Rogério Oliveira
Reprodução Assistida é um conjunto de técnicas,
utilizadas por médicos especializados, que tem
como principal objetivo tentar viabilizar a
gestação em mulheres com dificuldades de
engravidar. Muitas vezes essas dificuldades, até
mesmo a infertilidade do casal ou um de seus
membros, podem trazer sérios prejuízos ao
relacionamento conjugal. Outras indicações são
casais com elevado risco de transmissão de
doença genética.
A mulher é 52% das vezes a parte infértil do
casal, sendo referidos:
• Distúrbios hormonais;
• Problemas nas Trompas de Falópio;
• Endometriose;
• Muco Cervical impedindo a passagem dos espermatozóides;
• Tumores Ováricos;
• Disfunções da Tiróide;
• Tumores Hipotalâmicos e Hipofisiários;
• Anorexia;
• Nervos.
Na mulher ♀
No homem ♂
No homem, a infertilidade relaciona-se com:
• Diminuição de espermatozóides;
• Pouca mobilidade dos espermatezóides;
• Espermatozóides anormais;
• Vasectomia;
• Disfunção sexual;
• Problemas endócrinos;
• Problemas testiculares;
• Obstrução dos epididímos.
Desde 1978, ano em que foi anunciado o
nascimento do primeiro "bebé-proveta",
concebido por Patrick Steptoc e Robert
Edwards, que mais de milhão e meio de
bebés in vitro nasceram, existindo hoje um
numeroso leque de técnicas aperfeiçoadas de
reprodução assistida.
Através desta técnica os espermatozóides
previamente capacitados em laboratório
são introduzidos no interior do útero da
fêmea usando meios artificiais, a fim de
fecundarem o óvulo, não sendo necessária
a retirada dos óvulos do seu corpo.
Há dois tipos de inseminação
artificial:
 Inseminação artificial
intracervical(IC)
Inseminação artificial
intrauterina (IU),
A taxa de sucesso da inseminação
artificial fica em torno de 10% a
15% na inseminação artificial
intracervical; e de 15% a 20%
na inseminação artificial
intrauterina, mas em ambos os
casos é preciso levar em
consideração outros fatores, como
idade e saúde da receptora
Esta técnica, também é denominada de bebé-
proveta. Na fertilização “in vitro”, o óvulo
feminino é fecundado por
espermatozoides fora do corpo da mulher,
sendo, depois de fecundado, implantado
no seu útero.
Injeção intracitoplasmática
de espermatozoides ou ICSI
Este método tem aplicação na
esterilidade feminina por
impossibilidade de gestação, devido, por
exemplo, à ausência de útero. Consiste
na geração de um ser por outra mulher.
 Quando a técnica empregada é a FIV, o médico usa
técnicas complementares da RA que produz um grande
número de embriões a partir dos oócitos e
espermatozóides doados. Somente alguns destes
embriões serão implantados no útero materno, os
demais serão mantidos congelados (criopreservados),
 De acordo com a Resolução 1358/92 do Conselho
Federal de Medicina (CFM), os embriões
criopreservados não podem ser destruídos ou
descartados.
 No Brasil, a única possibilidade é a doação
voluntária e anônima destes embriões as mulheres
estéreis que desejam gerar um filho. Em outros
países, entretanto, os embriões congelados
passados um prazo legal pré-estabelecido podem
ser utilizados para pesquisa médica.
 Também é permitido o uso destes embriões para a
obtenção de células-tronco.
A clonagem terapêutica de células embrionárias é
permitida em países como Alemanha e EUA.
• IDADE DA PACIENTE - A idade máxima é de 50 anos
• DOAÇÃO COMPARTILHADA – Libera a medida e limita idade da doadora em
35 anos
•IDADE LIMITE PARA DOAÇÃO DE ESPERMATOZÓIDES – 50 anos
•ÚTERO DE SUBSTITUIÇÃO – Ampliou-se para parentesco consanguíneo de até
4º grau
•TRANSFERÊNCIA – A nova redação também deixa mais claro quanto ao numero
de oócitos e embriões a serem transferidos no caso de doação: Estes devem ser
respeitado a idade da doadora e não da receptora.
•DESCARTE – Os embriões criopreservados acima de cinco anos, poderão ser
descartados se esta for a vontade dos pacientes.
•HOMOAFETIVIDADE – É permitido o uso das técnicas de reprodução assistida
para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitando o direito da
objeção da consciência.
Os principais riscos comportados pela concepção
assistida são:
•erro humano;
•gestações múltiplas;
•malformações congénitas;
•complicações resultantes do tratamento hormonal ou de
uma gestação múltipla aumentam os riscos para a saúde
da mãe;
•desapontamento do casal, no caso de ineficácia dos
tratamentos;
•a laparoscopia exige anestesia geral e isso, em situações
muito raras, pode trazer complicações.

