A bibliotecária Maria João expressa suas preocupações iniciais com o novo modelo de autoavaliação de bibliotecas escolares, se sentindo "perdida" e com medo de falhar. Embora tenha enfrentado dificuldades como falta de tempo, conteúdo em inglês e falta de feedback, ela completou a formação e espera implementar o modelo, apesar de considerá-lo "pesado". Ela continua comprometida com seu trabalho apesar dos desafios.