DOENÇAS DO OSSO
TECIDO ÓSSEO
FUNÇÕES:
- Suporte
- Proteção órgãos vitais
- Formação do sangue (medula óssea)
- Apoio aos músculos
- Armazenamento de minerais (cálcio, fosfato)
TECIDO ÓSSEO
• TECIDO DINÂMICO
• Remodelação
Tensão
Pressão
Formação Reabsorção
TECIDO ÓSSEO
• TECIDO DINÂMICO
• Remodelação
Tensão
Pressão
Formação Reabsorção
TECIDO ÓSSEO
• Composição
- Células
- Matriz Extracelular Mineralizada
Tecido
Rígido
TECIDO ÓSSEO
Células
Matriz
TECIDO ÓSSEO
MATRIZ EXTRACELULAR ÓSSEA
Colágeno tipo I
(90%)
Proteoglicanos
Glicoproteínas multi
Adesivas
(osteocalcina, osteopontina,
osteonectina, sialoproteina)
hidroxiapatita [ Ca10 (PO4)6(OH2)2]
Bicarbonato, Citrato,
Magnésio, Sódio, Potássio
Matriz orgânica
(35%)
Matriz inorgânica
(65%)
TECIDO ÓSSEO
Estudo do tecido Ósseo
TECIDO ÓSSEO
Estudo do tecido Ósseo
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS
1. Osteoprogenitoras: células indiferenciadas
2. Osteoblastos: sintetizam matriz extracelular
3. Osteócitos: células maduras (síntese)
4. Osteoclastos: células gigantes – reabsorção
Linhagem
osteoblástica
Linhagem
Monócito – macrófago – osteoclasto
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS osteoprogenitora
osteoclasto
osteócito
osteoblasto
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS OSTEOPROGENITORAS
• Células alongadas e poucas organelas do Mesênquima Embrionário
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS OSTEOPROGENITORAS
• Células alongadas e poucas organelas do Mesênquima Embrionário
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS OSTEOPROGENITORAS
• atividade durante crescimento ósseo
Originam os osteoblastos
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS OSTEOBLASTOS
• Superfícies ósseas
• Síntese protéica (colágeno,
proteoglicanos, glicoproteínas)
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS OSTEÓCITO
Localizados em lacunas
- Sobrevivência longe dos vasos
- Junções comunicantes entre as células
- Comunicação célula-célula - canalículos na
matriz
Junções
comunicantes
TECIDO ÓSSEO
CÉLULAS OSTEOCLASTO
Degradam tecido ósseo
- Origem: linhagem progenitora de monócito-
macrófago
- Células polarizadas, grandes e multinucleadas
- Lisossomos
TECIDO ÓSSEO
POLPA DENTAL
MORFOLOGIA PERIAPICAL
 Osso alveolar
 A região da mandíbula e da maxila onde se
localizam os dentes
 Responsável pela formação e suporte dos alvéolos
dentários,
 Perfurado por vários canais denominados canais de
Volkmann, os quais alojam os vasos sanguíneos
que nutrem o periodonto.
