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PORTUGAL
Cultura
A cultura portuguesa tem as suas
raízes na cultura
celta, ibérica, germânica e romana. A
diferenciação cultural dos
portugueses manifesta-se através
dos tipos de habitação, das
manifestações religiosas, da
gastronomia e do folclore, ou até das
calçadas tipicamente portuguesas e
da azulejaria.
Portugal desenvolveu uma cultura específica,
enquanto esteve a ser influenciado por várias
civilizações que cruzaram o Mediterrâneo e
o continente europeu, ou foram introduzidos quando a
nação desempenhou um papel ativo durante a Era dos
Descobrimentos.
Nas décadas de 1990 e 2000, Portugal modernizou
os seus equipamentos culturais públicos, além da
criação, em 1956, da Fundação Calouste Gulbenkian,
em Lisboa. Estes incluem o Centro Cultural de Belém,
em Lisboa, a Fundação de Serralves e a Casa da
Música, no Porto, bem como novos equipamentos
culturais públicos como bibliotecas municipais e salas
de concerto que foram construídos ou renovados em
muitos municípios por todo o país.
Literatura
A literatura portuguesa divide-se em
poesia, prosa, filosofia e teatro. Em todas essas áreas
houve artistas que se destacaram pelo gênio e pela
cultura portuguesa rica em temáticas.
Poesia
Portugal é muitas vezes designado como "um país de
poetas". Efetivamente, a poesia portuguesa tem tido um
peso e influência substancialmente maior na literatura do
país do que a prosa. Existem bons exemplos, tanto
na poesia lírica como na épica. Os poetas portugueses
mais conhecidos no mundo são, sem dúvida Luís
Vaz de Camões e Fernando Pessoa, ainda que não se
deva desprezar, especialmente, toda a poética galaico-
portuguesa medieval e, mais tarde (desde o século
XIX onde a moderna poesia portuguesa estabelece as
suas raízes num punhado de poetas
relevantes), do neoclassicismo até aos nossos dias.
O fato de as primeiras narrativas serem transmitidas
por via oral quase que obrigou que fossem, quase
sempre, apresentadas de forma poética
(a métrica e a rima, bem como o uso
de versos recorrentes) facilitava a memorização
de longos relatos. As gestas e as vidas de santos
eram assim cantados (e contados). Muitos destes
poemas foram depois passados para prosa
(acrescentados de pormenores mais ou menos
fiáveis ou, então, expurgados de fatos de cariz
lendário - ainda que os cronistas não
desdenhassem o lado místico das narrativas, até
pelo fato de estes serem, basicamente, monges).
A arquitetura portuguesa seguiu sempre as
tendências do resto da Europa, apesar de o fazer
com algum atraso. Foi apenas com
o Manuelino que foi atingido um patamar
considerável, na vanguarda artística da época,
pois este estilo faz uma transição suave entre
o gótico e o renascimento. Atualmente a produção
arquitetural portuguesa está a par do que se
passa no meio artístico internacional, de onde se
destacam os arquitetos contemporâneos.
Escultura é uma arte que
representa imagens plásticas em relevo total
ou parcial. Existem várias técnicas de
trabalhar os materiais, como a cinzelação,
a fundição, a moldagem ou a aglomeração
de partículas para a criação de um objeto.
Vários materiais se prestam a esta arte,
uns mais perenes como o bronze ou
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Embora possam ser utilizadas para
representar qualquer coisa, ou até coisa
nenhuma, tradicionalmente o objetivo maior
foi sempre representar o corpo humano, ou
a divindade numa forma antropomórfica. É
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A pintura portuguesa, à
semelhança da arquitetura
tanto sempre seguir as
tendências internacionais. No
início do século XX apareceu
uma nova vaga de artistas
futuristas que podiam ter
feito importantes revoluções
na arte, mas que devido às
suas mortes precoces não o
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pintores e outros de
diferentes épocas .
Tanto a música tradicional portuguesa como
a música erudita clássica e contemporânea são
altamente diversificadas e dinâmicas. A música
mais tradicional retrata a cultura e história do
país; as outras mais recentes, surgem de
influências exteriores tais como de
África, Brasil ou Estados Unidos.
