201 a.C.) quando as tropas de Cipião, o africano
derrotaram Aníbal, famoso general cartaginês, obrigando os derrotados a
entregar sua frota de navios e a Espanha. Estava dominado o Mediterrâneo
ocidental.
O exército fortaleceu-se, o comércio desenvolveu-se e gerou riquezas para
Roma, que passou a atacar os estados Helenísticos do Mediterrâneo Oriental,
aos poucos conquistados durante o século II a.C. A terceira Guerra Púnica (149 -
- 146 a.C.) teve como pretexto o conflito entre os Cartago e a Numídia, aliada de
Roma, foi responsável pela derrota definitiva de Cartago, e completamente
arrasada pelos romanos, que passaram a dominar o Norte da África e
escravizaram cerca de 40 mil homens.
As Guerras Púnicas
C
o
n
t
i
n
u
a
ç
ã
o
Entre a 2º e a 3º Guerra Púnica, os romanos conquistaram algumas
regiões na Europa oriental: Macedônia, Grécia, Ásia Menor e Síria.
O mar Mediterrâneo passaria então a ser o "Mare Nostrum". Quase
todos os territórios em torno do Mediterrâneo estavam sob domínio
romano, assim como a atividade comercial.
As conquistas foram responsáveis por importantes mudanças sócio-
econômicas -- alias bastante exploradas nos vestibulares -- formou-se
o modo de produção escravista e desenvolveu-se uma classe formada
pelos homens novos enriquecidos pelo comércio.
Ressalta-se ainda a mudança nos costumes e valores: maior influência
da cultura grega e o apego ao luxo. O abandono da cultura tradicional é
normalmente tratada de forma preconceituosa por muitos livros,
considerada como "decadência moral" da sociedade romana. As
transformações estruturais por sua vez foram responsáveis por
importantes mudanças políticas. As novas camadas sociais,
principalmente mercadores e militares passaram a disputar diretamente
o poder com os patrícios, que por sua vez buscavam conquistar o
apoio de uma parcela da plebe através do clientelismo e promover a
alienação da outra parcela através da política do "Pão e Circo" . As
revoltas de escravos, assim como a de povos dominados eram
constantes. No século I a.C., a crise do poder senatorial seria
representada pelas Guerras Civis.
Escravos
Escravismo
A tentativa de reforma agrária
A reforma agrária - irmãos Graco
A história da reforma agrária começa com os irmãos
Graco no Império Romano.
Tibério, eleito tribuno da plebe em 133 a.C., propôs uma
lei que dizia que, quem possuísse mais de 310 acres de
terra deveria doar o excedente para o Estado, com o
objetivo de arrendar este terreno para os cidadãos pobres.
O Senado se opôs a tal medida e após um tempo Tibério e
seus aliados foram assassinados.
Caio Graco irmão de Tibèrio foi eleito tribuno em 123 a.C.,
dez anos depois de seu assassinato. Caio elaborou leis
para melhorar as condições de vida da plebe, e tentou dar
continuidade a idéia de seu irmão de realizar uma reforma
agrária em Roma e também foi assassinado junto com
todos que apoiavam a lei.
Acabaram entrando para a história como os primeiros a
sugerirem esse tipo de atitude e até hoje são lembrados
por todos.
A crise da República Romana se
refere a um longo período, entre 134
a.C. e 27 a.C.,[1] [2] [3] de instabilidade
política e social que culminou com a
transformação da República
Romana no Império Romano.
O controle do senado sob algumas
províncias ajudou a manter uma fachada
republicana para o autocrático principado.
Além disso, o controle com punho de ferro
por Otaviano das províncias tinha como
objetivo assegurar a paz e criar uma
estabilidade nunca antes vista durante o
regime republicano, quando generais
proeminentes como Pompeu, conseguiram
poderes militares em tempos de crise e
instabilidade.
O latim trium, que significa três, e vir,
que significa homem, o nome triunvirato
é usado para denominar uma
associação política firmada entre três
homens em pé de igualdade. Há ainda
outro termo, Troika, usado para o
mesmo fim. Os triunviratos mais
comuns, são o primeiro e o segundo
triunviratos romanos, que serão
explicados a seguir neste artigo.
Triunvirato
Primeiro Triunvirato
– Como o Senado não conseguia impor sua
autoridade, três líderes militares populares,
Pompeu, Crasso e Júlio César, em 60 a.C.,
impuseram-se ao Senado e formaram
o Primeiro Triunvirato.
– Crasso morreu em 53 a.C., e Júlio César, que
tinha muito prestígio, vence Pompeu e torna-
se ditador de Roma. Fez várias reformas:
dividiu terras entre plebeus, transformou o
Senado apenas em conselho consultivo,
construiu grandes obras e ofereceu trabalho
aos desempregados.