MORFOLOGIA PERIAPICAL
 Osso alveolar
 É um tecido conjuntivo mineralizado, cuja composição varia muito
devido à remodelação constante
 Constituído de células, fibras e substância fundamental, sendo que
essas duas últimas apresentam-se mineralizadas
SEMIOLOGIA DAS LESÕES
PERIAPICAIS
Agressão aos tecidos periapicais
1. Trauma
2. Falha no tratamento endodôntico
3. Injúria iatrogênica => extrusão de substâncias e material
obturador, perfurações radiculares
4. Polpa necrosada infectada => agressão persistente
Resposta dos tecidos periapicais à gressão
Intensidade da
agressão
Resistência do
hospedeiro
Resposta
inflamatória
aguda
Resposta
inflamatória
crônica
Periodontite apical
aguda
Abscesso periapical
agudo
Periodontite apical
crônica
Abscesso periapical
crônico
+
Resposta dos tecidos periapicais à gressão
=> Combate direto e imediato aos microrganismos e seus
produtos
Defesa inata não-induzida (pré-inflamatória)
Reconhecimento e fagocitose por células de defesa
residentes  Macrófagos
Liberação de mediadores químicos inflamatórios
Resposta inflamatória
aguda
PERIODONTITE
APICAL AGUDA
Inflamação periapical aguda
PERIODONTITE APICAL AGUDA (Pericementite)
 Permeabilidade vascular
• Saída de exsudato
• fluxo sanguíneo
• viscosidade sanguínea
• pressão hidrostática tecidual no espaço LP
Eventos vasculares
Inflamação periapical aguda
PERIODONTITE APICAL AGUDA
Vasodilatação
• fluxo sanguíneo
• viscosidade sanguínea
Eventos vasculares
Eventos celulares
Migração das células de defesa para o espaço
extravascular, reconhecimento e fagocitose
EDEMA
Inflamação periapical aguda
PERIODONTITE APICAL AGUDA
Dor intensa, espontânea, localizada
Extrema sensibilidade ao toque do dente (mastigação)
Sinais e sintomas:
Sensação de dente crescido Ligeira extrusão
dentária edema dilaceração das fibras
colágenas pelo edema no LP
Edema  Compressão das fibras nervosas
PG, Histamina, Bradicinina DOR
Inflamação periapical aguda
PERIODONTITE APICAL AGUDA
Negativo
Teste de sensibilidade pulpar:
Positivos
Percussão e Palpação:
 Achados radiográficos:
 espessura do ELP apical – extrusão do dente para
acomodar o edema
 Não há reabsorção óssea – processo rápido
Inflamação periapical aguda
PERIODONTITE APICAL AGUDA
Eliminação do agente agressor –instrumentação /
irrigação / medicação intra-canal
Obturação
Retirar o dente de oclusão – alívio da sintomatologia
Receitar analgésico / anti-inflamatório
Tratamento
Inflamação periapical aguda
Persistência
da agressão
Bactérias extremamente virulentas
Enzimas proteolíticas das bactérias +enzimas
Lisossomais dos neutrófilos e macrófagos
=> Dano tecidual => PUS
ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO
Exacerbação
da resposta
Inflamação
purulenta
Inflamação periapical aguda
ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO
Inflamação purulenta dos tecidos periapicais
(neutrófilos e bactérias em degeneração)
Duração: 72 a 96 horas
Sinais e sintomas:
 Dor espontânea, pulsátil, lancinante e localizada
•Edema intenso  Compressão das fibras nervosas
•PGs
 Pode ou não apresentar evidências de envolvimento
sistêmico (linfadenite regional, febre e mal-estar)
Inflamação periapical aguda
ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO
 Teste de sensibilidade pulpar:
 Negativo
 Percussão e Palpação:
 Positivos
 Achados radiográficos:
 Restauração ou lesão de cárie extensas e profundas.
Espessamento do ELP apical
Inflamação periapical aguda
ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO
 Tratamento:
 Drenagem da coleção purulenta
• Via canal radicular
• Incisão da mucosa Negativo
 Eliminação do agente agressor –instrumentação /
irrigação / medicação intracanal  Positivos
Inflamação periapical aguda
ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO
 Tratamento:
Obturação
Receitar analgésico / anti-inflamatório (?)
Receitar antibiótico no caso de envolvimento sistêmico
Inflamação periapical crônica
Resposta inflamatória intensidade da agressão
Cronificação
Resposta inflamatória crônica
PERIODONTITE APICAL CRÔNICA
ABSCESSO PERIAPICAL CRÔNICO
Inflamação periapical crônica
PERIODONTITE APICAL CRÔNICA
1.Zona de tecido infectado
2.Zona exsudativa: macrófagos, linfócitos,
elementos fibrovasculares (tentativa de
reparo)
3.Zona de granulação: atividade
fibroblástica mais intensa e formação de
novos vasos
4. Tecido fibroso: tecido denso, rico em
colágeno que separa a lesão do osso
adjacente
Característica da lesão se modifica com o passar do
tempo e à medida que se distancia do ápice radicular
1
2
3
4
Inflamação periapical crônica
Persistência
da agressão
Macrófagos, Linfócitos T
Fibroblastos, Céls. Epiteliais, Céls.
Endoteliais, Osteoblastos
Reabsorção
óssea
Céls. infl.
