O documento discute a "síndrome do Flamengo" e as escolhas políticas dos setores populares brasileiros. A síndrome descreve o comportamento do "eleitorado popular" que faz escolhas baseadas no contraste entre "pobres" e "ricos". No entanto, os segmentos populares nem sempre apoiaram o trabalhismo de forma uniforme, com certos grupos mais vulneráveis à inflação e menos protegidos. O PT conseguiu unir esses grupos em 2002, mas enfrentou forte oposição da mídia a partir de 2005.