Em Portugal, o desenvolvimento do teatro foi
um pouco retardado, contudo Gil Vicente, visto
como o "pai" do teatro português começou de
certa forma a história do teatro nacional no século
XVI. O teatro cativou o público, sobretudo a classe
alta. Foi já no século XX que o teatro chegou às
massas através do Teatro de Revista.
O folclore português é muito
variado, pois cada região do país
tem as suas tradições. As danças
folclóricas são danças populares
para toda a gente. Mais
recentemente apareceram danças
mais eruditas, executadas por
bailarinos profissionais. Estas novas
danças surgem da crescente
abertura a novas culturas, de onde
se pode destacar:
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Pedro Romeiras
A língua oficial de Portugal é o português, uma
das primeiras línguas cultas da Europa medieval a
par do provençal, sendo a sua escrita influenciada
por esta última. Há um município onde algumas
pessoas nas aldeias falam uma língua derivada de
uma língua de um antigo reino, o Reino de Leão,
chama-se Mirandês (Lhéngua Mirandesa em
Mirandês). Esta língua tem menos de 15000 falantes
(a maioria como segunda língua) e é apenas falada
em aldeias, sendo a aldeia de Picote (Picuote em
Mirandês) a única praticamente 100% monolíngüe
nesta língua, o que é uma curiosidade para um país
cultural e linguisticamente homogenizado
como Portugal. A ortografia do Mirandês é
influenciada naturalmente pelo português, mas é uma
língua diferente, com desenvolvimento, estrutura e
história diferentes.
Portugal é um dos
paraísos para praticar
esportes náuticos (
Wind surf, surf,
mergulho;) . Sem falar
dos excelentes
terrenos para a
prática de golfe.
Haras famosos e de
escolas de prestígio
permitem o alto nível
dos praticantes
de equitação.
À Equitação Tradicional Portuguesa foi
atribuída a categoria de Disciplina Federada
reconhecendo nesta atividade valores técnicos,
artísticos e desportivos que estiveram na origem
da prática da equitação em Portugal, desde o
berço da nossa própria nacionalidade. A Equitação
de Tradicional Portuguesa segui o seu trajeto,
implantando-se mesmo fora das regiões onde
naturalmente se foi impondo na vida as
populações. A sua ligação estreita ao produto
eqüino nacional foi algo que a potenciou de forma
interativa, arrastando consigo própria criação do
produto que melhor a serve. E foi esse binômio
que saltou as fronteiras do nosso território,
apresentando-se no mundo como um ex-líbris de
uma cultura que se distingue e reconhece nos
países onde a equitação está mais desenvolvida.
Um estudo da multinacional de informação
sobre trânsito Inrix revela que Portugal foi o
país europeu onde os engarrafamentos mais
caíram em 2012, registrando uma quebra de
50% de número de horas em relação ao ano
anterior.
Segundo o estudo da Inrix, que incide
sobre o número de horas de
congestionamento e não sobre o número de
veículos, Portugal Registra no primeiro
trimestre deste ano uma queda ainda mais
acentuada, de 68% em relação a igual
período do ano anterior.
Logo depois de Portugal, vem a Espanha
com uma quebra de 38%, entre 2012 e 2011,
a Itália, com 34% e a Hungria, com 24%. A
Grã-Bretanha é o quinto com uma quebra de
19 por cento.
Desde 1985, o país entrou num processo de
modernização num ambiente bastante estável
(1985 até à atualidade) e juntou-se à União
Européia em 1986. Os sucessivos governos
fizeram várias reformas, privatizaram muitas
empresas controladas pelo Estado e liberalizaram
áreas-chave da economia, incluindo os sectores
das telecomunicações e financeiros. Portugal
desenvolveu uma economia crescentemente
baseada em serviços e foi um dos onze membros
fundadores da moeda européia — o Euro — em
1999. Começou a circular a sua nova moeda em
1 de Janeiro de 2002 com onze outros estados
membros da União Européia.
