Por:  Isabella Villacorta  7º B  05/11/09 Projeto Pessoal- Alzheimer Me alimentar... Dormir... Lembrar...
 
Eu escolhi este tema por que eu quero explorar mais a fundo o mistério que é a mente humana já que ainda há muitas coisas que desconhecemos sobre o nosso próprio cérebro. Com isso em mente, resolvi escolher uma área que pouco se sabe sobre e que muda e identifica cada um de nós. Eu acredito que uma das coisas funda-mentais para nos fazer quem somos é, além da época em que vive-mos, nossas memórias. Desde o ano passado quero entender e aprender mais sobre a nossa memória, porém este é um tema muito amplo, resolvi então fazer recortes de doenças e síndromes que creio poder me ajudar a examinar primeiramente os extremos da nossa memória para que ao final de tudo eu possa compreender o que existe no meio.
Acredito que minha pesquisa seja muito importante já que pouco é falado sobre a memória nas escolas, apesar de ela estar sempre presente no nosso dia a dia. Me parece um absurdo como algo que faz parte da nossa vida, do nosso cotidiano, seja ignorado por tantas instituições educacionais. Dependemos da nossa memória para absolutamente tudo, o que aconteceria se  por exemplo esquecêssemos como amarrar os sapatos? Ou se nos esquecêssemos de como vestir nossas roupas? Ou pior, e se esquecêssemos como andar, falar ou correr? Estaríamos perdidos. Mesmo anotando nossas tarefas, trabalhos ou compromissos, as vezes nos esquecemos deles e esse pequeno esquecimento gera uma dor de cabeça tremenda para nós, nossos chefes ou professores. O estudo da memória pode desenvolver novas formas de nos fazer lembrar, além de facilitar nossa vida, esse aprofundamento nos ajudaria a entender nossas memórias, como as vezes algo  que a primeira vista julgamos insignificante como o cheiro de verde, de natureza do sitio do nosso avô que ficou guardado na nossa memória, pode estar arquivado em nós por algum motivo que toda via desconhecemos.
Envelhecimento saudável : No envelhecimento saudável os neurônios vão morrendo aos poucos e mesmo com a morte de alguns deles, outros assumem suas funções se a pessoa de idade for estimulada a pensar. Mal de Alzheimer : No mal de Alzheimer uma proteína chamada “proteína Tau” impede a troca de informações entre os neurônios  que acabam morrendo de inani- ção (fome, falta de comunicação, etc.) e as funções desses neurô- nios não são redistribuídas além  de que essa proteína se espalha  para todo o cérebro e no final da doença todos os neurônios aca- bam por morrer .
Alzheimer: Foi descoberta em:  1906  por : Alois Alzheimer.  É causada:  pela mutação da proteína Tau.  É uma doença:   Degenerativa.  Sintomas:   Perda de memória recente e a longo prazo, atrofiação dos músculos, mudanças de humor, psicose, delírios, o vocabulário é drasticamente reduzido, perda de funções motoras, perda da flexibilidade no pensamento,  perde se a capacidade de ler, escrever e realizar tarefas simples. Mais comum entre pessoas :  Com mais de 65 anos, já houve casos em que esta doença apareceu em pessoas de 40 anos também.   É congenita? Não se sabe ao certo, podem aparecer vários casos numa mesma família, e também pode acontecer casos únicos, sem nenhum outro parente afetado.  Existe de fato uma “cura” para a Alzheimer?   Não, entretanto,estudos dizem que certos fatores alteráveis como mudanças na dieta, uso de produtos farmaceuticos ou atividade intelectual podem ajudar a diminuir as chances de contrair esse mal.
 

Projeto pessoal y7

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    Por: IsabellaVillacorta 7º B 05/11/09 Projeto Pessoal- Alzheimer Me alimentar... Dormir... Lembrar...
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    Eu escolhi estetema por que eu quero explorar mais a fundo o mistério que é a mente humana já que ainda há muitas coisas que desconhecemos sobre o nosso próprio cérebro. Com isso em mente, resolvi escolher uma área que pouco se sabe sobre e que muda e identifica cada um de nós. Eu acredito que uma das coisas funda-mentais para nos fazer quem somos é, além da época em que vive-mos, nossas memórias. Desde o ano passado quero entender e aprender mais sobre a nossa memória, porém este é um tema muito amplo, resolvi então fazer recortes de doenças e síndromes que creio poder me ajudar a examinar primeiramente os extremos da nossa memória para que ao final de tudo eu possa compreender o que existe no meio.
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    Acredito que minhapesquisa seja muito importante já que pouco é falado sobre a memória nas escolas, apesar de ela estar sempre presente no nosso dia a dia. Me parece um absurdo como algo que faz parte da nossa vida, do nosso cotidiano, seja ignorado por tantas instituições educacionais. Dependemos da nossa memória para absolutamente tudo, o que aconteceria se por exemplo esquecêssemos como amarrar os sapatos? Ou se nos esquecêssemos de como vestir nossas roupas? Ou pior, e se esquecêssemos como andar, falar ou correr? Estaríamos perdidos. Mesmo anotando nossas tarefas, trabalhos ou compromissos, as vezes nos esquecemos deles e esse pequeno esquecimento gera uma dor de cabeça tremenda para nós, nossos chefes ou professores. O estudo da memória pode desenvolver novas formas de nos fazer lembrar, além de facilitar nossa vida, esse aprofundamento nos ajudaria a entender nossas memórias, como as vezes algo que a primeira vista julgamos insignificante como o cheiro de verde, de natureza do sitio do nosso avô que ficou guardado na nossa memória, pode estar arquivado em nós por algum motivo que toda via desconhecemos.
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    Envelhecimento saudável :No envelhecimento saudável os neurônios vão morrendo aos poucos e mesmo com a morte de alguns deles, outros assumem suas funções se a pessoa de idade for estimulada a pensar. Mal de Alzheimer : No mal de Alzheimer uma proteína chamada “proteína Tau” impede a troca de informações entre os neurônios que acabam morrendo de inani- ção (fome, falta de comunicação, etc.) e as funções desses neurô- nios não são redistribuídas além de que essa proteína se espalha para todo o cérebro e no final da doença todos os neurônios aca- bam por morrer .
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    Alzheimer: Foi descobertaem: 1906 por : Alois Alzheimer. É causada: pela mutação da proteína Tau. É uma doença: Degenerativa. Sintomas: Perda de memória recente e a longo prazo, atrofiação dos músculos, mudanças de humor, psicose, delírios, o vocabulário é drasticamente reduzido, perda de funções motoras, perda da flexibilidade no pensamento, perde se a capacidade de ler, escrever e realizar tarefas simples. Mais comum entre pessoas : Com mais de 65 anos, já houve casos em que esta doença apareceu em pessoas de 40 anos também. É congenita? Não se sabe ao certo, podem aparecer vários casos numa mesma família, e também pode acontecer casos únicos, sem nenhum outro parente afetado. Existe de fato uma “cura” para a Alzheimer? Não, entretanto,estudos dizem que certos fatores alteráveis como mudanças na dieta, uso de produtos farmaceuticos ou atividade intelectual podem ajudar a diminuir as chances de contrair esse mal.
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