O documento discute a evolução da organização coletiva da população em situação de rua no Brasil, destacando a transição de uma visão assistencialista para uma perspectiva de protagonismo e empoderamento social. Com a formação de movimentos sociais, como o MNPR, a população em situação de rua começa a reivindicar direitos e participação ativa nas políticas públicas. A pesquisa propõe que esse engajamento da população desafia preconceitos e promove um novo entendimento da democracia através de uma ciência cidadã que valoriza a diversidade de conhecimentos.