Céls. LP
Céls. osso
Mediadores
químicos
Inflamação periapical crônica
Osso reabsorvido substituído por tecido granulomatoso
Céls. imunocompetentes
•Linfócitos
•Plasmócitos
•Macrófagos
GRANULOMA PERIAPICAL
Componentes do
processo de reparo
•Fibroblastos
•Fibras nervosas
•Vasos sanguíneos
neoformados
Cápsula de fibras colágenas
Equilíbrio entre agressão e defesa
Inflamação periapical crônica
Grande parte desta lesão é descoberta durante
exames radiográficos de rotina
• é crônica e localizada
• ocorre após
• uma pericementite crônica
• abscesso agudo que se torna crônico
• Identificada como uma proliferação de tecido de
granulação e osteólise na área do periápice
GRANULOMA PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
Tem evolução lenta (meses/anos), geralmente
assintomático, não provoca perfuração das corticais
ósseas ou da mucosa suprajacente, nem formação de
fístulas
GRANULOMA PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
 Seu aspecto radiográfico mais característico é de
área radiolúcida, bem circunscrita, arredondada,
tamanho pequeno ligado ao ápice de dente desvitalizado.
GRANULOMA PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
Proliferação epitelial no granuloma -Restos epiteliais
de Malassez
Formação de ilhotas de epitélio organizado
Inflamação periapical crônica
Degeneração das células epiteliais
Formação de cavidade
CISTOPERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
 cavidade patológica forrada por epitélio e
preenchida por conteúdo líquido ou semi-sólido,
associada ao ápice de dente desvitalizado
CISTOPERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
 Embora seu desenvolvimento seja consequência
do estímulo inflamatório, não se sabe exatamente
porque nem todos os granulomas se transformam
em cistos
CISTO PERIAPICAL
ORIGEM (PROVÁVEL)
 Inflamatória através de canais laterais
 Restos epiteliais de Malassez
 Cisto primordial de um dente extranumerário
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
• Se desenvolve por expansão,
lentamente, assintomático
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
Pós TE
Inicial
Pós Apicectomia
2 anos Pós Op
•Uma vez iniciado o
processo de
desenvolvimento, ele se
expande por osmose, isto
é, o conteúdo do interior
do cisto é hipertônico em
relação ao líquido tissular
circundante
Inflamação periapical crônica
CISTO PERIAPICAL
 Um granuloma e um cisto radicular apical
(algumas vezes também um abscesso crônico) de
tamanhos iguais podem apresentar características
radiográficas muito semelhantes, tornando-se
difícil de serem separados radiograficamente um
do outro
Inflamação periapical crônica
Inflamação periapical crônica
Inflamação periapical crônica
PERIODONTITE APICAL CRÔNICA
 Sinais e sintomas:
 Assintomático
Inspeção:
Cárie e/ou
Restauração extensa
Escurecimento
da coroa
Inflamação periapical crônica
PERIODONTITE APICAL CRÔNICA
 Teste de sensibilidade pulpar:
 Negativo
 Percussão e Palpação:
 Negativos
Inflamação periapical crônica
PERIODONTITE APICAL CRÔNICA
 Achados radiográficos:
 Área radiolúcida circular ou oval
associada ao ápice radicular ou
lateralmente à raiz, bem
circunscrita
 Perda da integridade da lâmina
dura
 Pode assumir grande diâmetro, com
deslocamento radicular (cisto)
Inflamação periapical crônica
PERIODONTITE APICAL CRÔNICA
 Tratamento:
 Tratamento endodôntico convencional
• Remoção do tecido necrosado e infectado –
penetração desinfetante
• Instrumentação / irrigação / medicação intracanal
• Obturação
 Cirurgia paraendodôntica
Inflamação periapical crônica
ABSCESSO PERIAPICAL CRÔNICO
 Cronificação do abscesso periapical agudo
 Sinais e sintomas:
 Assintomático
 Inspeção:
 Cárie e/ou restauração extensa
 Fístula intra ou extra oral
Inflamação periapical crônica
ABSCESSO PERIAPICAL CRÔNICO
Inflamação periapical crônica
ABSCESSO PERIAPICAL CRÔNICO