A balança comercial de Portugal é, há muito
tempo, deficitária, com o valor das exportações a
cobrir apenas 65 % do valor das importações em
2006. As maiores exportações correspondem aos
têxteis, vestuário, máquinas, material
elétrico, veículos, equipamentos de
transporte, calçado, couro, madeira, cortiça, papel,
entre outras. O país importa principalmente
produtos vindos da União
Européia: Espanha, Alemanha, França, Itália e
Reino Unido.
Portugal está entre os 20 mais visitados países
do mundo, recebendo uma média de 13 milhões de
turistas estrangeiros anualmente. O turismo está a
desempenhar um papel cada vez mais importante
na economia de Portugal, contribuindo para cerca de
11 % do seu produto interno bruto(PIB) em 2010.
Os principais pontos turísticos de Portugal
são Lisboa, Algarves e Madeira, mas o governo
português continua a promover e desenvolver novos
destinos turísticos, como o vale do Douro, a ilha
de Porto Santo e o Alentejo. Em 2005, Lisboa foi ​​a
segunda cidade européia, depois de Barcelona, que
atraiu mais turistas, com 7 milhões de visitantes
dormindo nos hotéis da cidade.
A gastronomia é muito rica em variedade e do agrado
de nacionais e estrangeiros em geral. Cada zona do país
tem os seus pratos típicos, incluindo os mais diversificados
alimentos, passando pelas carnes
de gado, carneiro, porco e aves, pelos variados enchidos,
pelas diversas espécies de peixe fresco e marisco (grande
variedade de pratos de bacalhau). Entre
os queijos sobressaem os da Serra da Estrela, de Azeitão e
de São Jorge, entre muitos outros.
Portugal é um país fortemente vinícola, sendo célebres
os vinhos do Douro, do Alentejo e do Dão, os vinhos
verdes do Minho, e os licorosos do Porto e da Madeira. Em
doçaria, e por entre uma enorme variedade de receitas
tradicionais, são muito famosos os chamados Pastéis de
nata (ou pastéis de Belém, assim denominados na região
de Lisboa apenas, mantendo-se o segredo da sua
confecção bem guardado), assim como os ovos moles de
Aveiro, o pastel de Tentúgal, a sericaia ou o pão-de-ló de
Ovar, a par de muitos outros.
De entre os pratos típicos, são de destacar o cozido à
portuguesa, o bacalhau à Brás, à Gomes de Sá ou
em pastéis, as espetadas da Madeira, o cozido
vulcânico dos Açores ( São Miguel ), o leitão assado
à moda da Barrada os rojões de Aveiro e do Minho, a
chanfana da Beira, a carne de porco à alentejana, os
peixes grelhados (em todo o país), as tripas (da
região do Porto), as pataniscas(da região de Lisboa)
ou o gaspacho (do Alentejo e Algarves). A cozinha
portuguesa influenciou também outras
gastronomias, tais como a japonesa, com a
introdução da tempura. A base da gastronomia
mediterrânica, assente na trilogia
do pão, vinho e azeite, repete-se em todo o território
nacional, acrescentando-lhe os produtos
hortícolas, como em variadas sopas, e frutos frescos.
A população portuguesa é majoritariamente católica, devido
sobretudo à tradição e às circunstâncias históricas
que Portugal teve e viveu no passado. Os católicos, segundo
os censos de 2011, compõem cerca de 81% da população
portuguesa, conferindo, por isso, à Igreja Católica uma
considerável influência junto da sociedade, embora agora não tanto
como outrora, e em decrescendo progressivo.
Além dos católicos, Portugal tem ainda uma presença
relativamente significativa de evangélicos (ou protestantes) e
de testemunhas de Jeová. Os judeus, os anglicanos, os islâmicos,
os hindus, os ortodoxos, os bahá'ís, os budistas, os gnósticos e
os espíritas são os restantes grupos religiosos minoritários
existentes neste país europeu.