– Senadores, descontente com César, o
assassinaram.
O primeiro triunvirato (60 a.C. - 49a.C.) foi
composto por Pompeu, Crasso e Júlio César.
2° Triunvirato
O Segundo Triunvirato foi formado entre
Marco António, Otaviano e Lépido,
parceria que prolongou-se de 43 a.C. a 33
a.C. O acordo foi uma aliança política
formal, ao contrário do primeiro.
Receberam o nome de Triunviratos para a
Organização do Povo, e a aliança foi
legislada pela Lex Titia, e aprovado pela
Assembléia do Povo.
A justificação para a atribuição dos
poderes aos três, foi o período de crise
que se seguiu após o assassinado de Júlio
César em 44 a.C. Otaviano era filho
adotivo de Júlio César, e os outros dois
eram seus comandantes de maior
confiança. Juntos, ambicionavam poder e
vingança e sua primeira ação no poder foi
eliminar todos aqueles que conspiraram
contra César.
O Império romano, iniciado com Otávio
Augusto, teve como primeira dinastia a
dos "doze césares", compreendendo
onze imperadores, pois Caio Júlio César
foi coroado imperador "post-mortem". Sob
o governo de Augusto (27 a.C. - 14 d.C.),
Roma conheceu uma série de reformas,
alterando a antiga estrutura administrativa
republicana. No plano político, desde a
instituição do "Principado" em 27 a.C., o
poder se tornou pessoal e centralizado na
pessoa do Imperador, que chefiava os
exércitos, controlava o aparelho judiciário
e oficiava os cultos religiosos.
Caio Otávio foi o primeiro imperador romano e durante seu governo delinearam-se a nova
organização social e política do Império. Para efeito político, a sociedade foi redividida em "ordem
senatorial" e "ordem eqüestre", a partir de um critério censitário.
A nova ordem política baseava-se no apoio da ordem eqüestre, representante principalmente dos
interesses mercantis, e que tornaram-se os dirigentes do Estado, ocupando os principais cargos
políticos; na conciliação com a ordem senatorial, dos antigos patrícios, proprietários rurais, que
preservaram seus privilégios sociais, mas perderam o poder político efetivo, uma vez que o senado
tornou-se submisso ao poder imperial; e ainda no apoio de grande parcela da plebe, a partir da
intensificação da política do "pão e circo".
Durante esse período o equilibrio entre o poder e as camadas sociais foi mantido, no entanto, as
disputas diretas pelo poder foram intensas. As disputas internas ao exército, as conspirações
palacianas e as intervenções da Guarda Pretoriana foram responsáveis pelo final de vários
governos, inclusive com o assassinato de alguns imperadores; porém a estrutura socioeconômica
não foi alterada, assim como também foi preservada a estrutura política imperial, centralizada e
despótica.
Maior e mais famoso símbolo do
Império Romano, o Coliseu era um enorme
anfiteatro reservado para combates entre
gladiadores ou opondo esses guerreiros
contra animais selvagens. Suntuoso, era
mais confortável do que muitos estádios
modernos. Sua construção foi iniciada no
ano 72 d.C., por ordem do imperador
Flávio Vespasiano, que decidiu erguê-lo no
local de um antigo palácio de Nero, seu
antecessor no comando do império. As
obras levaram oito anos para serem
concluídas e, quando tudo ficou
pronto, Roma já era governada por Tito,
filho de Vespasiano. Para homenagear seu
pai, Tito batizou a construção de
"Anfiteatro Flaviano".
Coliseu
ROMA
ROMA
Baixo Império
Chamamos de Baixo Império o período final do Império Romano do
Ocidente, caracterizado por sua decadência e queda, em 453, em
meio às invasões dos povos germânicos. A origem mais remota
dessa crise está diretamente ligada à combinação entre a estrutura
econômica do Império e sua incapacidade de dar sequência à saga
de conquistas, única forma capaz de manter os domínios de Roma.
No século III, observamos o
desenvolvimento de uma grave crise que
influenciaria enormemente na
desintegração do Império Romano.
Tomado por um território de grandes
proporções, o Estado não conseguia
manter sua hegemonia político-
administrativa entre os vários povos que
estavam sob o seu domínio. Ao mesmo
tempo em que as riquezas obtidas eram
imensas, os problemas e gastos também
se manifestavam em semelhante
proporção.
O cenário veio a se agravar com a crise do
sistema escravista, desencadeada pela
ausência de novos territórios a serem
conquistados e que, por sua vez,
garantiriam o fornecimento da enorme
força de trabalho que sustentava o
Império. Com o passar do tempo, a falta
de escravos determinava um natural