 Teste de sensibilidade pulpar:
 Negativo
 Percussão e Palpação:
 Negativos
 Achados radiográficos
 Área radiolúcida associada ao
ápice radicular, limites mal
definidos
Inflamação periapical crônica
ABSCESSO PERIAPICAL CRÔNICO
 Tratamento:
 Eliminação do agente agressor –instrumentação /
irrigação / medicação intracanal
 Obturação
 Desaparecimento da fístula –7 a 30 dias
Inflamação periapical crônica
ABSCESSO FÊNIX
 Agudização de uma lesão crônica
 Sintomatologia e características clínicas de abscesso
periapical agudo
 Características radiográficas de lesão crônica
 Tratamento:
 O mesmo do abscesso periapical agudo
OSTEOPATIAS DE
OCORRÊNCIA APICAL
Osteopatias de ocorrência apical
Osteíte condensante:
 Na presença de inflamação no periápice, a ocorrência de
uma rarefação óssea é mais comum
 O oposto também pode acontecer
 a formação de uma esclerose óssea como resultado da
reação aos mesmos mecanismos que produzem
rarefação
Osteopatias de ocorrência apical
Osteíte condensante:
 A rarefação e a esclerose frequentemente ocorrem juntas e
são consideradas reações diferentes do mesmo estímulo
 Não se sabe porque a esclerose ocorre em um lugar e a
rarefação em outro
 Ela é produzida pela deposição de novo osso em torno das
trabéculas já existentes
Osteopatias de ocorrência apical
Osteíte condensante:
Osteopatias de ocorrência apical
Osteíte condensante:
OSTEOMIELITE
 Se uma infecção periapical e inflamação se extender através
dos espaços medulares dos ossos maxilares, o resultado é a
osteomielite

PATOLOGIA do periodonto.pptx

  • 1.
  • 2.
    TECIDO ÓSSEO FUNÇÕES: - Suporte -Proteção órgãos vitais - Formação do sangue (medula óssea) - Apoio aos músculos - Armazenamento de minerais (cálcio, fosfato)
  • 3.
    TECIDO ÓSSEO • TECIDODINÂMICO • Remodelação Tensão Pressão Formação Reabsorção
  • 4.
    TECIDO ÓSSEO • TECIDODINÂMICO • Remodelação Tensão Pressão Formação Reabsorção
  • 5.
    TECIDO ÓSSEO • Composição -Células - Matriz Extracelular Mineralizada Tecido Rígido
  • 6.
  • 7.
    TECIDO ÓSSEO MATRIZ EXTRACELULARÓSSEA Colágeno tipo I (90%) Proteoglicanos Glicoproteínas multi Adesivas (osteocalcina, osteopontina, osteonectina, sialoproteina) hidroxiapatita [ Ca10 (PO4)6(OH2)2] Bicarbonato, Citrato, Magnésio, Sódio, Potássio Matriz orgânica (35%) Matriz inorgânica (65%)
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    TECIDO ÓSSEO CÉLULAS 1. Osteoprogenitoras:células indiferenciadas 2. Osteoblastos: sintetizam matriz extracelular 3. Osteócitos: células maduras (síntese) 4. Osteoclastos: células gigantes – reabsorção Linhagem osteoblástica Linhagem Monócito – macrófago – osteoclasto
  • 11.
  • 12.
    TECIDO ÓSSEO CÉLULAS OSTEOPROGENITORAS •Células alongadas e poucas organelas do Mesênquima Embrionário
  • 13.
    TECIDO ÓSSEO CÉLULAS OSTEOPROGENITORAS •Células alongadas e poucas organelas do Mesênquima Embrionário
  • 14.
    TECIDO ÓSSEO CÉLULAS OSTEOPROGENITORAS •atividade durante crescimento ósseo Originam os osteoblastos
  • 15.
    TECIDO ÓSSEO CÉLULAS OSTEOBLASTOS •Superfícies ósseas • Síntese protéica (colágeno, proteoglicanos, glicoproteínas)
  • 16.
    TECIDO ÓSSEO CÉLULAS OSTEÓCITO Localizadosem lacunas - Sobrevivência longe dos vasos - Junções comunicantes entre as células - Comunicação célula-célula - canalículos na matriz Junções comunicantes
  • 17.
    TECIDO ÓSSEO CÉLULAS OSTEOCLASTO Degradamtecido ósseo - Origem: linhagem progenitora de monócito- macrófago - Células polarizadas, grandes e multinucleadas - Lisossomos
  • 18.
  • 19.
  • 20.
    MORFOLOGIA PERIAPICAL  Ossoalveolar  A região da mandíbula e da maxila onde se localizam os dentes  Responsável pela formação e suporte dos alvéolos dentários,  Perfurado por vários canais denominados canais de Volkmann, os quais alojam os vasos sanguíneos que nutrem o periodonto.