Segundo um estudo realizado em 2005, cerca de 81% da população
portuguesa indicou que "Acredita em Deus", cerca de 12% que
"Acredita que existe alguma forma de espírito ou força da vida" e
ainda cerca de 6% que "Não acredita que exista uma força divina,
Deus ou força vital".
O sistema de saúde de é caracterizado por três sistemas
coexistente os regimes de seguro social de saúde especiais
para determinadas profissões: o e os seguros de saúde de
voluntariado privados. O SNS oferece uma cobertura
universal. Além disso, cerca de 25% da população é coberto
por subsistemas de saúde, 10% em seguros privados e outros
7% em fundos mútuos.Ministério de Saúde é responsável pelo
desenvolvimento da política da saúde, bem como de gerir o
SNS. Cinco administrações regionais de saúde são
responsáveis pela execução dos objetivo da política nacional
de saúde, desenvolvimento de orientações e protocolo e
supervisionar a prestação de cuidados de saúde. Os esforços
para a descentralização têm se destinado a transferir a
responsabilidade financeira e de gestão a nível regional. Na
prática, porém, a autonomia das administrações regionais de
saúde sobre definição de orçamento e das despesas foi
limitada aos cuidados primários.
As fronteiras de Portugal estão
definidas por montanhas e
rios, sendo o interior
montanhoso, descendo para
planícies largamente cultivadas.
O ponto mais alto do território
português é a Montanha do
Pico, situada na Ilha do
Pico, arquipélago
de Açores, com 2 351 metros de
altitude. Portugal é atravessado
por três grandes rios
(Douro, Tejo e Guadiana), tendo
estes a sua nascente
em Espanha e desembocando
nas principais cidades do país.
 CAPITAL DE PORTUGAL: Lisboa
POPULAÇÃO: 11,04 milhões (estimativa 2010)
MOEDA: Euro
NOME OFICIAL: República Portuguesa
NACIONALIDADE: Portuguesa.
 RELIGIÃO: cristianismo 94,8% (católicos 92,2%,
protestantes 1,5%, outros cristãos 1,1%),
islamismo 0,1%, sem filiação e outras 5,1%
(censo de 1995)
 TAXA DE ANALFABETISMO: 5,1% (2008)
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Cultura portuguesa: raízes, tradições e influências

  • 2. Cultura A cultura portuguesa tem as suas raízes na cultura celta, ibérica, germânica e romana. A diferenciação cultural dos portugueses manifesta-se através dos tipos de habitação, das manifestações religiosas, da gastronomia e do folclore, ou até das calçadas tipicamente portuguesas e da azulejaria.
  • 3. Portugal desenvolveu uma cultura específica, enquanto esteve a ser influenciado por várias civilizações que cruzaram o Mediterrâneo e o continente europeu, ou foram introduzidos quando a nação desempenhou um papel ativo durante a Era dos Descobrimentos. Nas décadas de 1990 e 2000, Portugal modernizou os seus equipamentos culturais públicos, além da criação, em 1956, da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Estes incluem o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a Fundação de Serralves e a Casa da Música, no Porto, bem como novos equipamentos culturais públicos como bibliotecas municipais e salas de concerto que foram construídos ou renovados em muitos municípios por todo o país.
  • 4. Literatura A literatura portuguesa divide-se em poesia, prosa, filosofia e teatro. Em todas essas áreas houve artistas que se destacaram pelo gênio e pela cultura portuguesa rica em temáticas. Poesia Portugal é muitas vezes designado como "um país de poetas". Efetivamente, a poesia portuguesa tem tido um peso e influência substancialmente maior na literatura do país do que a prosa. Existem bons exemplos, tanto na poesia lírica como na épica. Os poetas portugueses mais conhecidos no mundo são, sem dúvida Luís Vaz de Camões e Fernando Pessoa, ainda que não se deva desprezar, especialmente, toda a poética galaico- portuguesa medieval e, mais tarde (desde o século XIX onde a moderna poesia portuguesa estabelece as suas raízes num punhado de poetas relevantes), do neoclassicismo até aos nossos dias.