processo de retração econômica, já que os
proprietários de terra não poderiam arcar
com a exploração de todas as terras
disponíveis para a atividade agrícola.
Causas da crise do Império Romano:
 - Enorme extensão territorial do império que dificultava a
administração e controle militar (defesa);
 - Com o fim das guerras de conquistas também diminuíram a
entrada de escravos. Com menos mão-de-obra ocorreu uma forte
crise na produção de alimentos. A queda na produção de alimentos
gerou a diminuição na arrecadação de impostos. Com menos
recursos, o império passou a ter dificuldades em manter o enorme
exército;
 - Aumento dos conflitos entre as classes de patrícios e plebeus,
gerando instabilidade política;
 - Crescimento do cristianismo que contestava as bases políticas do
império (guerra, escravidão, domínio sobre os povos conquistados)
e religiosas (politeísmo e culto divino do imperador);
 - Aumento da corrupção no centro do império (Roma) e nas
províncias (regiões conquistadas);
 Estes motivos enfraqueceram o Império Romano, facilitando a
invasão dos povos bárbaros germânicos no século V.
No fim do século IV d.C., com o objetivo de facilitar a administração e a
defesa, o imperador Teodósio dividiu o vasto Império Romano em duas áreas
distintas: o Império Romano do Ocidente, com capital em Roma, e o Império
Romano do Oriente, com capital em Constantinopla. Quando Teodósio morreu,
em 395, um de seus filhos, Honório, passou a governar o Ocidente, e o outro,
Arcádio, o Oriente. Em 476 d.C., bárbaros germânicos rebelados, liderados
pelo chefe Odoacro (que tinha feito carreira como oficial do exército romano)
derrubaram o último imperador do Ocidente, Rômulo Augusto.
Tradicionalmente, esse ano é considerado o fim da Antigüidade e o início da
Idade Média. O Império Romano do Oriente, também conhecido como Império
Bizantino, ainda continuaria a existir durante cerca de mil anos, encontrando
seu fim em 1453, quando sua capital caiu nas mãos dos turcos. Esse evento,
por sua vez, é considerado o marco final da Idade Média e o início da Idade
Moderna..
O cristianismo
No período Imperial surgiu em Roma uma nova religião:
o cristianismo. Monoteísta, essa religião pregava a
salvação eterna, isto é, o perdão de todos os pecados e
a recompensa de viver no paraíso após a morte. Seu
deus era um só – Deus - e Jesus Cristo, seu filho, era o
messias que tinha sido enviado à Terra para difundir
seus ensinamentos.
Colonato
Na formação do Império Romano, a
constante expansão dos territórios e a
exploração da mão de obra dos escravos
configuraram as bases de uma rica
economia. Contudo, a partir do século III,
esse sistema passou a mostrar seus
primeiros sinais de colapso no momento
em que as autoridades não conseguiam
ampliar a quantidade de trabalhadores
disponíveis. A crise do escravismo abriu
caminho para transformações que
reviraram a realidade econômica romana.
Tradicionalmente, os escravos obtidos nas
guerras promovidas contra os povos
estrangeiros eram enviados para as
grandes propriedades responsáveis pela
produção de alimentos.
Consequentemente, os produtores
agrícolas e comerciantes se enriqueciam
pela articulação de uma economia que
abraçava as diversas regiões próximas ao
Mar Mediterrâneo. A administração
imperial, por sua vez, ampliava seu
poderio com a arrecadação de impostos
oriundos de seus imensos territórios.
o movimento da razão para emoção e a
revelação. Oferecendo soluções confortadoras
para os problemas existenciais da vida e da
morte, a religião demonstrou uma capacidade
maior que a da razão de comover os corações
humanos. O helenismo inventara os instrumentos
do pensamento racional, mas o poder do
pensamento mítico jamais desapareceu
totalmente. Ao final do Império Romano, a ciência
e a filosofia foram incapacidade de competir com
o misticismo e o mito. Os cultos de mistérios, que
prometiam a salvação pessoal, difundiram-se e
ganharam seguidores. Os neo-platônicos
ansiavam pela união mística com o Uno. A
astrologia e a magia, que ofereciam explicações
sobrenaturais par aos fenômenos da natureza,
também eram populares. Esse abandono dos
valores racionais e terrenos contribuiu para
preparar o caminho para o cristianismo. Num
mundo greco-romano culturalmente estagnado e
espiritualmente perturbado, o cristianismo deu à
vida um significado novo e ofereceu uma nova
esperança a homens e mulheres desiludidos.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Janaína Tavares
 
