O documento discute a importância da Páscoa como uma comemoração da libertação do povo de Deus da escravidão no Egito. Aponta como o diabo tentou desvirtuar o significado da Páscoa através da incorporação de símbolos pagãos como coelhos e ovos de chocolate. Defende que a verdadeira celebração da Páscoa deve seguir as instruções bíblicas de comer o cordeiro pascal com pães ázimos e ervas amargas.