  • 21.
    MORFOLOGIA PERIAPICAL  Ossoalveolar  É um tecido conjuntivo mineralizado, cuja composição varia muito devido à remodelação constante  Constituído de células, fibras e substância fundamental, sendo que essas duas últimas apresentam-se mineralizadas
  • 22.
  • 23.
    Agressão aos tecidosperiapicais 1. Trauma 2. Falha no tratamento endodôntico 3. Injúria iatrogênica => extrusão de substâncias e material obturador, perfurações radiculares 4. Polpa necrosada infectada => agressão persistente
  • 24.
    Resposta dos tecidosperiapicais à gressão Intensidade da agressão Resistência do hospedeiro Resposta inflamatória aguda Resposta inflamatória crônica Periodontite apical aguda Abscesso periapical agudo Periodontite apical crônica Abscesso periapical crônico +
  • 25.
    Resposta dos tecidosperiapicais à gressão => Combate direto e imediato aos microrganismos e seus produtos Defesa inata não-induzida (pré-inflamatória) Reconhecimento e fagocitose por células de defesa residentes  Macrófagos Liberação de mediadores químicos inflamatórios Resposta inflamatória aguda PERIODONTITE APICAL AGUDA
  • 26.
    Inflamação periapical aguda PERIODONTITEAPICAL AGUDA (Pericementite)  Permeabilidade vascular • Saída de exsudato • fluxo sanguíneo • viscosidade sanguínea • pressão hidrostática tecidual no espaço LP Eventos vasculares
  • 27.
    Inflamação periapical aguda PERIODONTITEAPICAL AGUDA Vasodilatação • fluxo sanguíneo • viscosidade sanguínea Eventos vasculares Eventos celulares Migração das células de defesa para o espaço extravascular, reconhecimento e fagocitose EDEMA
  • 28.
    Inflamação periapical aguda PERIODONTITEAPICAL AGUDA Dor intensa, espontânea, localizada Extrema sensibilidade ao toque do dente (mastigação) Sinais e sintomas: Sensação de dente crescido Ligeira extrusão dentária edema dilaceração das fibras colágenas pelo edema no LP Edema  Compressão das fibras nervosas PG, Histamina, Bradicinina DOR
  • 29.
    Inflamação periapical aguda PERIODONTITEAPICAL AGUDA Negativo Teste de sensibilidade pulpar: Positivos Percussão e Palpação:  Achados radiográficos:  espessura do ELP apical – extrusão do dente para acomodar o edema  Não há reabsorção óssea – processo rápido
  • 30.
    Inflamação periapical aguda PERIODONTITEAPICAL AGUDA Eliminação do agente agressor –instrumentação / irrigação / medicação intra-canal Obturação Retirar o dente de oclusão – alívio da sintomatologia Receitar analgésico / anti-inflamatório Tratamento
  • 31.
    Inflamação periapical aguda Persistência daagressão Bactérias extremamente virulentas Enzimas proteolíticas das bactérias +enzimas Lisossomais dos neutrófilos e macrófagos => Dano tecidual => PUS ABSCESSO PERIAPICAL AGUDO Exacerbação da resposta Inflamação purulenta
  • 32.
    Inflamação periapical aguda ABSCESSOPERIAPICAL AGUDO Inflamação purulenta dos tecidos periapicais (neutrófilos e bactérias em degeneração) Duração: 72 a 96 horas Sinais e sintomas:  Dor espontânea, pulsátil, lancinante e localizada •Edema intenso  Compressão das fibras nervosas •PGs  Pode ou não apresentar evidências de envolvimento sistêmico (linfadenite regional, febre e mal-estar)
  • 33.
    Inflamação periapical aguda ABSCESSOPERIAPICAL AGUDO  Teste de sensibilidade pulpar:  Negativo  Percussão e Palpação:  Positivos  Achados radiográficos:  Restauração ou lesão de cárie extensas e profundas. Espessamento do ELP apical
  • 34.
    Inflamação periapical aguda ABSCESSOPERIAPICAL AGUDO  Tratamento:  Drenagem da coleção purulenta • Via canal radicular • Incisão da mucosa Negativo  Eliminação do agente agressor –instrumentação / irrigação / medicação intracanal  Positivos
  • 35.