Aula i imperio_romano
Aula i imperio_romanoAula i imperio_romano
Aula i imperio_romano
Professor Duda - História
 
Roma antica civilização ocidental
Roma antica   civilização ocidentalRoma antica   civilização ocidental
Roma antica civilização ocidental
Murilo Benevides
 
R O M A A N T I G A
R O M A  A N T I G AR O M A  A N T I G A
R O M A A N T I G A
guest991a823b
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
A ocidental roma
A ocidental romaA ocidental roma
A ocidental roma
Jorge Marcos Oliveira
 
3° ano - Civilização Romana - aula 1
3° ano - Civilização Romana - aula 13° ano - Civilização Romana - aula 1
3° ano - Civilização Romana - aula 1
Daniel Alves Bronstrup
 
Império Romano - Ens. Médio
Império Romano - Ens. MédioImpério Romano - Ens. Médio
Império Romano - Ens. Médio
Daniel Alves Bronstrup
 
Império Romano
Império RomanoImpério Romano
Império Romano
Pitágoras
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Valeria Kosicki
 
Roma
RomaRoma
O império romano
O império romanoO império romano
O império romano
JoTita Gonçalves
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
vaniareginahistoria1
 
História de roma
História de romaHistória de roma
História de roma
vinivs
 
Romanos monarquia e república
Romanos   monarquia e repúblicaRomanos   monarquia e república
Romanos monarquia e república
Fatima Freitas
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Os romanos por Rafael Ascari
Os romanos por Rafael AscariOs romanos por Rafael Ascari
Os romanos por Rafael Ascari
Ócio do Ofício
 

Mais procurados (17)

Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
Aula i imperio_romano
Aula i imperio_romanoAula i imperio_romano
Aula i imperio_romano
 
Roma antica civilização ocidental
Roma antica   civilização ocidentalRoma antica   civilização ocidental
Roma antica civilização ocidental
 
R O M A A N T I G A
R O M A  A N T I G AR O M A  A N T I G A
R O M A A N T I G A
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
 
A ocidental roma
A ocidental romaA ocidental roma
A ocidental roma
 
3° ano - Civilização Romana - aula 1
3° ano - Civilização Romana - aula 13° ano - Civilização Romana - aula 1
3° ano - Civilização Romana - aula 1
 
Império Romano - Ens. Médio
Império Romano - Ens. MédioImpério Romano - Ens. Médio
Império Romano - Ens. Médio
 
Império Romano
Império RomanoImpério Romano
Império Romano
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
Roma
RomaRoma
Roma
 
O império romano
O império romanoO império romano
O império romano
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
 
História de roma
História de romaHistória de roma
História de roma
 
Romanos monarquia e república
Romanos   monarquia e repúblicaRomanos   monarquia e república
Romanos monarquia e república
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
 
Os romanos por Rafael Ascari
Os romanos por Rafael AscariOs romanos por Rafael Ascari
Os romanos por Rafael Ascari
 

Semelhante a ROMA

Histria p-110515140939-phpapp01
Histria p-110515140939-phpapp01Histria p-110515140939-phpapp01
Histria p-110515140939-phpapp01
luzia Camilo lopes
 
Koneski Aula império Romano
 Koneski Aula império Romano Koneski Aula império Romano
Koneski Aula império Romano
Tavinho Koneski Westphal
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Hope Anjo
 
História (Roma)
História (Roma)História (Roma)
História (Roma)
Giorgia Marrone
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Marco Silva
 
PPT - Civilização Romana
PPT - Civilização RomanaPPT - Civilização Romana
PPT - Civilização Romana
josafaslima
 
Aula 03 roma
Aula 03   romaAula 03   roma
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Juliana_hst
 
Roma prof. andre teixeira
Roma prof. andre teixeiraRoma prof. andre teixeira
Roma prof. andre teixeira
Tâmara Almeida
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
Jonathan Alves
 
Roma
RomaRoma
Roma antiga resumo
Roma antiga resumoRoma antiga resumo
Roma antiga resumo
Gisele Finatti Baraglio
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
vaniareginahistoria1
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
vaniareginahistoria1
 
C:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romanoC:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romano
Professor Duda - História
 
ROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdfROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdf
GEILSONJOSEDASILVA
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Carlos Zaranza
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
Carlos Zaranza
 