  • 5. O fato de as primeiras narrativas serem transmitidas por via oral quase que obrigou que fossem, quase sempre, apresentadas de forma poética (a métrica e a rima, bem como o uso de versos recorrentes) facilitava a memorização de longos relatos. As gestas e as vidas de santos eram assim cantados (e contados). Muitos destes poemas foram depois passados para prosa (acrescentados de pormenores mais ou menos fiáveis ou, então, expurgados de fatos de cariz lendário - ainda que os cronistas não desdenhassem o lado místico das narrativas, até pelo fato de estes serem, basicamente, monges).
  • 6. A arquitetura portuguesa seguiu sempre as tendências do resto da Europa, apesar de o fazer com algum atraso. Foi apenas com o Manuelino que foi atingido um patamar considerável, na vanguarda artística da época, pois este estilo faz uma transição suave entre o gótico e o renascimento. Atualmente a produção arquitetural portuguesa está a par do que se passa no meio artístico internacional, de onde se destacam os arquitetos contemporâneos.
  • 7.
  • 8. Escultura é uma arte que representa imagens plásticas em relevo total ou parcial. Existem várias técnicas de trabalhar os materiais, como a cinzelação, a fundição, a moldagem ou a aglomeração de partículas para a criação de um objeto. Vários materiais se prestam a esta arte, uns mais perenes como o bronze ou o mármore, outros mais fáceis de trabalhar, como a argila, a cera ou a madeira. Embora possam ser utilizadas para representar qualquer coisa, ou até coisa nenhuma, tradicionalmente o objetivo maior foi sempre representar o corpo humano, ou a divindade numa forma antropomórfica. É considerada a quarta das artes clássicas.
  • 9. A pintura portuguesa, à semelhança da arquitetura tanto sempre seguir as tendências internacionais. No início do século XX apareceu uma nova vaga de artistas futuristas que podiam ter feito importantes revoluções na arte, mas que devido às suas mortes precoces não o fizeram. Alguns desses pintores e outros de diferentes épocas .
  • 10. Tanto a música tradicional portuguesa como a música erudita clássica e contemporânea são altamente diversificadas e dinâmicas. A música mais tradicional retrata a cultura e história do país; as outras mais recentes, surgem de influências exteriores tais como de África, Brasil ou Estados Unidos.
  • 11. Em Portugal, o desenvolvimento do teatro foi um pouco retardado, contudo Gil Vicente, visto como o "pai" do teatro português começou de certa forma a história do teatro nacional no século XVI. O teatro cativou o público, sobretudo a classe alta. Foi já no século XX que o teatro chegou às massas através do Teatro de Revista.
  • 12. O folclore português é muito variado, pois cada região do país tem as suas tradições. As danças folclóricas são danças populares para toda a gente. Mais recentemente apareceram danças mais eruditas, executadas por bailarinos profissionais. Estas novas danças surgem da crescente abertura a novas culturas, de onde se pode destacar: Olga Roriz Madalena Victorino Pedro Romeiras
  • 13. A língua oficial de Portugal é o português, uma das primeiras línguas cultas da Europa medieval a par do provençal, sendo a sua escrita influenciada por esta última. Há um município onde algumas pessoas nas aldeias falam uma língua derivada de uma língua de um antigo reino, o Reino de Leão, chama-se Mirandês (Lhéngua Mirandesa em Mirandês). Esta língua tem menos de 15000 falantes (a maioria como segunda língua) e é apenas falada em aldeias, sendo a aldeia de Picote (Picuote em Mirandês) a única praticamente 100% monolíngüe nesta língua, o que é uma curiosidade para um país cultural e linguisticamente homogenizado como Portugal. A ortografia do Mirandês é influenciada naturalmente pelo português, mas é uma língua diferente, com desenvolvimento, estrutura e história diferentes.
  • 14. Portugal é um dos paraísos para praticar esportes náuticos ( Wind surf, surf, mergulho;) . Sem falar dos excelentes terrenos para a prática de golfe. Haras famosos e de escolas de prestígio permitem o alto nível dos praticantes de equitação.