    Inflamação periapical aguda ABSCESSOPERIAPICAL AGUDO  Tratamento: Obturação Receitar analgésico / anti-inflamatório (?) Receitar antibiótico no caso de envolvimento sistêmico
  • 36.
    Inflamação periapical crônica Respostainflamatória intensidade da agressão Cronificação Resposta inflamatória crônica PERIODONTITE APICAL CRÔNICA ABSCESSO PERIAPICAL CRÔNICO
  • 37.
    Inflamação periapical crônica PERIODONTITEAPICAL CRÔNICA 1.Zona de tecido infectado 2.Zona exsudativa: macrófagos, linfócitos, elementos fibrovasculares (tentativa de reparo) 3.Zona de granulação: atividade fibroblástica mais intensa e formação de novos vasos 4. Tecido fibroso: tecido denso, rico em colágeno que separa a lesão do osso adjacente Característica da lesão se modifica com o passar do tempo e à medida que se distancia do ápice radicular 1 2 3 4
  • 38.
    Inflamação periapical crônica Persistência daagressão Macrófagos, Linfócitos T Fibroblastos, Céls. Epiteliais, Céls. Endoteliais, Osteoblastos Reabsorção óssea Céls. infl. Céls. LP Céls. osso Mediadores químicos
  • 39.
    Inflamação periapical crônica Ossoreabsorvido substituído por tecido granulomatoso Céls. imunocompetentes •Linfócitos •Plasmócitos •Macrófagos GRANULOMA PERIAPICAL Componentes do processo de reparo •Fibroblastos •Fibras nervosas •Vasos sanguíneos neoformados Cápsula de fibras colágenas Equilíbrio entre agressão e defesa
  • 40.
    Inflamação periapical crônica Grandeparte desta lesão é descoberta durante exames radiográficos de rotina • é crônica e localizada • ocorre após • uma pericementite crônica • abscesso agudo que se torna crônico • Identificada como uma proliferação de tecido de granulação e osteólise na área do periápice GRANULOMA PERIAPICAL
  • 41.
    Inflamação periapical crônica Temevolução lenta (meses/anos), geralmente assintomático, não provoca perfuração das corticais ósseas ou da mucosa suprajacente, nem formação de fístulas GRANULOMA PERIAPICAL
  • 42.
    Inflamação periapical crônica Seu aspecto radiográfico mais característico é de área radiolúcida, bem circunscrita, arredondada, tamanho pequeno ligado ao ápice de dente desvitalizado. GRANULOMA PERIAPICAL
  • 43.
    Inflamação periapical crônica Proliferaçãoepitelial no granuloma -Restos epiteliais de Malassez Formação de ilhotas de epitélio organizado
  • 44.
    Inflamação periapical crônica Degeneraçãodas células epiteliais Formação de cavidade CISTOPERIAPICAL
  • 45.
    Inflamação periapical crônica cavidade patológica forrada por epitélio e preenchida por conteúdo líquido ou semi-sólido, associada ao ápice de dente desvitalizado CISTOPERIAPICAL
  • 46.
    Inflamação periapical crônica Embora seu desenvolvimento seja consequência do estímulo inflamatório, não se sabe exatamente porque nem todos os granulomas se transformam em cistos CISTO PERIAPICAL
  • 47.
    ORIGEM (PROVÁVEL)  Inflamatóriaatravés de canais laterais  Restos epiteliais de Malassez  Cisto primordial de um dente extranumerário Inflamação periapical crônica CISTO PERIAPICAL
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    • Se desenvolvepor expansão, lentamente, assintomático Inflamação periapical crônica CISTO PERIAPICAL
  • 56.
    Inflamação periapical crônica CISTOPERIAPICAL Pós TE Inicial Pós Apicectomia 2 anos Pós Op
  • 57.
    •Uma vez iniciadoo processo de desenvolvimento, ele se expande por osmose, isto é, o conteúdo do interior do cisto é hipertônico em relação ao líquido tissular circundante Inflamação periapical crônica CISTO PERIAPICAL
  • 58.
     Um granulomae um cisto radicular apical (algumas vezes também um abscesso crônico) de tamanhos iguais podem apresentar características radiográficas muito semelhantes, tornando-se difícil de serem separados radiograficamente um do outro Inflamação periapical crônica
  • 59.
  • 60.