2 roma
2 roma2 roma
2 roma
profrogerio1
 
Roma antiga-resumo-ilustrado
Roma antiga-resumo-ilustradoRoma antiga-resumo-ilustrado
Roma antiga-resumo-ilustrado
Marcio Cicchelli
 

Semelhante a ROMA (20)

Histria p-110515140939-phpapp01
Histria p-110515140939-phpapp01Histria p-110515140939-phpapp01
Histria p-110515140939-phpapp01
 
Koneski Aula império Romano
 Koneski Aula império Romano Koneski Aula império Romano
Koneski Aula império Romano
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
História (Roma)
História (Roma)História (Roma)
História (Roma)
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
PPT - Civilização Romana
PPT - Civilização RomanaPPT - Civilização Romana
PPT - Civilização Romana
 
Aula 03 roma
Aula 03   romaAula 03   roma
Aula 03 roma
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
Roma prof. andre teixeira
Roma prof. andre teixeiraRoma prof. andre teixeira
Roma prof. andre teixeira
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
 
Roma
RomaRoma
Roma
 
Roma antiga resumo
Roma antiga resumoRoma antiga resumo
Roma antiga resumo
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
 
ImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano BlogImpéRio Romano Blog
ImpéRio Romano Blog
 
C:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romanoC:\fakepath\aula i imperio_romano
C:\fakepath\aula i imperio_romano
 
ROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdfROMA ANTIGA.pdf
ROMA ANTIGA.pdf
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
2 roma
2 roma2 roma
2 roma
 
Roma antiga-resumo-ilustrado
Roma antiga-resumo-ilustradoRoma antiga-resumo-ilustrado
Roma antiga-resumo-ilustrado
 

Último

Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
EsterGabriiela1
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
AntHropológicas Visual PPGA-UFPE
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 