  • 15. À Equitação Tradicional Portuguesa foi atribuída a categoria de Disciplina Federada reconhecendo nesta atividade valores técnicos, artísticos e desportivos que estiveram na origem da prática da equitação em Portugal, desde o berço da nossa própria nacionalidade. A Equitação de Tradicional Portuguesa segui o seu trajeto, implantando-se mesmo fora das regiões onde naturalmente se foi impondo na vida as populações. A sua ligação estreita ao produto eqüino nacional foi algo que a potenciou de forma interativa, arrastando consigo própria criação do produto que melhor a serve. E foi esse binômio que saltou as fronteiras do nosso território, apresentando-se no mundo como um ex-líbris de uma cultura que se distingue e reconhece nos países onde a equitação está mais desenvolvida.
  • 16. Um estudo da multinacional de informação sobre trânsito Inrix revela que Portugal foi o país europeu onde os engarrafamentos mais caíram em 2012, registrando uma quebra de 50% de número de horas em relação ao ano anterior. Segundo o estudo da Inrix, que incide sobre o número de horas de congestionamento e não sobre o número de veículos, Portugal Registra no primeiro trimestre deste ano uma queda ainda mais acentuada, de 68% em relação a igual período do ano anterior. Logo depois de Portugal, vem a Espanha com uma quebra de 38%, entre 2012 e 2011, a Itália, com 34% e a Hungria, com 24%. A Grã-Bretanha é o quinto com uma quebra de 19 por cento.
  • 17. Desde 1985, o país entrou num processo de modernização num ambiente bastante estável (1985 até à atualidade) e juntou-se à União Européia em 1986. Os sucessivos governos fizeram várias reformas, privatizaram muitas empresas controladas pelo Estado e liberalizaram áreas-chave da economia, incluindo os sectores das telecomunicações e financeiros. Portugal desenvolveu uma economia crescentemente baseada em serviços e foi um dos onze membros fundadores da moeda européia — o Euro — em 1999. Começou a circular a sua nova moeda em 1 de Janeiro de 2002 com onze outros estados membros da União Européia.
  • 18. A balança comercial de Portugal é, há muito tempo, deficitária, com o valor das exportações a cobrir apenas 65 % do valor das importações em 2006. As maiores exportações correspondem aos têxteis, vestuário, máquinas, material elétrico, veículos, equipamentos de transporte, calçado, couro, madeira, cortiça, papel, entre outras. O país importa principalmente produtos vindos da União Européia: Espanha, Alemanha, França, Itália e Reino Unido.
  • 19. Portugal está entre os 20 mais visitados países do mundo, recebendo uma média de 13 milhões de turistas estrangeiros anualmente. O turismo está a desempenhar um papel cada vez mais importante na economia de Portugal, contribuindo para cerca de 11 % do seu produto interno bruto(PIB) em 2010. Os principais pontos turísticos de Portugal são Lisboa, Algarves e Madeira, mas o governo português continua a promover e desenvolver novos destinos turísticos, como o vale do Douro, a ilha de Porto Santo e o Alentejo. Em 2005, Lisboa foi ​​a segunda cidade européia, depois de Barcelona, que atraiu mais turistas, com 7 milhões de visitantes dormindo nos hotéis da cidade.
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  • 23. A gastronomia é muito rica em variedade e do agrado de nacionais e estrangeiros em geral. Cada zona do país tem os seus pratos típicos, incluindo os mais diversificados alimentos, passando pelas carnes de gado, carneiro, porco e aves, pelos variados enchidos, pelas diversas espécies de peixe fresco e marisco (grande variedade de pratos de bacalhau). Entre os queijos sobressaem os da Serra da Estrela, de Azeitão e de São Jorge, entre muitos outros. Portugal é um país fortemente vinícola, sendo célebres os vinhos do Douro, do Alentejo e do Dão, os vinhos verdes do Minho, e os licorosos do Porto e da Madeira. Em doçaria, e por entre uma enorme variedade de receitas tradicionais, são muito famosos os chamados Pastéis de nata (ou pastéis de Belém, assim denominados na região de Lisboa apenas, mantendo-se o segredo da sua confecção bem guardado), assim como os ovos moles de Aveiro, o pastel de Tentúgal, a sericaia ou o pão-de-ló de Ovar, a par de muitos outros.