    Inflamação periapical crônica PERIODONTITEAPICAL CRÔNICA  Sinais e sintomas:  Assintomático Inspeção: Cárie e/ou Restauração extensa Escurecimento da coroa
  • 61.
    Inflamação periapical crônica PERIODONTITEAPICAL CRÔNICA  Teste de sensibilidade pulpar:  Negativo  Percussão e Palpação:  Negativos
  • 62.
    Inflamação periapical crônica PERIODONTITEAPICAL CRÔNICA  Achados radiográficos:  Área radiolúcida circular ou oval associada ao ápice radicular ou lateralmente à raiz, bem circunscrita  Perda da integridade da lâmina dura  Pode assumir grande diâmetro, com deslocamento radicular (cisto)
  • 63.
    Inflamação periapical crônica PERIODONTITEAPICAL CRÔNICA  Tratamento:  Tratamento endodôntico convencional • Remoção do tecido necrosado e infectado – penetração desinfetante • Instrumentação / irrigação / medicação intracanal • Obturação  Cirurgia paraendodôntica
  • 64.
    Inflamação periapical crônica ABSCESSOPERIAPICAL CRÔNICO  Cronificação do abscesso periapical agudo  Sinais e sintomas:  Assintomático  Inspeção:  Cárie e/ou restauração extensa  Fístula intra ou extra oral
  • 65.
  • 66.
    Inflamação periapical crônica ABSCESSOPERIAPICAL CRÔNICO  Teste de sensibilidade pulpar:  Negativo  Percussão e Palpação:  Negativos  Achados radiográficos  Área radiolúcida associada ao ápice radicular, limites mal definidos
  • 67.
    Inflamação periapical crônica ABSCESSOPERIAPICAL CRÔNICO  Tratamento:  Eliminação do agente agressor –instrumentação / irrigação / medicação intracanal  Obturação  Desaparecimento da fístula –7 a 30 dias
  • 68.
    Inflamação periapical crônica ABSCESSOFÊNIX  Agudização de uma lesão crônica  Sintomatologia e características clínicas de abscesso periapical agudo  Características radiográficas de lesão crônica  Tratamento:  O mesmo do abscesso periapical agudo
  • 69.
  • 70.
    Osteopatias de ocorrênciaapical Osteíte condensante:  Na presença de inflamação no periápice, a ocorrência de uma rarefação óssea é mais comum  O oposto também pode acontecer  a formação de uma esclerose óssea como resultado da reação aos mesmos mecanismos que produzem rarefação
  • 71.
    Osteopatias de ocorrênciaapical Osteíte condensante:  A rarefação e a esclerose frequentemente ocorrem juntas e são consideradas reações diferentes do mesmo estímulo  Não se sabe porque a esclerose ocorre em um lugar e a rarefação em outro  Ela é produzida pela deposição de novo osso em torno das trabéculas já existentes
  • 72.
    Osteopatias de ocorrênciaapical Osteíte condensante:
  • 73.
    Osteopatias de ocorrênciaapical Osteíte condensante:
  • 74.
    OSTEOMIELITE  Se umainfecção periapical e inflamação se extender através dos espaços medulares dos ossos maxilares, o resultado é a osteomielite

Notas do Editor

  • #20 Na aula anterior, falamos sobre a polpa, vimos características da polpa e sua constituição, falamos sobre processo inflamatório e também vimos que o tecido pulpar apresenta pouca capacidade de reparo, em virtude de estar circundado por um tecido duro (dentina) e apresenta, ainda, um suprimento sangüíneo restrito. Não há possibilidade de formar irrigação colateral rápida no polpa.
  • #21 No capítulo anterior, ou seja nas pulpopatias, vimos que o tecido pulpar apresenta pouca capacidade de reparo, em virtude de estar circundado por um tecido duro (dentina) e apresenta, ainda, um suprimento sangüíneo restrito. Não há possibilidade de formar irrigação colateral rápida no polpa.
  • #22 Os osteoblastos são importantes para aposição de matriz orgânica na superfície do tecido ósseo para que haja o crescimento ósseo Os osteoclastos, por sua vez, estão envolvidos na reabsorção óssea, processo complexo importante para a remodelação do tecido ósseo
  • #36 Sempre que temos um processo inflamatório agudo, esse processo procura promover a cura. Quando prescrevemos anti-inflamatório, corremos o risco de transformar aquele processo agudo em um processo crônico