ROMA

  • 3. Os etruscos eram um aglomerado de povos que viveram na península Itálica na região a sul do rio Arno e a norte do Tibre, mais ou menos equivalente à atual Toscana, com partes no Lácio e a Úmbria. É pela sua designação grega que se fala de mar Tirreno.
  • 4. Os Romanos Explicavam A Origem De Sua Cidade Através Do Mito De Rômulo E Remo. Segundo A Mitologia Romana, Os Gêmeos Foram Jogados No Rio Tibre, Na Itália. Resgatados Por Uma Loba, Que Os Amamentou, Foram Criados Posteriormente Por Um Casal De Camponeses. Adultos, Retornam A Cidade Natal De Alba Longa e destituíram Amúlio, logo em seguida decidiram criara cidade de Roma.Rômulo, que tinha o favor dos deuses, traçou o local onde seriam onde seriam feitas as primeiras obras da cidade. Inconformado com a decisão do irmão e em resposta, Rômulo acabou assassinado Remo, tornado-se o 1º monarca da historia de Roma
  • 8. Leis As pressões continuavam e as divergências envolvendo patrícios e plebeus permaneciam. Foi após o episódio da Revolta do Monte Sagrado que os plebeus passaram a obter suas mais importantes conquistas: Lei das Doze Tábuas, Lei Canuléia e Lei Licínia Foi a partir dessa revolta que o Senado revogou a lei da escravidão por dívidas, devolveu aos plebeus as terras tomadas pelos credores e, de importância fundamental, redigiu e publicou as primeiras leis escritas de Roma, as doze Tábuas. Lei Canuléia: permitiu o casamento entre plebeus e patrícios Lei Licínia: permitiu o acesso dos plebeus ao consulado
  • 9. As Conquistas Romanas A política de conquista iniciou-se no século V a.C. com as "Guerras Defensivas", repelindo ataques de etruscos, sabinos, equos e volscos e determinaram a conquista do sul da Etruria e da região do Lácio. No século IV a.C. os romanos iniciaram uma política de conquista aproveitando-se do enfraquecimento de vários povos que viviam na Península Itálica, sendo que esta já no final do século estaria completamente dominada. Essas vitórias foram possíveis devido ao equilíbrio econômico da cidade, permitindo-lhe a manutenção de um exército bem treinado, formado inclusive por homens de regiões anexadas. Nas regiões conquistadas uma parte da terra era considerada terra pública ( ager publicus), que poderia ser arrendada a pequenos proprietários ou explorada pelos patrícios que, na prática, apropriavam-se dessas terras, ampliando a concentração fundiária.
  • 10. a.C e D.C As Conquistas Romanas
  • 11. A cidade de Cartago, cidade de origem fenícia no Norte da África, que controlava o comércio no Mediterrâneo ocidental. Roma interessava-se pelo controle sobre a Sicília, grande produtora de trigo; terras da península Ibérica, produtora de prata e pelo controle do comércio que estava nas mãos dos cartagineses. Cartago pretendia aumentar seu raio de dominação econômica, desalojando os comerciantes gregos do Mediterrâneo. Os romanos venceram a Primeira Guerra Púnica (264 -- 241 a.C.) e passaram a dominar a Sicília, a Sardenha e a Córsega. No final do século venceram uma segunda Guerra Púnica ( 218 -- 201 a.C.) quando as tropas de Cipião, o africano derrotaram Aníbal, famoso general cartaginês, obrigando os derrotados a entregar sua frota de navios e a Espanha. Estava dominado o Mediterrâneo ocidental. O exército fortaleceu-se, o comércio desenvolveu-se e gerou riquezas para Roma, que passou a atacar os estados Helenísticos do Mediterrâneo Oriental, aos poucos conquistados durante o século II a.C. A terceira Guerra Púnica (149 - - 146 a.C.) teve como pretexto o conflito entre os Cartago e a Numídia, aliada de Roma, foi responsável pela derrota definitiva de Cartago, e completamente arrasada pelos romanos, que passaram a dominar o Norte da África e escravizaram cerca de 40 mil homens. As Guerras Púnicas
  • 12. C o n t i n u a ç ã o Entre a 2º e a 3º Guerra Púnica, os romanos conquistaram algumas regiões na Europa oriental: Macedônia, Grécia, Ásia Menor e Síria. O mar Mediterrâneo passaria então a ser o "Mare Nostrum". Quase todos os territórios em torno do Mediterrâneo estavam sob domínio romano, assim como a atividade comercial. As conquistas foram responsáveis por importantes mudanças sócio- econômicas -- alias bastante exploradas nos vestibulares -- formou-se o modo de produção escravista e desenvolveu-se uma classe formada pelos homens novos enriquecidos pelo comércio. Ressalta-se ainda a mudança nos costumes e valores: maior influência da cultura grega e o apego ao luxo. O abandono da cultura tradicional é normalmente tratada de forma preconceituosa por muitos livros, considerada como "decadência moral" da sociedade romana. As transformações estruturais por sua vez foram responsáveis por importantes mudanças políticas. As novas camadas sociais, principalmente mercadores e militares passaram a disputar diretamente o poder com os patrícios, que por sua vez buscavam conquistar o apoio de uma parcela da plebe através do clientelismo e promover a alienação da outra parcela através da política do "Pão e Circo" . As revoltas de escravos, assim como a de povos dominados eram constantes. No século I a.C., a crise do poder senatorial seria representada pelas Guerras Civis.