  • 24. De entre os pratos típicos, são de destacar o cozido à portuguesa, o bacalhau à Brás, à Gomes de Sá ou em pastéis, as espetadas da Madeira, o cozido vulcânico dos Açores ( São Miguel ), o leitão assado à moda da Barrada os rojões de Aveiro e do Minho, a chanfana da Beira, a carne de porco à alentejana, os peixes grelhados (em todo o país), as tripas (da região do Porto), as pataniscas(da região de Lisboa) ou o gaspacho (do Alentejo e Algarves). A cozinha portuguesa influenciou também outras gastronomias, tais como a japonesa, com a introdução da tempura. A base da gastronomia mediterrânica, assente na trilogia do pão, vinho e azeite, repete-se em todo o território nacional, acrescentando-lhe os produtos hortícolas, como em variadas sopas, e frutos frescos.
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  • 27. A população portuguesa é majoritariamente católica, devido sobretudo à tradição e às circunstâncias históricas que Portugal teve e viveu no passado. Os católicos, segundo os censos de 2011, compõem cerca de 81% da população portuguesa, conferindo, por isso, à Igreja Católica uma considerável influência junto da sociedade, embora agora não tanto como outrora, e em decrescendo progressivo. Além dos católicos, Portugal tem ainda uma presença relativamente significativa de evangélicos (ou protestantes) e de testemunhas de Jeová. Os judeus, os anglicanos, os islâmicos, os hindus, os ortodoxos, os bahá'ís, os budistas, os gnósticos e os espíritas são os restantes grupos religiosos minoritários existentes neste país europeu. Segundo um estudo realizado em 2005, cerca de 81% da população portuguesa indicou que "Acredita em Deus", cerca de 12% que "Acredita que existe alguma forma de espírito ou força da vida" e ainda cerca de 6% que "Não acredita que exista uma força divina, Deus ou força vital".
  • 28.
  • 29. O sistema de saúde de é caracterizado por três sistemas coexistente os regimes de seguro social de saúde especiais para determinadas profissões: o e os seguros de saúde de voluntariado privados. O SNS oferece uma cobertura universal. Além disso, cerca de 25% da população é coberto por subsistemas de saúde, 10% em seguros privados e outros 7% em fundos mútuos.Ministério de Saúde é responsável pelo desenvolvimento da política da saúde, bem como de gerir o SNS. Cinco administrações regionais de saúde são responsáveis pela execução dos objetivo da política nacional de saúde, desenvolvimento de orientações e protocolo e supervisionar a prestação de cuidados de saúde. Os esforços para a descentralização têm se destinado a transferir a responsabilidade financeira e de gestão a nível regional. Na prática, porém, a autonomia das administrações regionais de saúde sobre definição de orçamento e das despesas foi limitada aos cuidados primários.
  • 30. As fronteiras de Portugal estão definidas por montanhas e rios, sendo o interior montanhoso, descendo para planícies largamente cultivadas. O ponto mais alto do território português é a Montanha do Pico, situada na Ilha do Pico, arquipélago de Açores, com 2 351 metros de altitude. Portugal é atravessado por três grandes rios (Douro, Tejo e Guadiana), tendo estes a sua nascente em Espanha e desembocando nas principais cidades do país.
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  • 32.  CAPITAL DE PORTUGAL: Lisboa POPULAÇÃO: 11,04 milhões (estimativa 2010) MOEDA: Euro NOME OFICIAL: República Portuguesa NACIONALIDADE: Portuguesa.  RELIGIÃO: cristianismo 94,8% (católicos 92,2%, protestantes 1,5%, outros cristãos 1,1%), islamismo 0,1%, sem filiação e outras 5,1% (censo de 1995)  TAXA DE ANALFABETISMO: 5,1% (2008)