Este artigo analisa como Vigotski e Paulo Freire contribuem para a compreensão da autonomia docente. Ambos os autores compartilham da mesma base epistemológica do materialismo histórico-dialético e defendem que o sujeito se desenvolve de forma autônoma através da interação social e da internalização da cultura. Vigotski relaciona a autonomia com a autorregulação, enquanto Freire a vê como essencial para a educação libertadora e a formação do cidadão crítico.