  • 15. A tentativa de reforma agrária A reforma agrária - irmãos Graco A história da reforma agrária começa com os irmãos Graco no Império Romano. Tibério, eleito tribuno da plebe em 133 a.C., propôs uma lei que dizia que, quem possuísse mais de 310 acres de terra deveria doar o excedente para o Estado, com o objetivo de arrendar este terreno para os cidadãos pobres. O Senado se opôs a tal medida e após um tempo Tibério e seus aliados foram assassinados. Caio Graco irmão de Tibèrio foi eleito tribuno em 123 a.C., dez anos depois de seu assassinato. Caio elaborou leis para melhorar as condições de vida da plebe, e tentou dar continuidade a idéia de seu irmão de realizar uma reforma agrária em Roma e também foi assassinado junto com todos que apoiavam a lei. Acabaram entrando para a história como os primeiros a sugerirem esse tipo de atitude e até hoje são lembrados por todos.
  • 16. A crise da República Romana se refere a um longo período, entre 134 a.C. e 27 a.C.,[1] [2] [3] de instabilidade política e social que culminou com a transformação da República Romana no Império Romano. O controle do senado sob algumas províncias ajudou a manter uma fachada republicana para o autocrático principado. Além disso, o controle com punho de ferro por Otaviano das províncias tinha como objetivo assegurar a paz e criar uma estabilidade nunca antes vista durante o regime republicano, quando generais proeminentes como Pompeu, conseguiram poderes militares em tempos de crise e instabilidade.
  • 17. O latim trium, que significa três, e vir, que significa homem, o nome triunvirato é usado para denominar uma associação política firmada entre três homens em pé de igualdade. Há ainda outro termo, Troika, usado para o mesmo fim. Os triunviratos mais comuns, são o primeiro e o segundo triunviratos romanos, que serão explicados a seguir neste artigo. Triunvirato Primeiro Triunvirato – Como o Senado não conseguia impor sua autoridade, três líderes militares populares, Pompeu, Crasso e Júlio César, em 60 a.C., impuseram-se ao Senado e formaram o Primeiro Triunvirato. – Crasso morreu em 53 a.C., e Júlio César, que tinha muito prestígio, vence Pompeu e torna- se ditador de Roma. Fez várias reformas: dividiu terras entre plebeus, transformou o Senado apenas em conselho consultivo, construiu grandes obras e ofereceu trabalho aos desempregados. – Senadores, descontente com César, o assassinaram. O primeiro triunvirato (60 a.C. - 49a.C.) foi composto por Pompeu, Crasso e Júlio César.
  • 18. 2° Triunvirato O Segundo Triunvirato foi formado entre Marco António, Otaviano e Lépido, parceria que prolongou-se de 43 a.C. a 33 a.C. O acordo foi uma aliança política formal, ao contrário do primeiro. Receberam o nome de Triunviratos para a Organização do Povo, e a aliança foi legislada pela Lex Titia, e aprovado pela Assembléia do Povo. A justificação para a atribuição dos poderes aos três, foi o período de crise que se seguiu após o assassinado de Júlio César em 44 a.C. Otaviano era filho adotivo de Júlio César, e os outros dois eram seus comandantes de maior confiança. Juntos, ambicionavam poder e vingança e sua primeira ação no poder foi eliminar todos aqueles que conspiraram contra César.
  • 19. O Império romano, iniciado com Otávio Augusto, teve como primeira dinastia a dos "doze césares", compreendendo onze imperadores, pois Caio Júlio César foi coroado imperador "post-mortem". Sob o governo de Augusto (27 a.C. - 14 d.C.), Roma conheceu uma série de reformas, alterando a antiga estrutura administrativa republicana. No plano político, desde a instituição do "Principado" em 27 a.C., o poder se tornou pessoal e centralizado na pessoa do Imperador, que chefiava os exércitos, controlava o aparelho judiciário e oficiava os cultos religiosos.
  • 20. Caio Otávio foi o primeiro imperador romano e durante seu governo delinearam-se a nova organização social e política do Império. Para efeito político, a sociedade foi redividida em "ordem senatorial" e "ordem eqüestre", a partir de um critério censitário. A nova ordem política baseava-se no apoio da ordem eqüestre, representante principalmente dos interesses mercantis, e que tornaram-se os dirigentes do Estado, ocupando os principais cargos políticos; na conciliação com a ordem senatorial, dos antigos patrícios, proprietários rurais, que preservaram seus privilégios sociais, mas perderam o poder político efetivo, uma vez que o senado tornou-se submisso ao poder imperial; e ainda no apoio de grande parcela da plebe, a partir da intensificação da política do "pão e circo". Durante esse período o equilibrio entre o poder e as camadas sociais foi mantido, no entanto, as disputas diretas pelo poder foram intensas. As disputas internas ao exército, as conspirações palacianas e as intervenções da Guarda Pretoriana foram responsáveis pelo final de vários governos, inclusive com o assassinato de alguns imperadores; porém a estrutura socioeconômica não foi alterada, assim como também foi preservada a estrutura política imperial, centralizada e despótica.
  • 21. Maior e mais famoso símbolo do Império Romano, o Coliseu era um enorme anfiteatro reservado para combates entre gladiadores ou opondo esses guerreiros contra animais selvagens. Suntuoso, era mais confortável do que muitos estádios modernos. Sua construção foi iniciada no ano 72 d.C., por ordem do imperador Flávio Vespasiano, que decidiu erguê-lo no local de um antigo palácio de Nero, seu antecessor no comando do império. As obras levaram oito anos para serem concluídas e, quando tudo ficou pronto, Roma já era governada por Tito, filho de Vespasiano. Para homenagear seu pai, Tito batizou a construção de "Anfiteatro Flaviano". Coliseu