Reprodução assisitida

  • 1.
  • 2.
    Reprodução Assistida éum conjunto de técnicas, utilizadas por médicos especializados, que tem como principal objetivo tentar viabilizar a gestação em mulheres com dificuldades de engravidar. Muitas vezes essas dificuldades, até mesmo a infertilidade do casal ou um de seus membros, podem trazer sérios prejuízos ao relacionamento conjugal. Outras indicações são casais com elevado risco de transmissão de doença genética.
  • 3.
    A mulher é52% das vezes a parte infértil do casal, sendo referidos: • Distúrbios hormonais; • Problemas nas Trompas de Falópio; • Endometriose; • Muco Cervical impedindo a passagem dos espermatozóides; • Tumores Ováricos; • Disfunções da Tiróide; • Tumores Hipotalâmicos e Hipofisiários; • Anorexia; • Nervos. Na mulher ♀
  • 5.
    No homem ♂ Nohomem, a infertilidade relaciona-se com: • Diminuição de espermatozóides; • Pouca mobilidade dos espermatezóides; • Espermatozóides anormais; • Vasectomia; • Disfunção sexual; • Problemas endócrinos; • Problemas testiculares; • Obstrução dos epididímos.
  • 7.
    Desde 1978, anoem que foi anunciado o nascimento do primeiro "bebé-proveta", concebido por Patrick Steptoc e Robert Edwards, que mais de milhão e meio de bebés in vitro nasceram, existindo hoje um numeroso leque de técnicas aperfeiçoadas de reprodução assistida.
  • 8.
    Através desta técnicaos espermatozóides previamente capacitados em laboratório são introduzidos no interior do útero da fêmea usando meios artificiais, a fim de fecundarem o óvulo, não sendo necessária a retirada dos óvulos do seu corpo.
  • 9.
    Há dois tiposde inseminação artificial:  Inseminação artificial intracervical(IC)
  • 10.
  • 11.
    A taxa desucesso da inseminação artificial fica em torno de 10% a 15% na inseminação artificial intracervical; e de 15% a 20% na inseminação artificial intrauterina, mas em ambos os casos é preciso levar em consideração outros fatores, como idade e saúde da receptora
  • 12.
    Esta técnica, tambémé denominada de bebé- proveta. Na fertilização “in vitro”, o óvulo feminino é fecundado por espermatozoides fora do corpo da mulher, sendo, depois de fecundado, implantado no seu útero.
  • 13.
  • 14.
    Este método temaplicação na esterilidade feminina por impossibilidade de gestação, devido, por exemplo, à ausência de útero. Consiste na geração de um ser por outra mulher.
  • 15.
     Quando atécnica empregada é a FIV, o médico usa técnicas complementares da RA que produz um grande número de embriões a partir dos oócitos e espermatozóides doados. Somente alguns destes embriões serão implantados no útero materno, os demais serão mantidos congelados (criopreservados),  De acordo com a Resolução 1358/92 do Conselho Federal de Medicina (CFM), os embriões criopreservados não podem ser destruídos ou descartados.
  • 17.
     No Brasil,a única possibilidade é a doação voluntária e anônima destes embriões as mulheres estéreis que desejam gerar um filho. Em outros países, entretanto, os embriões congelados passados um prazo legal pré-estabelecido podem ser utilizados para pesquisa médica.  Também é permitido o uso destes embriões para a obtenção de células-tronco. A clonagem terapêutica de células embrionárias é permitida em países como Alemanha e EUA.
  • 18.
    • IDADE DAPACIENTE - A idade máxima é de 50 anos • DOAÇÃO COMPARTILHADA – Libera a medida e limita idade da doadora em 35 anos •IDADE LIMITE PARA DOAÇÃO DE ESPERMATOZÓIDES – 50 anos •ÚTERO DE SUBSTITUIÇÃO – Ampliou-se para parentesco consanguíneo de até 4º grau •TRANSFERÊNCIA – A nova redação também deixa mais claro quanto ao numero de oócitos e embriões a serem transferidos no caso de doação: Estes devem ser respeitado a idade da doadora e não da receptora. •DESCARTE – Os embriões criopreservados acima de cinco anos, poderão ser descartados se esta for a vontade dos pacientes. •HOMOAFETIVIDADE – É permitido o uso das técnicas de reprodução assistida para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitando o direito da objeção da consciência.
  • 19.
    Os principais riscoscomportados pela concepção assistida são: •erro humano; •gestações múltiplas; •malformações congénitas; •complicações resultantes do tratamento hormonal ou de uma gestação múltipla aumentam os riscos para a saúde da mãe; •desapontamento do casal, no caso de ineficácia dos tratamentos; •a laparoscopia exige anestesia geral e isso, em situações muito raras, pode trazer complicações.