Brasil-Japão  100 Anos - Mangá Arte em Quadros
Mangá.   É gibi, história em quadrinhos. Estilo japonês
Mangá, antes de tudo, vem do período Nara (séc. viii): emakimonos (rolos), com histórias ilustradas: “ver para crer”.
Séc XVI: Katsushika Hokusemi (célebre caricaturista) cria a palavra “manga”, ou seja “desenhos irresponsáveis”.Era o tempo das estampas independentes. Publicou seus desenhos de 1814 a 1834. Com forte influência gráfica, fazia livros “para ver”. Muito desenhados.
Terminada a 2ª. Guerra ressurgem os quadrinistas (mangakas).
Olhos grandes e expressivos, velocidade cinematográfica. O pai do mangá, influenciado por Walt Disney, define esta arte.
Público, inicialmente infantil. Mangás adultos, só depois de 1960.
Clássicos em português: Samurai X, Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco.
Pioneiros no Brasil: Lobo Solitário, Akira, Crying Freeman...
Estética Mangá Faces com grandes olhos, boca, e nariz diminuidos. Os olhos são muito expressivos. Pouco texto. A imagem domina a história. Alternância de planos gerais, fechados, close-ups, como no cinema. Histórias longas, divididas em capítulos. Público-alvo: crianças e jovens. Os mangás para adultos vieram surgir nos anos 1960. Tudo em Preto-e-Branco. Repleto de: Vush! Shuh! Fiu! Bum!, etc., etc..
Duas Capas Coloridas de Mangás Famosos
Mais Duas Capas de Mangás. Edições Brasileiras
Com a tevê, o mangá transformou-se em “anime”. Mas esta será nossa próxima história. Vamos voltar.
Texto/Fotos/Edição Zuateg As imagens foram clicadas na mostra “Nippon – 100 Anos de Integração Brasil-Japão” em exposição no Centro Cultural Banco do Brasil de 05/08 a 12/10 – Brasília, DF O texto foi criado com base no verbete “mangá” na Wikkipedia em português. Efeitos: Corel Photo Paint Câmera: Kodak EasyShareC743
A exposição Nippon vai até o dia 12 de outubro, em Brasília. Tanta coisa para ver: quimonos, samurais, chá, origami, arquitetura, arte, mangá, cosplay, shodô, dô, ukiyo-e, etc. Quem sabe a minha kodaquinha vai registrar. Mesmo porque, é raro, fotos são permitidas. Ponto pro Japão.

Pres Brasil JapãO Mangá

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    Brasil-Japão 100Anos - Mangá Arte em Quadros
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    Mangá. É gibi, história em quadrinhos. Estilo japonês
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    Mangá, antes detudo, vem do período Nara (séc. viii): emakimonos (rolos), com histórias ilustradas: “ver para crer”.
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    Séc XVI: KatsushikaHokusemi (célebre caricaturista) cria a palavra “manga”, ou seja “desenhos irresponsáveis”.Era o tempo das estampas independentes. Publicou seus desenhos de 1814 a 1834. Com forte influência gráfica, fazia livros “para ver”. Muito desenhados.
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    Terminada a 2ª.Guerra ressurgem os quadrinistas (mangakas).
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    Olhos grandes eexpressivos, velocidade cinematográfica. O pai do mangá, influenciado por Walt Disney, define esta arte.
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    Público, inicialmente infantil.Mangás adultos, só depois de 1960.
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    Clássicos em português:Samurai X, Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco.
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    Pioneiros no Brasil:Lobo Solitário, Akira, Crying Freeman...
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    Estética Mangá Facescom grandes olhos, boca, e nariz diminuidos. Os olhos são muito expressivos. Pouco texto. A imagem domina a história. Alternância de planos gerais, fechados, close-ups, como no cinema. Histórias longas, divididas em capítulos. Público-alvo: crianças e jovens. Os mangás para adultos vieram surgir nos anos 1960. Tudo em Preto-e-Branco. Repleto de: Vush! Shuh! Fiu! Bum!, etc., etc..
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    Duas Capas Coloridasde Mangás Famosos
  • 12.
    Mais Duas Capasde Mangás. Edições Brasileiras
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    Com a tevê,o mangá transformou-se em “anime”. Mas esta será nossa próxima história. Vamos voltar.
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    Texto/Fotos/Edição Zuateg Asimagens foram clicadas na mostra “Nippon – 100 Anos de Integração Brasil-Japão” em exposição no Centro Cultural Banco do Brasil de 05/08 a 12/10 – Brasília, DF O texto foi criado com base no verbete “mangá” na Wikkipedia em português. Efeitos: Corel Photo Paint Câmera: Kodak EasyShareC743
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    A exposição Nipponvai até o dia 12 de outubro, em Brasília. Tanta coisa para ver: quimonos, samurais, chá, origami, arquitetura, arte, mangá, cosplay, shodô, dô, ukiyo-e, etc. Quem sabe a minha kodaquinha vai registrar. Mesmo porque, é raro, fotos são permitidas. Ponto pro Japão.