  • 24. Baixo Império Chamamos de Baixo Império o período final do Império Romano do Ocidente, caracterizado por sua decadência e queda, em 453, em meio às invasões dos povos germânicos. A origem mais remota dessa crise está diretamente ligada à combinação entre a estrutura econômica do Império e sua incapacidade de dar sequência à saga de conquistas, única forma capaz de manter os domínios de Roma.
  • 25. No século III, observamos o desenvolvimento de uma grave crise que influenciaria enormemente na desintegração do Império Romano. Tomado por um território de grandes proporções, o Estado não conseguia manter sua hegemonia político- administrativa entre os vários povos que estavam sob o seu domínio. Ao mesmo tempo em que as riquezas obtidas eram imensas, os problemas e gastos também se manifestavam em semelhante proporção. O cenário veio a se agravar com a crise do sistema escravista, desencadeada pela ausência de novos territórios a serem conquistados e que, por sua vez, garantiriam o fornecimento da enorme força de trabalho que sustentava o Império. Com o passar do tempo, a falta de escravos determinava um natural processo de retração econômica, já que os proprietários de terra não poderiam arcar com a exploração de todas as terras disponíveis para a atividade agrícola.
  • 26. Causas da crise do Império Romano:  - Enorme extensão territorial do império que dificultava a administração e controle militar (defesa);  - Com o fim das guerras de conquistas também diminuíram a entrada de escravos. Com menos mão-de-obra ocorreu uma forte crise na produção de alimentos. A queda na produção de alimentos gerou a diminuição na arrecadação de impostos. Com menos recursos, o império passou a ter dificuldades em manter o enorme exército;  - Aumento dos conflitos entre as classes de patrícios e plebeus, gerando instabilidade política;  - Crescimento do cristianismo que contestava as bases políticas do império (guerra, escravidão, domínio sobre os povos conquistados) e religiosas (politeísmo e culto divino do imperador);  - Aumento da corrupção no centro do império (Roma) e nas províncias (regiões conquistadas);  Estes motivos enfraqueceram o Império Romano, facilitando a invasão dos povos bárbaros germânicos no século V.
  • 27. No fim do século IV d.C., com o objetivo de facilitar a administração e a defesa, o imperador Teodósio dividiu o vasto Império Romano em duas áreas distintas: o Império Romano do Ocidente, com capital em Roma, e o Império Romano do Oriente, com capital em Constantinopla. Quando Teodósio morreu, em 395, um de seus filhos, Honório, passou a governar o Ocidente, e o outro, Arcádio, o Oriente. Em 476 d.C., bárbaros germânicos rebelados, liderados pelo chefe Odoacro (que tinha feito carreira como oficial do exército romano) derrubaram o último imperador do Ocidente, Rômulo Augusto. Tradicionalmente, esse ano é considerado o fim da Antigüidade e o início da Idade Média. O Império Romano do Oriente, também conhecido como Império Bizantino, ainda continuaria a existir durante cerca de mil anos, encontrando seu fim em 1453, quando sua capital caiu nas mãos dos turcos. Esse evento, por sua vez, é considerado o marco final da Idade Média e o início da Idade Moderna..
  • 28. O cristianismo No período Imperial surgiu em Roma uma nova religião: o cristianismo. Monoteísta, essa religião pregava a salvação eterna, isto é, o perdão de todos os pecados e a recompensa de viver no paraíso após a morte. Seu deus era um só – Deus - e Jesus Cristo, seu filho, era o messias que tinha sido enviado à Terra para difundir seus ensinamentos.
  • 29. Colonato Na formação do Império Romano, a constante expansão dos territórios e a exploração da mão de obra dos escravos configuraram as bases de uma rica economia. Contudo, a partir do século III, esse sistema passou a mostrar seus primeiros sinais de colapso no momento em que as autoridades não conseguiam ampliar a quantidade de trabalhadores disponíveis. A crise do escravismo abriu caminho para transformações que reviraram a realidade econômica romana. Tradicionalmente, os escravos obtidos nas guerras promovidas contra os povos estrangeiros eram enviados para as grandes propriedades responsáveis pela produção de alimentos. Consequentemente, os produtores agrícolas e comerciantes se enriqueciam pela articulação de uma economia que abraçava as diversas regiões próximas ao Mar Mediterrâneo. A administração imperial, por sua vez, ampliava seu poderio com a arrecadação de impostos oriundos de seus imensos territórios.
  • 30. o movimento da razão para emoção e a revelação. Oferecendo soluções confortadoras para os problemas existenciais da vida e da morte, a religião demonstrou uma capacidade maior que a da razão de comover os corações humanos. O helenismo inventara os instrumentos do pensamento racional, mas o poder do pensamento mítico jamais desapareceu totalmente. Ao final do Império Romano, a ciência e a filosofia foram incapacidade de competir com o misticismo e o mito. Os cultos de mistérios, que prometiam a salvação pessoal, difundiram-se e ganharam seguidores. Os neo-platônicos ansiavam pela união mística com o Uno. A astrologia e a magia, que ofereciam explicações sobrenaturais par aos fenômenos da natureza, também eram populares. Esse abandono dos valores racionais e terrenos contribuiu para preparar o caminho para o cristianismo. Num mundo greco-romano culturalmente estagnado e espiritualmente perturbado, o cristianismo deu à vida um significado novo e ofereceu uma nova esperança a homens e mulheres desiludidos.